Arquivos do Blog

Choque de Gestão: Anastasia amplia prêmio de produtividade para servidores

Choque de Gestão: prêmio por produtividade, criado por Aécio, é ampliado por Anastasia. Ação valoriza o funcionalismo público.

Choque de Gestão: Aécio Neves e Antonio Anastasia

Fonte: PSDB Minas

Prêmio por produtividade: Anastasia amplia ação do Choque de Gestão de Aécio Neves

 Choque de Gestão: Anastasia amplia produtividade

Choque de Gestão: Em entrevista coletiva, Anastasia anunciou pagamento do Prêmio por Produtividade aos servidores públicos em atividade na administração direta e indireta do Estado. Foto Wellington Pedro/Imprensa MG

O Prêmio por Produtividade foi uma inovadora medida criada no Choque de Gestão – modelo implantado por Aécio Neves – para valorizar o trabalho do funcionalismo público do Estado de Minas Gerais. A intenção é premiar financeiramente os servidores que cumpriram suas metas em relação ao seu trabalho, que é atender a população com qualidade.

Criado em 2008, o prêmio tinha por objetivo introduzir na esfera pública o conceito da meritocracia, onde o servidor passava a ser melhor remunerado de acordo com o cumprimento de metas, na melhor prestação do serviço.

Em 2009, ano do primeiro pagamento do Prêmio por Produtividade, foram destinados R$ 318 milhões para 300 mil servidores estaduais. Até então, o limite máximo do prêmio era uma vez o salário mensal do servidor, o que o tornava uma espécie de 14º salário por merecimento.

Nesta semana, o governador Antonio Anastasia anunciou mais uma etapa do Prêmio, a quarta desde a sua criação durante o Choque de Gestão de Aécio Neves. No próximo dia 30 de março, serão R$ 410 milhões pagos a 378 mil servidores pelo cumprimento de metas pactuadas e cumpridas em 2011 nas diversas áreas de atuação, como educação, saúde, desenvolvimento social e transportes.

Entre as metas acordadas e cumpridas na área de Saúde destacam-se a criação de 212 novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), a entrada em atividade de três centros Viva a Vida, em Patos de Minas, Muriaé e Ribeirão das Neves, além da implantação do banco de medula óssea no Centro de Especialidades Médicas. Mais de 160 mil gestantes mineiras fizeram sete ou mais consultas durante o pré-natal.

Na Educação, merecem destaque a superação de metas estabelecidas que resultaram em 39.407 alunos atendidos pelo Programa de Aceleração da Aprendizagem; reforma e melhoria de infraestrutura em 516 escolas e o atendimento de 114.414 alunos pelo Projeto Educação em Tempo Integral.

Na área Social, foram atendidos 72.107 jovens pelo Poupança Jovem e 821 municípios receberam o Piso Mineiro da Assistência Social. Também merece destaque a abertura de 30 agências do Banco Travessia e a manutenção de outras 40.

Minas é o único Estado brasileiro a pagar o Prêmio por Produtividade ao conjunto dos servidores do Executivo desde 2009, fruto do Choque de Gestão implantado por Aécio Neves.

Anúncios

Governo de Minas paga segunda parcela do Prêmio por Produtividade

Servidores ativos do Estado recebem o abono relativo ao desempenho de 2010

O Governo de Minas deposita na terça-feira (28), na conta de 397.381 funcionários públicos estaduais, a segunda parcela do Prêmio por Produtividade, relativo a 2010. Para o pagamento do prêmio, feito em duas parcelas, o governo destinou mais de R$ 507 milhões.

O pagamento não é uniforme para todos os servidores. Os valores variam conforme a pontuação obtida pelas equipes no Acordo de Resultados. A média do pagamento corresponde a 85,3% do salário recebido pelo funcionário em dezembro de 2010.

Prêmio

Criado em 2003, o prêmio é uma retribuição pelo cumprimento das metas de trabalho pactuadas em todas as áreas de atuação do governo. É um importante instrumento do Executivo mineiro para cumprimento do Acordo de Resultados, que estabelece, por meio de indicadores e metas, quais compromissos devem ser entregues pelos órgãos e entidades da administração estadual.

A aferição do prêmio segue eficiente metodologia que mede o cumprimento das metas pré-estabelecidas pelas equipes no início de cada ano e de que forma o trabalho dos servidores impacta de modo positivo na vida dos cidadãos. Além do cumprimento das metas, o pagamento do prêmio está condicionado ao resultado fiscal positivo no ano anterior e à existência dos recursos em caixa.

Resultados

De acordo com a avaliação da pactuação de resultados, Minas experimentou avanços em várias áreas, em 2010, em relação a anos anteriores.  Na saúde, o Programa Saúde da Família ampliou a cobertura, passando de um atendimento de 64,75% da população, em 2007, para 70,05%, em 2010. Entre os indicadores de meio ambiente e desenvolvimento sustentável, o acesso à disposição adequada de lixo passou de 38,9% para 52,69%, no mesmo período. Já no setor de Transportes e Obras Públicas, entre outros indicadores, está o percentual de municípios com acesso pavimentado, que chegou a 94,7%, em 2010, contra 83% em 2007.

Fonte: Agência Minas

Aécio Neves diz que o Brasil deixa desejar no crescimento moral

Combate à corrupção, a favor da ética na política

Fonte: Marcos de Moura e Souza – Valor Econômico

Oposição pode ajudar em reformas e ‘faxina’, diz Aécio

Aécio, que é um dos nomes mais fortes da oposição para enfrentar Dilma numa provável tentativa dela de se reeleger em 2014, disse que é preciso “separar questões de Estado e de governo” 

O senador Aécio Neves defendeu ontem maior diálogo entre o seu partido, o PSDB, e o governo da presidente Dilma Rousseff para viabilizar a aprovação de grandes reformas e reduzir o espaço daqueles que, segundo ele, só querem se aproveitar do Estado.

Diante de empresários e políticos mineiros em um evento em Belo Horizonte, o senador chegou a falar em pacto de governabilidade com as oposições e disse que é preciso “grandeza” para que ambos os lados se sentem à mesa para enfrentar questões importantes ao país.

O aceno veio em tom de desafio. “Falta ao governo, na minha avaliação, coragem necessária para chamar as oposições, quando tiver convicção de qual seja o caminho, e aceitar conosco um pacto de governabilidade que impeça aqueles que querem se locupletar, aqueles que querem se aproveitar do Estado, para que eles não tenham espaços que estão tendo hoje”, disse Aécio.

Foi uma menção ao “aparelhamento da máquina pública” que criticara minutos antes em seu discurso e uma alusão aos integrantes do governo, muitos de partidos aliados ao governo, que têm sido alvo da sucessão de substituições que o Executivo empreende nos últimos meses.

Aécio, que é um dos nomes mais fortes da oposição para enfrentar Dilma numa provável tentativa dela de se reeleger em 2014, disse que é preciso “separar questões de Estado e de governo” e que a oposição precisa ter “capacidade para se sentar à mesa com o governo para discutir reformas”. Segundo ele, muitas vezes seu partido é cobrado por fazer uma oposição mais frontal, mas que não é papel da legenda fazer oposição a questões de interesse do país.

“O Brasil avançou do ponto de vista democrático, cresce do ponto de vista econômico, mas se degrada do ponto de vista moral, é esse o Brasil que precisará ser reconstruído com coragem e com ousadia”, afirmou durante encontro da Associação de Dirigentes Cristãos de Empresas.

Mais tarde, também em Belo Horizonte, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, foi mais contido na aparente disposição de Aécio de abrir novos canais de diálogo com o governo Dilma. Questionado por repórteres, disse que isso “depende do próprio governo”. E pontuou: “Isso não deve ser confundido com adesão. Há pontos de vistas diferentes”.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, também reagiu às declarações do senador. “O espaço para dialogar projeto e propostas é o parlamento e até hoje nem o PSDB, nem o DEM nem o PPS têm apoiado os projetos do Executivo”, disse durante visita à capital mineira, onde se reuniu com a cúpula regional do partido. Falcão disse ainda que Aécio nunca foi um “crítico ferrenho” do governo. ”Ele tem ensaiado algumas críticas muito tênues porque seu próprio partido não tem se encorajado muito a fazer oposição, está sem projeto, está sem rumo”, disse o petista.

Os comentários de Aécio vieram em um discurso marcado por críticas aos anos do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que produziu um “Estado paquidérmico, com quase 40 ministérios sem foco”. Disse que o governo caiu em sua própria armadilha de aumento de gastos e de criação de, segundo ele, “feudos” na máquina pública.

Criticou ainda o que, segundo ele, é um aumento desmedido de poder concentrado nas mãos da União, que enfraquece a oposição. O problema, disse, começa com aumento da arrecadação. “Jamais tivemos uma concentração tão ampla de recursos na União”, disse. “O governo federal amplia a arrecadação das contribuições, que são os impostos não compartilhados, e toda a bondade que precisa ser feita, como a redução do IPI é feita sobre os impostos compartilhados”.

Adoção em debate

Fonte: artigo Aécio Neves* – Folha de S.Paulo

Fabiana e Leandro vivem em Brasília. São pais naturais de Valentina e, por adoção, de Miguel, que tem síndrome de Down. Antes, adotaram Paulo, que sofria de leucemia.

Sem os dois, Paulo teria passado seus últimos seis meses de vida num abrigo. O casal acaba de adotar Arthur.

Histórias como esta certamente existem em outras partes do Brasil. Mas, infelizmente, estamos muito distantes de dar à questão da adoção a dimensão que ela precisa ter.

O Brasil tem mais de 29 mil crianças em abrigos e só cerca de 4.500 em condições legais de adoção. Do outro lado da fila, há quase 27 mil pretendentes a pais e mães cadastrados, evidenciando um descompasso entre os que querem adotar e as crianças que aguardam uma família definitiva.

Precisamos aprofundar esse debate para que os avanços proporcionados pela criação do Cadastro Nacional de Adoção e pela Lei Nacional da Adoção alcancem os resultados esperados. Os principais desafios são nossos velhos conhecidos: vão desde entraves na área judicial até preconceitos que permanecem enraizados e prevalecem mesmo sobre o desejo de tantos de se tornarem pai ou mãe.

Dos 27 mil pretendentes, mais de 10 mil consideram apenas a hipótese de adotar crianças brancas. Os dados do cadastro mostram também que cai drasticamente a chance de uma criança ser adotada a partir do squatro anos. Para as que têm oito anos, os interessados não chegam a 1%. Por isso, o número de jovens de 14 anos vivendo em abrigos é quase 27 vezes maior que o de recém-nascidos.

A Lei da Adoção fixa o prazo de permanência nos abrigos a dois anos e exige o exame de cada situação a cada seis meses, decidindo se a família original está apta ou não a receber a criança de volta. Cumprir tais prazos é um desafio importante do Judiciário para garantir a essa criança o convívio adequado, com pais e parentes ou com a nova família.

A Frente Parlamentar da Adoção, recém-criada, pretende, em parceira com o CNJ e especialistas, retomar esforços em torno desse tema.

Governos, entidades civis, Legislativo, empresas e veículos de comunicação podem e devem caminhar com o Judiciário, dentro de suas competências, para estabelecer novos marcos legais, financiar projetos e instituições de abrigo, promover experiências como o apadrinhamento afetivo e estimular uma nova cultura da adoção no Brasil.

Reproduzo aqui as palavras de Fabiana, em seu depoimento na criação da Frente Parlamentar da Adoção: “Um filho é sempre um filho, independente da cor dele, da sua condição ou do seu estado de saúde”. Palavras generosas, que o Brasil – e cada um de nós – poderia transformar em ações convergentes e responsabilidade compartilhada.

*AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras para a Folha

Aécio Neves recebe apoio da Assembleia de Minas para contestar dívida pública

Gestão Pública, contas públicas

Mobilização para resolver a dívida

Fonte:O Tempo

Deputados estaduais fecham pacote de propostas para tentar solucionar os débitos de Minas com a  União, de R$ 60 bilhões

Criticada por governadores, secretários estaduais da Fazenda e parlamentares de várias regiões do país, a forma como são calculados os juros da dívida pública será tema de um documento elaborado pelos deputados estaduais e entregue na semana que vem aos senadores mineiros. A medida será uma forma de pressionar a União para que os critérios na cobrança dos estados sejam reavaliados. Os integrantes da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da Assembleia Legislativa de Minas (ALMG) querem mudanças no indexador adotado pelo governo federal e apresentarão sugestões discutidas na comissão para resolver o problema.

A dívida pública de Minas Gerais, que chegou a ser considerada “impagável” pelo senador Aécio Neves(PSDB), se permanecerem os critérios de cobrança adotados atualmente, é de aproximadamente R$ 60 bilhões, e os parlamentares apontam os altos juros como entrave para que seja quitada. ”Hoje, o estado paga juros que giram em torno de R$ 3 bilhões a 4 bilhões por ano e, ainda assim, a dívida fica acumulada, aumentando cada vez mais. Esse tema é de grande interesse da maioria dos estados e não somente dos gestores, mas também dos legislativos, que devem pressionar o governo para que as mudanças sejam colocadas em prática”, explica o deputado Zé Maia (PSDB), presidente da comissão.

Entre as medidas sugeridas pelos parlamentares mineiros está a substituição do Índice Geral de Preços (IGP-DI), mais os juros fixos de 7,5%, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para o subsecretário do Tesouro Estadual, Eduardo Antônio Codo, essa seria uma das possibilidades que poderiam ajudar nas renegociações, mas outras iniciativas também devem ser analisadas. “O que esperamos é uma revisão nos critérios para os pagamentos, já que da forma como estão o estado não conseguirá finalizar o saldo devedor. Minas quer uma negociação que também considere o lado da União, por meio de uma equação que harmonize essas cobranças”, afirmou Eduardo Codo.

MANIFESTAÇÃO O deputado Zé Maia lamentou a ausência de representantes do Ministério da Fazenda na audiência pública de ontem para discutir as propostas de revisões para a dívida pública. “Como os integrantes do governo federal, que são os principais envolvidos neste debate, não vieram, esperamos que nossas sugestões ganhem mobilização no Senado”, disse. No entanto, caso eles estivessem presentes, não poderiam contribuir muito com as discussões sobre o tema, uma vez que a audiência foi interrompida minutos depois de aberta por professores que protestavam contra o atual piso da categoria.

O auditório da Assembleia foi tomado por manifestantes que levaram faixas e apitos para reivindicar aumentos salariais e mudanças no plano de carreira dos educadores da rede estadual. O clima no auditório ficou tenso, com críticas duras dos manifestantes dirigidas aos parlamentares que participavam da reunião, cobrando maior atuação do legislativo nos diálogos entre os sindicatos e o governo. Os manifestantes só deixaram o auditório depois que o presidente da Casa, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), combinou de receber o grupo no Salão Nobre da Assembleia, onde ouviu as reivindicações dos educadores

Sem gestão:Aécio Neves diz que o governo do PT é incapaz de administrar rodovias

Gestão ineficiente

Aécio Neves vê na queda de ponte em Sabará exemplo da incapacidade do governo federal para cuidar das rodovias

Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves

Senador defende estadualização para melhorar qualidade das estradas

O senador Aécio Neves afirmou nessa quarta-feira (27-04-11) que a queda de uma ponte sobre o Rio das Velhas no quilômetro 454 da BR 381, em Sabará, Região Metropolitana de Belo Horizonte, é mais uma prova da incapacidade do governo federal em cuidar das rodovias. Na avaliação do senador, esse grave problema, que vem causando grandes danos para a população local e para quem utiliza a rodovia, reforça sua tese de estadualização das estradas.

A ponte está interditada desde a última quarta-feira, dia 20, pela Polícia Rodoviária Federal, após uma viga de sustentação da estrutura ceder, provocando o afundamento da pista. Aqueles que precisaram usar a BR-381 para viajar no feriado da Semana Santa enfrentaram longas horas de engarrafamento tendo que passar por desvios. A população que precisa transitar diariamente pelo local sofre com a situação. Uma passarela improvisada está sendo utilizada pelos pedestres.

“Se há um consenso hoje no Brasil, esse é um deles: a incapacidade que o governo tem  demonstrado de gerir de forma adequada as nossas rodovias. O que eu tenho defendido é que essa figura esdrúxula que só existe no Brasil – de rodovias federais – deixe de existir e, obviamente por etapas, portanto, dentro de um planejamento, eu defendo que as rodovias federais passem à gestão dos estados com a transferência, obviamente, dos recursos para os estados”, afirmou o senador em entrevista em Brasília.

A proposta do senador é de que esse processo pode ser iniciado com a transferência da totalidade dos recursos da Cide (uma das fontes de financiamento do setor rodoviário) para os estados. Hoje, apenas 29% da Cide vão para estados e municípios.

“Isso possibilitaria o início do processo de transição de transferência da responsabilidade das rodovias federais para os estados. E nos estados, aí sim, as decisões são tomadas com mais agilidade, os governantes têm a pressão da população e tenho certeza de que problemas como esse da ponte na BR 381 que transformou em caos, em inferno a vida de tantos mineiros no último feriado, e até mesmo em riscos muito grandes, não teriam ocorrido”, disse o ex-governador de Minas Gerais.

O senador Aécio Neves alerta que o Brasil hoje vive um processo de forte centralização, caminhando para se transformar em um estado unitário, e um presidencialismo quase imperial. “O caminho correto é o da descentralização, em todos os aspectos, em todas as áreas de responsabilidade do governo federal e, nas rodovias, muito em especial”, concluiu o senador.

Choque de Gestão transforma Minas Gerais

Gestão púbica, gestão eficiente

Aos mineiros

Entre 2003 e 2009, a criminalidade violenta, em todo o estado, caiu 45,2%

Fonte: Artigo publicado no Estado de Minas

Aécio Neves – Ex-governador, senador eleito (PSDB-MG)

Neste 31 de dezembro, termina o tempo para o qual fui eleito pelos mineiros governador do nosso estado. Embora, atendendo à determinação da legislação em vigor, já tenha transferido o cargo às mãos honradas do governador Antonio Anastasia, sinto que, do ponto de vista simbólico, permaneceram intactas todas as minhas responsabilidades com Minas e a nossa gente. Olho para esses últimos anos e vejo como é difícil dar a dimensão correta ao sentimento e à honra de ter sido eleito, por duas vezes, e com as maiores votações de toda a nossa história, para governar o nosso estado. Daquele momento inicial até hoje, foi uma longa jornada. Com comprometimento, ousadia e responsabilidade, obtivemos conquistas que muitos consideravam impossíveis de serem alcançadas em tão pouco tempo e que fizeram com que o respeito e a admiração do Brasil com Minas aumentassem ainda mais.

O nosso “choque de gestão” reformou paradigmas essenciais da administração pública em busca da eficiência, da qualidade e de benefícios diretos para a população, e seus resultados o tornaram referência para outros estados brasileiros e mesmo para importantes instituições internacionais, como o Banco Mundial. Apesar de sermos o estado brasileiro com o maior número de municípios e das grandes diferenças regionais que temos, nossos alunos ocupam hoje os primeiros lugares no ranking nacional de educação, à frente de estados mais ricos e homogêneos, uma prova inconteste da melhoria da qualidade do nosso ensino. Na saúde, esse grande desafio nacional, construímos ou reformamos uma unidade de saúde a cada dia de governo e aumentamos em 339% a distribuição de remédios de forma gratuita.

Na segurança, comemoramos o recuo dos índices de criminalidade a patamares de 10 anos atrás. Entre 2003 e 2009, a criminalidade violenta, em todo o estado, caiu 45,2%. Invertemos a curva ascendente da taxa de homicídios, que vem caindo ano a ano numa redução de 11,5% em relação a 2003. Batemos recordes na geração de empregos e na economia. Na área de infraestrutura, voltada para criar condições para o nosso desenvolvimento, levamos telefonia celular para mais de 400 municípios que não tinham o serviço e asfalto para 200 cidades que não contavam com o benefício. Triplicamos as estações de tratamento de esgotos e fizemos o maior investimento da história do estado em saneamento básico. Os investimentos apenas por meio da Copasa cresceram 378%. Aliás, saneamento e energia subsidiados avançam por todo o nosso interior e alcançam comunidades rurais praticamente isoladas.

Quando assumi o governo, disse que governaria para todos os mineiros, mas que, em nome de todos eles, teria um olhar especialmente voltado para o Norte e os vales do Jequitinhonha, Mucuri e São Mateus. Entre todos os compromissos cumpridos, aqueles realizados nessas regiões me dão especial alegria e refletem o sentido de prioridade que demos à conquista da equidade e do equilíbrio regional. Conseguimos chegar a fazer três vezes mais investimentos per capita nessas regiões do que no restante do estado. Elas também receberam a maior parte das estradas asfaltadas, esforço diferenciado para saneamento e programas transformadores, como o de Combate à Pobreza Rural e o Travessia.

Poderia falar de muitos outros resultados do nosso governo, mas não é esse o meu objetivo aqui. Governar, afinal, não diz respeito apenas a obras e projetos, mas fundamentalmente a sentimentos. Durante os últimos oito anos, ofereci a Minas o que penso ter de melhor: minha coragem, meu afeto, minha alegria. Hoje, o meu sentimento é um misto de gratidão, orgulho e saudade. Gratidão pela confiança que nunca me faltou, e se manifestou novamente no resultado das últimas eleições; orgulho pelo que fomos capazes de construir juntos para Minas, em tão pouco tempo, e saudade da alegria partilhada no dia a dia sempre que podíamos comemorar mais um obstáculo vencido na cotidiana tarefa de melhorar a vida dos mineiros.

Os dois primeiros sentimentos levarei sempre comigo. A saudade, vencerei com a constatação de que não estou me afastando daqui. Minas – e o meu compromisso com os mineiros – está sempre comigo. Estarei em Brasília, no Senado Federal, na intransigente defesa dos interesses do nosso estado, porque Minas é a minha casa, minha causa, minha pátria – para sempre. Dizem que a gratidão é a memória do coração. Despeço-me não dos mineiros, mas deste ciclo de oito anos em que estive à frente dos destinos do nosso estado, com uma palavra, mas talvez a maior em significado por tudo que ela é capaz de trazer e guardar: obrigado.

Gestão Aécio-Anastasia: Copasa recebe prêmio de excelência em saneamento

Choque de Gestão, gestão eficiente

Fonte: Agência Minas

O governador Antonio Anastasia participou, na noite desta segunda-feira (29), no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, da entrega do Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento – 2010 (PNQS) conquistado pela estatal mineira Copasa. É a primeira vez no Brasil que uma companhia de saneamento obtém o Troféu Ouro – Rumo à Excelência, premiação concedida pelo Comitê Nacional da Qualidade, vinculado à Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). O prêmio é reconhecido pela International Water Association (IWA) como a mais importante ferramenta de gestão dos serviços de saneamento ambiental.

A Copasa, na gestão Aécio-Anastásia, se destacou entre as 41 empresas estaduais, municipais, públicas e privadas, de dez estados brasileiros. Nesta 14ª edição do PNQS, são reconhecidas as empresas que adotam as melhores práticas gerenciais e os melhores resultados organizacionais.

As diretorias de Operação Norte e Sudoeste da Copasa também se destacaram, conquistando o Troféu Platina, nível III. Já a diretoria Metropolitana recebeu o Troféu Ouro, confirmando a qualidade dos serviços de saneamento prestados pela Companhia.

Durante a solenidade, o governador entregou o prêmio ao presidente da Copasa, Ricardo Simões.

Liderança

A Copasa foi eleita a “Empresa de Valor”, em 2009, premiação concedida à melhor empresa brasileira entre as 1.000 melhores do ano, pelo Jornal Valor Econômico. Também, pelo 2º ano consecutivo, a Copasa foi a melhor empresa do setor de água e saneamento do Brasil.

A Copasa também foi campeã das empresas de saneamento do Brasil e recebeu o prêmio na categoria Melhores e Maiores – Empresa Excelência de Minas Gerais 2008/2009, concedido pela revista Mercado Comum, no XI Prêmio Minas – Desempenho Empresarial. O Ministério das Cidades, através do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (Snis), apurou que a Copasa é a empresa estadual que mais economiza água no país, resultado alcançado graças ao Programa de Redução de Perdas de Água e economia de energia elétrica desenvolvido pela empresa.

O Laboratório Central da Copasa recebeu o reconhecimento da certificadora inglesa British Standards Institution (BSI). Por meio de auditoria externa, a BSI ratificou o Certificado ISO 9001:2000 que a unidade vem mantendo desde 2000. O Laboratório de Hidrometria também recebeu a creditação do Inmetro para funcionar como Posto de Ensaio Autorizado (PEA).

Desempenho

A Copasa investiu, entre 2003 e 2009, R$ 5,6 bilhões na sua área de concessão, no Estado. Desse montante, R$ 2,4 bilhões foram destinados aos sistemas de abastecimento de água, e R$ 2,9 bilhões na coleta e tratamento de esgotos. Os R$ 300 milhões restantes foram investidos em programas de melhoria e desenvolvimento operacional.

Em 2010, até setembro, a Copasa investiu R$ 622 milhões, sendo R$ 273 milhões para os sistemas de abastecimento de água e R$ 331 milhões em coleta e tratamento de esgoto.

A Copasa está presente, com os serviços de abastecimento de água, em 613 municípios mineiros e, com esgotamento sanitário, em 203 municípios. A empresa possui 106 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em operação. Outras 74 já estão em obras. Tem também outras 41 ETEs projetadas para serem construídas, existindo também 10 ETEs em licitação.

Entre setembro/2009 e setembro/2010, a população beneficiada com os serviços de abastecimento de água aumentou em 408 mil pessoas, alcançando a soma de 13,1 milhões. Os sistemas de esgotamento sanitário apresentaram um avanço maior. A Companhia totalizou 1,93 milhão de ligações de esgoto em setembro de 2010, diante de 1,83 milhão no mesmo mês do ano passado, o que representa aumento de 5,8%.

Governo Aëcio-Anastasia: Cemig utiliza modelo inovador de gestão

Gestão moderna

Tendência é descentralizar distribuição

Fonte: Aldem Bourscheit – Valor Econômico

Tecnologia: As redes inteligentes, com acessórios eletrônicos, melhoram a qualidade dos sistemas de energia

Empresas, fornecedores de equipamentos, institutos de pesquisa e concessionárias brasileiras e americanas estão dedicadas a implementar ” redes inteligentes” para distribuição de energia. No Brasil, o experimento poderá acontecer em Sete Lagoas, a setenta quilômetros de Belo Horizonte, onde a Cemig – Companhia Energética de Minas Gerais já está instalando aparelhos para automatizar e modernizar o sistema elétrico. O projeto deve ser concluído até o fim de 2011.

As redes inteligentes ainda usam postes e fios, mas recebem “acessórios” eletrônicos e de telecomunicações que podem reduzir ou evitar apagões, minimizar desperdícios e perdas, melhorar a qualidade na distribuição, ampliar as informações para os consumidores e reduzir as contas mensais. As smartgrids também diminuem a necessidade de grandes usinas a milhares de quilômetros dos centros consumidores e aceitam fontes alternativas, como eólica e solar. Outra possibilidade é o uso de aparelhos domésticos e industriais programados para ligar em horários de energia mais barata. Assim como na telefonia, o valor da eletricidade varia ao longo dia, crescendo nos horários de maior demanda. No Brasil de hoje, apenas grandes consumidores tem tarifas diferenciadas.

Os testes de campo no Brasil pretendem “tropicalizar” as redes inteligentes, adequando-as ao perfil de consumo e necessidades energéticas nacionais. Nos Estados Unidos e Europa, a demanda energética por habitante é muito maior e as smartgrids servirão para racionalizar o consumo e cortar emissões de gases de efeito estufa em países que geram energia queimando combustíveis fósseis. No Brasil, a maior fatia da geração ainda é hidrelétrica. “Teremos maior confiabilidade em nosso sistema e cortaremos desperdícios e custos de manutenção”, diz o superintendente de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição da Cemig, Denys Cláudio Cruz de Souza.

Ex-vice-presidente da AES Eletropaulo, Cyro Vicente Boccuzzi, diretor da consultoria ECOee Energia Eficiente diz que as tecnologias de distribuição estão obsoletas. “Os sistemas atuais têm nível de confiabilidade incompatível com as necessidades modernas. Além disso, construir redes no modelo antigo das usinas de grande porte, têm alto preço ambiental. As smartgrids podem elevar eficiência dos sistemas e reduzir a necessidade de mais geração”, afirma.

Para Boccuzzi, o mundo está migrando para sistemas de microredes descentralizadas, em que cada cidade, residência ou prédio produz sua energia, alimentando sistemas maiores e complementares. O que parece ficção já é realidade na cidade de Masdar, nos Emirados Árabes Unidos, que vem sendo construída para ser autosuficiente em energia renovável. “Na União Européia, muitos consumidores também são geradores de energia”, diz. No pacote de recuperação econômica lançado por Barack Obama em fevereiro de 2009, 3,5 bilhões de dólares foram dedicados a cem projetos de smartgrids que serão executados até 2012. “No exterior, redes inteligentes já chegaram às políticas públicas. No Brasil, não alcançamos esse estágio”, diz Cruz de Souza, da Cemig.

Governo Aécio: modelo sustentável da Cidade Administrativa beneficia Belo horizonte

Gestão sustentável

Cidade Administrativa gera benefícios para a região Norte

Fonte: Estado de Minas

Uma van, que carrega cerca de 20 pessoas por viagem, e uma Zafira, com sete passageiros, cruzam a Rua 2, saindo do número 165, no Bairro Nova Pampulha, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), rumo à Cidade Administrativa Tancredo Neves, centro nervoso do governo estadual. O transporte, que é feito cinco vezes ao dia, em trajetos de ida e de volta entre 11h30 e 15h, é oferecido gratuitamente aos servidores do estado que almoçam no Restaurante Casarão, localizado a 15 minutos da nova sede do governo de Minas.

Essa foi a saída encontrada pela empresária Augusta Maria Soares, que abriu o estabelecimento há um ano e quatro meses, em sua própria casa, para abocanhar parte de um mercado que, até outubro, vai somar 16 mil servidores, sem falar numa população flutuante calculada em até 10 mil pessoas diariamente. Hoje, já existem cerca de 4 mil funcionários públicos trabalhando no local. Resultado da estratégia: restaurante lotado – há 120 lugares, mas a casa atende aproximadamente 180 pessoas ao dia –, e planos urgentes para dobrar a capacidade de atendimento.

Shelen Sudário, assessora de recursos humanos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais e Aparecida Lopes, diretora de planejamento e orçamento da mesma secretaria, são usuárias de carteirinha do sistema, que garante – e fideliza – a clientela do Casarão. “Venho aqui todos os dias. Gasto cerca de R$ 15 a cada almoço, incluindo sobremesa e suco”, diz Shelen. Na avaliação dela, a van é “super confortável”. Aparecida Lopes completa: “Adoramos a comida, muito caseira e bem feita”. O ambiente também é caprichado. Tem queda d’agua, muitas plantas e até uma calopsita (ave) cantadeira chamada Itamar, cujo ofício parece ser o de seduzir a freguesia.

O Casarão é o exemplo mais marcante, e um dos mais bem aproveitados, das oportunidades que estão surgindo no ramo da alimentação no entorno da Cidade Administrativa. Mas não é o único. Orcival Rodrigues Salomão Filho, o Wolverine, técnico em informática que trabalha na Secretaria de Governo (Segov), também descobriu o filão e já está faturando. Fornece entre 90 e 100 marmitas ao dia, a preços que variam entre R$ 5 (pequena) e R$ 7 (grande). “Quem prepara a comida é minha esposa, estudante de gastronomia. Só atendemos por encomenda”, explica. Wolverine trabalha na Segov há três anos e relata que começou a fornecer marmitas quando a secretaria ainda funcionava no Palácio da Liberdade. “Lá, eu vendia entre 30 e 35 ao dia, agora penso em ampliar a oferta conforme a demanda”. Para conseguir atender o aumento no número de pedidos, foi necessário contratar três ajudantes para a cozinha que montou em sua casa especialmente com essa finalidade.

O mercado atendido pelos dois empreendedores representa apenas 9,5% dos funcionários que já trabalham todos os dias na Cidade Administrativa. Em outubro, esse número sobe para 16 mil, e o percentual de servidores atendidos por eles cai para 2,4%. A Cidade Administrativa possui dois salões, com capacidade total para atender a cerca de 3 mil pessoas. Ou seja: considerando que essa gente toda vai precisar almoçar, e não necessariamente o fará nas dependências da sede do governo, ainda há um espaço gigantesco à espera de boas idéias para alimentar o funcionalismo estadual mineiro.

A promotora de negócios do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), Lucille Romualdo, também frequenta o restaurante Casarão diariamente. “Venho todos os dias, aproveitando a van. Adotei o Itamar (a calopsita) e até comprei uma igual (batizado de Alfredo)”, diz.

Benefícios chegam ao entorno

Outros bares e restaurantes, um pouco mais distantes da Cidade Administrativa, também já estão sentindo a freguesia aumentar com a chegada dos servidores públicos estaduais. É o caso do Bar do Careca, o Pescador, no Floramar. Na rotina do estabelecimento, não há previsão de abrir para o almoço, mas isso vem mudando pouco a pouco, a pedido dos novos clientes. “Quando o pessoal pede, abro especialmente nesse horário durante a semana. O atendimento é exclusivo”, afirma do dono da casa, Amarildo Alves da Costa. Além disso, segundo ele, às sextas-feiras, e às vezes também às quartas e quintas, os funcionários públicos reservam mesas para um happy hour.

O movimento já garantiu uma expansão de 20% no faturamento do bar. “Acho que ainda tem potencial para crescer muito. Ao todo, serão 16 mil pessoas trabalhando lá. Estou dando uma melhorada no boteco. Vou colocar mais um banheiro, a cozinha está sendo azulejada e o teto será consertado”, diz. No Restaurante e Pizzaria do Índio, também no Floramar, a cerca de 6 km da Cidade Administrativa, os fregueses também chegam em maior quantidade desde março. “O pessoal vem geralmente na sexta-feira. O tíquete médio fica entre R$ 10 e R$ 12. Às sextas-feiras, 15% da clientela vem de lá”, calcula Sérgio Afonso Silva, gerente geral do estabelecimento.

Silva já recebeu pedidos de servidores para que colocasse um serviço de van com o objetivo de atendê-los, mas avisou a eles que não tem essa disponibilidade. “Só valeria a pena caso houvesse certeza de que um número determinado de pessoas viria almoçar aqui. O investimento para isso é muito arriscado”, justifica. Para Haroldo Santos Araújo, consultor do Sebrae, empreendedores que pensam em abrir um novo negócio, e também aqueles que já possuem um, devem aprender a ouvir os seus clientes.

“Ser empreendedor é assumir alguns riscos. A iniciativa da dona do Restaurante Casarão, Augusta Maria Soares, poderia ter dado errado, mas acabou sendo um sucesso. Existe uma diferença clássica de pontos de vista para uma mesma situação nos dois casos. No primeiro, a necessidade do cliente foi levada em consideração em primeiro lugar, ganhando mais peso do que a necessidade da empresária”, analisa.