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Aécio presta solidariedade a deputada cassada pelo governo de Nicolás Maduro

Aécio ressaltou que cassação de Maria Corina é inconstitucional e embasada em falsas acusações. Objetivo foi calar a voz da oposição.

PT apoia governo autoritários

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves presta solidariedade à deputada cassada e critica inércia do governo brasileiro na crise da Venezuela

A falta de resposta da diplomacia brasileira e da presidente Dilma Rousseff à crise política que leva milhares de manifestantes às ruas na Venezuela foi criticada pelo presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, ontem (02/04), na Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal. Durante ato de apoio à deputada venezuelana Maria Corina Machado, cassada pelo governo de Nicolás Maduro, Aécio manifestou solidariedade à parlamentar e repudiou a privação de direitos a que o governo submete a população.

“Acompanhamos, com imensa apreensão, o cerceamento crescente das liberdades na Venezuela, e nos preocupa imensamente a posição passiva, quase que de omissão grave, do governo brasileiro”, disse.

“Pela importância que tem – importância econômica e demográfica na região – e até pelas relações que cultivou ao longo dos últimos anos com a Venezuela, [o governo brasileiro] deveria ter a obrigação de ter uma palavra de autoridade na busca do resgate das prerrogativas do povo venezuelano, em especial dos representantes do povo”, avaliou.

Autoritarismo

O presidente nacional do PSDB ressaltou que a cassação de Maria Corina, inconstitucional e embasada em falsas acusações, teve o único objetivo de calar a voz da oposição, uma característica de governos autoritários.

“A violência de que foi vítima é uma violência contra todos os democratas. Contra cidadãos e cidadãs que compreendem que apenas a partir do respeito às liberdades, e aos próprios adversários, é que vamos construir um tempo de maior justiça social e de maiores avanços econômicos”, salientou.

“Estaremos absolutamente atentos para daqui, como irmãos de fé, elevarmos sempre que necessário a voz contra a opressão e contra um regime que, infelizmente, tem demonstrado muito pouco apreço pelas liberdades e pela democracia”, afirmou.

50 anos de ditadura

Aécio lembrou ainda que a visita de Maria Corina ao Congresso brasileiro se deu na mesma semana em que o golpe militar no Brasil completou meio século.

“Por uma dessas coincidências da vida, nesta semana nós marcamos 50 anos de uma noite muito triste que se abateu sobre o Brasil, em 31 de março de 1964, e que nos levou a 21 anos de autoritarismo, de repressão, de perda de liberdades. Mas também de perda de vidas de inúmeros brasileiros. E foi a luta de muitos desses brasileiros, que não estão aqui hoje, e de outros que estão, como o senador Aloysio Nunes (SP), que nos permitiu, há 30 anos, o reencontro com a democracia”, acrescentou.

E completou: “Vemos o povo venezuelano como um povo irmão, como os demais povos irmãos da América do Sul. Por isso, a liberdade, a democracia, o respeito aos direitos humanos que queremos para nós, que lutamos para que não se percam outra vez, nós queremos para os nossos vizinhos. E, nesse instante, especialmente para o povo venezuelano”.

Gestão Eficiente: Sementes de milho – vendas externas de Minas batem recorde

Estado é o segundo no ranking brasileiro, com participação de 23,2%

Emater-MG / Divulgação
Exportações mineiras de sementes de milho, entre janeiro e abril de 2012, somaram US$ 13,2 milhões
Exportações mineiras de sementes de milho, entre janeiro e abril de 2012, somaram US$ 13,2 milhões

As exportações mineiras de sementes de milho, entre janeiro e abril de 2012, somaram US$ 13,2 milhões, valor 36,2% superior ao registrado no primeiro quadrimestre de 2011. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e, de acordo com avaliação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), mostram o melhor momento do período nos últimos doze anos.

De acordo com a assessora técnica da Superintendência de Política e Economia Agrícola da Seapa Márcia Aparecida de Paiva Silva, os resultados apresentados elevam o Estado à segunda posição no ranking brasileiro, que em 2011 era o terceiro, das exportações de sementes de milho, com a parcela de 23,2% do total das vendas brasileiras no exterior. “O primeiro colocado, Goiás, respondeu por 23,7% da comercialização do produto no mercado mundial”, informa.

No primeiro quadrimestre, foram embarcadas 3,3 mil toneladas de sementes, volume 18,7% superior ao do primeiro quadrimestre do ano passado. Márcia Silva assinala também a crescente valorização do produto, que alcançou  no exterior a cotação média de US$ 4,0 mil a tonelada, aumento de 14,7% em relação ao mesmo período de 2011. Ela diz que o valor médio recebido pela exportação de sementes de milho é 1.507,8% superior ao preço médio do milho em grão (exceto para semeadura) exportado pelo Estado, referente a US$ 251,39 a tonelada.”

Para a assessora, a evidência de maior valor agregado da semente de milho, em relação ao milho em grão, possibilita uma situação positiva ao produtor. O aumento da exportação de produtos com maior valor agregado impulsiona as receitas.

Boa aceitação

A expansão das vendas externas de sementes de milho é consequência também da crescente aceitação do produto no mercado internacional. Segundo Márcia Silva, os negócios estão sendo beneficiados por mecanismos estimulantes da produção, como o melhoramento genético. Por isso, os produtores de sementes de milho devem reconhecer a importância do investimento na biotecnologia, essencial para ampliar a conquista de mercados.

Neste caso a assessora técnica destaca a atuação da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), vinculada à Seapa, que realiza pesquisas voltadas para o desenvolvimento de tecnologias de produção e aumento da competitividade dos produtos mineiros no mercado nacional e internacional.

Os principais destinos das sementes de milho produzidas em Minas, nos quatro primeiros meses de 2012, foram os países latino-americanos: Venezuela, Paraguai, Peru e Equador. Para estes países foram destinadas 90,0% das vendas externas do Estado. Nesse grupo teve destaque o aumento das importações peruanas, que cresceram 285,8% em relação ao último ano.

“À exceção de Nigéria e Guiné Equatorial, sexto e sétimo colocados entre os principais destinos, todos os outros seis mercados das sementes de milho mineiras foram latino-americanos”, informa a assessora. Ainda de acordo com Márcia Silva, o estabelecimento de parcerias e relações comerciais com nações não consideradas destinos tradicionais (Alemanha, Estados, Itália e Japão, por exemplo) contribui para a diversificação de mercados, diluindo os riscos provenientes da concentração em determinados importadores.

Na avaliação da assessora, o mercado internacional de sementes de milho apresenta uma perspectiva positiva para o cultivo em Minas. Ela considera que o investimento em produtos da agricultura não incluídos no grupo que alcança as maiores receitas cria alternativas diante dos problemas que ocorrem, muitas vezes, por causa da concentração da cesta exportadora.

“Crises internacionais e restrições técnicas fazem parte dos fatores que podem desestimular as exportações, e os principais produtos atingidos, normalmente, são os que apresentam maior participação no mercado internacional”, enfatiza Márcia Silva.

Outro ponto importante, na avaliação da assessora, é que a comercialização de semente de milho pode ser classificada como venda de tecnologia. “Ao exportar o produto, além de obter maior remuneração, os exportadores investem em um nicho específico, sem interferir no abastecimento interno do milho em grão, exceto para semeadura, amplamente utilizado na alimentação humana e animal,” finaliza.

Sementes de milho/MG para exportação

Período: Jan/abril 2012

Principais destinos: Venezuela, Paraguai, Peru e Equador

Receita: US$ 13,2 milhões (+ 36,2%)

Participação de MG/Brasil: 23,2%

Volume: 3,3 mil t (+18,7%)

Preço médio/t: US$ 4,0 mil (+14,7%)

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/sementes-de-milho-vendas-externas-de-minas-batem-recorde/

Governo de Minas: presidente da Cemig é apontado como um dos melhores da América Latina

Djalma Morais ficou na 22ª colocação entre 294 dirigentes de empresas da região

Divulgação / Cemig
Djalma Morais assumiu a presidência da Cemig em 1999 e promoveu uma reestruturação
Djalma Morais assumiu a presidência da Cemig em 1999 e promoveu uma reestruturação

O presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Djalma Bastos de Morais, está entre os 50 melhores presidentes de empresas da América Latina, segundo a revista Harvard Business Review. Foram analisados 294 presidentes de 197 empresas de capital aberto da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela. O presidente da Cemig foi o 22º colocado. Informações estão no site da Cemig.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/presidente-da-cemig-e-apontado-como-um-dos-melhores-da-america-latina/