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PMDB-RJ reúne 1600 líderes em apoio à candidatura de Aécio

PMDB rompe em definitivo com PT no Rio e lança chapa Aezão. Aécio prometeu criar Unidades de Policias Pacificadoras (UPPs) nas regiões.

Além de parte do PMDB, o “Aezão” teve apoio oficial de PSDB, PSD, PP, PSL, PEN, PMN, PTC e Solidariedade.

Fonte: O Globo

Ato promovido pelo presidente do PMDB no Rio em apoio a Aécio e Pezão reúne 1.600 líderes

Em evento na capital fluminense, tucano promete implementar UPPs em todas as regiões metropolitanas do país caso eleito

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, senador Aécio Neves, participou nesta quinta-feira, no Rio, do lançamento do “Aezão”, movimento criado pelo presidente regional do PMDBJorge Picciani em apoio às pré-campanhas do tucano e do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) à reeleiçãoAécio considerou o encontro, numa churrascaria na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, como o mais importante evento político em defesa de seu nome promovido nos estados. A reunião foi uma demostração de força de Picciani, que reuniu 1.600 lideranças, entre elas representantes de 17 partidos.

Em um discurso de 15 minutos, Aécio não citou Pezão, justificando, em entrevista, que o PSDB não tem candidatura própria no Rio e ainda negocia com o DEM e o PPS possível apoio ao ex-prefeito Cesar Maia (DEM), outro pré-candidato ao governo. Após o evento, Picciani disse que em 48 horas o impasse será resolvido, e que o PSDB e o PPS devem migrar para a aliança do governador.

Em sua fala, o tucano atacou o governo da presidente Dilma Rousseff nas áreas de Segurança PúblicaSaúde e Educação e lembrou escândalos na Petrobras. Aécio prometeu criar Unidades de Policias Pacificadoras (UPPs) nas regiões metropolitanas do país.

— Na segurança pública, a omissão do governo federal é quase criminosa. O modelo de UPP será levado para todas as regiões metropolitanas — disse Aécio, que no final do discurso declarou: — Me dêem a vitória no Rio de Janeiro que eu dou a vocês a Presidência da República.

Além de parte do PMDB, o “Aezão” teve apoio oficial de PSDB, PSD, PP, PSL, PEN, PMN, PTC e Solidariedade. No entanto, havia representantes de partidos como o PR, do deputado federal Anthony Garotinho; o PRB, do senador Marcelo Crivella, ambos pré-candidatos ao Guanabara; e oPCdoB, que integra a aliança do senador Lindbergh Farias (PT), que disputará o governo. Ainda participaram da reunião lideranças regionais do PROS, PPS, PTB, DEM e PDT que integram o grupo político de Picciani.

GOVERNADOR CULPA PT POR DISSIDENTES

Pezão não compareceu ao encontro. Durante o almoço, o peemedebista cumpria agenda também na Barra da Tijuca: o lançamento de obras de recuperação ambiental das lagoas da região. Embora tenha reafirmado apoio à reeleição de Dilma, ele justificou o crescimento da dissidência noPMDB como reação à decisão do PT de não impedir a candidatura de Lindbergh:

— Domingo, tive a oportunidade de conversar sobre isso com a presidenta Dilma, eu, o prefeito (do Rio) Eduardo Paes e o ex-governador Sérgio Cabral. Nós estamos com a presidenta. Mas desde o momento em que o PT saiu da aliança e que alguns membros petistas vão para o interior do estado e fazem críticas contra nós, cria um ambiente ruim. Não é por culpa nossa. As pessoas que estão saindo tiveram algum problema no relacionamento com o PT também — disse, ressaltando que parte do “Aezão” constitui uma “base forte” para sua campanha: — Temos outros partidos, como o Solidariedade, que está com o Aécio. Tem aqui o PSD do Rio que está com ele. Tem outro candidato (à Presidência), o pastor Everaldo, que está dentro da nossa coligação com PSC. Esse movimento vai existir. (…)(Aécio) É um grande candidato e vai dar trabalho, mas estou com a presidenta Dilma.

O presidente regional do PTWashington Quaquá, reagiu ao “Aezão” e fez críticas às visitas de Dilma ao Rio, quando se reúne com Pezão e Cabral:

— O PMDB deixou os generais com a Dilma e a tropa com o Aécio. Mas não se vence guerra com generais. Quem dá tiro é a tropa. É claro que Pezão e Cabral aprovam essa estratégia. A presidente Dilma precisa entender que está em curso uma traição no Rio. Ela não pode mais vir ao Rio e ficar só com Pezão e Cabral.

Quaquá disse não fazer a crítica para defender Lindbergh, mas por temer o efeito dessa estratégia para a própria candidatura de Dilma.

— A nossa preocupação não é a ausência dela no palanque do Lindbergh, porque ele é candidato o suficiente para vencer a eleição sem precisar se escorar em ninguém. O problema é a candidatura dela. Ela precisa tomar providências em relação a isso. O Cabral e o Pezão só não estão oficialmente com o Aécio por covardia. Pegaria muito mal eles fazerem isso. Como iriam explicar abandonar a presidente e o Lula agora? Ela tem que sair do círculo oficial ao vir ao estado — defendeu (colaborou Guilherme Amado)

Todos por Minas: Convenção do PSDB lançará candidaturas de Pimenta da Veiga e Anastasia

Convenção estadual tucana oficializará Pimenta da Veiga ao Governo de Minas e Antonio Anastasia à bancada do Senado Federal.

Movimento Todos por Minas

PSDB realiza convenção dia 10 de junho para oficializar candidaturas de Pimenta da Veiga e Antonio Anastasia

Escolha dos candidatos tucanos ao Governo de Minas e ao Senado acontecerá na Arena do Minas Tênis, em Belo Horizonte

Cerca de mil delegados do PSDB de Minas Gerais elegem em convenção estadual, na próxima terça-feira (10/06), o presidente do Instituto Teotônio Vilela (ITV-MG) e ex-ministro, Pimenta da Veiga, como candidato ao Governo de Minas e o ex-governador Antonio Anastasia como candidato ao Senado Federal. A convenção do PSDB-MG será realizada, em Belo Horizonte, das 12 às 18 horas, na Arena do Minas Tênis Clube, no bairro de Lourdes.

Além dos representantes dos diretórios tucanos de todo Estado, têm direito a voto na convenção o senador e presidente nacional do PSDBAécio Neves, os 14 deputados estaduais e os sete deputados federais da legenda. Também votam os 101 membros que fazem parte do Diretório Estadual do partido.

O candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo PSDB será indicado pelo Partido Progressista (PP), que compõe a aliança formada por 20 partidos, o Movimento Todos por Minas.

Pela legislação, os partidos políticos têm até o dia 30 de junho para celebrar coligações e escolher candidatos – e respectivos suplentes – para concorrer às eleições de outubro. O prazo final para registro das candidaturas e chapas é o dia 5 de julho.

Convenção Nacional

A convenção nacional do PSDB para escolha do senador Aécio Neves como candidato a presidente da República será realizada no dia 14 de junho, em São Paulo. Será no Pavilhão Azul do Expo Center Norte (Rua José Bernardo Pinto, 333), Vila Guilherme, das 9 às 14 horas.

PSDB em Minas
– 1 senador
– 14 deputados estaduais (maior bancada na Assembleia Legislativa)
– 7 deputados federais
– 140 prefeitos
– 114 vice-prefeitos
– 969 vereadores

Partidos nanicos formalizam apoio a Aécio

PMN, PT do B, PTC e PTN formalizaram a adesão à Aécio, mas, juntas, não somam nem um minuto a mais na propaganda política do senador.

Eleições 2014

Fonte: Folha de São Paulo

Aécio ganha apoio de quatro siglas nanicas

Partidos que anunciaram apoio ao tucano devem agregar 30 segundos a seu tempo na TV

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu nesta quarta-feira (4) o apoio de quatro partidos nanicos, o que lhe permitirá ampliar um pouco seu tempo no horário eleitoral no rádio e na TV.

PMNPT do BPTC e PTN formalizaram a adesão ao tucano, mas, juntas, as quatro siglas não somam nem um minuto a mais na propaganda política do senador.

Pela divisão preliminar do tempo de rádio e TV – que só será concluída após as convenções partidárias que definem as alianças de cada cada candidato– Aécio deve ter cerca de quatro minutos contra mais de dez somados pela presidente Dilma RousseffOs quatro partidos que aderiram à campanha de Aécio reúnem cerca de 30 segundos a mais para o tucano.

Aécio admite que Dilma vai monopolizar o horário eleitoral, mas disse que a diferença não será suficiente para beneficiar a petista: “A presidente ficará com o tempo de TV, nós ficaremos com o trabalho, o esforço de homens públicos que não querem que o Brasil continue sendo governado da forma que está sendo nos últimos anos”.

O tempo de TV é definido pela Justiça com base no tamanho das bancadas da Câmara eleitas na disputa anterior. O PT tem o maior número de deputados, e por isso tem a maior fatia do horário eleitoral, seguido pelo PMDB.

A legislação assegura a todas as siglas um tempo mínimo de exposição. Dos quatro nanicos, o PT do B e o PMN têm três deputados cada um.

Aécio tem o apoio oficial do Solidariedade e do Democratas à sua candidatura. Há dissidências no PPPTB e PMDBaliados de Dilma, mas as duas siglas oficialmente apoiam a petista e devem formalizar as alianças nas convenções partidárias que têm início no dia 10 de junho.

PMN é o único que integra a base de apoio da presidente Dilma Rousseff no Congresso, mas deputados da sigla afirmam que a ida para a oposição representa o desejo de “mudança” no país.

Não acredito em apoio por apoio. Isso não pode se transformar em jogo de interesse pessoal. Precisamos é resgatar a dignidade da nossa população“, disse a presidente do PMNTelma Ribeiro.

Aécio nega que tenha negociado cargos ou benefícios às siglas. No ato que formalizou a adesão dos partidos à sua pré-candidatura, o tucano acusou Dilma de “distribuir espaço de poder a rodo” para ampliar seu tempo no horário eleitoral.

“A presidente levará alguns segundos de alguns desses partidos, mas não levará a alma, o coração e a consciência daqueles que mesmo nesses partidos sabem que o Brasil precisa viver um processo rápido de mudança.”