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Gestão Anastasia: Sul de Minas recebe a 15ª edição da Expocafé

Aproximadamente 150 empresas brasileiras e estrangeiras irão participar do evento que aborda como a negociação do café com o mercado externo

A abertura ofical da 15ª edição da Expocafé, em Três Pontas, no Sul do Estado,  feira considerada a maior do país, será na quarta-feira (20) e terá a presença do do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Elmiro Nascimento.

O evento abodará importantes temas relacionados ao setor, como a exportação e as vantagens de negociar com o mercado externo, o menejo mecanizado, custos, agricultura e cafeicutura de precisão, mecanização de lavouras adensadas e de montanha.

Além de workshops, a programação terá dinâmicas de campo e cursos de capacitação para operadores de máquinas e exposição de equipamentos e insumos. Cerca de 150 empresas participam do evento, que espera receber um público de todo o Brasil, além de países da América do Sul, América do Norte e Europa, e representantes dos diferentes elos da cadeia produtiva.

Para o secretário Elmiro Nascimento, a Expocafé representa uma grande oportunidade de estímulo ao empreendedorismo, sendo um espaço para a realização de contatos, parcerias e ampliação de negócios. “A feira aumenta a participação da cadeia produtiva do café, possibilitando a expansão das divisas comerciais dos municípios mineiros”, avalia o secretário.

A 15ª Expocafé vai até o dia 22 de junho, na Fazenda Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), que é a organizadora da feira.

Café em Minas Gerais

Minas Gerais ocupa a liderança na produção de café no país. Para 2012, a safra prevista deverá ficar entre 25,5 milhões e 27,1 milhões de sacas, o correspondente a 51,9%, da produção nacional. No ano passado, os cafeicultores mineiros exportaram o equivalente a US$ 5,8 bilhões, ou seja, 59,8% de toda a exportação do agronegócio mineiro (US$ 9,7 bilhões).

O Sul do Estado é o maior produtor do grão em Minas. Segundo dados do IBGE, a safra prevista para a região neste ano é de 11,4 milhões de sacas, o que corresponde a cerca de 44% da produção mineira. Três Pontas é o segundo maior produtor de Minas Gerais. Para 2012, a estimativa é que o município produza cerca de 550 mil sacas de café.

Serviço:

Abertura oficial da 15ª Expocafé

Data: 20 de junho (quarta-feira)

Horário: 10 horas

Local: Fazenda Experimental da Epamig – Rodovia Três Pontas/Santana da Vargem  –  Zona Rural  – Três Pontas (MG)

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/sul-de-minas-recebe-a-15a-edicao-da-expocafe/

Gestào Eficiente: estande da Emater-MG é um dos destaques da Expocafé 2012, em Três Pontas

Público poderá conferir novidades tecnológicas, receber orientações técnicas e degustar os melhores cafés de Minas

Emater-MG / Divulgação
Estande da Emater-MG na Fazenda Experimental da Epamig, em Três Pontas, Sul de Minas
Estande da Emater-MG na Fazenda Experimental da Epamig, em Três Pontas, Sul de Minas

Entre os dias 20 e 22 junho acontece, na Fazenda Experimental da Epamig, em Três Pontas, Sul de Minas, a Expocafé 2012. Um dos destaques da feira é o estande da Emater-MG. No espaço organizado pela Empresa, o público poderá conferir novidades tecnológicas, receber orientações técnicas e degustar os melhores cafés de Minas Gerais.

O estande tem 400 metros quadrados e está caracterizado como uma pequena propriedade rural. Entre as tecnologias de baixo custo para os pequenos produtores, a Emater-MG apresentará técnicas de construção e utilização de terreiros em cimento e em lama asfáltica. Um dos destaques do espaço organizado pela Empresa é uma fossa ecológica, que ajuda a reduzir a contaminação do lençol freático e é mais barata do que o modelo industrial. No local, os visitantes poderão degustar os cafés vencedores da edição de 2011 do Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais. No estande também será distribuído material didático.

“A participação da Emater-MG é importante para levar ao agricultor familiar tecnologias de baixo custo, fácil manejo e fácil acesso. Além disso, os agricultores terão esclarecimentos técnicos dos extensionistas da Empresa”, diz o técnico da equipe do escritório local da Emater-MG, Luiz Eustáquio de Carvalho. A Emater-MG também está organizando grupos de agricultores para visitar a feira. “Nos três dias do evento devem passar pelo nosso estande cerca de 2 mil pessoas”, completa Luiz de Carvalho.

Programação da Expocafé 2012

A solenidade de abertura oficial da 15ª Expocafé será dia 20 de junho. A feira oferecerá ao público uma programação diversificada e contará com a participação de 145 empresas que apresentarão novidades em máquinas, equipamentos e insumos para a cafeicultura.

As atividades terão início no dia 19 com a realização do 3º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira, promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFLA). O evento, que é exclusivo para participantes previamente inscritos, vai abordar temas, como: manejo mecanizado; agricultura e cafeicultura de precisão; e mecanização de lavouras de montanha.

A partir do dia 20, a feira será aberta ao público com a realização da exposição de equipamentos e máquinas, e a realização de eventos paralelos, como dinâmicas de campo, cursos de capacitação para operadores de máquinas, Audiência Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) sobre o novo código florestal, e o seminário “Exportar é inovar”, promovido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e pela Agência Brasileira de Promoção, Exportação e Investimento (APEX). “Nosso objetivo é ampliarmos a participação da cadeia produtiva do café durante a feira. Por isso buscamos diversificar a programação e oferecer mais opções de negócios para o público”, afirma o coordenador da feira, Mairon Mesquita.

A Expocafé 2012 contará com 195 estandes distribuídos em uma área de exposição de 12, 3 mil metros quadrados. De acordo com os organizadores, foram feitas melhorias na infraestrutura da feira com base em pesquisas realizadas na edições anteriores. “Contaremos com uma praça de alimentação equipada com cozinha, refeitório, restaurante e quatro lanchonetes. Em 2011 tivemos apenas um restaurante oficial”, diz o relações públicas, Antônio Augusto Braighi, integrante da Comissão de Organização e Comercialização. Antônio destaca também a instalação de pontos de apoio aos visitantes. “Ao longo da feira serão instalados bancos e bebedouros para uso do público”, afirmou.

Acompanhe informações sobre a Expocafé nos sites http://www.epamig.br e http://www.expocafe.com.br e pelas redes sociais www.facebook.com/expocafeoficial.com e @expocafeoficial.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/estande-da-emater-mg-e-um-dos-destaques-da-expocafe-2012-em-tres-pontas/

Governo de Minas: municípios mineiros produtores de café têm IDH acima da média

Estudo da Emater mostra que cultura está associada não apenas à geração, mas também à distribuição de renda

Divulgação/Seapa
Líder na produção de café no Brasil, Minas produziu, em 2011, 22,2 milhões de sacas
Líder na produção de café no Brasil, Minas produziu, em 2011, 22,2 milhões de sacas

Municípios mineiros que têm no café a base de suas economias registram Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) maior que a média do Estado. A conclusão faz parte de um estudo elaborado pela Emater-MG, abrangendo 100 municípios mineiros, com área plantada acima de 5 mil hectares. As análises da Emater indicam que o IDH médio dos municípios com tradição no cultivo do café está acima de 0,756, enquanto que o IDH médio no Estado é de 0,726, com base nos últimos dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Segundo o gerente de Programas Especiais da Emater-MG, Leonardo Kalil, o tamanho da área plantada foi uma variável determinante para o levantamento, porque o café é uma cultura perene, associada à tradição dos municípios. “Não é uma lavoura que se forma de um ano para outro, e para que a cafeicultura atinja área suficiente para ter algum impacto na economia local é preciso tempo e, especialmente, estar associada à cultura da comunidade”, afirma.

Nos municípios pesquisados, ao se comparar o IDH com as áreas plantadas com café, ficou evidenciado que, quanto maior a área plantada, maior o IDH do município. “Isso não é apenas uma questão de preço e mercado”, analisa o gerente da Emater-MG. Segundo ele, o mercado vem passando por bons momentos, os estoques mundiais enfrentaram um período de baixa, o consumo individual vem aumentando, mas a cultura está associada não apenas à geração, mas também à distribuição de renda.  Os cinco municípios com a maior área plantada de café em Minas Gerais, em 2011, têm um índice superior à média do todo o Estado. São eles: Patrocínio (0,799); Três Pontas (0,733); Manhuaçu (0,776); Monte Carmelo (0,768) e Nepomuceno (0,747).

“É uma cultura que emprega muita mão de obra não apenas nas lavouras, mas na cadeia produtiva como um todo. Além disso, apresenta um faturamento por área muito bom, em comparação com outras atividades agropecuárias”, afirma. De acordo com seus cálculos, uma lavoura com produtividade média de 25 sacas por hectare pode render cerca de R$ 10 mil por hectare, se cada saca for comercializada ao preço médio atual de R$ 400. “É um bom retorno financeiro, se compararmos ao conseguido com o eucalipto, por exemplo, que na média do Estado gira em torno de R$ 2,28 mil por hectare ao ano”, compara.

Segundo o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento, o estudo evidencia a força da cultura no Estado. “O café lidera as exportações do agronegócio mineiro e mantém a condição de segundo produto da nossa pauta geral de exportação, depois do minério de ferro. Além de gerar emprego e renda, é um importante fator de inclusão social”, afirma.

Líder na produção de café no Brasil, responsável por 51% do total, Minas Gerais produziu, em 2011, 22,2 milhões de sacas, em uma área plantada de 1 milhão de hectares, distribuídos por mais de 600 municípios.

Índice de Desenvolvimento Humano

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa usada para classificar os países ou determinada região pelo seu grau de desenvolvimento humano, tendo como critérios de avaliação os índices de educação, longevidade e a renda per capta. O IDH é utilizado no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e seus valores variam entre 0,4999 (baixo), 0,5 a 0,799 (médio) e acima de 0,8 (alto). Quanto mais próximo de 1,0, melhor é o IDH de determinada região ou país.

Números do IDH

– IDH de MG: 0,726

– IDH médio dos municípios com mais de 5 mil hectares de café: 0,756

– Municípios com as maiores áreas plantadas de café em 2011 e o IDH:

1)Patrocínio – 29,9 mil hectares – IDH 0,799

2) Três Pontas – 18,5 mil hectares – IDH 0,733

3) Manhuaçu – 18,2 mil hectares – IDH 0,776

4) Monte Carmelo – 15 mil hectares – IDH 0,768

5) Nepomuceno – 14,2 mil hectares – IDH 0,747

Fonte: Emater-MG (com base nos dados do PNUD)

Governo de Minas investe R$ 82,7 milhões em hospitais da Macro Sul

Hospitais de 17 municípios da região foram beneficiados pelo Pro-Hosp

André Brant
Ampliação da UTI Neonatal do hospital Vaz Monteiro, em Lavras, foi uma das obras realizadas pelo Pro-Hosp no Sul de Minas
Ampliação da UTI Neonatal do hospital Vaz Monteiro, em Lavras, foi uma das obras realizadas pelo Pro-Hosp no Sul de Minas

Desde 2003, o Governo de Minas investiu cerca de R$ 700 milhões em 132 hospitais, com recursos provenientes do Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais (Pro-Hosp). Do total, R$ 82,7 milhões foram destinados a 20 hospitais de 17 municípios da Macro Sul. Com a ação, foram beneficiados moradores de Alfenas, Guaxupé, Machado, Passos, Piumhi, São Sebastião do Paraíso, Andradas, Itajubá, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Baependi, Lavras, São Lourenço, Três Corações, Três Pontas e Varginha.

Apenas em 2011 foram aplicados R$ 115 milhões no programa. Para 2012, a previsão de investimentos do Pro-Hosp é da ordem de R$ 130 milhões. De acordo com o coordenador do programa, Tiago Lucas, a expansão da rede se deu por meio da inclusão de hospitais que exercem papel regional e inter-regional relevante para o Sistema Único de Saúde (SUS), por sua participação imprescindível na resolubilidade de clínicas de especialidades estratégicas, tais como cirurgia neurológica, cirurgia e tratamento em oncologia, cirurgia ortopédica e cirurgia cardiovascular.

Segundo ele, o Pro-Hosp possibilita aos cidadãos mineiros atendimento hospitalar de qualidade e com resolutividade, o mais próximo possível das suas residências. “O objetivo é que o paciente se desloque o mínimo possível de seu município para receber assistência médica necessária, evitando ter que viajar ou ser transportado para os grandes centros ou para Belo Horizonte”, explica Tiago Lucas.

Macro Sul

Situado em Lavras, o Hospital Vaz Monteiro foi uma das unidades a receber recursos do Pro-Hosp. Dentre as melhorias realizadas no hospital está a ampliação da UTI Neonatal e do centro cirúrgico, que passou de quatro para seis salas. Além disso, foram adquiridos materiais e equipamentos para unidade de internação do SUS disponível para recém-nascidos.

Dentre as benfeitorias realizadas pelo Pro-Hosp no hospital das Clínicas Samuel Libânio, em Pouso Alegre, estão a ampliação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com mais nove leitos adulto, e a construção de um banco de leite e de uma nova área de maternidade, contemplando o Programa Viva Vida, dentre outras melhorias na unidade.

Critérios para o repasse de recursos

A transferência de recursos do Tesouro Estadual para os  hospitais beneficiados pelo Pro-Hosp leva em conta a população das macro e microrregiões (base de cálculo per capita) e também a realidade socioeconômica de cada uma, buscando atender ao princípio da equidade.

Assim, nas áreas mais carentes, como nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce, e nas regiões Nordeste e Norte de Minas, as unidades hospitalares recebem um valor per capita diferenciado, o que, ao final, representa um maior volume de investimentos.

O Pro-Hosp se fundamenta em uma parceria entre o Estado e os hospitais públicos e filantrópicos que integram o programa, com a participação dos gestores municipais, Colegiados dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems-MG) e Conselhos de Saúde Municipal e Estadual. Por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Governo de Minas faz o repasse dos recursos. E as instituições, por sua vez, se comprometem a cumprir metas assistenciais e gerenciais.

Confira os 20 hospitais beneficiados na Macro Sul, por meio Pro-Hosp:

Alfenas: Casa de Caridade e Hospital Universitário Alzira Velano; Guaxupé: Irmandade de Misericórdia; Machado: Santa Casa de Caridade; Passos: Santa Casa de Misericórdia; Piumhi: Santa Casa de Misericórdia; São Sebastião do Paraíso: Santa Casa de Misericórdia: Andradas: Santa Casa de Misericórdia; Itajubá: Hospital Escola; Ouro Fino: Casa de Caridade; Poços de Caldas: Santa Casa de Misericórdia; Pouso Alegre: Hospital das Clínicas Samuel Libânio; Baependi: Sociedade Caritativa Sagrado Coração de Jesus; Lavras: Hospital Vaz Monteiro e Santa Casa de Misericórdia; São Lourenço: Casa de Caridade; Três Corações: Fundação Hospitalar São Sebastião; Três Pontas: Santa Casa de Misericórdia; Varginha: Hospital Bom Pastor e Hospital Regional do Sul de Minas.

Fonte: Agência Minas