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Gestão Anastasia: alunos do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado destacam-se em vestibulares pelo Brasil

Aprovações nos melhores cursos de música, dança e teatro demonstram trabalho sério do Cefar

Alunos e ex-alunos do Centro de Formação Artística (Cefar) da Fundação Clóvis Salgado (FCS) destacaram-se, no início de 2012, com aprovações em vestibulares de importantes universidades do Brasil. Foram aprovadas 26 pessoas para cursos nas áreas de música, dança e teatro.

“Esta é a comprovação do trabalho sério e comprometido que desenvolvemos aqui, capaz de preparar os alunos, na teoria e na prática, para ingressarem nos melhores cursos de suas respectivas áreas do país e se dedicarem à arte como profissão”, afirma a Diretora de Ensino e Extensão da FCS, Patrícia Avellar.

O estudante Paulo Augusto da Fonseca Fróes, por exemplo,passou em 1º lugar no curso de Bacharelado em Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já o aluno José Vitor Assis de Souza foi aprovado para o curso de Música em três universidades: UFMG, Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

Outros destaques foram Marcelo Arlei Gonçalves,aprovado no curso de Música da UEMG e da UFMG, e Rosinei Barbosa de Andrade. O ex-aluno, formado em Músicapelo Cefar em 2006 e professor acompanhador de Percussão na Dança na instituição desde 2007, foi aprovado para o curso de Licenciatura em Música da UEMG.

O Centro de Formação Artística, sediado no Palácio das Artes, é constituído por escolas de dança, teatro e música, sendo referência em Minas Gerais no desenvolvimento artístico de jovens talentos e profissionais. Além dos cursos regulares, oferece oficinas e cursos livres destinados à capacitação, qualificação, aperfeiçoamento e atualização de profissionais da arte e da cultura.

O Cefar desenvolve ainda projetos como a Big Band, o Grupo de Choro, o Ballet Jovem e o Coral Infantojuvenil Palácio das Artes, que possuem agenda permanente de apresentações.
Lista dos aprovados:
Música – USP

Ariane Rovesse Alencar Freitas

Música – Bacharelado UEMG – habilitação em instrumento ou canto

José Vitor Assis de Souza

Michelle Aparecida S. Barreto

Natalie Christine A. Gonçalves

Paulo Moreira de Souza

Pedro Lucas Viana da S. Tavares

Raíssa Andrade Caldeira Brant

Música – Licenciatura UEMG – habilitação em instrumento ou canto

Diego Barbosa Rodrigues

Marcelo Arlei Gonçalves

Marcelo Vicente da Silva

Música – UFOP

José Vitor Assis de Souza

Música – Bacharelado UFMG

Allysson Henrique Mendes Fróes Couto

José Vitor Assis de Souza

Lucas Filipe Alves de Oliveira

Luis Fernando Umbelino da Silva

Marcelo Arlei Gonçalves

Paulo Augusto da Fonseca Fróes

Rômulo Salobrenha Garcia dos Santos

Vinícius Mendes Rodrigues

Musicoterapia – UFMG

Luiza Mariz

Dança – Licenciatura UFMG

Diogo Lima de Paula

Teatro – UFMG

Lorena Tofani Horta

Ex-alunos

Música – Bacharelado UEMG

Henrique Gonçalves de Toledo

Ricardo Luiz do Nascimento

Samuel Passos Costa

Wellington Cordeiro dos Santos

Música – Licenciatura UEMG

Othon Paulo Tavares de Almeida

Raíssa Lutes Lourenço

Rosinei Barbosa de Andrade

Música – Licenciatura UFMG

Alexsander Souza Freitas Reis

Música – Bacharelado UFMG

Gabriel Ladeira Maciel

Henrique Gonçalves Toledo

Sarah Ponzo Lugon

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas busca estratégias para ampliar a oferta de educação profissional

Unidade do Brasil Profissionalizado, em Ibirité, terá como objetivo refletir sobre novas possibilidades para enfrentar os desafios da educação
Divulgação/SEE
Secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazolla, durante reunião em Ibirité
Secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazolla, durante reunião em Ibirité

O Governo de Minas, por meio das secretarias de Estado de Educação (SEE) e de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), estuda alternativas para ampliar as possibilidades de cursos técnicos para os profissionais da educação. A iniciativa se soma ao recente lançamento da Magistra, escola de formação e desenvolvimento profissional de educadores, inaugurada no dia 2 de fevereiro de 2012.

O projeto, que está em fase de elaboração, contará com o apoio da Fundação Helena Antipoff (FHA) e da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg). Em reunião, realizada nesta sexta-feira (10), no campus da fundação, em Ibirité, foram definidos os coordenadores do grupo de trabalho que vai elaborar o plano de ações. A proposta é que a unidade se torne um centro de referência para profissionais da educação, capacitando e criando métodos inovadores para o novo cenário que se estabelece na educação.

A expectativa é de que a implantação da unidade em Ibirité se dê em sintonia com o Programa Brasil Profissionalizado. Esta iniciativa, do governo federal, possibilita a modernização e a expansão das redes públicas de ensino médio integradas à educação profissional, e os recursos repassados podem ser empregados em obras de infraestrutura, desenvolvimento de gestão, práticas pedagógicas e formação de professores.

“A ideia é que o ‘Brasil Profissionalizado’, aqui em Ibirité, seja parte de um sistema integrado entre as duas secretarias, a Fundação Helena Antipoff e a Universidade do Estado de Minas Gerais”, explicou a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola. “O nosso objeto aqui será a escola, desde o ponto de vista da gestão até a capacitação técnica dos vários profissionais até a produção de material a ser usado com as tecnologias de informação hoje disponíveis para melhorar cada vez mais a qualidade do ensino e criar a oportunidade de emprego para os nossos jovens”, completou.

Para o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, o projeto, que ainda está em fase embrionária, promete ser um grande passo para que a educação em Minas se desenvolva ainda mais. “Tenho certeza de que nós estamos dando um passo muito importante para fortalecer todas as instituições que estão envolvidas neste processo, começando pela fundação e indo até à Uemg e a Magistra. É um esforço gigantesco para que Minas crie condições de ter uma qualidade ainda maior no ensino”, destacou.

O que está sendo proposto é algo extremamente inovador, ou seja, que a unidade de Ibirité seja parte de um sistema integrado entre a Sectes, a SEE, a Uemg e a própria FHA, onde o campus para licenciaturas capacite em nível técnico os profissionais de educação. Haverá uma diferença das outras 12 unidades do Brasil Profissionalizado a serem implantadas em Minas Gerais, priorizando o desenvolvimento de metodologias, tecnologias sociais e pedagógicas, como aplicativos para smartphones e tablets e materiais didáticos.  O projeto entra em consonância com a proposta do Governo de Minas de expansão e fortalecimento do ensino, em todos os níveis, para melhorar cada vez mais a qualidade.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: projeto mineiro Cidade das Águas vai trabalhar pela América Latina e África

FRUTAL (19/01/12) – Com a população do planeta chegando a 7 bilhões de pessoas e com o aquecimento global manifestando as suas conseqüências, a água tem se tornado cada vez mais motivo de preocupação das nações, sendo que algumas delas já vive o drama da restrição a esse bem natural. Focado em atitudes práticas e capazes de mudar o cenário pessimista que vem sendo apresentado por especialistas do mundo inteiro, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), lançou em setembro de 2011 a Cidade das Águas, no Triângulo Mineiro.

Trata-se de uma resposta ao desafio da preservação da água, tendo um complexo que reunirá instituições estaduais, federais e privadas, nacionais e internacionais, em um mesmo ambiente de convivência e interatividade, para estudar gestão, preservação e recuperação das águas superficiais e subterrâneas.

Com inauguração prevista para 2014, a Cidade das Águas é uma iniciativa apoiada pela Unesco e ancorada no Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Água (Unesco-HidroEX). Os governos mineiro e federal já investiram R$ 50 milhões na elaboração de projetos, intercâmbios e na infraestrutura do Instituto Unesco-Hidroex e do campus da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg). Contudo, a previsão é de investir mais R$ 80 milhões nos próximos dois anos, totalizando R$ 130 milhões. Além de atender ao Brasil, a Cidade das Águas terá suas atividades voltadas para os países da América Latina e da África de língua portuguesa, promovendo a transferência de tecnologia em gestão de águas para a produção de alimentos. Esse é um compromisso do Estado de Minas Gerais com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Unesco-HidroEX

Com o lançamento da Cidade das Águas, entrou em funcionamento a nova sede do Unesco-Hidroex, localizada em Frutal,  às margens do Rio Grande, em área de cerrado e no coração do Brasil. O instituto foi criado em 2009 pelo Governo de Minas, com o objetivo de planejar, coordenar, executar, controlar e avaliar programas e projetos de defesa e preservação do meio ambiente, relativos à gestão dos recursos hídricos.

Durante a cerimônia de lançamento, Joop Schutter, diretor do Instituto para Educação em Águas (IHE) da Unesco – único centro de categoria I, localizado em Delft (Holanda) – destacou a importância da ligação do HidroEX à Unesco. “Somos a principal instituição responsável pela educação, treinamento e pesquisa em águas no mundo e temos cooperado com o HidroEX especialmente na elaboração de um currículo de pós- graduação. Acreditamos ser esta uma grande iniciativa de Minas Gerais e do Brasil, de desenvolver a Cidade das Águas e se juntar a Unesco, criando uma rede com diversas instituições trabalhando juntas em projetos de pesquisa. Estamos ansiosos em começar o trabalho juntos e ver estudantes de todas as partes do mundo realizando seus estudos no HidroEX”.

Condomínio temático

A Cidade das Águas vai abrigar o primeiro Condomínio Temático de Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa e Desenvolvimento, que reunirá oito universidades em pesquisas e projetos relacionados à água: Ufla (Lavras), Uemg, UFV (Viçosa), Ufop (Ouro Preto), UFMG, UFTM (Triângulo Mineiro), UFU (Uberlândia) e PUC Minas. O condomínio terá ainda unidades avançadas da Agência Nacional de Águas (ANA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com o Núcleo de Tecnologia em Irrigação (Nurii), Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e Instituto Estadual de Florestas (IEF). Novas entidades, instituições e empresas poderão integrar o projeto.

Em parceria com instituições da Alemanha, dentre elas a University of Applied Science Weihenstephan-Triesdorf e a Technische Universität Dresden, o Unesco-HidroEX conduzirá estudos das águas superficiais e subterrâneas do Triângulo Mineiro. O projeto custará R$ 2,5 milhões, custeados pelas instituições alemãs.

Espaço Cousteau

A Cidade das Águas terá o Espaço Cousteau para as águas, projeto a ser desenvolvido pelo IFTM em parceria com o HidroEX. Trata-se de moderna estrutura arquitetônica — dentro dos melhores padrões internacionais — para abrigar um amplo espaço de visitação com a exposição das atividades de pesquisa desenvolvidas por Jacques Cousteau pelos rios e mares do mundo, incluindo o material de expedição pela Amazônia.

Fórum Mundial das Águas

Convidado pelo presidente do Conselho Mundial das Águas, Löic Fauchon, o secretário Narcio Rodrigues irá apresentar a Cidade das Águas no 6º Fórum Mundial das Águas, que acontece em Marselha, França, no mês de março. “O tema deste fórum será Soluções, e a Cidade das Águas é vista, hoje, como uma grande solução para a futura gestão dos recursos hídricos na terra”, explicou Narcio.

Cidade das Águas pode ser assumida pelas Nações Unidas

Em encontros na sede da Unesco, em Paris, o secretário mineiro e o presidente do Unesco-HidroEX, Octávio Elísio, discutiram a possibilidade da Cidade das Águas ser transformada em um centro da Unesco antes mesmo de sua conclusão. A embaixadora do Brasil na Unesco, Maria Laura da Rocha, informou que a equipe do Itamaraty está “pronta” para entrar na “campanha” visando à transformação do HidroEX, que hoje é um centro de Categoria II (chancelado pela Unesco) em um Centro de Categoria I (de propriedade da própria Unesco).

Narcio e Octavio Elísio também foram recebidos pela cúpula do IHE, responsável pela orientação pedagógica e pela implantação do Unesco-HidroEX. De acordo com o reitor do IHE, professor Andras Nagy, a Unesco planeja para os próximos anos a abertura de quatro novos campi no mundo: um para a América Latina e o Caribe, outro para a África e mais um para a Ásia. A expectativa é de que em setembro sejam abertas as inscrições para os centros que queiram abrigar esses campi. A Cidade das Águas vai preparar sua documentação, avançar na sua implantação física e nas suas atividades pedagógicas para concorrer e se transformar no campus dedicado à América Latina e ao Caribe, passando a ser propriedade das Nações Unidas.

Segundo o secretário, a equipe do Unesco-HidroEX irá “cuidar de todos os detalhes necessários à obtenção dessa conquista” e se articular, junto ao governo federal e estadual, para “fechar o orçamento necessário” à conclusão das obras. “É uma oportunidade única e nós não podemos perdê-la”, observou.

Cleo Pires ratifica  envolvimento com o Unesco-HidroEX

A atriz Cleo Pires, designada embaixadora das Águas da Unesco, atuará nos próximos três anos na divulgação de ações conduzidas pela Cidade das Águas. Segundo o secretário Narcio Rodrigues, como figura pública, a atriz pode trazer visibilidade ao complexo e à situação das águas no Brasil, chamando a atenção da opinião pública para questões ambientais.

Um dos projetos discutidos foi a capacitação de 75 professores de Frutal e região, que vão atuar com os seus alunos na revitalização do Ribeirão Frutal. Além de acertar as diretrizes do seu trabalho com o Unesco HidroEX, Cleo Pires recebeu convite do secretário Narcio para acompanhar a comitiva mineira que vai apresentar a Cidade das Águas no Fórum Mundial das Águas.

Fonte: Agência Minas