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Gestão Eficiente: Governo de Minas leva o Programa Travessia Social a mais 71 municípios

Iniciativa visa combater as privações sociais indicadas pelo diagnóstico do Porta a Porta, que visitou cerca de 200 mil domicílios

Moradores de 71 cidades mineiras serão beneficiados por uma série de ações do Travessia Social. Os convênios do projeto foram assinados, nesta segunda-feira (11), na sede do BDMG, em Belo Horizonte, pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Cássio Soares, e pelos respectivos prefeitos.  A iniciativa visa à construção e reforma de módulos sanitários, melhorias habitacionais, reforma de equipamentos públicos, construção de poços artesianos, de redes de abastecimento de água, entre outras ações.

“As intervenções que serão realizadas nos municípios nos mostram mais uma vez a preocupação do Governo de Minas em diminuir as desigualdades sociais. E a maioria dos municípios do Norte, do Jequitinhonha e Mucuri têm percebido as melhorias que o Programa Travessia promove na vida de cada cidadão”, ressaltou o secretário Cássio Soares, durante o encontro.

Os trabalhos para essas cidades foram planejados a partir do diagnóstico do Projeto Porta a Porta, que visitou cerca de 200 mil domicílios e apontou suas principais privações. “O Travessia está nos ajudando a lutar contra a exclusão social e é um marco para todos os municípios. Além disso, está trazendo perspectivas de vida para a nossa população. Nossa administração não poupará esforços para a implantação do projeto de maneira eficiente em nosso município”, afirmou o prefeito de Guaranésia, Carlos Minchillo.

O chefe da Assessoria de Articulação, Parceria e Participação Social da Governadoria do Estado, Ronaldo Pedron, lembrou do trabalho articulado que o Travessia propõe. “O programa conduz e traz uma série de intervenções que devem atuar para a transformação dos municípios. Não se trata exclusivamente do governo do Estado, falamos de ações articuladas que vão permitir, de fato, a mudança da realidade social das populações”, destacou.

O encontro contou com as participações do secretário adjunto de Estado de Desenvolvimento Social, Juliano Fisicaro, do secretário adjunto de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Alencar Viana, da subsecretária de Projetos Especiais de Promoção Social, Roberta Albanita, do vice-presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, José Santana Vasconcelos, entre outras autoridades.

Programa Travessia

Lançado em 2008 e também coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), o programa visa, por meio de ações articuladas junto a várias secretarias e órgãos estaduais, promover a inclusão social e produtiva da população, bem como minimizar as privações sociais em que esta população se encontra. Até 2011, o Travessia beneficiou 154 cidades, distribuídas nas 10 macrorregiões de planejamento do Estado.

Neste ano, o Travessia ganhou um novo escopo e foi dividido estrategicamente em sete projetos: Porta a Porta, Travessia Social, Travessia Renda, Travessia Saúde, Travessia Educação, Banco Travessia e Com Licença, Vou à Luta.

Municípios beneficiados

Os municípios beneficiados pelo Programa Travessia Social são Abadia dos Dourados, Açucena, Barra Longa, Brasilândia de Minas, Cabeceira Grande, Cachoeira de Pajeu, Campo Florido, Candeias, Carlos Chagas, Comercinho, Conceição do Mato Dentro, Cônego Marinho, Congonhas do Norte, Curral de Dentro, Divisa Alegre, Divisópolis, Felisburgo, Francisco Dumont, Fruta de Leite, Gonzaga, Grão Mogol, Guaraciaba, Guaraciama, Guaranésia, Ibiaí, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Imbé de Minas, Iraí de Minas, Jequeri, Jordania, Juvenília, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Leme do Prado, Limeira do Oeste, Machacalis, Malacacheta, Mata Verde, Materlândia, Mesquita, Minas Novas, Montezuma, Novorizonte, Orizânia, Peçanha, Pintópolis, Presidente Olegário, Riacho dos Machados, Rio do Prado, Rio Espera, Rio Paranaíba, Rubelita, Rubim, Salto da Divisa, Santa Cruz do Escalvado, Santa Maria do Salto, Santana do Manhuaçu, São Bento Abade, São Francisco de Paula, São José do Jacuri, São Romão, São Sebastião do Anta, São Sebastião do Maranhão, São Thomé das Letras , Senador Modestino Gonçalves, Simonésia, Tiros, Vargem Grande do Rio Pardo, Vargem Alegre, Varzelândia.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-leva-o-programa-travessia-social-a-mais-71-municipios/

Gestão Eficiente: Governo de Minas assina convênio para ações do Travessia Social em 71 municípios mineiros

Iniciativa visa combater as privações sociais indicadas pelo diagnóstico do Porta a Porta, que visitou cerca de 200 mil domicílios

O Travessia Social vai dar início às ações nos 71 municípios que foram visitados pelo Projeto Porta a Porta entre março e abril deste ano.  Para isso, o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Cássio Soares, vai assinar, na próxima segunda-feira (11), convênios com os prefeitos das respectivas cidades. O encontro será realizado no auditório do BDMG, em Lourdes, Belo Horizonte, às 14h.

A iniciativa visa combater as privações sociais indicadas pelo diagnóstico do Porta a Porta, que visitou cerca de 200 mil domicílios.  Entre as ações previstas estão a construção e  reforma de módulos sanitários, melhorias habitacionais, reformas de equipamentos públicos e a construção de poços artesianos. O projeto é desenvolvido a fim de promover a travessia da população para uma situação de inclusão social.

O encontro conta com as participações da subsecretária de Projetos Especiais de Promoção Social, Roberta Albanita, do chefe da Assessoria de Articulação, Parceria e Participação Social da Governadoria do Estado, Ronaldo Pedron, entre os prefeitos e outras autoridades.

Programa Travessia

Lançado em 2008 e também coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, o programa visa, por meio de ações articuladas junto a várias secretarias e órgãos estaduais, promover a inclusão social e produtiva da população, bem como minimizar as privações sociais em que esta população se encontra.

Até 2011, o Travessia beneficiou 154 cidades, distribuídas nas 10 macrorregiões de planejamento do Estado. Neste ano, o Travessia ganhou um novo escopo e foi dividido estrategicamente em sete projetos: Porta a Porta, Travessia Social, Travessia Renda, Travessia Saúde, Travessia Educação, Banco Travessia e Com Licença, Vou à Luta.

Municípios beneficiados

Os municípios beneficiados pela Travessia Social são Abadia dos Dourados, Açucena, Barra Longa, Brasilândia de Minas, Cabeceira Grande, Cachoeira de Pajeu, Campo Florido, Candeias, Carlos Chagas, Comercinho, Conceição do Mato Dentro, Cônego Marinho, Congonhas do Norte, Curral de Dentro, Divisa Alegre, Divisópolis, Felisburgo, Francisco Dumont, Fruta de Leite, Gonzaga, Grão Mogol, Guaraciaba, Guaraciama, Guaranésia, Ibiaí, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Imbé de Minas, Iraí de Minas, Jequeri, Jordania, Juvenília, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Leme do Prado, Limeira do Oeste, Machacalis, Malacacheta, Mata Verde, Materlândia, Mesquita, Minas Novas, Montezuma, Novorizonte, Orizânia, Peçanha, Pintópolis, Presidente Olegário, Riacho dos Machados, Rio do Prado, Rio Espera, Rio Paranaíba, Rubelita, Rubim, Salto da Divisa, Santa Cruz do Escalvado, Santa Maria do Salto, Santana do Manhuaçu, São Bento Abade, São Francisco de Paula, São José do Jacuri, São Romão, São Sebastião do Anta, São Sebastião do Maranhão, São Thomé das Letras, Senador Modestino Gonçalves, Simonésia, Tiros, Vargem Grande do Rio Pardo, Vargem Alegre, Varzelândia.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-assina-convenio-para-acoes-do-travessia-social-em-71-municipios-mineiros/

Gestão Anastasia: municípios se preparam para iniciar diagnóstico por meio do Porta a Porta

Nesta quarta-feira (14), teve início a capacitação para implantação do projeto em 75 cidades mineiras

Rômulo Ávila
Mais de 200 mil domicílios devem ser visitados nesses 75 municípios capacitados
Mais de 200 mil domicílios devem ser visitados nesses 75 municípios capacitados

O primeiro passo para a implantação do Programa Travessia em 75 municípios mineiros foi dado, nesta quarta-feira (14), com o início da capacitação do projeto Porta a Porta. O treinamento, que vai até esta quinta-feira (15), é realizado na Escola de Saúde Pública (avenida Augusto de Lima, 2.061, Barro Preto, em Belo Horizonte).

Lançado pelo Governo de Minas em 2011 e coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), o Porta a Porta promove, de casa em casa, a busca ativa para identificar as reais necessidades das famílias em situação de privação social e, assim, subsidiar as ações do Programa Travessia. Mais de 200 mil domicílios devem ser visitados nesses 75 municípios. A previsão é que os questionários, com perguntas no âmbito da saúde, educação e padrão de vida, comecem a ser aplicados ainda neste mês.

“Só por meio da identificação de privações é que vamos conseguir fazer todo o plano de intervenção do Estado nesses municípios, entendendo que vamos estar mais próximos da realidade dos moradores e dos municípios que serão visitados. Isso nos possibilita entender o que esses domicílios têm de privação para levarmos recursos, projetos e programas para que eles possam sair dessa privação”, disse a subsecretária de Projetos Especiais de Promoção Social da Sedese, Maria Albanita de Lima, durante a abertura dos trabalhos.

O assessor de Articulação, Parceria e Participação Social do Governo de Minas, Ronaldo Pedron, também participou da abertura do treinamento. Ele destacou que a busca por pessoas que passam por privações é uma obsessão do Governo de Minas. “Este instrumento é algo impressionante, que, de fato, possibilita a mudança ou a travessia de condições de determinado lugar”, disse, lembrando que a etapa do Projeto Porta a Porta é primordial para o sucesso das ações seguintes.

O município de Comercinho, no Vale do Jequitinhonha, vive a expectativa de iniciar o diagnóstico do Porta a Porta e, posteriormente, ser beneficiado pelo Programa Travessia. “É um projeto que já ouvimos comentar. Em Itinga, próximo a Comercinho, o Travessia deu muito certo. A gente sabe que a cidade vizinha mudou e temos a expectativa que o nosso município mude também”, disse o assistente social, Patrico Gomes Soares.

Patrico conta que um dos problemas em Comercinho, que tem cerca de 8 mil habitantes, é o fato de a maior parte da população morar na zona rural. “Dos 8 mil habitantes, cerca de 6 mil estão na zona rural, o que dificulta o desenvolvimento de ações na área social. Por isso, um diagnostico local vai focar nos problemas específicos do município e facilitar o combate”, disse sobre o Porta a Porta.

Balanço

No ano passado, mais de 128 mil domicílios, em 59 cidades, foram visitados pelo Porta a Porta. A partir do diagnóstico apresentado, as políticas públicas para os municípios beneficiados são planejadas, de forma efetiva, para atender à demanda de cada população.

Outro projeto que beneficia famílias identificadas por meio do Porta a Porta é o Banco Travessia, que incentiva o retorno e a inserção de pessoas aos estudos. Cada morador inserido na iniciativa que retomar os estudos pode abrir uma poupança para a família no Banco Travessia. Se passar de ano, acumula mais na conta. Cada ação da família que garanta qualificação profissional ou eleve o nível de escolaridade também será transformada em mais dinheiro na poupança.  O Banco Travessia foi criado em 2011, em dez cidades. Neste ano, mais 30 municípios serão atendidos pela iniciativa.

Municípios

Açucena, Araponga, Barra Longa, Brasilândia de Minas, Cabeceira Grande, Cachoeira de Pajeú, Campo Florido, Candeias, Comercinho, Conceição do Mato Dentro, Cônego Marinho, Congonhas do Norte, Curral de Dentro, Divisa Alegre, Divisópolis, Felisburgo, Francisco Dumont, Fruta de Leite, Gonzaga, Grão Mogol, Guaraciaba, Guaraciama, Guaranésia, Ibiaí, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Imbé de Minas, Iraí de Minas, Jequeri, Jordania, Juvenília, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Leme do Prado, Limeira do Oeste, Machacalis, Malacacheta, Mata Verde, Materlândia, Mesquita, Miradouro, Montezuma, Novorizonte, Orizânia, Peçanha, Periquito, Pintópolis, Presidente Olegário, Riacho dos Machados, Rio do Prado, Rio Espera, Rio Paranaíba, Rubelita, Rubim, Salto da Divisa, Santa Maria do Salto, Santana do Manhuaçu, São Bento Abade, São Francisco de Paula, São José do Jacuri,  São Pedro do Suaçuí, São Romão, São Sebastião do Anta, São Sebastião do Maranhão, São Thomé das Letras, Senador Modestino Gonçalves, Simonésia, Tiros, Vargem Grande do Rio Pardo, Varzelândia, Minas Novas, Vargem Alegre, Santa Cruz do Escalvado e Carlos Chagas.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: mais 200 mil famílias mineiras serão visitadas pelo Porta a Porta

Capacitação vai preparar representantes de municípios para identificaram privações sociais de mais de 250 mil domicílios

Representantes de 75 municípios mineiros serão preparados, nesta quarta (14) e quinta-feira (15), para identificarem as privações sociais de mais de 250 mil domicílios. A capacitação é promovida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e será realizada, das 8h às 18h, na Escola de Saúde Pública (avenida Augusto de Lima, 2.061, Barro Preto, Belo Horizonte).

Cerca de 150 secretários e técnicos municipais serão envolvidos na metodologia do projeto. A previsão é que os questionários, com perguntas relacionadas à saúde, educação e padrão de vida, comecem a ser aplicados em março.

Lançado pelo Governo de Minas em 2011 e coordenado Sedese, o Porta a Porta promove, de casa em casa, a busca ativa para identificar as reais necessidades das famílias em situação de vulnerabilidade social e, assim, subsidiar as ações do Programa Travessia.

No ano passado, 128 mil domicílios, em 59 cidades, foram visitados pelo Porta a Porta. A partir do diagnóstico apresentado, as políticas públicas para os municípios beneficiados são planejadas, de forma efetiva, para atender a demanda de cada população.

Os indicadores de privações obtidos por meio do Porta a Porta servem para a inclusão dessas pessoas em ações e programas do governo, como o Travessia, que enfrenta a pobreza nas cidades com graves privações sociais em Minas.

Municípios

Açucena, Araponga, Barra Longa, Brasilândia de Minas, Cabeceira Grande, Cachoeira de Pajeú, Campo Florido, Candeias, Comercinho, Conceição do Mato Dentro, Cônego Marinho, Congonhas do Norte, Curral de Dentro, Divisa Alegre, Divisópolis, Felisburgo, Francisco Dumont, Fruta de Leite, Gonzaga, Grão Mogol, Guaraciaba, Guaraciama, Guaranésia, Ibiaí, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Imbé de Minas, Iraí de Minas, Jequeri, Jordania, Juvenília, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Leme do Prado, Limeira do Oeste, Machacalis, Malacacheta, Mata Verde, Materlândia, Mesquita, Miradouro, Montezuma, Novorizonte, Orizânia, Peçanha, Periquito, Pintópolis, Presidente Olegário, Riacho dos Machados, Rio do Prado, Rio Espera, Rio Paranaíba, Rubelita, Rubim, Salto da Divisa, Santa Maria do Salto, Santana do Manhuaçu, São Bento Abade, São Francisco de Paula, São José do Jacuri,  São Pedro do Suaçuí, São Romão, São Sebastião do Anta, São Sebastião do Maranhão, São Thomé das Letras, Senador Modestino Gonçalves, Simonésia, Tiros, Vargem Grande do Rio Pardo, Varzelândia, Minas Novas, Vargem Alegre, Santa Cruz do Escalvado e Carlos Chagas.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Zona da Mata mineira obtém certificação de 33 cachaças de alambique em 2011

Procedimento, realizado pelo Governo de Minas, atesta a qualidade do produto

Divulgação
Cana é moída para a produção da cachaça Taruana, certificada em 2011
Cana é moída para a produção da cachaça Taruana, certificada em 2011

Trinta e três cachaças de alambique da Zona da Mata foram certificadas em 2011. O procedimento, realizado pelo Governo de Minas por meio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), atesta a qualidade do produto.

Produzidas nas cidades de Abre Campo, Além Paraíba, Barra Longa, Carangola, Dom Silvério, Espera Feliz, Eugenópolis, Guaraciaba, Mar de Espanha, Oratórios, Pedra Dourada, Porto Firme, Santa Cruz do Escalvado, São João Nepomuceno, Raul Soares, Rio Casca e Santo Antônio do Grama, as cachaças são fabricadas artesanalmente, com fermento natural e destiladas em alambique de cobre. Para obter a certificação, é necessário, primeiramente, aderir ao projeto junto ao IMA e optar pelo sistema produtivo da cana (orgânico, sem agrotóxico ou convencional).

As cachaçarias só são certificadas se o processo de produção utilizado atender aos procedimentos de boas práticas, adequação social e responsabilidade ambiental. Na região, 15 das cachaças certificadas são orgânicas, ou seja, são produzidas sem a utilização de agrotóxicos e adubos químicos.

Paulo Roberto Alves, que produz a cachaça Canônica, de Além Paraíba, é um dos produtores que mantém esse tipo de fabricação e justifica a escolha. “Acredito que, com química, é difícil obtermos um produto de qualidade máxima”, comenta. A Canônica é produzida desde 2003 e entrou no mercado em 2005. Procurado pelo IMA, Paulo se interessou pela certificação e correu atrás. “A gente teve que fazer alguns ajustes para conseguir o selo e estamos sempre tentando melhorar. Hoje, a pessoa vê o selo na cachaça e isso influi muito”, diz.

O alambiqueiro das cachaças Espera Feliz e Tatuapé, José Geraldo Costa Santos, também destaca que a certificação foi buscada para agregar valor ao produto. “Buscamos a certificação para estar dentro dos padrões, com tudo certinho. O processo já estava bem adequado, mas ainda foram necessárias algumas alterações que, colocadas em prática, nos permitiram receber o selo do IMA”, relata. As cachaças são fabricadas de forma convencional na cidade de Espera Feliz e têm produção média entre 15 mil e 20 mil litros no ano.

Para o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, o programa de certificação da cachaça traz vantagens para produtores, exportadores e consumidores. “A certificação é uma maneira de atestar a qualidade e agregar valor ao produto, tão popular em Minas, mas que ganha novos mercados por meio do programa de certificação. O que gera também maior competitividade dos produtores, garante a qualidade da bebida e propicia melhores opções aos consumidores finais”, destaca.

Desde o início do programa de certificação do Estado, em 2008, receberam o certificado 176 estabelecimentos, sendo 221 em 2011. A expectativa para 2012 é que o número de cachaças certificadas em Minas Gerais aumente em pelo menos 10%.

Cachaças de alambique certificadas em 2011 na Zona da Mata:

– Aguardente Araci – São João Nepomuceno

– Canônica – Além Paraíba

– Canônica Prata – Além Paraíba

– Taruana Prata – São João Nepomuceno

– Taruana Ouro – São João Nepomuceno

– Guimarinho – Dom Silvério

– Essência das Gerais – Santa Cruz do Escalvado

– Guaraciaba – Guaraciaba

– Velha Aroeira – Porto Firme

– Essência das Gerais – Raul Soares

– Charmosa de Minas Prata – Carangola

– Charmosa de Minas Ouro – Carangola

– Tiara – Barra Longa

– Tiara Rainha – Barra Longa

– Tiara Princesa – Barra Longa

– Caipirona – Mar de Espanha

– Cachaça Fonte Velho – Mar de Espanha

– Cachaça Leviana – Mar de Espanha

– Cachaça Manoel & Joaquim – Mar de Espanha

– Cachaça Água da Mata Ouro – Eugenópolis

– Cachaça Água da Mata Prata – Eugenópolis

– Cachaça Conselheira Ouro – Rio Casca

– Cachaça Conselheira Prata – Rio Casca

– Cachaça Espera Feliz – Espera Feliz

– Cachaça Tatuapé – Espera Feliz

– Cachaça Tombos de Minas – Pedra Dourada

– Cachaça Cana Dourada – Pedra Dourada

– J5 – Dom Silvério

– Cesmaria – Dom Silvério

– Vila Pongo – Santa Cruz do Escalvado

– Cachaça Xique de Minas – Oratórios

– Cachaças Tirolesa – Santo Antônio do Grama

– Cachaça Barreirinha – Abre Campo

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: farmácia de Minas humaniza atendimento a pacientes na Zona da Mata

Região já tem 42 unidades, que disponibilizam 162 tipos de medicamentos
Divulgação/Prefeitura Municipal
A farmacêutica Dhyemila Mantovani, de Patrocínio de Muriaé, hoje consegue dar mais atenção à população
A farmacêutica Dhyemila Mantovani, de Patrocínio de Muriaé, hoje consegue dar mais atenção à população

Ar-condicionado, água gelada, cadeiras confortáveis, ambiente claro e arejado. O espaço, todo em branco e verde, é onde funciona a unidade farmacêutica do programa Farmácia de Minas, que realiza a distribuição de medicamentos para as populações carentes de 42 municípios com até 30 mil habitantes na Zona da Mata. A iniciativa é do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), e o objetivo do programa é garantir o acesso da população a medicamentos gratuitos voltados para a atenção primária à saúde, melhorando a assistência farmacêutica e incentivando a busca ativa do paciente.

Em Patrocínio do Muriaé, a Farmácia de Minas, inaugurada em setembro de 2011, está ajudando a mudar a vida de muita gente. Dhyemila de Paula Mantovani, farmacêutica responsável da unidade, relata que, hoje, é possível conhecer melhor a pessoa, adequando o atendimento. “Antes eu fazia só a dispensação do medicamento, porque não tinha como dar assistência. A gente trabalhava em um cubículo, abria a metade de cima da porta e fazia as entregas”, conta.

Como exemplo, ela cita uma paciente que sofre de surto psicótico e, constantemente, precisava ser internada. “Depois que abriu a Farmácia de Minas, ela nunca mais foi internada. Descobri que ela conseguia ler e anotei em todas as caixinhas dos medicamentos as orientações de como ela deveria tomar cada um”, lembra. A paciente faz uso de prometazina, clorpromazina, aloperidol e biperideno. “Hoje ela vem mais à farmácia, percebi que ela aderiu ao tratamento com mais facilidade. Isso porque tive a possibilidade de trabalhar mais diretamente com ela”, afirma.

A farmacêutica aponta também o trabalho desenvolvido com os pacientes diabéticos do município. “Antes tínhamos contato apenas com pacientes diabéticos que usavam medicamentos hipoglicemiantes orais. Depois da nova estrutura, pude trazer as insulinas para a farmácia, graças ao refrigerador e, hoje, temos contato também com os pacientes insulino-dependentes. Antes não havia local adequado para armazenamento”, destaca.

Geraldo de Oliveira Martins, diabético há mais de 20 anos, é um dos beneficiados. “Antes os postos eram muito restritos, pela limitação, só era possível fazer a entrega. Agora com as insulinas aqui, melhorou muito a relação humana. O local antes dificultava a interação, o contato. Às vezes o paciente não precisa só pegar o remédio, ele precisa de uma atenção e, com essas farmácias, isso é possível hoje”, conclui.

A Farmácia de Minas de Patrocínio de Muriaé atende a aproximadamente 130 pacientes por dia.

Mais comodidade e acesso facilitado

Em Vieiras, a Farmácia de Minas também foi inaugurada em setembro de 2011 e, atualmente, atende a cerca de 150 pacientes por dia. Walfrido Cristian Cassin de Oliveira, farmacêutico responsável da unidade, considera que a melhoria no atendimento ultrapassou os 100%. “A comodidade para todo mundo melhorou, tanto para quem trabalha, quanto para quem é beneficiado”, ressalta.

Maria das Graças Ferreira Araújo faz uso contínuo de cinco medicamentos e confirma a melhora. “Está sendo muito bom. A gente aqui fica bem atendida. Venho todo mês e, se acaba um remédio antes, uma dipirona, eu venho de novo, porque sei que vai ter. Ficou melhor”, diz. Ela busca na Farmácia de Minas clorpromazina, carbamazepina, glidenclamida, metiodopa e dipirona.

Hipertensa, Sônia do Carmo Silva Souza vai todo mês à Farmácia de Minas na cidade de Presidente Bernardes, e considera que a nova unidade facilitou o acesso. “Achei a nova estrutura muito boa, uma sala bem confortável, duas atendentes, ficou mais fácil buscar o remédio e até uma orientação”, opina.

Christina Cerneiro Faria, farmacêutica responsável da unidade, que foi inaugurada em agosto de 2011, destaca a melhoria para todos os usuários. “Hoje temos mais equipamentos, internet, até mais funcionários. A espera também melhorou, é mais rápido e ninguém fica em pé, não tem mais fila”, conta.

Ela cita também o Sistema Integrado de Gerenciamento da Assistência Farmacêutica (Sigaf), utilizado pela Rede Farmácia de Minas. “Pelo Sigaf fazemos o cadastro dos pacientes, hoje de uma forma bem mais organizada, melhorando nosso controle. Um exemplo são os pacientes de medicamentos excepcionais, antes não havia nenhum cadastrado, agora já temos 18”, comenta. Os medicamentos excepcionais são aqueles para o tratamento da Tuberculose, Hanseníase, Endemias Focais, DST/Aids e tam¬bém Sangue e Hemoderivados.

Rede em expansão

Atualmente, 200 cidades do Estado já têm unidades do Farmácia de Minas e disponibilizam para a população 162 tipos de medicamentos. Apenas em 2011, o governador de Minas Antonio Anastasia inaugurou 32 unidades na Zona da Mata, simultaneamente a outras 168 no restante do Estado.

“A meta do Governo de Minas é chegar a 700 municípios até 2014. É bom dizer que entre 2007 e agora nós já aumentamos em mais de 70% o volume de recursos financeiros do tesouro nesse programa e aumentamos também, consideravelmente, os medicamentos disponibilizados”, afirma a governador.

Confira a lista das 42 unidades do programa Farmácia de Minas localizadas em municípios da Zona da Mata: Acaiaca, Antônio Prado de Minas, Barão do Monte Alto, Barra Longa, Bias Fortes, Bicas, Brás Pires, Cajuri, Dom Silvério, Dores do Turvo, Ervália, Eugenópolis, Goianá, Guarani, Guidoval, Guiricema, Jequeri, Lamim, Laranjal, Miraí, Paiva, Patrocínio do Muriaé, Palma, Paula Cândido, Pedra Dourada, Pedro Teixeira, Piau, Pirapetinga, Presidente Bernardes, Rio Doce, Rio Preto, Rodeiro, Santa Cruz do Escalvado, Santana de Cataguases, Santo Antônio do Grama, São Geraldo, São Miguel do Anta, São Pedro dos Ferros, Senador Cortes, Sericita e Vieiras.

Fonte: Agência Minas