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Governo Anastasia: Secretaria de Estado de Saúde inaugura Farmácia de Minas em Alto Caparaó

Mais de cinco mil pessoas serão beneficiadas com a Farmácia de Minas na Zona da Mata

Andressa Aguiar
119 tipos de medicamentos serão oferecidos à população
119 tipos de medicamentos serão oferecidos à população

O município de Alto Caparaó, na Zona da Mata, recebeu segunda-feira (23), da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES), uma unidade da Rede Farmácia de Minas, que beneficiará cerca de 5.370 mil habitantes, oferecendo 119 medicamentos entre analgésicos, antiinflamatórios e cardiovasculares.

O estado investiu R$ 90 mil para construir e equipar a unidade, sendo que R$ 55 mil foram destinados à construção da farmácia e R$ 35 mil utilizados para aquisição de todo o mobiliário e equipamentos. As unidades da Farmácia de Minas são padronizadas com o objetivo de facilitar a identificação do local pela população e de se tornem referência na prestação de serviços farmacêuticos nos municípios.

O acompanhamento das pessoas que buscam medicamentos será feito por meio do Sistema Integrado de Gestão de Assistência Farmacêutica (SIGAF), onde o farmacêutico encontra o histórico do paciente para realizar o monitoramento e, se necessário, entrar em contato com a Equipe de Saúde da Família para dar ou receber informações deste. O farmacêutico Israel Louzada e alguns técnicos atenderão aos moradores de Alto Caparaó, ficando responsável por esclarecer as dúvidas e oferecer as informações necessárias.

Para a gerente da Regional de Saúde de Manhumirim, Soraia Carvalho, “a Rede Farmácia de Minas é uma ótima iniciativa do Estado, por trazer transformações necessárias para a melhoria da qualidade de atendimento a população”, afirma.

O prefeito de Alto Caparó, José Jacomel Júnior, destaca a importância da iniciativa do Governo do Estado. “Estamos muito satisfeitos com a inauguração da Farmácia de Minas em nossa cidade e percebemos que o Governo de Minas tem se preocupado em fazer o melhor para a população de todo o estado de Minas Gerais”, conclui.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-estado-de-saude-inaugura-farmacia-de-minas-em-alto-caparao/

Governo Anastasia: encontro na Escola de Saúde discute atenção à saúde materna

Redes de saúde integrada são apresentadas como uma das formas da humanização da saúde

Marcos Pereira
Profissionais discutem melhoras para o programa Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas
Profissionais discutem melhoras para o programa Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas

O Grupo interinstitucional de políticas de humanização (GIPH) da secretaria de estado de saúde de Minas Gerais (SES-MG) promoveu uma reunião, na escola de saúde pública de Minas Gerais (ESP-MG), terça-feira (17), com o objetivo de discutir a articulação entre a Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas e a Política Nacional de Humanização. Trata-se de um fórum de discussão sobre as políticas de humanização no estado, com a presença de profissionais das secretarias municipais e das superintendências e gerências regionais de saúde.

O encontro contou com palestra do pediatra e assessor de normalização da atenção à saúde da SES-MG, Marco Antônio Bragança de Matos, que apresentou as redes de atenção integrada, como estratégia de humanização da saúde. “A humanização só será uma realidade quando a saúde gerar valor ao usuário e tiver como foco a sua satisfação. O cumprimento de metas e portarias deve levar em conta esses aspectos”, afirma.

Segundo o assessor, o aumento dos casos de doenças crônicas e seus fatores de risco, como tabagismo, sobrepeso, sedentarismo, uso excessivo de álcool e outras drogas e alimentação inadequada, traz novos desafios para os profissionais de saúde. “É preciso criar formas de enfrentamento mais incisivas, sempre levando em consideração as necessidades do paciente”, pontua.

Nesse contexto, a Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas apresenta um papel fundamental. “A atenção à saúde materna deve ser pensada de forma integrada, sendo organizada a partir das necessidades das pacientes e auxiliando na fixação e continuidade da assistência”, acredita Marco Antônio.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/encontro-na-escola-de-saude-discute-atencao-a-saude-materna/

Governo de Minas: Secretaria de Saúde define Rede de Resposta Hospitalar das macrorregiões Nordeste e Jequitinhonha

Serão destinados R$ 22 milhões para custeio complementar das equipes de Urgência e Emergência dos hospitais

Lineu Cardoso/SRS Teófilo Otoni
O Hospital Santa Rosália de Teófilo Otoni é de nível I, sendo também referência em IAM
O Hospital Santa Rosália de Teófilo Otoni é de nível I, sendo também referência em IAM

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) definiu os nomes dos 23 hospitais que farão parte da Rede de Resposta Hospitalar às Urgências e Emergências das macrorregiões Nordeste e Jequitinhonha. O Governo de Minas destinará, neste ano, R$ 22 milhões de incentivo financeiro para o custeio complementar das equipes de Urgência e Emergência dos hospitais.

Para compor a rede, foram definidos 13 hospitais de nível IV e oito hospitais de nível III. Já o hospital Santa Casa de Caridade de Diamantina será referência de nível II e de nível I (Infarto Agudo do Miocárdio – IAM), e o hospital Santa Rosália de Teófilo Otoni será nível I, sendo também referência em IAM.

Já os hospitais Vale do Jequitinhonha de Itaobim, São Vicente de Turmalina e Deraldo Guimarães de Almenara, que foram inicialmente classificados como nível III, poderão ser níveis II assim que estiverem em funcionamento pelo menos dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nas instituições. Por sua vez, o hospital Ester Faria de Almeida (Hefa) de Pedra Azul e o hospital Nossa Senhora dos Anjos de Itambacuri, classificados como nível IV, serão reclassificados para nível III assim que atenderem às exigências do novo nível e tiverem uma validação do Comitê Gestor da Rede.

O superintendente Regional de Saúde de Teófilo Otoni, Ivan Santana, ressaltou o empenho da SES para que fosse implantada a rede na região. “Diante de todo empenho e investimento aplicados na Rede de Urgência e Emergência, vejo com um olhar diferenciado que a rede contribuirá para o acesso do usuário ao serviço prestado, permitindo ofertar um serviço de qualidade à população e, sobretudo, uma resposta do Governo de Minas, que não tem medido esforços para atender as necessidades de todo o vale do Mucuri, São Mateus e Jequitinhonha”, disse.

A gerente regional de Saúde de Pedra Azul, Djanira Araújo, reforçou que a rede visa organizar os serviços de urgência e emergência na região. “O Governo de Minas vem, ao longo do tempo, fazendo uma organização de serviços em saúde de relevância e atendendo aos vários níveis desta organização, com planejamento e responsabilidade. Um exemplo disso é a visão do governo em investir na construção de uma Rede de Urgência e Emergência nas macrorregiões Nordeste e Jequitinhonha. Tenho convicção de que com o funcionamento da rede teremos um crescimento dessas regiões, de maneira a otimizar os trabalhos de urgência e emergência”, defendeu.

Classificação dos hospitais

Os níveis dos hospitais variam de I (maior complexidade) a IV (menor complexidade). Os hospitais de nível IV devem estar situados em áreas de vazios assistenciais que estejam acima de 60 minutos de uma referência hospitalar microrregional. Já os hospitais de nível III cobrem uma área com mais de 100 mil habitantes, enquanto o hospital de nível II cobre uma área superior a 200 mil habitantes.

Já os hospitais macrorregionais de nível I são classificados como de referência em trauma (atende uma população acima de 1 milhão de habitantes), referência em doenças cardiovasculares (referência populacional acima de 600 mil habitantes), referência ao acidente vascular cerebral (população acima de 600 mil habitantes) e o hospital polivalente (atende população acima de 1 milhão de habitantes).

Definição dos hospitais

Nível IV

Itamarandiba – Hospital Municipal Geraldo Ferreira Gandra

Serro – Casa Caridade Santa Tereza

Capelinha – Hospital Municipal São Vicente De Paula Capelinha

Minas Novas – Fundação Minas Novas Hospital Doutor Badaró Junior

Felisburgo – Hospital De Felisburgo

Jacinto – Hospital Bom Pastor

Jequitinhonha – Hospital São Miguel

Medina – Hospital Santa Rita

Padre Paraíso – Hospital Nossa Senhora Mãe Da Igreja De Padre Paraíso

Itambacuri – Hospital Nossa Senhora Dos Anjos De Itambacuri

Malacacheta – Hospital Municipal Dr Carlos Marx

Novo Cruzeiro Hospital São Bento De Novo Cruzeiro

Pedra Azul – Hospital Ester Faria De Almeida

Hospital Especializado Nível III

Diamantina – Hospital De Nossa Senhora Da Saúde

Águas Formosas – Hospital São Vicente De Paulo De Águas Formosas

Araçuaí – Hospital São Vicente De Paulo Araçuaí

Nanuque – Hospital E Pronto Socorro Municipal Renato Azeredo

Teófilo Otoni – Hospital Municipal Dr Raimundo Gobira

Turmalina – Hospital São Vicente Turmalina

Almenara – Hospital Deraldo Guimarães

Itaobim – Hospital Vale Do Jequitinhonha

Hospital Especializado Nível II + Nível I (IAM)

Diamantina – Santa Casa De Caridade

Hospital Especializado Nível I + Nível I (IAM)

Teófilo Otoni – Hospital Santa Rosália

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-saude-define-rede-de-resposta-hospitalar-das-macrorregioes-nordeste-e-jequitinhonha/

Gestão da Saúde: profissionais de Minas estão reunidos para aprimoramento da técnica de diagnóstico da tuberculosp

Curso atualiza e padroniza a técnica de baciloscopia recomendada pelo Ministério da Saúde no diagnóstico laboratorial da tuberculose

Na semana em que se celebra o Dia Mundial de Combate à Tuberculose (24/03) mais de 100 profissionais de saúde de todo o Estado que trabalham no controle da doença estão reunidos em Belo Horizonte para um treinamento prático e teórico. O curso, realizado pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) – laboratório central de saúde pública do Estado de Minas (Lacen/MG) – tem como objetivo promover uma atualização e padronização da técnica de baciloscopia recomendada pelo Ministério da Saúde no diagnóstico laboratorial da tuberculose.

De acordo com um dos ministrantes do treinamento e responsável pelo diagnóstico em Tuberculose na Funed, Cláudio José Augusto, a técnica de baciloscopia é um exame de microscopia, de baixa complexidade, já utilizado atualmente por todos os laboratórios públicos do Estado, em amostras colhidas dos pacientes com suspeita da doença. “Ele é feito para diagnosticar a tuberculose. Na Funed, no entanto, são realizados outros exames, de maior complexidade que permitem identificar o tipo do bacilo causador da doença e a sensibilidade da bactéria ao medicamento adotado no tratamento”, explica Cláudio.

Segundo ele, até 2004, o diagnóstico da tuberculose era centralizado na Fundação. Mas com capacitação e investimento nos laboratórios de todo o Estado, a técnica de baciloscopia passou a ser feita nos próprios municípios. “A Fundação permanece como referência e responsável pelo controle da qualidade dos exames, mas a descentralização aproxima o diagnóstico do usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) e possibilita a atuação do Lacen-MG em atividades de maior complexidade, ampliando a oferta de outras metodologias. É um ganho para os serviços oferecidos à sociedade”, afirma.

Com o treinamento, a Funed espera descentralizar também a técnica de cultura – para identificação dos tipos de bacilos causadores da doença. Até então, segundo a chefe do Serviço de Doenças Bacterianas e Fúngicas, Marluce Aparecida Assunção Oliveira, a Funed realiza cerca de 250 exames de cultura para diagnóstico da tuberculose por mês. “Nossa expectativa é que até o final desta ano os cinco laboratórios macrorregionais – Montes Claros, Teófilo Otoni, Uberaba, Juiz de Fora e Pouso Alegre – possam também realizar a cultura. A Funed poderá concentrar seus esforços para aumentar o número de testes de sensibilidade às drogas”, afirma Marluce.

Durante as aulas, serão atualizadas informações sobre a situação epidemiológica e medidas de vigilância adotadas em Minas Gerais, no Brasil e no mundo para controle da doença, além de normas de biossegurança, coleta, acondicionamento e transporte de amostras e outras informações sobre a técnica de exame. O curso está sendo realizado na sede da Funed, no bairro Gameleira, de hoje (20/03) até quinta-feira (22/03).

Além da aula teórica realizada no primeiro dia, representantes de municípios do interior do Estado onde há maior incidência de Tuberculose como Varginha, Pouso Alegre, Nanuque, Vespasiano, Ribeirão das Neves, Santa Luzia e Lagoa Santa passarão por aulas práticas nos laboratórios da Fundação. As aulas serão ministradas pelo médico pneumologista da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES), Pedro Daibert Denavarro, e por funcionários da Funed – do Serviço de Doenças Bacterianas e Fúngicas e também do Serviço de Gerenciamento de Amostras Biológicas.

A doença

A tuberculose é causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas pode atingir outros órgãos, como rins e ossos. A transmissão ocorre através do contato direto com gotículas de saliva de pessoas infectadas. Entre os principais sintomas estão: tosse seca e contínua no início da doença, cansaço excessivo, febre baixa geralmente à tarde, palidez, falta de apetite, fraqueza e prostração. Segundo o Ministério da Saúde, são notificados anualmente 85 mil novos casos no Brasil, sendo verificadas cerca de seis mil mortes por ano, o que coloca a tuberculose como a doença infecciosa que mais causa mortes em adultos.  De acordo com o Sistema de Informação de agravos de notificação (SINAN) em Minas, no ano passado, foram notificados 4.500 casos da doença e 160 óbitos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/profissionais-de-minas-estao-reunidos-para-aprimoramento-da-tecnica-de-diagnostico-da-tuberculose/

Governo de Minas: Secretaria de Saúde prevê R$ 5 milhões para revitalização do Hospital Siderúrgica

Novo Hospital São Camilo de Coronel Fabriciano terá atendimento 24 horas pelo Sistema Único de Saúde de Minas Gerais (SUS-MG)

Cica Almeida/SES MG
Convênio foi firmado com a Sociedade Beneficente São Camilo, responsável pela gestão do hospital nos próximos cinco anos
Convênio foi firmado com a Sociedade Beneficente São Camilo, responsável pela gestão do hospital nos próximos cinco anos

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) promoveu, nesta terça-feira (14), uma reunião para discutir a reforma e reestruturação do antigo Hospital Siderúrgica em Coronel Fabriciano. A SES vai investir cerca de R$ 5 milhões para reforma e compra de equipamentos, por meio de convênio firmado com a Sociedade Beneficente São Camilo, responsável por gerir o hospital nos próximos cinco anos.

Após a reforma, que deve durar cerca de 60 dias, o novo Hospital São Camilo de Coronel Fabriciano vai contar com atendimento 24 horas, 100% Sistema Único de Saúde de Minas Gerais (SUS-MG). “O Estado vai implantar um modelo assistencial e garantir a integração do Hospital São Camilo e o Hospital Vital Brasil, para um atendimento de qualidade, com disponibilidade 24 horas para toda essa microrregião”, explica o subsecretário de Políticas e Ações de Saúde, Maurício Botelho.

Com a união do atendimento nos dois hospitais, toda a população da microrregião será atendida e terá acesso a todas as especialidades médicas, além de 30 novos leitos de UTI, sendo 10 no São Camilo e 20 no Vital Brasil. Destes 20, 10 serão leitos neonatais/pediátricos. “A meta de aplicar esse conceito de complementação no atendimento à saúde nesta região, certamente irá ampliar o acesso à saúde da população e melhorar a qualidade de vida da microrregião”, ressalta o secretário da pasta, Antônio Jorge de Souza Marques.

“Este contrato entre a SES e nós da Sociedade Beneficente São Camilo, sem dúvidas será um grande reforço na qualidade de saúde da região,” afirma o diretor geral da Sociedade São Camilo, Domingos Sávio. Participaram também o diretor da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Coronel Fabriciano, Anchieta Poggiali, e a diretora Administrativa do Hospital Vital Brasil, Vanide Alves Silva.

Equipamentos

Sobre os equipamentos que se encontram no pátio do Hospital São Camilo, um gerador de baixa potência e um compressor, Poggiali informou que serão trocados e negociados por aparelhos mais potentes e adequados para o atendimento e a demanda do hospital. No pátio também estão algumas sucatas de uma antiga lavanderia, que são de responsabilidade dos antigos gestores do hospital.

Fonte: Agência Minas

Gestão da Saúde: Itabirito mobiliza moradores na guerra contra dengue

Ação consiste em mobilizar e conscientizar a população e o poder público sobre a corresponsabilidade no combate a doença
Leandro Peters Heringer
Estudantes de Itabitirito participaram em grande número da ação
Estudantes de Itabitirito participaram em grande número da ação

Neste ano, o carnaval em Itabirito começou mais cedo. A cidade da região central de Minas Gerais recebeu, nesta quinta-feira (09) e sexta-feira (10), o Dengômetro e o Dengue Móvel da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em parceria com o município.

A coordenadora de Educação em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Sabrina Leite, ressalta que a ação consiste tanto em mobilizar e conscientizar a população, quanto ao poder público sobre a corresponsabilidade no combate a doença. “Sem a participação da população a ação não tem a mesma eficácia. Vamos chamar a atenção novamente da população para o dever dela, já que 85% dos focos estão nas residências”. O Dengômetro esteve na Praça da Estação, com informação e troca de material inservível (lata, garrafa pet e pneu) por material didático (lápis, borracha e caderno).

Para o superintendente da Regional de Saúde de Belo Horizonte, Paulo de Tarso Machado Auais é fundamental a existência desta parceria tríplice. “O Estado incentiva a mobilização como estratégia na guerra contra a dengue. É importante que Estado e município trabalhem conjuntamente, mas o principal ator é o cidadão. Investir 10 minutos do tempo para verificar a existência de focos e acabar com eles é essencial”.

O secretário municipal de saúde de Itabirito, Guilherme Carvalho, aponta a mobilização como uma das causas principais na redução de notificações da doença no município. “Em 2010, tivemos mais de 750 notificações e de 350 positivos confirmados. Em 2011, foram 15 notificações e 5 positivos”. Para Carvalho, a ação é oportuna. “Nossa microrregião, composta por Itabirito, Ouro Preto e Mariana, recebe grande número de turistas no carnaval, portanto, vemos que causará impacto na população e na mobilização em relação à dengue”.

Para a estudante Mariana Viana, do 8º ano do Centro Educacional Municipal de Itabirito (CEMI), 12 anos, é importante “ficar ligado” no combate à doença. “É legal ter informação de como evitar a doença mesmo porque recebemos muitos turistas e podemos passar a informação para eles”. Para a professora do CEMI, Helen Barbosa, o evento proporciona conscientização dos alunos por um mundo melhor. “Aqui, temos informação, palestras e eles vão saber o que fazer para ajudar no combate a doença. Exercem a cidadania por um mundo melhor”.

Segundo o secretário, haverá concurso envolvendo estudantes com a temática da dengue. ”Nosso pensamento é conseguir duas ou três bolsas em instituição de ensino na cidade para os alunos que participarem de concurso de redação ou desenho que conseguirem trazer enfoque novo no enfrentamento da dengue. Sabemos que, através da criança, conseguimos sensibilizar a família em nova postura frente a este problema que é sério e pode resultar na morte”.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Secretaria de Estado de Saúde capacita profissionais para combate à dengue

Cinquenta novos epidemiologistas e técnicos contratos pelo Estado foram preparados para reforçar a guerra contra o mosquito em 28 municípios

Cica Almeida/SES MG
Curso abordou os procedimentos de classificação de risco, monitoramento e tratamento da doença
Curso abordou os procedimentos de classificação de risco, monitoramento e tratamento da doença

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) capacitou, nos dias 7 e 8 de fevereiro, uma nova equipe de 50 epidemiologistas e técnicos contratos pelo Estado, visando reforçar o combate à dengue em 28 municípios. No encontro, foram discutidos os procedimentos de classificação de risco, monitoramento e tratamento da doença, e como agir diante de suspeitas ou casos confirmados da doença.

De acordo com o médico infectologista da Superintendência de Vigilância Epidemiológica da SES, Frederico Figueiredo, um dos pontos fortes dessa ação é a capacitação de médicos, que qualificam as equipes de suas regionais, facilitando assim o combate à doença. Para a referência técnica em Dengue de Teófilo Otoni, Ana Luisa Pinheiro, “a ideia do médico treinar suas equipes vai facilitar o compartilhamento de dados, melhorando a aprendizagem”.

Participaram do curso, representantes dos municípios de Pirapora, Ituiutaba, Teófilo Otoni, Passos, Sete Lagoas, Coronel Fabriciano, Divinópolis, Uberlândia, Varginha, São João Del Rei, Pouso Alegre, Itabira, Patos de Minas, Uberaba, Alfenas, Unaí, Juiz de Fora, Manhumirim, Ubá, Montes Claros, Diamantina, Pedra Azul, Leopoldina, Ponte Nova, Governador Valadares, Januária, Itabira e Barbacena.

Fonte: Agência Minas

Gestão da Saúde: município de Abaeté entra na guerra contra a dengue

Nos dias 9 e 10 de fevereiro, a cidade vai receber a Força Tarefa de Combate à Dengue

Neste ano, Abaeté, na região Central do Estado e uma das cidades de Minas que mais recebe foliões durante o carnaval, será cenário de uma ação diferenciada: a mobilização contra a dengue.

Nos dias 9 e 10 de fevereiro, o município vai receber a Força Tarefa de Combate à Dengue a fim de deixar a cidade limpa para os foliões brincarem sem riscos de contraírem a doença.

Durante esses dias, a população vai ter acesso ao Dengômetro e ao Dengue Móvel, onde poderão tirar dúvidas sobre a doença e trocar os materiais recicláveis por material escolar (uma lata de alumínio equivale a uma borracha, uma garrafa pet equivale a um lápis, e um pneu equivale a um caderno).

Os mobilizadores da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) estarão no município já na próxima quarta-feira (8), vistoriando as áreas consideradas de risco (casa, lojas comerciais e terrenos baldios) para identificar e eliminar os possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, além de orientar a população sobre os riscos da doença.

Evento: Carnaval nas cidades históricas – A guerra contra a dengue continua

Data: 9 e 10 de fevereiro

Local: Praça Dr. Canuto, s/nº – Centro

Fonte: Agência Minas

Gestão da Saúde: doenças comuns como tétano e difteria podem ser prevenidas com vacinação em dia

As vacinas são gratuitas, não tem contraindicação e devem ser reaplicadas a cada dez anos ou a cada cinco anos, no caso das gestantes

Pedro Cisalpino
Vacinas estão disponíveis em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS)
Vacinas estão disponíveis em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS)

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) reforça a necessidade de manter atualizadas as vacinas contra o tétano e a difteria, tanto em adultos, quanto em crianças. De acordo com a Vigilância Epidemiológica da SES, estas doenças são muito comuns, porém podem ser prevenidas por meio da vacinação, que é gratuita em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). As vacinas não tem contraindicação e devem ser reaplicadas a cada dez anos ou a cada cinco anos, no caso das gestantes.

De acordo com o diretor de Vigilância Epidemiológica da SES, Marcelo Mascarenhas, o tétano é uma doença grave que pode levar à morte. A contaminação é feita a partir de lesões na pele causadas por ferimentos (mesmo que pequenos) provocados por metais (enferrujados ou não), madeira, vidro ou outros objetos contaminados. “Devemos manter sempre o cartão de vacina em dia para estarmos protegidos contra doenças transmissíveis, pois nunca sabemos quando nosso organismo entrará em contato com os agentes causais”, explica.

Os principais sintomas do tétano são contrações musculares involuntárias na região do ferimento, seguidas de contrações dos músculos do rosto, do pescoço (rigidez de nuca) e progressivamente do abdômen (barriga dura). Em fase mais avançada, pode provocar dificuldade de engolir, insuficiência respiratória, entre outros sintomas.

“É preciso estar atento aos ferimentos decorrentes de materiais pontudos e cortantes. Em caso de lesão, o local deve ser higienizado, inicialmente, com água e sabão, e a pessoa deve procurar uma unidade ou equipe de saúde mais próxima. O médico deve ser informado de como ocorreu e o que causou o ferimento”, explica Marcelo.

Já a difteria é transmitida pela bactéria Corinebacterium diphtheriae que frequentemente se aloja nas amídalas, faringe, laringe, nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele. A doença é transmitida pela saliva ou outras secreções eliminadas ao tossir, espirrar ou mesmo ao falar, provocando inflamação das vias respiratórias. Um dos sintomas são formações de placas na garganta.

Confira o esquema vacinal completo de rotina por faixa etária:

DTP + Hib (Vacina Combinada contra Difteria, Tétano, Coqueluche e Haemophilus influenzae tipo b)

1ª dose: 2 meses
Intervalo: 8 semanas

2ª dose: 4 meses
Intervalo: 8 semanas

3ª dose: 6 meses
Intervalo: 8 semanas

DTP 
1º reforço: 15 meses
2º reforço: 4 a 6 anos

dT (difteria + tétano)
Reforço: 15 anos

dT (para adultos)
Reforço: a cada 10 anos

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Secretaria de Saúde alerta para acidentes com animas peçonhentos durante as chuvas

 

 

BELO HORIZONTE (12/01/12) – Nesta época de chuvas é importante ficar atento e tomar cuidado para evitar acidentes com animais peçonhentos, aqueles que possuem glândulas de veneno interligadas a dentes ocos, ferrões ou aguilhões, por onde o veneno passa ativamente. Dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) apontam que, em 2011, foram registrados mais de 19,4 mil casos de acidentes com esses animais, dos quais 46 levaram a óbito.

De acordo com a referência técnica em acidentes com animais peçonhentos da SES, Helenita Hatadani, os escorpiões, serpentes, aranhas, abelhas e lagartas são, respectivamente, os maiores vilões nessa época do ano. “Em casos de acidente é imprescindível saber quais são as medidas mais adequadas e também evitar algumas atitudes, tendo em vista que podem agravar o estado do acidentado”, alertou.

Escorpião e Aranhas

Em 2011, foram registrados 12.467 acidentes com esses aracnídeos. Eles possuem hábitos noturnos. A maioria dos acidentes ocorre quando não percebemos a presença deles. Os sintomas aparecem lentamente, entre 8 e 12 horas após o acidente. Podem surgir no local da picada: dor, queimação, inchaço, vermelhidão, endurecimento local, bolha e necrose (morte da área afetada pela picada).

Medidas preventivas: manter limpos quintais e jardins, não acumulando folhas secas, lixo e entulhos; colocar o lixo em sacos plásticos fechados, para evitar baratas e outros insetos; conservar camas e berços afastados, no mínimo dez centímetros da parede; evitar que roupas de cama toquem o chão; verificar calçados, roupas, toalhas e roupas de cama antes de usá-los; limpar periodicamente ralos de banheiro, cozinha e caixas de gordura; e usar telas nas aberturas dos ralos, pias e tanques.

Em caso de acidente, a SES orienta limpar o local com água e sabão; aplicar compressa morna no local; procurar orientação imediata e mais próxima do local da ocorrência do acidente (UBS, posto de saúde, hospital de referência); e, se for possível, capturar o animal e levá-lo ao serviço de saúde.

Acidentes com Serpentes

As serpentes foram responsáveis por 3.668 acidentes em 2011. Elas podem ser classificadas em dois grupos básicos: as peçonhentas, que são aquelas que conseguem inocular seu veneno no corpo de uma presa ou vítima, e as não peçonhentas, ambas encontradas no Brasil, nos mais diferentes tipos de habitat, inclusive em ambientes urbanos.

De acordo com a referência técnica em acidentes com animais peçonhentos da SES, Leonardo de Freitas, os acidentes mais frequentes acontecem com a cascavel e a jararaca. “Quando acontece um acidente desses, o primeiro passo é manter a calma. O segundo, procurar assistência médica especializada”, orientou.

Para acidentes com animas peçonhentos, as medidas preventivas são: usar botinas com perneiras ou botas de cano alto no trabalho, pois 80% das picadas atingem as pernas abaixo dos joelhos; usar luvas de couro nas atividades rurais e de jardinagem; não colocar as mãos em buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, utilizando para isso um pedaço de pau ou enxada; examinar os calçados; vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos; limpar as proximidades das casas, evitando folhagens densas junto delas; e evitar acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção, entre outras.

Em caso de acidente, deve-se afastar o acidentado da serpente; mantê-lo em repouso, evitando correr ou que se locomova por seus próprios meios; manter o membro picado mais elevado do que o restante do corpo; limpar o local com água e sabão; monitorar sinais vitais (pressão arterial e frequência cardíaca); e levar o acidentado o quanto antes para um hospital ou serviço de saúde mais próximo.

Acidentes com Abelhas e Lagartas

Em 2011, foram 1.242 casos. Apesar da pouca incidência de óbitos (três óbitos) envolvendo esses animais, deve-se ficar atento às reações alérgicas e às chamadas queimaduras. A maioria dos casos tem evolução benigna. No entanto, o contato com lagartas do gênero Lonomia e um grande número de picadas de abelha pode causar manifestações sistêmicas com risco potencial de complicações e óbitos.

As medidas preventivas são: evitar contato com esses animais; cuidado ao manusear folhagens e ao colocar as mãos em caules de árvores; usar equipamentos de segurança ao manuseá-los, em caso de trabalho.

Em caso de acidentes, algumas medidas prévias à soroterapia devem ser adotadas, o mais cedo possível, após o acidente, como limpar o local com água e sabão; levar o acidentado para um hospital ou serviço de saúde mais próximo; identificar da lagarta causadora do acidente pode ajudar no diagnóstico, portanto, se for possível, levar a causadora ao centro clínico.

O que não fazer em caso de acidentes

Para que o problema não se agrave, o acidentado não deve amarrar ou fazer torniquete; não aplicar nenhum tipo de substância sobre o local da picada (fezes, álcool, querosene, fumo, ervas, urina) nem fazer curativos que fechem o local, pois podem favorecer a ocorrência de infecções; não cortar, perfurar ou queimar o local da picada; não dar bebidas alcoólicas ou outros líquidos, como álcool, gasolina e querosene, ao acidentado, pois não têm efeito contra o veneno e podem agravar o quadro.

Fonte: Agência Minas