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Governo de Minas: delegações da Bolívia e Peru buscam conhecimentos da Emater-MG

Membros da missão técnica irão visitar cinco propriedades certificadas pelo Certifica Minas Café na região da Zona da Mata

Paulo Correa / Emater-MG
Missão técnica peruana visita propriedades cafeeiras na região mineira da Zona da Mata
Missão técnica peruana visita propriedades cafeeiras na região mineira da Zona da Mata

Entre os dia 24 e 29 de junho, a Emater-MG recebe a visita de técnicos e cafeicultores peruanos. O grupo visita municípios da Zona da Mata mineira e do Sul de Minas. O objetivo é conhecer o trabalho desenvolvido pela empresa no setor de cafeicultura. Já no início de julho, a Empresa recebe seis técnicos da Bolívia. A visita vai ajudar no desenvolvimento do serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) da Bolívia.

A missão técnica peruana está cumprindo a última etapa do termo de cooperação assinado entre Brasil e Peru. A iniciativa visa a troca de conhecimentos entre os dois países. O grupo é formado por sete cafeicultores, dois engenheiros agrônomos e um técnico agrícola. Durante a missão, eles acompanharão as diversas ações da Emater-MG voltadas para o desenvolvimento da cafeicultura como sistema de produção, comercialização, tecnologias e cultivares utilizadas.

Os membros da missão técnica irão visitar cinco propriedades certificadas pelo Certifica Minas Café. O programa é uma iniciativa do Governo de Minas e é executado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), por meio da Emater-MG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). O Certifica Minas Café estimula os produtores a adotarem boas práticas de produção, uma gestão moderna da propriedade e incentiva a preservação ambiental.

Para o diretor Técnico da Emater-MG, José Rogério Lara, esse é um momento importante para a troca de informações e para o crescimento da cafeicultura nos dois países. “Nós temos o cuidado de sugerir tecnologias e ações que possam ser aplicadas de acordo com a realidade deles. Da mesma maneira, eles estão observando como o feito o trabalho aqui para levar o que é condizente com a região deles”, diz José Rogério Lara.

Missão Técnica da Bolívia

De 02 a 06 de julho, a Emater-MG recebe uma missão técnica da Bolívia formada por técnicos do Instituto Nacional de Inovação Agropecuária e Florestal (Iniaf). A visita é a primeira atividade do termo de cooperação entre os dois países, que tem duração de 16 meses. O convênio tem como objetivo de apoiar a implantação de um modelo piloto integral de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Os técnicos visitarão a unidade central da Emater-MG, em Belo Horizonte. Serão apresentados a eles, o modelo de gestão e as principais ações e programas da Empresa. “O Governo do Estado sempre tem apoiado essas iniciativas. Além de podermos ajudar, é também uma oportunidade para aprendermos e enriquecer o nosso trabalho”, afirma José Rogério Lara.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/delegacoes-da-bolivia-e-peru-buscam-conhecimentos-da-emater-mg/

Gestão Anastasia: Minas Gerais busca safra de figo superior a 5 mil toneladas

Produtor investe em tecnologia e aposta em temperatura favorável

Os produtores mineiros de figo estão fazendo a poda anual dos pomares para fortalecer as plantas e dar mais qualidade aos frutos.Acolheita começa em novembro/dezembro e eles apostam numa safra superior às 5 mil toneladas registradas em 475 hectares no Estado, segundo o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a melhoria dos resultados depende principalmente de investimentos em boas práticas de produção.

Para o agricultor familiar Antônio Sérgio, de Marmelópolis, no Sul do Estado, além dos cuidados com a lavoura, a temperatura moderada ajuda na obtenção de safra que compense os investimentos no cultivo e atenda à expansão da demanda. A planta necessita também de chuvas bem distribuídas que garantam a umidade do solo.

Antônio Sérgio diz que está fazendo a sua parte para aumentar a área de cultivo do figo e garantir uma produção de qualidade, indispensável para a realização de boas vendas. O trabalho de expansão da lavoura tem a assistência da Emater-MG, vinculada à Seapa. Dados do relatório de safra da empresa mostram que, na área de atuação de suas unidades, a produção de figo soma 182 hectares. A área em formação é da ordem de 13,1 hectares.

O agricultor informa que vai destinar aos pés de figo cerca de 2 hectares, o dobro do espaço utilizado geralmente pelos produtores da região, em sua maioria agricultores familiares. “Vamos ter resultados com essas plantas a partir de 2014. Esperamos fazer negócios que compensem os investimentos na lavoura, principalmente em boas práticas de produção, entre elas a correção do solo e a adubação com assistência técnica”, informa.

A valorização do figo tem servido de estímulo para o produtor: no período 2011/2012, o quilo do figo verde in natura alcançou o valor médio de R$ 2,00, o dobro do registrado na safra anterior. Além disso, Antônio Sérgio observa que as principais fábricas de doce que adquirem o produto estão localizadas em Santa Rita de Caldas e Brasópolis, municípios próximos de Marmelópolis. “Mas há compradores também de outras regiões, que assumem os custos do transporte para garantir a aquisição de figo de qualidade”, completa.

Pré-cozido em expansão

Em São Sebastião do Paraíso, também no Sul de Minas, a produção anual estimada é de 1,1 mil toneladas, e os produtores do município aumentam a receita colocando no mercado o figo pré-cozido. O trabalho pós-colheita é feito em unidades fora das propriedades, onde os frutos são processados e armazenados para atender às indústrias, inclusive no período de entressafra (de junho a novembro), informa o casal Anézio Fernando Milaneze e Marlene Aparecida. Eles seguem com a produção de figo verde iniciada há cerca de 50 anos pela família de Anézio e, a exemplo dos demais agricultores do município que trabalham com o fruto, atendem exclusivamente às fábricas de doces, neste caso localizadas em Belo Horizonte e São Paulo.

A alternativa do pré-cozimento começou a ser utilizada como um meio para a busca de mercados mais vantajosos que o do fruto maduro. Caso os agricultores insistissem na comercialização do produto para consumo de mesa, teriam de vender para a Ceasa de São Paulo, fazendo o transporte em caminhões refrigerados. “Já a produção do figo verde para ser comercializado pré-cozido é promissora. Por isso estamos preparando o replantio neste ano para superar a safra que obtivemos em 2010/2011,da ordem de 10 toneladas”, completa.

Os agricultores Wanderley Martins de Sá e Aparecida Nunes de Sá, atraídos pela possibilidade de melhorar a receita, também decidiram participar do grupo que vende exclusivamente o figo pré-cozido. Por isso estão buscando o aumento de produção. A primeira providência será transferir a lavoura para uma área de dois hectares que já foi ocupada por bananeiras. Aparecida diz que a rotação de culturas deve possibilitar a melhoria da produtividade do pomar.

Agregação de valor

Para o subsecretário de Agricultura Familiar da Seapa, Edmar Gadelha, as ações para agregação de valor aos produtos são sempre recomendadas aos produtores, e o pré-cozimento do figo é um bom exemplo. Ele enfatiza que “o esforço para garantir a oferta de produtos processados nos estabelecimentos de agricultura familiar amplia as possibilidades de vendas”.

“A Lei Estadual 19.476/11 dá suporte à transformação e ao processamento de matérias-primas agropecuárias de origem animal, vegetal ou mista, mediante a regularização sanitária de cada agroindústria”, explica Gadelha. “Com o registro de Estabelecimento Agroindustrial Rural de Pequeno Porte (EARPP), os agricultores familiares podem vender seus produtos em todo o Estado”, informa.

Os interessados na habilitação podem buscar informações nas unidades da Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde ou na Emater-MG, vinculada à Seapa.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-busca-safra-de-figo-superior-a-5-mil-toneladas/

Gestão Anastasia: Minas apresenta metodologia de indicadores de sustentabilidade na Rio + 20

Indicadores serão utilizados para avaliar as propriedades rurais do Estado.

O projeto de Adequação Socioeconômica e Ambiental das Propriedades Rurais de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), será apresentado aos participantes da Rio +20 durante ciclo de palestras organizado pelo Sistema Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema). No ciclo de palestras, serão apresentadas as principais políticas públicas sustentáveis do Governo de Minas. As apresentações serão no dia 19 de junho.

O projeto da Seapa tem como objetivo orientar os produtores para a adequação de suas propriedades, de modo a manter o equilíbrio entre rentabilidade financeira de sua atividade, com respeito à legislação ambiental e a adoção de práticas ambientais sustentáveis. Os trabalhos vêm sendo desenvolvidos nas propriedades que integram os programas especiais da Seapa como o Certifica Minas Café e o Minas Leite.

Segundo o secretário-adjunto de Agricultura do Minas Gerais, Paulo Romano, que também é membro da delegação do Governo de Minas na Rio +20, a ferramenta criada para aferição do desempenho socioeconômico e ambiental das propriedades rurais é inédito, baseado no compromisso do Estado com a sustentabilidade. “A sustentabilidade é um processo de construção social e política, que requer uma pactuação permanente entre governo, sociedade e mercado”, analisa.

Metodologia

Para sua execução, foi elaborada uma metodologia específica, conhecida como Indicadores de Sustentabilidade em Agroecossistemas (ISA), para avaliação do desempenho ambiental e socioeconômico das propriedades rurais. Por meio de 23 indicadores de sustentabilidade, o sistema permite identificar os pontos críticos e as oportunidades em cada propriedade, visando à melhor gestão do estabelecimento.

Os indicadores de sustentabilidade analisam os aspectos econômicos da propriedade como produtividade e preço médio da produção comercializada; aspectos sociais como moradia, segurança alimentar e escolaridade; a ecologia da paisagem, que permite a identificação das áreas de reserva legal e o estado de conservação dos habitats naturais; a fertilidade e as práticas de manejo do solo; análise da qualidade da água e a gestão da propriedade.

Além do questionário e da coleta de informações no campo, o sistema de avaliação de desempenho das propriedades rurais conta, ainda, com a utilização de uma base de dados com imagens de satélite.

De acordo com o secretário adjunto, o nível de detalhamento da metodologia permite a elaboração de um “croqui” com a visualização precisa do uso e ocupação do solo, com a identificação das áreas de preservação permanente e a geração de informações que possam auxiliar na correção do manejo produtivo para diminuir os impactos socioambientais negativos e maximizar os positivos.

“Os indicadores de sustentabilidade fornecem uma radiografia precisa da propriedade rural em todos os seus aspectos, com informações específicas para o produtor, para o técnico e com a síntese da microbacia hidrográfica, onde a propriedade está inserida”, explica.

As informações geradas pelo sistema se constituem numa ferramenta fundamental para o gerenciamento da propriedade rural, permitindo a elaboração de um plano de adequação específico a cada propriedade. “As informações geradas pelo sistema também estabelecem condições e criam parâmetros seguros para que o produtor rural receba pagamento por serviços ambientais implantados em sua propriedade”, conciliando a produção agrossilvipastoril, garantindo rentabilidade, maior equidade social e conservação dos recursos naturais”, afirma.

Técnicos do serviço de extensão rural do Estado estão sendo treinados para a aplicação da metodologia. Em 4 anos, a previsão é de que 7 mil e duzentas propriedades sejam visitadas e analisadas.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-apresenta-metodologia-de-indicadores-de-sustentabilidade-na-rio-20/

 

Ciclo de Palestras Governo de Minas – Rio + 20

Data: 19/06/2012

Horário: 14h às 16h

Local: Auditório CNO 3 no Parque dos Atletas – Avenida Salvador Allende s/n – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro

Gestão Eficiente: Pró-Genética chega ao Mucuri e Centro-Oeste de Minas

Venda de tourinhos vai contribuir para a melhoria de rebanho superior a 170 mil animais

Os agricultores familiares de Ataleia, na região do Mucuri, e de Medeiros, no Centro-Oeste de Minas, terão neste sábado (16) a oportunidade de adquirir, em condições especiais de pagamento, touros de genética superior para melhorar a qualidade de seus rebanhos de corte e de leite.  Nos dois municípios será realizada pela primeira vez a feira de touros do Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino Estado de Minas Gerais (Pró-Genética), criado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

No Parque de Exposição de Ataleia serão oferecidos 50 animais com genética comprovada pela Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), predominando exemplares da raça Guzerá. A informação é do extensionista da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), Mário Souza Silva. Com base nos contatos realizados com os compradores potenciais, a maioria dedicada à produção de leite, todo o lote de touros colocado no parque será vendido.

“Será um passo importante para a valorização do rebanho de Ataleia, que soma atualmente 140 mil cabeças”, observa Silva. Ele diz que os pecuaristas estão bem informados sobre a necessidade de introdução de reprodutores de qualidade em suas propriedades e apostam em bons negócios com a facilidade de obtenção do crédito específico para a agricultura familiar por meio do Banco do Brasil, Bradesco, e Sicoob/Credivale.

“A Emater faz o levantamento da demanda de touros, orienta o produtor para comprar os animais adequados ao seu plantel e dá assistência em todos os estágios para a obtenção do financiamento”, ressalta o extensionista.

Em Medeiros, o lote de animais colocado à venda no Parque de Exposição será composto de 33 animais das raças Gir leiteiro, Brahman, Tabapuã e Girolando. Segundo o gerente de Fomento da ABCZ, Lauro Fraga, a demanda prevista é de 30 animais.

“Neste ano já foram realizados seis feiras do Pró-Genética e a meta do programa é realizar 20 eventos para facilitar o acesso dos produtores, sobretudo da agricultura familiar, a touros de alta genética”, acrescenta Fraga. “A introdução de reprodutores de qualidade nos estabelecimentos de agricultura familiar tem grande importância, porque ajuda a transformar a economia do segmento”, finaliza.

Boas perspectivas

A difusão dos resultados das feiras do Pró-Genética estimula a adesão de produtores de outros municípios. Além disso, os pecuaristas passam a fazer a programação de compras de animais de qualidade para renovar seus rebanhos. O extensionista da Emater em Campina Verde, no Triângulo Mineiro, Pedro Paulo Bonacci  informa que foram realizados seis eventos do programa na cidade, o último no início do mês. “Dessa vez foram vendidos 11 touros da raça Nelore ao preço médio de R$ 4,5 mil por cabeça. Esses animais vão ajudar a fortalecer principalmente a produção de carne no município”, afirma. Ele ainda observa que os touros adquiridos pelos agricultores na primeira feira, realizada em 2007, ainda permanecem no município ajudando a melhorar a qualidade dos rebanhos.

Em Varzelândia, no Norte de Minas, a primeira edição da Feira de Touros do Pró-Genética foi realizada em maio deste ano e também mostrou o potencial de adesão dos agricultores familiares ao programa. Foram vendidos 29 touros das raças Nelore, Gir e Brahman, preços entre R$ 4,3 mil e R$ 5,5 mil. De acordo com a Emater, a maioria das aquisições, 86 % do total de animais vendidos, foi feita por agricultores do município de Varzelândia.

O Pró-Genética é executado por meio da Emater-MG e Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculados à Secretaria da Agricultura. As ações são desenvolvidas em parceria com a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), Associação Brasileira de Criadores de Girolando, sindicatos rurais, prefeituras, cooperativas, Bancos do Brasil e do Nordeste e Sistema das Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/pro-genetica-chega-ao-mucuri-e-centro-oeste-de-minas/

Governo de Minas: escritório da Emater-MG em Extrema, Sul do Estado, inicia os primeiros projetos

 

Ações iniciais da nova unidade, aberta em maio, focam em horticultura escolar, produtos orgânicos e pecuária de leite.

Emater-MG / Divulgação
Técnicos da Emater ensinam a alunos de escolas públicas noções de cultivo de hortaliças
Técnicos da Emater ensinam a alunos de escolas públicas noções de cultivo de hortaliças

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) está de volta ao município de Extrema, na divisa de Minas com São Paulo, após mais de três décadas sem escritório local. A nova unidade da instituição pública, aberta em maio, já executa as primeiras atividades, abrindo mais perspectivas de ganhos para produtores de leite, agricultores familiares e outros integrantes da sociedade local, como estudantes de escolas públicas da cidade, que terão a oportunidade de dominar na prática o que aprendem na teoria sobre o valor nutricional das verduras.

Segundo o extensionista da Emater-MG no município, o engenheiro agrônomo Hélio João Farias, entre as primeiras ações do novo escritório da empresa, está em curso a capacitação em horticultura para alunos da rede pública de ensino. O projeto, ainda em fase piloto, tem como público-alvo estudantes do ensino fundamental, na faixa etária de 14 a 16 anos, que estejam cursando do 7º ao 9º ano.

“São programadas visitas à Escola Municipal João Orsi voltadas para aulas teóricas e práticas em horta escolar. Os alunos são separados em grupos e ficam responsáveis pela manutenção das espécies plantadas. Também são repassadas informações sobre a importância de cada hortaliça para a saúde e noções de cultivo”, explica Hélio. De acordo o técnico, a intenção é estender o projeto a outras escolas públicas do município.

Orgânicos

O estímulo à produção de orgânicos também está no foco das primeiras ações implementadas pelo escritório da Emater-MG em Extrema. No último dia 25, um grupo de 12 produtores rurais do município visitaram a Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia (Bio Brazil Fair), em São Paulo. Lá eles conheceram produtos e estabeleceram contatos para futuros negócios. Também participaram de seminários e cursos. A visita foi promovida pela Emater-MG com recursos do Programa Minas Sem Fome e recebeu o apoio do Sindicato Rural de Extrema.

De acordo Hélio João Farias, a iniciativa da empresa foi motivada pela localização estratégica do município e por lá já ter alguns produtores que praticam uma agricultura orgânica. Extrema fica a 110 quilômetros da capital paulista e está próxima de outros grandes centros consumidores como os municípios de Campinas e Bragança Paulista. “Estamos na beira da Rodovia Fernão Dias, o que facilita o escoamento de produtos da agricultura para a Ceagesp e a Ceasa de Campinas, principais entrepostos de grande volume de hortaliças”, justifica Hélio.

Leite

A atividade leiteira praticada em Extrema, também está merecendo a atenção do novo escritório da Emater-MG, segundo Hélio João Farias. “Ainda é um projeto piloto, mas estamos implantando em uma propriedade daqui o programa Minas Leite. A idéia é trabalharmos com o que temos aqui. E além da horticultura, temos a pecuária de leite e corte”, informa.

O Minas Leite, lançado no final de 2005 pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), já beneficiou 1.076 produtores, em 338 municípios. O programa tem por objetivo promover a qualidade de vida dos pecuaristas familiares, a partir da construção técnica, organização e gestão dos sistemas de produção na pecuária bovina, propiciando integração nas cadeias produtivas vinculadas à atividade. “São implementadas técnicas simples, geralmente de baixo custo para garantir retorno e aumento das receitas”, explica o coordenador técnico da Emater-MG Marcos Meokarem.

Já o Minas Sem Fome é um programa com ações voltadas para a produção de alimentos, agregação de valor e geração de renda. O programa atende associações comunitárias de agricultores familiares, escolas, creches, asilos e também entidades assistenciais, incrementando as atividades de lavouras, pomares, hortas, apicultura, piscicultura, avicultura, produção de leite, feiras livres, gestão de projeto e apoio a agricultura familiar. Até dezembro deste ano, o Minas Sem Fome deverá atender 187.860 famílias de agricultores familiares. A meta financeira para todo o programa é de R$ 4,76 milhões.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/escritorio-da-emater-mg-em-extrema-sul-do-estado-inicia-os-primeiros-projetos/

Gestão Anastasia: exportações de etanol por Minas Gerais crescem cerca de 400% em 2012

Quase todo o volume exportado foi vendido para os Estados Unidos

A receita das exportações mineiras de etanol, no acumulado de janeiro a maio de 2012, alcançou US$ 16,9 milhões, cifra 398%  superior à registrada em idêntico período do ano passado, informa o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). Segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), este resultado se deve principalmente ao aumento dos embarques:  14,2 mil toneladas, ou volume 353% superior ao dos cinco primeiros meses de 2011.

Além disso, de acordo com o superintendente de política e economia agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez, o etanol teve valorização no mercado internacional. “A cotação média nos cinco meses analisados foi de US$ 1,2 mil a tonelada, valor 10% superior na comparação com o mesmo período do ano passado,” afimou.

Albanez explicou que 99% do etanol exportado por Minas nesses cinco meses foram destinados aos Estados Unidos. “Esse resultado já reflete a decisão do governo americano de eliminar as barreiras tarifárias ao etanol brasileiro a partir deste ano”, ressaltou.

O crescimento da venda de etanol por Minas Gerais supera a média nacional. As exportações brasileiras do produto, nos cinco primeiros meses do ano, foram de US$ 361,5 milhões. Um aumento de 33,2% em relação ao ano passado.

Vendas externas de MG – janeiro/maio

Etanol   

US$ 16,9 milhões (+398%)

Embarques:  14,2 mil/t (+353%)

Preço médio: US$ 1,2 mil/t (+10%)

Fonte: MDIC

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/exportacoes-de-etanol-por-minas-gerais-crescem-cerca-de-400-em-2012/

Gestão Eficiente: previsão de recorde da safra mineira de grãos sobe para 12 milhões de toneladas

Milho impulsiona resultados, com 7,7 milhões de toneladas

A produção mineira de grãos na safra 2011/2012 deve alcançar 12 milhões de toneladas, conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado nesta terça-feira (5). Segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o valor equivale a um aumento de 12,9% em relação à safra anterior. Para o Brasil, a estimativa é de 161,2 milhões de toneladas de grãos, retração de 1,0%.

De acordo com o superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa,  João Ricardo Albanez, os resultados de Minas reforçam a previsão de safra recorde, liderada pelo milho. O levantamento mostra que a produção do grão deve alcançar 7,7 milhões de toneladas, volume 17,4% superior ao registrado no período 2010/2011.

O superintendente considera que, no caso do milho, há o registro de uma expansão da área para 1,3 milhão de hectares, que corresponde ao crescimento de 8,4%. Já a produtividade, da ordem de 5,9 toneladas por hectare, possibilita um aumento de 8,3% na comparação com o volume apurado na safra anterior.

“A crescente demanda por milho no mercado interno, principalmente para atender à produção de ração utilizada nos segmentos de aves e suínos, é o principal fator de incremento da produção mineira do grão”, explica. Além disso, existe a perspectiva de atender à demanda internacional em função da queda dos estoques mundiais. Atualmente, a produção de milho em Minas equivale a 61,0% da safra estimada do grão no Sudeste do Brasil”, acrescenta o superintendente.

Ele aponta também a expansão da safra de soja, com estimativa de 3,0 milhões de toneladas, volume 5,0% superior ao registrado em 2010/2011. Segundo Albanez, predominaram no Estado condições climáticas favoráveis à produção. Esse fator, além da utilizaçao de tecnologia, possibilitou uma produtividade média de 3,0 toneladas por hectare, volume 5% maior que o obtido na safra anterior. Para Albanez, também no caso da soja, a produção está sendo estimulada pelas oportunidades de comercialização do grão no mercado interno, nesse caso para atender ao processamento do grão para a produção de óleo e farelo.

A análise dos dados de Minas mostra também números expressivos para o sorgo, que deve alcançar uma safra de 431,5 mil toneladas, aumento de 17,3%. O resultado foi beneficiado pela expansão da área plantada, que alcançou 135,0 mil hectares, 6,5% maior que a da safra passada. E a  produtividade de 3,2 toneladas por hectare equivale a um crescimento de 10,2%.

Outro produto com resultado expressivo em Minas é o feijão, que deve alcançar uma safra de 628,4 mil toneladas. O crescimento da produção em 7,9% deve ser atribuído aos plantios da segunda safra, com a provável expansão da terceira. Segundo Albanez, os produtores aumentaram o uso de tecnologia porque o mercado tem proporcionado bom retorno aos investimentos nas lavouras.

Já o amendoim cultivado em Minas tem safra prevista de 8,3 mil toneladas, volume 2,5 superior aos registros do período anterior. A projeção pode ser atribuída à produtividade de 3,2 toneladas por hectare, crescimento de 18,2%.

Safra 2011/2011

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/previsao-de-recorde-da-safra-mineira-de-graos-sobe-para-12-milhoes-de-toneladas/

Gestão Eficiente: Sementes de milho – vendas externas de Minas batem recorde

Estado é o segundo no ranking brasileiro, com participação de 23,2%

Emater-MG / Divulgação
Exportações mineiras de sementes de milho, entre janeiro e abril de 2012, somaram US$ 13,2 milhões
Exportações mineiras de sementes de milho, entre janeiro e abril de 2012, somaram US$ 13,2 milhões

As exportações mineiras de sementes de milho, entre janeiro e abril de 2012, somaram US$ 13,2 milhões, valor 36,2% superior ao registrado no primeiro quadrimestre de 2011. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e, de acordo com avaliação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), mostram o melhor momento do período nos últimos doze anos.

De acordo com a assessora técnica da Superintendência de Política e Economia Agrícola da Seapa Márcia Aparecida de Paiva Silva, os resultados apresentados elevam o Estado à segunda posição no ranking brasileiro, que em 2011 era o terceiro, das exportações de sementes de milho, com a parcela de 23,2% do total das vendas brasileiras no exterior. “O primeiro colocado, Goiás, respondeu por 23,7% da comercialização do produto no mercado mundial”, informa.

No primeiro quadrimestre, foram embarcadas 3,3 mil toneladas de sementes, volume 18,7% superior ao do primeiro quadrimestre do ano passado. Márcia Silva assinala também a crescente valorização do produto, que alcançou  no exterior a cotação média de US$ 4,0 mil a tonelada, aumento de 14,7% em relação ao mesmo período de 2011. Ela diz que o valor médio recebido pela exportação de sementes de milho é 1.507,8% superior ao preço médio do milho em grão (exceto para semeadura) exportado pelo Estado, referente a US$ 251,39 a tonelada.”

Para a assessora, a evidência de maior valor agregado da semente de milho, em relação ao milho em grão, possibilita uma situação positiva ao produtor. O aumento da exportação de produtos com maior valor agregado impulsiona as receitas.

Boa aceitação

A expansão das vendas externas de sementes de milho é consequência também da crescente aceitação do produto no mercado internacional. Segundo Márcia Silva, os negócios estão sendo beneficiados por mecanismos estimulantes da produção, como o melhoramento genético. Por isso, os produtores de sementes de milho devem reconhecer a importância do investimento na biotecnologia, essencial para ampliar a conquista de mercados.

Neste caso a assessora técnica destaca a atuação da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), vinculada à Seapa, que realiza pesquisas voltadas para o desenvolvimento de tecnologias de produção e aumento da competitividade dos produtos mineiros no mercado nacional e internacional.

Os principais destinos das sementes de milho produzidas em Minas, nos quatro primeiros meses de 2012, foram os países latino-americanos: Venezuela, Paraguai, Peru e Equador. Para estes países foram destinadas 90,0% das vendas externas do Estado. Nesse grupo teve destaque o aumento das importações peruanas, que cresceram 285,8% em relação ao último ano.

“À exceção de Nigéria e Guiné Equatorial, sexto e sétimo colocados entre os principais destinos, todos os outros seis mercados das sementes de milho mineiras foram latino-americanos”, informa a assessora. Ainda de acordo com Márcia Silva, o estabelecimento de parcerias e relações comerciais com nações não consideradas destinos tradicionais (Alemanha, Estados, Itália e Japão, por exemplo) contribui para a diversificação de mercados, diluindo os riscos provenientes da concentração em determinados importadores.

Na avaliação da assessora, o mercado internacional de sementes de milho apresenta uma perspectiva positiva para o cultivo em Minas. Ela considera que o investimento em produtos da agricultura não incluídos no grupo que alcança as maiores receitas cria alternativas diante dos problemas que ocorrem, muitas vezes, por causa da concentração da cesta exportadora.

“Crises internacionais e restrições técnicas fazem parte dos fatores que podem desestimular as exportações, e os principais produtos atingidos, normalmente, são os que apresentam maior participação no mercado internacional”, enfatiza Márcia Silva.

Outro ponto importante, na avaliação da assessora, é que a comercialização de semente de milho pode ser classificada como venda de tecnologia. “Ao exportar o produto, além de obter maior remuneração, os exportadores investem em um nicho específico, sem interferir no abastecimento interno do milho em grão, exceto para semeadura, amplamente utilizado na alimentação humana e animal,” finaliza.

Sementes de milho/MG para exportação

Período: Jan/abril 2012

Principais destinos: Venezuela, Paraguai, Peru e Equador

Receita: US$ 13,2 milhões (+ 36,2%)

Participação de MG/Brasil: 23,2%

Volume: 3,3 mil t (+18,7%)

Preço médio/t: US$ 4,0 mil (+14,7%)

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/sementes-de-milho-vendas-externas-de-minas-batem-recorde/

Gestão Eficiente: Programa Cultivar, Nutrir e Educar chega ao Jequitinhonha

Agricultura familiar e abastecimento às escolas de Minas em debate

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), por intermédio da Subsecretaria de Agricultura Familiar (SAF), realiza o quarto seminário regional para o lançamento do Programa Estruturador Cultivar, Nutrir e Educar, do Governo de Minas.  O evento será na quarta (30) e quinta-feira (31), em Capelinha, no Vale do Jequitinhonha, e terá também a participação do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e Emater-MG, vinculados à Seapa.

“Esses encontros possibilitam a discussão de propostas para promover a educação alimentar e nutricional e fortalecer a agricultura familiar em Minas Gerais”, diz o superintendente da Secretaria de Agricultura , Lucas Scarascia. “O programa Cultivar, Nutrir e Educar prevê ações destinadas a tornar os agricultores familiares aptos a fornecer produtos de qualidade e conforme as normas de segurança alimentar.”

Na apresentação que fará no segundo dia do seminário, o superintendente vai explicar que o tema mercado e comercialização está ligado às ações definidas para a agricultura familiar ter acesso às oportunidades criadas pela Lei 11.947 de 2009, no caso vender alimentos às escolas estaduais de Minas. “Conforme o artigo 14 da Lei, no mínimo 30% dos recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) devem ser utilizados na aquisição de alimentos produzidos pela agricultura familiar, ampliando a geração de emprego e renda no campo”, diz Scarascia.

A participação dos agricultores familiares será ajustada às exigências do programa mediante orientação técnica específica sobre organização e mercados, e haverá também trabalhos voltados para a capacitação em projetos de vendas e planos de negócio. Segundo o superintendente, o objetivo das ações, que serão coordenadas pela Subsecretaria de Agricultura Familiar, é organizar os agricultores e sua produção de acordo com as chamadas públicas das escolas para o abastecimento dos produtos que devem atender à confecção de alimentos para os estudantes.

Scarascia enfatiza que os volumes definidos pelas escolas nas chamadas públicas têm por base os 30% instituídos do total adquirido pelas instituições, conforme a lei e os valores repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

A meta do programa Cultivar, Nutrir e Educar para 2012 é adquirir de mil agricultores familiares em Minas os produtos para a alimentação nas escolas estaduais. “Já a Subsecretaria de Agricultura Familiar, ao qualificar esse contingente de produtores para atender à demanda das instituições estaduais, vai trabalhar em sintonia principalmente com a Secretaria da Educação”, diz Scarascia.

Apresentações

O evento de Capelinha vai contar, no primeiro dia, com uma palestra do presidente do Conselho Estadual de Segurança Alimentar (Consea), Dom Mauro Morelli: “O binômio Humano à Alimentação Saudável, Adequada e Solidária”. Entre outras apresentações está programada também uma palestra  sobre o Cultivar, Nutrir e Educar, pela gerente do programa, Jaqueline Míriam Maciel Junqueira.

No segundo dia, uma das palestras será do superintendente da Subsecretaria de Agricultura Familiar (SAF), José Antônio Ribeiro, que vai analisar a Lei 11.947 de 2009. Haverá também a participação de Lucas Scarascia e ainda de Ignes Botelho Matias, gerente do projeto Fortalecimento da Agricultura Familiar para o Abastecimento Alimentar, da SAF.

Antes do seminário programado para Capelinha e região foram realizados os eventos de Taiobeiras (Norte), Viçosa (Zona da Mata) e Ipatinga (Rio Doce), com o objetivo de esclarecer as comunidades sobre o estruturador Cultivar, Nutrir e Educar, que envolve principalmente os setores da produção de alimentos, educação e saúde. A gestão do programa é compartilhada entre a Secretaria da Agricultura, Secretaria de Saúde, Secretaria de Educação e Secretaria Executiva do Comitê Temático de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (CTSANS).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/programa-cultivar-nutrir-e-educar-chega-ao-jequitinhonha/

Gestão Anastasia: Secretaria de Agricultura avalia propostas de comunidades tradicionais de Minas

Grupos se reúnem para sugerir ações que possam ser incorporadas às políticas públicas já existentes

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), por intermédio da Subsecretaria de Agricultura Familiar, está analisando com representantes dos Povos e Comunidades Tradicionais de Minas Gerais (PCTs), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, propostas que poderão ser encaminhadas ao Governo do Estado para apoiar o desenvolvimento desses grupos.

Ao abrir o encontro nesta segunda-feira (28), o subsecretário Edmar Gadelha disse que “o momento é oportuno para avaliação das propostas, que poderão ser consideradas na elaboração do Plano Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável de Minas Gerais”.

A proposta de criação do plano será apresentada num ciclo de debates na Assembleia Legislativa, no segundo semestre deste ano. De acordo com Gadelha, é possível que as políticas e os programas do setor sejam contemplados com recursos do Plano Plurianual de Ação Governamental do Estado. “Será necessário criar um conselho ou grupo temático de atuação permanente para a avaliar os problemas dos PCTs e propor ao governo medidas de apoio ao setor com base sólida”, afirmou.

Na terça-feira (29), os participantes do encontro vão analisar o estágio atual de definição das políticas nacionais para os povos e comunidades tradicionais e fazer comparações com o quadro de Minas Gerais. Depois dos debates serão relacionadas as propostas de ações apresentadas nos dois dias, conforme a demanda dos representantes de cada segmento dos PCTs do Estado. Essas propostas foram analisadas em parte no Seminário de Agricultura Familiar, realizado no ano passado pela Seapa por meio da Subsecretaria de Agricultura Familiar, em parceria com o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Consea).

Povos diferenciados

De acordo com o Decreto 6.040/2007, que instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs), esses grupos são formados principalmente pelos povos indígenas, os quilombolas, as comunidades de terreiro, os extrativistas, ribeirinhos, caboclos catingueiros (das caatingas), geraizeiros (dos cerrados) e pescadores artesanais. Ocupam e usam, de forma permanente ou temporária, territórios tradicionais e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica. Para isso, utilizam conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-agricultura-avalia-propostas-de-comunidades-tradicionais-de-minas/