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Gestão Anastasia: Secretaria de Saúde alerta – Quatro regionais ainda não atingiram a meta de vacinação

Municípios das Gerências Regionais de Alfenas, Barbacena, Juiz de Fora e Ubá têm índice baixo de vacinação. População tem até amanha para ser imunizada.

Nesta sexta-feira (01) termina o prazo estipulado pelo Ministério da Saúde para o fim da 14ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. Em Minas Gerais, a campanha, que completa mais de 25 dias de atuação, já imunizou 2.407.192 pessoas, atingindo a cobertura de 77,92% contra 81,33% registrados no mesmo período do ano passado.

Segundo a Coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, Tânia Brant, “é imprescindível que os grupos se atentem ao prazo da campanha e tenham consciência sobre sua importância. A sociedade deve optar pela prevenção, excluindo comportamentos que podem prejudicar à saúde dos demais. Não basta o Governo ofertar uma atenção qualificada à saúde, o papel desempenhado pelo cidadão é fundamental para o controle e melhora da saúde no Estado como um todo”, destacou.

De acordo com dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), levantados nesta quinta-feira (31), umas das regiões que apresentam menor índice de adesão é a Gerência Regional da Saúde (GRS) de Alfenas, com 55.334 doses já aplicadas. A GRS possui 28 municípios e em cidades como Santa Cruz de Minas, Guaxupé, Nazareno e Lagoa Dourada o índice de imunização em determinados grupos chegam a menos que 50%. Em compensação, municípios como Bandeira do Sul, Conceição da Aparecida, Divisa Nova e Fama, apresentam índice acima de 100% de grupos de risco à Campanha.

Em Juiz de Fora, 101.711 doses foram aplicadas. A Gerência Regional de Juiz de Fora responde por 37 municípios e cidades como Santos Dumont, Juiz de fora e Liberdade ainda não alcançaram a meta de 80% de imunizados.  Por outro lada, municípios como Simão Pereira, Rio Preto, Chiador e Chácara, apresentam índice acima de 100% de imunização dos grupos de risco.

Em 31 municípios da GRS de Barbacena, 52.1056 vacinas foram dadas. Alfredo Vasconcelos, Piranga e Casa Grande,  tiveram menos de 50 % da população imunizada. Em contrapartida, em Senhora dos Remédios e Antônio Carlos, atingiram mais de 100% da meta de vacinação nos grupos de riscos.

A GRS de Ubá, que possui 25 municípios, atingiu 78,43% da cobertura de vacinação esperada, o que corresponde a 61.120 doses aplicadas. Cidades como Jacinto, Jequitinhonha e Cachoeira do Pajeú o índice total de imunização estão abaixo dos 70%. Mas cidades como Comercinho e Medina, apresentam índice de cobertura superior a 99%.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-saude-alerta-quatro-regionais-ainda-nao-atingiram-a-meta-de-vacinacao/

Governo de Minas: operação fiscaliza setor de suinocultura na Zona da Mata

Além dos empreendimentos levantados pelo Siam e de dados fornecidos pela SEF, as equipes de fiscalização atenderam as denuncias do MPE.

Uma operação especial de fiscalização na Zona da Mata começou nesta segunda-feira (28), coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Com o objetivo de verificar as regularizações ambientais e ações predatórias ao meio ambiente, do setor suinocultor a fiscalização vai até o dia 1º de junho.

A atividade de suinocultura foi considerada, por meio de levantamento realizado pela Subsecretaria de Controle e Fiscalização Ambiental Integrada, como um fator de forte pressão na região da Zona da Mata. Serão fiscalizados empreendimentos em 14 municípios que são: Amparo da Serra, Catas Altas da Noruega, Coimbra, Guaraciaba, Jequeri, Oratórios, Piedade de Ponte Nova, Piranga, Ponte Nova, Porto Firme, Raul Soares, Rio Casca, São Pedro dos Ferros e Urucânia.

Além dos empreendimentos levantados pelo Sistema de Informações Ambientais (Siam) e de dados fornecidos pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF), as quatro equipes de fiscalização atenderão também denúncias do Ministério Público Estadual (MPE). Ao todo serão fiscalizados cerca de 50 empreendimentos.

Penalidades

De acordo com o diretor de Estratégia e Fiscalização, Heitor Soares, serão verificadas, além da documentação ambiental, irregularidades referentes à captação, utilização ou intervenções em recursos hídricos sem a devida autorização. Os empreendimentos irregulares estarão sujeitos às penalidades previstas na legislação ambiental aplicável a cada caso, tais como multas, suspensão da atividade e apreensão de instrumentos e/ou equipamentos.

O coordenador técnico da operação, Alessandro Albino, ressaltou que os técnicos estarão atentos também, durante a fiscalização, nas intervenções em Área de Preservação Permanente (APP). Os empreendimentos onde forem constatadas irregularidades como exploração, desmatamento, supressão, extração, corte ou dano de vegetação em área de APP, sem autorização, estarão sujeitos à multa, que varia de R$ 900,00 a R$ 2.700,00 por hectare, além da suspensão ou embargo da atividade e outras penalidades previstas no Decreto 44.844/2008.

Balcão de regularização

Durante a operação estará disponível, no Sindicato dos Produtores Rurais de Ponte Nova, situado na Rua João Vidal de Carvalho, 295, Bairro Guarapiranga em Ponte Nova, um balcão para regularização ambiental.

Os empreendedores que tiverem alguma pendência referente à documentação e à regularização ambiental poderão procurar o balcão, montado pela Superintendência de Regularização Ambiental da Zona da Mata, nos dias da operação.

Contexto do setor

A suinocultura representa uma atividade importante para a economia brasileira, gerando emprego e renda para cerca de 2 milhões de propriedades rurais no Brasil, com faturamento de mais de R$ 12 bilhões por ano.

A produção suína brasileira está mais concentrada nos estados de Santa Catarina com 331,2 mil matrizes; Paraná com 277,0 mil matrizes e Rio Grande do Sul com 267,5 mil matrizes. Minas Gerais é o quarto produtor brasileiro com 194.899 mil matrizes produtivas e rebanho de 2.036,8 mil cabeças, em 1.417 granjas presentes em 365 municípios. A produção Mineira está mais concentrada no Triângulo Mineiro, Zona da Mata e Região Metropolitana de Belo Horizonte, com participação expressiva do Oeste e Sul/Sudoeste.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/operacao-fiscaliza-setor-de-suinocultura-na-zona-da-mata/

Gestão Anastasia: Governo de Minas destinará materiais de construção a municípios do Alto Paraopeba

Doação de vigas foi anunciada em Entre Rios de Minas pelo secretário Carlos Melles

Bernadete Amado
Setop busca realizar o atendimento das demandas apresentadas pelos municípios, diz Carlos Melles
Setop busca realizar o atendimento das demandas apresentadas pelos municípios, diz Carlos Melles

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), oficializou a entrega de 10 conjuntos de vigas para construção de pontes, para os municípios de Casa Grande, Brás Pires, Catas Altas da Noruega, Cristiano Otoni, Desterro de Entre Rios, Entre Rios de Minas, Itaverava, Piranga, Queluzito e Senhora de Oliveira.

As doações foram anunciadas durante a realização da última Assembleia Ordinária da Associação dos Municípios do Alto Paraopeba (Amalpa), que aconteceu em Entre Rios de Minas, na região Central do Estado, nesta sexta-feira (27).

Os termos de transferência gratuitas de bens tem como finalidade fornecer elementos estruturais aos municípios visando a melhoria das vias públicas, de forma a otimizar o escoamento de bens e serviços e a movimentação de pessoas, bem como apoiar o município em obras de infraestrutura para o desenvolvimento e crescimento sustentável.

Segundo o secretário de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles, “a Setop busca realizar o atendimento das demandas apresentadas pelos municípios com o objetivo de melhorar a infraestrutura local”. “É fundamental que as prefeituras tenham atenção ao cumprimento de toda a documentação exigida durante processo para a transferência dos bens”, concluiu o secretário Melles.

Transferência de materiais

Depois das assinaturas dos termos de transferências dos materiais, a entrega das vigas para as pontes dependerá do encaminhamento de documentação pelos municípios e de publicação no jornal “Minas Gerais“, diário oficial dos Poderes do Estado.

“Por estas pontes que serão reconstruídas passam o desenvolvimento de nossas cidades. É a educação, a saúde e a produção agrícola se deslocando em nossas estradas municipais”, disse o presidente da Amalpa e prefeito de Senhora de Oliveira, Sebastião Araújo de Oliveira.

O prefeito de Entre Rios de Minas, Mário Augusto Alves de Andrade, explicou a importância da liberação deste conjunto de vigas para o município. “Com as fortes chuvas de janeiro deste ano, a ponte que liga as comunidades de Brumadinho e Coelhos foi interditada e as cerca de 600 pessoas que transitam pela região têm que fazer um desvio de aproximadamente 14 quilômetros”, destacou o prefeito.

Mário Augusto avaliou como “muito produtiva” a presença do secretário Carlos Melles na cidade, já que além das assinaturas dos convênios de doações de materiais, foram apresentados todos os investimentos do Governo de Minas na região. Um dos exemplos é o detalhamento das obras de duplicação da MG-383, nos trechos entre Jeceaba, São Brás do Suaçuí e o entroncamento com a BR-040, que estão em fase de execução. O secretário também reiterou que, em breve, será executada a pavimentação do trecho que liga Passa Tempo a Desterro de Entre Rios, na MG-270.

Ações na região

Na região Central, há 517 quilômetros de estradas, divididos em 26 trechos, beneficiados pelo Programa Proacesso, sendo que vinte e duas obras já estão concluídas. Na região da Amalpa, duas obras do Proacesso estão concluídas, somando 52 quilômetros; são trechos da MG-270, ligando Desterro de Entre Rios a Entre Rios de Minas, com 34,1 km, e a rodovia de acesso, entre Santana dos Montes e o entroncamento BR 040, com 15,1 km.

Pelo ProMG estão contratados 1.511,2 quilômetros de rodovias na região Central, totalizando 110  trechos, gerenciados pelas Coordenadorias Regionais do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais (DER-MG), de Belo Horizonte, Barbacena e Pará de Minas. Somente na região da Amalpa são cerca de 150 quilômetros, beneficiando 11 trechos e as cidades de Moeda, Itabirito, Santana dos Montes, Rio Espera, Lamim, Senhora de Oliveira, Catas Altas da Noruega, Jeceaba, Ouro Branco, Conselheiro Lafaiete, Itaverava e Casa Grande.

Por meio do Programa Caminhos de Minas, está prevista a pavimentação de sete trechos na região, que somam aproximadamente 250 quilômetros, beneficiando as cidades de Belo Vale, Bonfim, Brás Pires, Cipotânea, Rio espera, Congonhas, Jeceaba, Itabirito, São Brás do Suaçui, São João Del Rei. Um deles já está com obras em andamento, que é o da MG-383 e MG 155, que passa por Jeceaba, São Brás do Suaçui e o entroncamento da BR-040.

De 2003 a 2007 foram celebrados 170 convênios com municípios da Amalpa, com um valor médio de repasse de recursos por parte do Governo de Minas de R$ 25 milhões. De 2007 a 2011 foram doados 262 metros de bueiros metálicos e 26 conjuntos de vigas metálicas.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-destinara-materiais-de-construcao-a-municipios-do-alto-paraopeba/

Governo de Minas: Epamig e Emater–MG estimulam o manejo ecológico de lavouras de pimenta

Empresas implantaram uma unidade demonstrativa em Piranga, onde é feito o manejo ecológico da pimenta

Divulgação/Emater
A produção de pimenta é uma importante atividade no município de Piranga, Zona da Mata
A produção de pimenta é uma importante atividade no município de Piranga, Zona da Mata

A produção de pimenta é uma importante atividade de Piranga, Zona da Mata mineira. Somente no ano passado, o município comercializou cerca de 35 toneladas do produto. Uma das dificuldades dos produtores é o combate a pragas e doenças, que em muitos casos é feito de maneira inadequada. Para mudar essa prática, a Emater–MG e a Epamig implantaram no município uma unidade demonstrativa, onde é feito o chamado manejo ecológico. A técnica, além de eficiente, evita o uso de agrotóxicos, oferece menos riscos ao produtor e consumidor e ajuda na preservação do meio ambiente.

Na prática, o manejo ecológico consiste numa série de procedimentos. Entre eles estão as práticas culturais, como, por exemplo, a rotação de culturas; métodos mecânicos (catação e destruição de frutos de pimenta com sintomas de ataque de broca); controle biológico e, quando necessário, o uso de produtos seletivos e de baixa toxicidade, como extratos de plantas.

Segundo a pesquisadora da Epamig, Madelaine Venzon, o manejo ecológico traz uma série de benefícios. “Para o ambiente, os problemas com a contaminação do solo, das águas e a morte de organismos benéficos são evitados. Para os produtores, a utilização dessas estratégias não ocasionará problemas de intoxicações, e o consumidor terá um produto livre de resíduos”, explica a pesquisadora.

Em alguns casos, o controle de pragas e doenças na lavoura de pimenta é feito de maneira inadequada, com o uso de produtos que não são indicados para a cultura. “Muitos produtos são aplicados próximo da época de colheita, o que acarreta a presença de resíduos nos frutos. O uso inadequado de inseticidas e acaricidas afeta negativamente a fauna benéfica e causa problemas de contaminação do meio ambiente e pode causar intoxicações nos aplicadores”, explica Madelaine Venzon.

A unidade demonstrativa foi implantada em Piranga no ano passado. A lavoura de pimenta-malagueta tem 0,2 hectare, e a colheita teve início no mês de março. De acordo com a pesquisadora da Epamig, já é possível dizer que o manejo ecológico da plantação foi eficiente. “É esperado, e os resultados preliminares já comprovam, que haja menor incidência de pragas e maior incidência de insetos benéficos (predadores e polinizadores) em plantios próximos a áreas com vegetação espontânea”, afirma Venzon.

A unidade fica na propriedade de Luciano Lana Milagres. Ele soube da pesquisa por meio dos extensionistas da Emater–MG. “Atualmente, é muito importante a adoção do manejo ecológico pelos produtores, uma vez que faltam produtos registrados para cultura. Além disso, no manejo ecológico, o impacto ambiental é menor promovendo maior sustentabilidade da atividade”, afirma a extensionista da Emater–MG, Maísa Faustina de Paula Santos Paiva.

Luciano Milagres recebe o acompanhamento da equipe da Emater e dos pesquisadores da Epamig. Há 7 anos ele trabalha com pimenta e produz anualmente cerca de 7 toneladas. O produtor conta que está satisfeito com o desempenho do manejo ecológico. “Não é difícil de fazer e fica mais em conta do que outras formas de combate a pragas”, diz o produtor.

Para a próxima safra, Luciano Milagres pretende ampliar o manejo ecológico. “Eu usarei a técnica em toda a lavoura de pimenta e também em outras culturas da minha propriedade”, afirma.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/epamig-e-ematermg-estimulam-o-manejo-ecologico-de-lavouras-de-pimenta/