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Aécio: aliança com DEM e PMDB na Bahia faz adversários tremerem

Aliança com DEM e PMDB reforça a oposição no maior colégio eleitoral do NE. “Essa aliança faz os adversários tremerem”, comentou Aécio.

Aécio quer mostra para o Brasil projeto alternativo de gestão

Fonte: Jogo do Poder

Aliança com DEM e PMDB na Bahia faz adversários tremerem, afirma Aécio Neves

O presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves (MG), afirmou nesta segunda-feira (12/05) que a aliança com o DEM e o PMDB na Bahia, o maior colégio eleitoral do Nordeste, está tirando o sono dos adversários.

“Essa é a mais bem sucedida união feita até agora para as eleições deste ano. Essa aliança faz os adversários tremerem”, disse o tucano durante discurso para lideranças regionais em Feira de Santana, interior do estado.

A aliança de oposição na Bahia lançou como pré-candidato a governador o ex-governador Paulo Souto (DEM), a vice-governador o empresário Joaci Góes (PSDB), e ao Senado o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB).

O presidente nacional do PSDB ressaltou que a oposição vai apresentar ao país e aos baianos, durante a campanha eleitoral, um projeto alternativo de gestão, com ênfase na ética e na eficiência na aplicação dos recursos públicos. “É nossa obrigação apresentar um novo modelo de desenvolvimento”, afirmou Aécio Neves.

Esse novo projeto, na avaliação do pré-candidato ao governo estadual, Paulo Souto, passa por serviços públicos de qualidade para a população baiana, principalmente na área de segurança pública. Souto lembrou que o número de homicídios em Feira de Santana é alarmante.

Paulo Souto destacou a liderança do presidente nacional do PSDB na construção da aliança com o DEM e o PMDB. “Aécio tem credenciais. Ele já foi capaz de fazer em Minas e tem condições de realizar muito mais pelo destino do país. É hora da Bahia e do Brasil encontrarem um novo caminho”, ressaltou Paulo Souto.

Governo da propaganda

Para Geddel Vieira Lima, pré-candidato ao Senado, o governo petista na Bahia segue a linha da administração federal ao vender na propaganda um estado que não existe. “A propaganda do PT mostra na TV obras de ficção científica, mas na realidade a população sofre com a falta de saúde e está implorando por segurança pública”, criticouGeddel.

O pré-candidato ao Senado pela Bahia também destacou a aliança com o PSDB e o DEM e disse que a população baiana, assim como a do restante do país, anseia por mudanças. “Essa aliança tem cheiro de vitória. É hora de por em prática um princípio básico da democracia, que é a alternância de poder para fazer um país mais justo, mais sério, com menos fisiologismo”, defendeu.

O evento em Feira de Santana foi o primeiro compromisso de Aécio na Bahia nesta segunda-feira (12). Hoje à noite, o senador será homenageado com o título de Cidadão de Salvador na Câmara Municipal. “Estou extremamente feliz de iniciar essa caminhada por Feira de Santana. Por aqui passam brasileiros de todas as partes do país”, disseAécio em agradecimento ao público presente.

Aécio presidente: De 2014, vamos cuidar somente em 2014

Aécio presidente: De 2014, nós vamos cuidar só em 2014. PSDB vai construir uma proposta alternativa mais ousada nos campos das grandes reformas.

Aécio: presidente 2014

Fonte: O Tempo

Entrevista com Aécio Neves

 Aécio presidente: De 2014, vamos cuidar somente em 2014

Aécio presidente: ‘De 2014, nós vamos cuidar somente em 2014′

Aécio diz que PSDB terá lado nas cidades com 2º turno

Qual é o balanço do desempenho do PSDB das eleições em Minas? O partido elencou algumas prioridades e entre essas cidades sofreu derrotas …

Aécio Neves – Primeiramente, quando você fala em uma análise eleitoral, você não pode restringi-la a um partido. Nós temos uma base muito ampla em Minas Gerais desde o meu governo. Nós apoiamos inúmeros candidatos dessa base no interior do Estado. Ontem, inclusive, fizemos uma reunião no Palácio das Mangabeiras com o governador e algumas lideranças políticas do Estado. A vitória da base de sustentação do governo chega perto de 85% do total das prefeituras do Estado. O PSDBcontinua sendo um partido majoritário em Minas Gerais. O resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, depois que venci em 2002, e que se mantém vivo e sólido até hoje.

O senhor pode adiantar a posição do PSDB nessas quatro cidades que terão segundo turno?

Aécio Neves – Para não precipitar o processo, nós estamos ouvindo primeiro as lideranças locais do partido e dos candidatos que disputaram as eleições, mas a nossa ideia é termos posição nos quatro municípios.

OUÇA – Aécio Neves fala sobre os erros da campanha do PT na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte:

E em relação a Belo Horizonte …

Aécio NevesO resultado foi excepcional. O que ocorreu foi o segundo turno no primeiro. O momento em que o Palácio do Planalto intervém diretamente no processo eleitoral e retira uma candidatura colocada naquele instante, isso levou um movimento na mesma direção no nosso campo político. A polarização da eleição no primeiro turno foi, talvez, o primeiro equívoco daqueles que quiseram nacionalizar a campanha. Não podemos desprezar a força da presença da presidente da República, que tem uma avaliação muito alta. Foi um resultado extraordinário. Eu acho que o equívoco que o PT cometeu nesse processo e que o levou a mais essa derrota foi colocar em segundo plano o interesse de Belo Horizonte. Desconheceu que havia uma administração em Belo Horizonte em curso séria, bem-avaliada, com investimentos extremamente importantes. Então, nós colocamos o interesse de Belo Horizonte à frente. Eu não fiquei preocupado em contabilizar no meu mapa eleitoral mais um “x”, uma vitória do PSDB, mas, sim, uma vitória importante para Belo Horizonte.

OUÇA – Senador mineiro explica o seu apoio a Marcio Lacerda na prefeitura da capital mineira:

O PT saiu da aliança ou o PSDB o empurrou para fora dela?

Aécio NevesFoi o PT que saiu da aliança, mais uma vez por priorizar o interesse do PT. O PT saiu da aliança por um motivo fútil, porque queria eleger mais “x” vereadores. Ele queria que o PSB fizesse o papel que o PMDB se dispôs a fazer para ele nessa eleição, que foi abdicar de ter uma bancada. O PMDB praticamente desapareceu, elegeu apenas um vereador. Está comprovado, agora, que o PSB tinha razão. O PSB tem que constituir sua bancada para dar sustentação ao prefeito. O prefeito não pode ser chantageado o tempo inteiro por não ter uma bancada do seu partido minimamente sólida.

O senhor acredita que a administração de Belo Horizonte vai ter o perfil do PSDB?

Aécio NevesEu acho que ela será mais ágil e mais eficiente. O Marcio sempre reclamou muito das pressões internas que recebia, esse modo do PT de indicação de cargos a todo instante. Imagina o gabinete do vice-prefeito com 30 cargos comissionados. Nem lugar para sentar essas pessoas tinham. Me falam em mais de 900 cargos comissionados. Eu acho que o prefeito vai ter uma administração mais leve. Sempre fui defensor da tese de que se deve gastar menos com a estrutura, seja do Estado ou da prefeitura, para investir mais nas políticas públicas. Eu acho que o Marcio terá mais liberdade para fazer um governo mais meritório. Eu acho que ele pode fazer uma administração extraordinária porque ele não terá as amarras que teve até aqui.

O Marcio Lacerda se credencia para as eleições em 2014?

Aécio NevesIsso é precipitado dizer. O Marcio tem reafirmado seu interesse em ficar na administração municipal. Ele acaba de ser reeleito, então, é até um desrespeito com a população de Belo Horizonte antecipar essa questão. Agora, é preocupar em renovar a administração, estabelecer as novas metas, cuidar de Belo Horizonte. De 2014, nós vamos cuidar somente em 2014.

A eleição em Recife e aqui coloca o PSB em destaque dentro do quadro nacional. Como o senhor imagina que vai ser a relação do PSB com o PSDB em 2014?

Aécio NevesO PSDB tem uma aliança com o PSB em vários Estados e, talvez aqui, uma das mais sólidas, que é uma aliança natural, que não foi construída para ganhar uma aliança seja nacional, seja estadual. Desde minha primeira eleição, o PSB participa formalmente da nossa aliança, participa dos governos, participou da minha reeleição, participa com Anastasia. Nós apoiamos aqui, em Belo Horizonte, um candidato do PSB e temos várias outras alianças com o PSB no Estado. Mas, o PSB em nível nacional participa da aliança do governo. Seria indelicado da minha parte dizer que o PSB estaria no nosso campo amanhã. O PSDB vai construir uma proposta alternativa mais ousada nos campos das grandes reforma, das parcerias com o setor privado, alavancar os investimentos em infraestrutura. Quais serão os nossos aliados? O tempo é que vai dizer. Eu não posso dizer que alguém que está hoje na base vai vir para se juntar a nós. Quanto mais consistente for o nosso projeto, mais apoio eu acho que vai conquistar, inclusive da sociedade, não apenas dos partidos políticos. Eu tenho muita confiança de que o PSDB estará muito competitivo adiante.

Mas e sua relação com o governador Eduardo Campos?

Aécio NevesEu tenho do ponto de vista pessoal uma relação muito próxima com o Eduardo (Campos, presidente nacional do PSB). Nem sempre estamos no mesmo palanque, mas não é impossível que isso possa ocorrer lá na frente. O PSB vai saber, no tempo certo, a sua posição.

Em relação às eleições nacionais, o PSDB teve um desempenho bom?

Aécio NevesSim, e tem um fato que eu ressalto: o PSDB se restabeleceu no Nordeste e no Norte do Brasil. Se fizermos uma análise superficial, no Sul e no Centro-Oeste, nós sempre tivemos nas eleições nacionais um ótimo desempenho. Vencemos em todos esses Estados porque ali há um perfil de atividade econômica – produtores rurais em boa parte – que se aproxima mais da visão do PSDB. Mantivemos no Sudeste uma posição sólida nos dois maiores colégios eleitorais, em São Paulo e em Minas. Ganhamos em Belo Horizonte e estamos disputando agora em São Paulo, com reais chances. Mas tivemos um fracasso muito grande no Nordeste e no Norte nas últimas eleições. Nessa eleição municipal, nós já vencemos no primeiro turno em Maceió, com o PSDB, em Aracaju, com o Democratas. Estamos disputando Salvador, João Pessoa, Campina Grande, Teresina, São Luís e em outras capitais. No Norte, estamos disputando em Belém e em Manaus, e o PT não está nessas disputas. Houve aí o início do processo de reinserção da oposição no Nordeste, que eu reputo como o fato que mais me chamou a atenção. As oposições saem muito vivas dessas eleições e devem se preocupar, em 2013, de buscar uma nova interlocução com a sociedade, identificar os grandes gargalos que o Brasil tem e que levam ao crescimento pífio da economia.

Quais os equívocos do governo Dilma que podem ser diretriz do seu projeto de 2014?

Aécio Neves – O PT, desde lá de trás, acomodou-se. Abriu mão de ter uma projeto ousado para o país para se contentar com o projeto de poder. As grandes reformas não foram feitas. Nenhuma dessas questões foram enfrentadas. O governo do PT é pouco generoso com os Estados e os municípios e é ineficiente. Em relação a Minas, O PT tem uma dívida muito grande.

Aécio: presidente 2014 – Link da matéria: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=213499,OTE&IdCanal=1

Governo de Minas: desemprego permanece estável na RMBH

Belo Horizonte mantém a menor taxa de desocupação entre todas as sete regiões metropolitanas pesquisadas.

SETE / Divulgação
"Para o Governo de Minas, a qualidade do emprego é agora a grande prioridade", destaca Igor Coura
“Para o Governo de Minas, a qualidade do emprego é agora a grande prioridade”, destaca Igor Coura

Em maio de 2012 a taxa de desemprego total na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) foi de 5,0% da População Economicamente Ativa (PEA), a mesma registrada no mês anterior. Assim como no mês de abril, a taxa é a menor registrada na série histórica da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-RMBH), iniciada em 1996.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27) pela Fundação João Pinheiro, Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), Dieese e Fundação Seade.

Entre as sete Regiões Metropolitanas avaliadas pela PED (Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo), a de Belo Horizonte mantém a menor taxa de desemprego pelo 11º mês consecutivo.

“O que mais impacta para que a taxa da RMBH permaneça a menor entre as regiões metropolitanas é o peso forte do setor de serviços, que representa 57% das pessoas que estão empregadas no mercado de trabalho hoje”, explica o coordenador da PED pela Fundação João Pinheiro, Plínio Campos.

No período avaliado, houve ligeiro acréscimo no contingente de ocupados (7 mil), mesmo número de pessoas que passaram a fazer parte do mercado de trabalho, o que resultou na estabilidade do número de desempregados. O tempo médio de procura por trabalho foi de 25 semanas, uma a mais que o mês de abril.

Para o coordenador do Observatório do Trabalho da Sete, Igor Coura, sempre haverá movimentação no mercado de trabalho; portanto, uma queda maior na taxa de desemprego é improvável. “Somos resistentes em dizer que estamos numa situação de pleno emprego, pois a estrutura do mercado não é homogênea. Para afirmarmos que essa é a taxa ideal, precisamos de um mercado de trabalho estável e organizado. Mas estamos bastante satisfeitos com os números alcançados. Para o Governo de Minas, por meio da Sete, a qualidade do emprego é agora a grande prioridade para que fiquemos numa situação confortável”, afirma.

Setores

Na comparação com o mês de abril, o setor de serviços registrou aumento de 23 mil empregos, o agregado “outros setores” 5.000, e a indústria 3.000. Em movimento contrário, construção civil e comércio sofreram reduções de 13 mil e 11 mil, respectivamente.

Entre abril de 2011 e abril de 2012, houve acréscimo de 56 mil postos de trabalho no setor privado (4,4%) e de 8 mil ocupações no emprego público (2,5%). Foram registrados aumentos de 83 mil (7,4%) trabalhadores assalariados com carteira assinada e de 11 mil (7,8%) ocupados no setor de empregados domésticos.

“É importante ressaltar que a geração de novas ocupações foi suficiente para absorver todas as pessoas que ingressaram no mercado de trabalho, o que fez com que a taxa permanecesse estável. Outro fato que chama a atenção é o de que, pelo sétimo mês consecutivo, observamos aumento na ocupação”, analisa Campos.

Rendimentos

Em abril, o rendimento real médio dos ocupados foi estimado em RS 1.403, sendo registrada redução de 0,9%, se comparado a março. No setor privado, foi observada relativa estabilidade no salário médio da indústria (0,3%). Em contrapartida, houve redução de 2,2% no salário médio do setor de serviços e de 4,6% no do comércio.

“A expectativa para os próximos meses é de que tenhamos taxas menores, se comparadas às do ano anterior”, conclui Plínio Campos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/desemprego-permanece-estavel-na-rmbh/

Governo de Minas: ato pela prevenção de acidentes de trabalho reúne operários do Mineirão

Segurança dos funcionários da obra é tratada como prioridade máxima pelos gestores do empreendimento

Sylvio Coutinho/Divulgação
Craques Reinaldo e Bebeto participaram do evento no campo de obras do Mineirão
Craques Reinaldo e Bebeto participaram do evento no campo de obras do Mineirão

Os cerca de 2.600 operários que trabalham nas obras de modernização do Mineirão participaram do Ato Público pelo Trabalho Seguro na Indústria da Construção, realizado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), nesta sexta-feira (22), na nova esplanada do estádio.

O Governo de Minas, representado pelo advogado-geral do Estado, Marco Antônio Romanelli, e pelo secretário de Estado Extraordinário da Copa, Sergio Barroso, receberam o presidente do TST, ministro João Dalazen, e a presidente do Tribunal Regional do Trabalho de Minas, desembargadora Deoclecia Amorelli Dias, em cerimônia educativa celebrada ao lado dos ex-craques Bebeto, Reinaldo e Wilson Piazza.

O operário Cícero Morais, 66 anos, foi homenageado com uma camisa da Seleção Brasileira autografada pelos atletas presentes por ser o mais experiente da obra. Após a abertura, os demais operários participaram de sorteio de brindes.

O presidente da empresa Minas Arena, responsável reforma do estádio, destacou o compromisso de concluir as obras com baixo índice de acidentes. “Trabalhar com segurança é uma das causas mais nobres dessa obra. Queremos assim manter a excelência na prevenção dos acidentes de trabalho”, diz Ricardo Barra. As obras de modernização do estádio não têm registro de acidente grave e nem óbito ou invalidez.

Em seu pronunciamento, o ministro Dalazen pediu aos operários maior atenção e observância das normas técnicas no ambiente de trabalho. “Os acidentes são, na maioria dos casos, previsíveis. Ocorrem quando há falha na prevenção. Estamos numa cruzada pelo trabalho seguro. Temos que evitar o excesso de confiança, a mesma que nos fez chorar na Copa de 1950”, comparou.

O Brasil ocupa o 4º lugar em acidentes de trabalho no mundo, atrás da China, Rússia e Estados Unidos, segundo dados do desembargador Anemar Amaral, gestor regional em Minas do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho. Romanelli destacou assim o baixo índice de acidentes na obra. “Não adianta ter trabalho, é preciso que haja segurança. O Mineirão é um caso exemplar neste sentido”, pontuou.

Craques

Bebeto, Reinaldo e Piazza emocionaram a plateia ao lembrarem de experiências como jogadores marcadas por displicência e desinformação no ambiente de trabalho. “Lembro quando cheguei para treinar no Flamengo sem caneleira. O Zico então me parou e me perguntou onde eu ia sem caneleira. Respondi que ia treinar, com um sorriso sem-graça. Ao me impedir de entrar em campo, Zico me ensinou muita coisa naquele momento”, conta Bebeto.

O maior artilheiro do Mineirão, Reinaldo, consagrado ex-jogador do Atlético, se aposentou do futebol por invalidez. “Operários deste Mineirão, vejam minha situação. Já deixei de usar muita caneleira nesta vida e hoje sofro. Vocês estão entrando para a história do futebol mundial por estarem na reforma do Mineirão. Sendo assim, se protejam, uma vez que o Governo de Minas está muito preocupado com a segurança de vocês”, conclamava.

Já o ex-volante do Cruzeiro lamentou ter sofrido “várias contusões graves”, por descuido, na época em que defendia a camisa do Brasil. “Em 02 junho de 1968, no Maracanã, lembro bem, me machuquei seriamente durante um amistoso contra o Uruguai. Quero que vocês saibam que futebol também é um esporte muito viril e que requer atenção redobrada, a mesma exigida a vocês dentro do canteiro”, lembrou Piazza.

O ato público será promovido pelo TST nas diversas capitais do país que sediarão jogos da Copa de 2014. Já foi realizado no Maracanã (Rio de Janeiro), Arena das Dunas (Natal), Verdão (Cuiabá) e Itaquerão (São Paulo). Em julho, o evento será realizado no estádio da Fonte Nova, em Salvador.

Para o secretário da Secopa, Sergio Barroso, iniciativas em defesa de segurança trabalhista são imprescindíveis no processo de expansão econômica em que vive o Estado com vistas à Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. “Segurança é ponto de preocupação máxima dos responsáveis pelas obras em Minas. Além de planejarmos uma Copa ambientalmente sustentável, também queremos uma Copa sem acidentes”, finalizou.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/ato-pela-prevencao-de-acidentes-de-trabalho-reune-operarios-do-mineirao/

Gestão Eficiente: cresce rendimento de trabalhador na RMBH

Segundo pesquisa do IBGE, taxa de desocupação se manteve praticamente estável em relação ao estudo anterior.

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (21), referente ao mês de maio, apontou que o rendimento médio dos mineiros aumentou na região metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Na comparação anual, de maio de 2011 para o mesmo período desse ano, o valor passou de R$ 1.553,10 para R$1.707,90, um aumento de R$174,80. Na comparação mensal, de abril a maio deste ano, também o rendimento também subiu, uma vez que o valor apresentado pela pesquisa foi de R$1.700,86.

A taxa de desocupação na RMBH apresentou aumento no mês de maio (5,1%) em relação ao mês de abril (5,0%). Na comparação anual, de maio de 2011 ao mesmo período desse ano, a taxa apresentou variação de 0,4%, passando de 4,7% para 5,1%. O coordenador do Observatório do Trabalho da SETE, Igor Coura, analisa os dados apurados pela pesquisa. “Percebe-se que o aumento no número de desocupados é resultado do grande número de pessoas que entraram na População Economicamente Ativa [PEA] – 82 mil pessoas – nos últimos 12 meses, e não pelo aumento de demissões no período. O número de contratações, de 67 mil pessoas, não acompanhou o crescimento da PEA”, afirmou.

De acordo com o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Hélio Rabelo, os números não são motivos para preocupação. “A Secretaria, seguindo orientações do Governador, está investindo, cada vez mais, em políticas públicas de trabalho, emprego e renda, visando a geração de muitos e bons empregos, e em qualificação para nossos trabalhadores”, pontuou.

PME

A taxa de desocupação nacional, divulgada na Pesquisa Mensal de Emprego, realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, foi estimada em 5,8%, registrando uma variação não significativa de -0,2% frente a abril de 2012 (6,0%). Em comparação com maio do ano passado (6,4%), recuou 0,6 %.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.725,60 no conjunto das seis regiões) subiu frente a abril em Recife (4,0%), São Paulo (0,5%) e Belo Horizonte (0,4%). Apresentou declínio em Salvador (6,6%) e Porto Alegre (1,2%) e manteve-se estável no Rio de Janeiro. Na comparação com maio do ano passado, o rendimento cresceu em todas as regiões.

Caged

De acordo com a análise do Observatório do Trabalho da SETE, os dados apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que o Estado teve um número de contratações maior que de demissões no mercado de trabalho formal, resultando na geração de 32.684 novos postos de trabalho. “Esse resultado é o segundo melhor do Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo (52.624 postos). Esse número representou uma geração de emprego 13,1% maior do que no mês de abril, que obteve um saldo positivo de 28.886 empregados. A comparação com o mesmo período do ano passado resultou numa queda de 42,6% no saldo”, afirmou o coordenador do Observatório, Igor Coura.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/cresce-rendimento-de-trabalhador-na-rmbh/

Gestão em Minas: desemprego volta a cair na Grande Belo Horizonte e fica abaixo da média nacional

Tempo médio de procura por trabalho também caiu para 24 semanas, menor patamar já registrado pela Pesquisa Mensal de Emprego e Desemprego

Divulgação SETE
Fernando Duarte do Dieese, Plínio de Campos da FJP e Igor Coura do Observatório do Trabalho da SETE divulgam o resultado da PED
Fernando Duarte do Dieese, Plínio de Campos da FJP e Igor Coura do Observatório do Trabalho da SETE divulgam o resultado da PED

A Pesquisa Mensal de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta quarta-feira (30), pela Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (SETE), Fundação João Pinheiro, Dieese e Fundação Seade, apontou redução na taxa de desemprego total na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), ao passar de 5,4% da População Economicamente Ativa (PEA) em março para 5,0% em abril. Esse número é significativamente menor que os 8,1% apurados em abril de 2011 e também o menor da série histórica, iniciada em 1996. Na média entre as sete regiões metropolitanas analisadas (Belo Horizonte, Salvador, Recife, São Paulo, Porto Alegre, Fortaleza e Distrito Federal) o desemprego total ficou em 10,8%.

No período, a redução de 10 mil pessoas (7,6%) no número de desempregados na RMBH, em relação ao mês anterior, resultou do aumento de 8 mil ocupações (0,3%), somando à retirada de 2 mil pessoas do mercado de trabalho (0,1%). Segundo o coordenador técnico da pesquisa, Plínio de Campos, o trabalho precário também diminuiu em 3 mil pessoas.

De acordo com a pesquisa, o tempo médio de procura por trabalho despendido pelos desempregados na RMBH foi de 24 semanas, 2 a menos em relação ao mês anterior e 7 a menos em relação a 2011, quando o trabalhador gastava em média 31 semanas para ser recolocado no mercado de trabalho. Esse também é o menor tempo de procura já registrado pela PED.

Para o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Hélio Rabelo, o Governo de Minas está no caminho certo, com resultados cada vez melhores nas políticas públicas que beneficiam os trabalhadores mineiros, como a qualificação profissional, a estruturação das unidades de atendimento ao trabalhador e a convergência das ações na Rede Mineira do Trabalho. “Temos atacado o desemprego em diversas frentes, para que nossos trabalhadores sejam capacitados e preparados para o mercado de trabalho e para que as empresas possam absorver cada vez mais mão de obra qualificada”, garante.

Segundo o coordenador do Observatório do Trabalho da SETE, Igor Coura, há uma dificuldade natural de baixar ainda mais a taxa de desemprego na RMBH, por vários fatores, entre eles a taxa de inatividade, o benefício do seguro-desemprego e mesmo a adequação do mercado. “O Governo continua se preocupando com a taxa de desemprego, mas hoje já podemos nos preocupar com setores específicos da economia e na melhora do perfil geral do emprego no Estado”, afirma.

Em abril, o número de ocupados na RMBH permaneceu praticamente estável em relação ao mês anterior (0,3%) e foi estimado em 2.299 mil trabalhadores. Foram registradas quedas no contingente de ocupados na construção civil (4 mil, ou 2,1%), no comércio (6 mil ou 1,7%) e na indústria (1 mil ou 0,3%). No agregado “outros setores” e no setor de serviços houve acréscimo de 5 mil (ou 3,4%) e 14 mil (ou 1,1%), respectivamente.

Em relação ao ano anterior, o nível ocupacional aumentou 3,2%. Foram registrados acréscimos nos postos de trabalho nos serviços (51 mil, ou 4,1%), no comércio (20 mil, ou 6,2%), na construção civil (98 mil, ou 4,5%) e no agregado “outros setores” (2 mil, ou 1,3%) e decréscimo de ocupações na indústria (10 mil, ou 3,0%).

“A redução na construção civil é o reflexo observado na fatia da construção pesada para consumo durante o primeiro trimestre. Neste período as famílias têm mais obrigações a serem quitadas e, consequentemente, dão uma pausa nas reformas ou construções de suas casas”, explica o coordenador da PED pela Fundação João Pinheiro, Plínio Campos.

O supervisor técnico regional do Dieese, Fernando Duarte reitera que é preciso monitorar o mercado de trabalho nos próximos meses. “Temos que observar a indústria, por exemplo, que apresenta os melhores salários e tem grande capacidade de gerar renda para o Estado. Se continuar nesse nível de desemprego, o foco maior de preocupação será com a qualidade e não mais com as taxas”, destaca.

Segundo posição na ocupação, a PED registrou em abril aumento do número de postos de trabalho entre os assalariados (29 mil), refletindo acréscimo no setor privado (33 mil), já que foi registrada redução no setor público (4 mil), em relação a março. O comportamento do setor privado resultou do aumento do contingente de assalariados com registro em carteira (37 mil), já que o contingente de assalariados sem registro diminuiu (4 mil).  No período, houve redução do contingente de autônomos (15 mil) e acréscimo no número de ocupados no emprego doméstico (5 mil).

Rendimentos

O rendimento real médio dos ocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte foi estimado em R$ 1.410, em março de 2012, o que representa redução de 2,4% em relação ao mês anterior e 4,7% em relação ao mesmo período de 2011. O salário real médio também apresentou decréscimo de 2,1% em relação ao mês anterior e de 5,2% em relação ao ano passado, sendo estimado em R$ 1.389.

A coordenadora técnica da PED, Gabrielle Cicarelli, afirma que a queda nos rendimentos não é necessariamente um fator negativo. “Verificamos que entre os 10% da população com menor salário houve significativo aumento nos rendimentos, enquanto que entre os 10% da população que recebe maior salário é que houve queda. A queda nos rendimentos da população de maior renda pode estar mascarando as melhorias nos rendimentos da parcela que ganha menos”, conclui.

A média dos rendimentos nas sete regiões metropolitanas apuradas foi de R$ 1.458, sendo mais alta no Distrito Federal (R$ 2.294) e mais baixa em Fortaleza (R$ 997).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/desemprego-volta-a-cair-na-grande-belo-horizonte-e-fica-abaixo-da-media-nacional/

Governo Anastasia: taxa de desocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte cai para 4,7%

Rendimento médio do trabalhador mineiro apresentou crescimento, segundo dados do IBGE

Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira (22), aponta taxa de desocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) de 4,7%,  o que representa uma queda, comparado ao mesmo período do ano passado (6,3%). Em comparação ao mês de janeiro deste ano, a taxa apresentou relativa estabilidade, variando em 0,2% (4,5%).

A taxa de desocupação na RMBH apresentou aumento em relação ao mesmo período de 2011, passando de 56,1%, para 57,3% em fevereiro deste ano. Em relação ao rendimento médio real habitual, a taxa apresentou melhoria aos trabalhadores. O valor passou de R$ 1.487,95, em fevereiro de 2011, para R$ 1.592,00 no mesmo período deste ano.

“Estamos fazendo políticas públicas, incansavelmente, para que possamos levar mais e melhores empregos para a população mineira. Para este ano, a meta é qualificar cerca de 30 mil trabalhadores. Com isso, serão 30 mil pessoas com competência para realizar serviços nas mais diversas áreas para que possam ingressar no mercado de trabalho”, avaliou o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta.

Dados nacionais

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seis regiões metropolitanas do Brasil, sendo elas Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

De acordo com os resultados da PME, apurada em fevereiro de 2012, no conjunto das seis regiões, o contingente de desocupados foi estimado em 1,4 milhão de pessoas, resultado considerado estável em relação a janeiro último. Quando comparado com fevereiro de 2011, essa estimativa recuou 8,6% (menos 130 mil).

A população ocupada, estimada em 22,6 milhões em fevereiro de 2012 no agregado das seis regiões, não se alterou frente a janeiro. No confronto com fevereiro de 2011 registrou aumento de 1,9%, o que representou uma elevação de 428 mil ocupados no intervalo de 12 meses.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores, apurado em fevereiro de 2012 em R$ 1.699,70, no conjunto das seis regiões, subiu 1,2% em relação a janeiro último. Frente a fevereiro de 2011, o poder de compra dos ocupados aumentou 4,4%.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/taxa-de-desocupados-na-regiao-metropolitana-de-belo-horizonte-cai-para-47/

Gestão Antonio Anastasia: Região Metropolitana de BH registra menor taxa de desemprego do país

Contrariando as estatísticas, desemprego no mês de janeiro é o menor já registrado pela PED

Divulgação/Sete
Em comparação com janeiro de 2011, a queda na taxa de desemprego da RMBH é de 33,2%
Em comparação com janeiro de 2011, a queda na taxa de desemprego da RMBH é de 33,2%

A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada, nesta quarta-feira (29), pela Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), Fundação João Pinheiro (FJP) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou estabilidade na taxa de desemprego total, passando de 5,2% em dezembro de 2011, para 5,1% da População Economicamente Ativa (PEA) em janeiro deste ano. Esse é o menor índice entre as sete regiões metropolitanas pesquisadas e também o único, além de Recife, em que houve queda. Em São Paulo, Salvador, Fortaleza e no Distrito Federal houve crescimento na taxa de desemprego em relação ao último mês.

Na Região Metropolita de Belo Horizonte (RMBH), o desemprego aberto passou de 4,6% para 4,5%, enquanto o desemprego oculto permaneceu estável (0,6%). O acréscimo no número de ocupações (14 mil ou 0,6%) superou o número de pessoas que se inseriram no mercado de trabalho (12 mil ou 0,5%), o que resultou em pequena redução do número de desempregados (2 mil ou 1,6%). O número de ocupados na RMBH aumentou em relação ao mês anterior (0,6%) e foi estimado em 2.327 mil trabalhadores.

Para a coordenadora da PED pelo Dieese, Gabrielle Selani, a relativa estabilidade do desemprego na RMBH representa um resultado positivo para o mês de janeiro. “Este início de ano teve um movimento diferente em relação aos anteriores, mantendo relativa estabilidade em janeiro, mês que normalmente é de desaceleração da economia e, portanto, de crescimento da taxa de desemprego. Foram gerados 14 mil postos de trabalho na RMBH e esse número foi suficiente para absorver as 12 mil pessoas que se inseriram no mercado de trabalho e ainda retirar 2 mil pessoas da situação de desemprego”, afirmou.

“Esses números demonstram que a economia mineira continua apresentando resultados cada vez mais impressionantes, sem apresentar desgastes, especialmente pelo fato de que 2010 foi um ano excepcionalmente positivo, o que dificultaria em termos relativos os números de 2011”, afirma o coordenador do Observatório do Trabalho da Sete, Igor Mendonça.

Em comparação com janeiro de 2011, a queda na taxa de desemprego foi de 33,2%, maior queda da série histórica, iniciada em 1996. Em 2011, a queda verificada em relação ao ano anterior foi de 5,1%, e, em 2010, foi de 7,7%. O tempo médio de procura por trabalho despendido pelos desempregados também baixou, passando de 27 semanas em dezembro para 26 semanas em janeiro. Em janeiro de 2011, esse tempo era de 41 semanas.

Rendimentos

A pesquisa apontou ainda aumento de 2,2% no rendimento real médio dos ocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte entre dezembro de 2010 e dezembro de 2011, passando de R$ 1.432 para R$ 1.464. Esse é o melhor resultado aferido desde o mês de outubro de 2010.

De acordo com a PED, o salário real médio cresceu, no período anual, 2,6%, ao passar de R$ 1.404 para R$ 1.440. No setor privado, foram registrados acréscimos do salário médio na indústria (5,1%) e no comércio (0,9%), e redução no setor de serviços (3,3%). Entre os assalariados com carteira assinada, houve ligeiro decréscimo (0,2%) no rendimento médio, e entre os sem registro em carteira o rendimento aumentou (5,4%). Entre os autônomos, o rendimento médio apresentou acréscimo de 9,4%.

Segundo Igor Mendonça, o rendimento vinha demonstrando queda desde abril de 2011, a uma taxa média de 5%. O mês de dezembro, contudo, apresentou uma taxa positiva de 2,2%, quebrando a tendência de baixa.

Ocupação por setores

Em comparação com o mês de dezembro de 2011, a PED registrou acréscimo de 15 mil postos de trabalho na construção civil e de 4 mil na indústria.  O setor de serviços sofreu redução de 6 mil postos e o comércio e o agregado “outros setores” apresentaram estabilidade. Comparando janeiro de 2012 a janeiro de 2011, houve acréscimo de 66 mil postos de trabalho no setor de serviços e de 17 mil na construção civil, e redução de 5 mil postos no agregado “outros setores”.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: exposição Marc Riboud estreia em março no Palácio das Artes

Mostra possui 51 fotos datadas de 1953 a 2009, registradas pelo importante fotógrafo francês que dá nome à exposição

Estreia em 2 de março, no Espaço Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes, a exposição Marc Riboud, realizada pela Fundação Clóvis Salgado (FCS) em parceria com a Aliança Francesa de Belo Horizonte. Com curadoria da Delegação Geral da Aliança Francesa no Brasil, a exposição fica em cartaz até 11 de abril e tem entrada gratuita.

Marc Riboud é composta por 51 fotos, de tamanhos variados, datadas de 1953 a 2009, registradas por este importante fotógrafo francês que dá nome à mostra. Apelidado de “andarilho do vento” pelo diretor-geral da Aliança Francesa no Brasil, Yann Lorvo, suas fotos são um testemunho diferenciado dos grandes eventos e de lugares diversos, do Oriente ao Ocidente.

“De Washington ao Vietnã, do Nepal às Ìndias, da China à África, ou no Brasil, ele colecionou as imagens como se colecionam borboletas, com cuidado, prazer e paixão. Sua capacidade de se surpreender, seu amor pela vida, pelo próximo, aparecem na sua maneira de descobrir as culturas distantes e de voltar várias vezes aos países que visitou”, explica Yann Lorvo.

Além dessas fotos, também estarão expostas 10 montagens de fotografias feitas por Riboud no Brasil, em 2009, durante suas visitas a Porto Alegre e Rio de Janeiro. “Lá, como no Rio, cada dia de minha viagem foi um encanto. Mais ainda do que a beleza das paisagens e das cidades, pude apreciar o calor e a elegância das relações humanas; este sentimento que, tão longe da França, a compreensão é imediata, profunda, assim como é imenso o apetite pelos intercâmbios culturais”, declarou o fotógrafo, que esperou 85 anos para vir ao Brasil.

Para a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg, “a exposição reafirma as parcerias estabelecidas pela FCS com diversas instituições e tem por objetivo promover a circulação de conteúdos relevantes para a compreensão da arte mineira, brasileira e internacional contemporânea, valorizando as diversas linguagens artísticas”.

Desde 2010, a exposição passou por diversas cidades do Brasil, como Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, São Paulo, Belém e Curitiba, e foi vista por aproximadamente 100 mil pessoas.

Sobre Marc Riboud

Marc Riboud nasceu em 1923, na cidade de Lyon. Durante a Exposição Universal de Paris, em 1937, ele realizou suas primeiras fotografias com o pequeno Vest-Pocket que seu pai lhe deu por ocasião de seus 14 anos. De 1945 a 1948, estudou engenharia na Ecole Centrale de Lyon e trabalhou em uma fábrica antes de resolver dedicar-se à fotografia.

Em 1953, conseguiu publicar na revista Life a foto de um pintor da Torre Eiffel. Convidado por Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, integrou a equipe da agência Magnum. Em 1955, passando pelo Oriente Médio e o Afeganistão, foi por terra até a Índia, onde ficou um ano antes de ir para a China. Depois de uma estada de três meses na antiga URSS, em 1960, fez a cobertura das independências na Argélia e na África negra.

Entre 1968 e 1969, realizou reportagens no Vietnã do Sul e também no Vietnã do Norte, onde foi um dos poucos fotógrafos a poder entrar. Nos anos 1980, viajou regularmente pelo Oriente e pelo Extremo Oriente e realizou exposições em Paris, Londres, Nova Iorque, Beijing, Hong Kong e Bilbao.

Além de fotografias, publicou vários livros sobre a China, o Tibete e o Camboja. Seu trabalho foi exposto em diversos museus. Riboud recebeu, entre outras recompensas, dois prêmios do Overseas Press Club, o Time-Life Achievement, o Lucie Award, o ICP Infinity Award e, recentemente, o Sony World Photography Award.

Sobre a Aliança Francesa

A Aliança Francesa é uma associação sem fins lucrativos, constituída livremente por pessoas que têm o objetivo de divulgar a língua e a cultura francesas no seu país de origem. Fundada em Paris, em 1883, está presente em 135 países, possui 1016 estabelecimentos e tem cerca de 490 mil estudantes no mundo inteiro.

No Brasil, a rede das Alianças Francesas conta, atualmente, com 40 associações e nove centros correspondentes, estando presente em praticamente todos os estados brasileiros e formando, assim, uma ponte entre o Brasil e a França. Em Belo Horizonte, a Aliança Francesa foi fundada em 14 de julho de 1944 e está situada em um agradável casarão na região da Savassi.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Mineirão segue à risca cronograma de obras para a Copa das Confederações

Nova arena será palco de três disputas do evento esportivo, que será realizado de 15 a 30 de junho nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e Rio de Janeiro

Sylvio Coutinho
Cerca de 50% das obras de modernização do estádio foram concluídas
Cerca de 50% das obras de modernização do estádio foram concluídas

Minas Gerais segue à risca o cronograma das obras do Mineirão a 500 dias para a realização da Copa das Confederações Fifa de 2013. Cerca de 50% das obras de modernização do estádio foram concluídas. A nova arena será palco de três disputas do evento esportivo, que será realizado de 15 a 30 de junho nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e Rio de Janeiro. Recife e Salvador aguardam ainda aprovação da Fifa e do Comitê Organizador Local (COL). “A Copa das Confederações será uma grande oportunidade para mostrar ao mundo o novo Mineirão, com suas instalações modernas e confortáveis, um gramado que atende aos altos padrões do futebol internacional, com uso de energia solar, reaproveitamento de água de chuva e espaços que atendem às normas de acessibilidade. Será inesquecível para quem viver essa experiência, seja trabalhando ou como visitante”, diz o secretário de Estado Extraordinário da Copa, Sergio Barroso.

No dia 15 de junho de 2013, o Estádio Nacional de Brasília receberá a partida inaugural do “Festival de Campeões”. Os vencedores dos títulos continentais de cada uma das seis confederações, a atual campeã mundial Espanha e o Brasil, como país-sede, se enfrentarão até a grande decisão do dia 30 de junho, no Maracanã.

Além de Brasil e Espanha, três países conquistaram os títulos de suas confederações em 2011 e já garantiram vaga: o México, campeão da Copa Ouro da CONCACAF; o Japão, que venceu a Copa Asiática de Seleções e o Uruguai, vencedor da Copa América. Os demais participantes serão os campeões da Copa Africana de Nações de 2013, da Copa das Nações da Oceania de 2012 e da UEFA Euro 2012. As oito equipes serão divididas em dois grupos durante o sorteio final, que será realizado em São Paulo no dia 1º de dezembro.

Obra hoje

Para este mês, está previsto o início da montagem das arquibancadas inferiores em pré-moldado e chegada das treliças da nova cobertura. Em janeiro, houve avanço no trabalho de montagem de estruturas pré-moldadas, execução das fundações internas, estruturas de apoio das novas arquibancadas inferiores, revestimentos internos em argamassa de cimento e areia. Também foi instalada uma das quatro gruas no interior do estádio. O equipamento poderá transportar materiais depositados fora do campo, como estruturas metálicas da nova cobertura e pré-moldadas de concreto da futura arquibancada inferior. Duas delas apresentam alcance de “braço” de 75 metros, enquanto o das outras duas será de 52,6 e 48,4 metros. O novo estádio vai receber seis partidas da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.