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Governo de Minas: delegações da Bolívia e Peru buscam conhecimentos da Emater-MG

Membros da missão técnica irão visitar cinco propriedades certificadas pelo Certifica Minas Café na região da Zona da Mata

Paulo Correa / Emater-MG
Missão técnica peruana visita propriedades cafeeiras na região mineira da Zona da Mata
Missão técnica peruana visita propriedades cafeeiras na região mineira da Zona da Mata

Entre os dia 24 e 29 de junho, a Emater-MG recebe a visita de técnicos e cafeicultores peruanos. O grupo visita municípios da Zona da Mata mineira e do Sul de Minas. O objetivo é conhecer o trabalho desenvolvido pela empresa no setor de cafeicultura. Já no início de julho, a Empresa recebe seis técnicos da Bolívia. A visita vai ajudar no desenvolvimento do serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) da Bolívia.

A missão técnica peruana está cumprindo a última etapa do termo de cooperação assinado entre Brasil e Peru. A iniciativa visa a troca de conhecimentos entre os dois países. O grupo é formado por sete cafeicultores, dois engenheiros agrônomos e um técnico agrícola. Durante a missão, eles acompanharão as diversas ações da Emater-MG voltadas para o desenvolvimento da cafeicultura como sistema de produção, comercialização, tecnologias e cultivares utilizadas.

Os membros da missão técnica irão visitar cinco propriedades certificadas pelo Certifica Minas Café. O programa é uma iniciativa do Governo de Minas e é executado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), por meio da Emater-MG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). O Certifica Minas Café estimula os produtores a adotarem boas práticas de produção, uma gestão moderna da propriedade e incentiva a preservação ambiental.

Para o diretor Técnico da Emater-MG, José Rogério Lara, esse é um momento importante para a troca de informações e para o crescimento da cafeicultura nos dois países. “Nós temos o cuidado de sugerir tecnologias e ações que possam ser aplicadas de acordo com a realidade deles. Da mesma maneira, eles estão observando como o feito o trabalho aqui para levar o que é condizente com a região deles”, diz José Rogério Lara.

Missão Técnica da Bolívia

De 02 a 06 de julho, a Emater-MG recebe uma missão técnica da Bolívia formada por técnicos do Instituto Nacional de Inovação Agropecuária e Florestal (Iniaf). A visita é a primeira atividade do termo de cooperação entre os dois países, que tem duração de 16 meses. O convênio tem como objetivo de apoiar a implantação de um modelo piloto integral de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Os técnicos visitarão a unidade central da Emater-MG, em Belo Horizonte. Serão apresentados a eles, o modelo de gestão e as principais ações e programas da Empresa. “O Governo do Estado sempre tem apoiado essas iniciativas. Além de podermos ajudar, é também uma oportunidade para aprendermos e enriquecer o nosso trabalho”, afirma José Rogério Lara.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/delegacoes-da-bolivia-e-peru-buscam-conhecimentos-da-emater-mg/

Gestão Anastasia: para diversificar as exportações, Governo de Minas Gerais busca novos mercados

Central Exportaminas lança o Panorama do Comércio Exterior de Minas Gerais, edição 2012

Leonardo Horta / SEDE
Ivan Barbosa Netto, Dorothea Werneck e Elisabete Serodio, no lançamento do “Panorama do Comércio Exterior de Minas”
Ivan Barbosa Netto, Dorothea Werneck e Elisabete Serodio, no lançamento do “Panorama do Comércio Exterior de Minas”

A secretária de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Dorothea Werneck, afirmou nesta quarta-feira (20), em entrevista coletiva, na Cidade Administrativa, durante o lançamento do “Panorama do Comércio Exterior de Minas Gerais”, que o Estado está focado no planejamento para reduzir a dependência das exportações de commodities minerais, a partir da promoção de produtos com maior valor agregado, além da conquista de novos mercados.

“Estamos trabalhando para aproveitar a janela de oportunidades aberta não só para Minas Gerais, mas para o Brasil, que é a exportação de alimentos com valor agregado. Não queremos exportar apenas grãos, mas no caso da soja, por exemplo, precisamos exportar o óleo de soja e outros derivados. Portanto, nossa prioridade é antecipar e consolidar o espaço para a área de alimentos. Trata-se de um setor que está em pleno crescimento em todo o mundo”, destacou.

A estratégia para ampliar a presença de exportadores mineiros no mercado internacional vem sendo alcançada com a participação, cada vez maior, em feiras internacionais. De acordo com o diretor da Central Exportaminas, Ivan Barbosa Netto, apenas neste ano, Minas Gerais já esteve presente em seis eventos internacionais.

Para o segundo semestre a Central Exportaminas irá apoiar a participação de empresários em mais 12 feiras internacionais principalmente para os segmentos de alimentos e bebidas, frutas, café, cosméticos e higiene pessoal em países como África do Sul, Peru, Turquia, Estados Unidos, Canadá, França, Espanha, Itália e China. “O suporte dado ao empresário mineiro é o nosso primeiro desafio para desenvolver a cultura exportadora no Estado e, a partir daí aumentar nossas exportações”, enfatizou Ivan Barbosa.

Dorothea Werneck afirmou ainda que as perspectivas do comércio exterior de Minas estão ligadas à estabilidade do dólar. “Ter clareza e conhecimento do cenário internacional é fundamental no horizonte das decisões dos exportadores e no uso das ferramentas de negócios, pois a crise internacional está exigindo produtos com maior valor agregado e diversificação de mercados. De qualquer forma para o exportador o mais importante é a perspectiva de estabilidade do dólar”, destacou.

Panorama

O Panorama do Comércio Exterior apresenta os principais indicadores do comércio exterior mineiro, com base nos dados consolidados de 2011. A publicação, produzida pela equipe de inteligência comercial da Central Exportaminas, foi desenvolvida de forma a atender à crescente demanda por informações sobre a oferta de produtos e serviços de Minas para o exterior.

A análise demonstra que no ano passado houve um aumento da concentração das exportações. Os dez grupos de produtos com maior valor exportado responderam por 96,1% do total das vendas externas mineiras. Neste contexto, os produtos básicos foram responsáveis por 65,3% das vendas externas, com um aumento de 40,9% em relação ao ano de 2010. Os produtos industrializados (produtos semi-manufaturados e manufaturados) exportaram o total de US$ 14,34 bilhões, ou seja, 34,7% do total exportado.

A publicação também destaca as exportações mineiras por municípios e regiões. Apesar de a região Central ser responsável por mais da metade do total das exportações (62,5%), o maior crescimento relativo (72,3%) foi registrado na região Centro-Oeste, que representa apenas 2,7% das exportações estaduais. Os destaques foram café, açúcar, ferro fundido bruto e ferro gusa.

No ano passado, 261 municípios mineiros de todas as regiões realizaram exportações. Destes, 26 municípios participaram do comércio exterior pela primeira vez ou voltaram a exportar. A liderança ficou com Nova Lima, graças ao aumento de 183,5% das exportações de minérios metalúrgicos. No entanto, merece destaque também o município de São Gonçalo do Rio Abaixo que exportou 1.125,4% a mais de minérios metalúrgicos do que em 2010.

Novos Mercados

A publicação destaca que a conquista de novos mercados tem sido uma característica marcante do comércio exterior de Minas. Em 2011 o Estado atingiu 182 países com a conquista de sete novos destinos, como Palestina, Quirguistão, Uzbequistão, Timor Leste, Malaui, Ilha Wake e Ilhas Virgens. A China continua sendo o principal destino das exportações mineiras, atingindo 32,2%, sendo que 91,3% foram exportações de minério de ferro. Logo a seguir vem o Japão (7,9%), Estados Unidos (7,4%), Argentina (6,7%) e Países Baixos (6,6%). Já o Oriente Médio foi o bloco que apresentou o maior aumento percentual, de 62,6%, e apesar da crise, a União Européia importou US$ 2,01 bilhões a mais do que em 2010. No entanto, a Guiné Equatorial é o país que compra o maior número de produtos mineiros, totalizando 1.008 itens.

Minas Gerais ocupa a segunda posição no ranking dos maiores estados exportadores. Em 2011 foi responsável por 16,2% das exportações brasileiras. Também em relação às importações, o Estado subiu uma posição, passando do sétimo para o sexto lugar no ranking, sendo responsável por 5,8% do total importado pelo Brasil. Outro fato que marcou a balança comercial estadual no ano passado foi a diversificação da pauta exportadora. Em 2011 o Estado exportou 2.953 produtos, com um aumento de 3,2%.

A liderança ainda é mantida pelos minérios metalúrgicos, responsáveis por 47,4% das exportações do Estado em 2011. Os produtos metalúrgicos vieram em segundo lugar com 14,7%. Com um crescimento de 41,6% em relação a 2010, o grupo café e derivados ficou em terceiro lugar com 14% das exportações. Merecem destaque ainda os materiais de transporte e componentes, os metais, pedras preciosas e joalheria, produtos químicos, carnes, produtos florestais e complexo soja.

Além da posição de destaque nas exportações nacionais de produtos da cadeia mínero-metalúrgica, Minas Gerais é o maior exportador brasileiro de ferro-ligas (83,2% do total nacional); de café (66,8%); de ouro em bruto, semifaturado ou em pó (65,2%) e de fio-máquinas e barras de ferro (46,9%).

Destaque

No ano passado, 1.604 empresas mineiras fizeram operações de exportação no Estado, o que significou uma queda de 3,6% em relação a 2010. Já a participação das micro e pequenas empresas apresenta uma singularidade, ao representarem 50% do total de empresas exportadoras, mas com uma participação de apenas 0,5% do total em relação ao de exportação.

A edição 2012 do “Panorama do Comércio Exterior de Minas Gerais”, em versão bilíngüe (português e inglês) acaba de ser lançada pela Central Exportaminas, unidade da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE) e será distribuída para empresas nacionais e estrangeiras, embaixadas e consulados no Brasil e no exterior, câmaras de comércio e outras instituições.

Os interessados podem ter acesso ao Panorama também pela internet. A publicação é atualizada por meio de edições eletrônicas mensais disponibilizadas no Portal Exportaminas (www.exportaminas.mg.gov.br).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/para-diversificar-as-exportacoes-governo-de-minas-gerais-busca-novos-mercados/

Gestão Anastasia: Central Exportaminas leva o pão de queijo de Minas para o Oriente Médio

Primeiro contêiner de produtos será embarcado nesta semana

Com o apoio da Central Exportaminas, órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), o pão de queijo, produto genuinamente mineiro, será exportado nos próximos dias para o mercado do Oriente Médio e, ainda este ano, também poderá ser apreciado pelos chineses. O primeiro embarque de produtos será nesta semana.

A empresa mineira Clap Industrial de Alimentos Ltda (Maricota Alimentos), que já exporta o produto para países como Estados Unidos, Espanha, Luxemburgo, Angola, África do Sul, Angola, Argentina, Chile e Peru, enviará seu primeiro conteiner (de um total de 18) para o Oriente Médio esta semana. O contrato fechado com a Arábia Saudita prevê o fornecimento de toda a linha de produtos: Pão de queijo, pizza, lasanha, quibe e outros pratos congelados durante seis meses.

“Exportaremos para a Arábia Saudita até 31 de novembro o correspondente a 3% do faturamento da Maricota, ou cerca de 300 toneladas. Nossa produção mensal é de mais de mil toneladas de pão de queijo e demais pratos prontos congelados, o que este ano deverá atingir entre 12 mil a 15 mil toneladas. Nos próximos dias uma missão de Dubai visitará a fábrica da Maricota em Luz, região Centro Oeste de Minas”, explicou o diretor de Negócios Internacionais da Maricota Alimentos, Júlio Cezar Ribeiro.

Para o executivo este é o momento de aproveitar não apenas a aceitação do produto no mercado internacional, mas também de utilizar uma ferramenta disponível no mercado mineiro que é a Central Exportaminas. “A parceria que a Central Exportaminas oferece é fundamental para quem quer entrar no mercado internacional. O empresário mineiro ainda não conhece o potencial oferecido pelo Governo de Minas”, enfatizou.

O executivo lembrou que, através da Central Exportaminas, a Maricota passou a participar também de muitos eventos internacionais e, claro, começou a se preparar para o desenvolvimento de novas embalagens e produtos, assim como a adquirir novos equipamentos para aumentar a produtividade e reduzir custos. “Não posso me esquecer de que já vencemos uma etapa fundamental para quem quer exportar tanto para a China quanto para o Oriente Médio, que é a certificação. A certificação de segurança alimentar avalia a qualidade do processo produtivo e precisa atender a todos os requisitos de um determinado mercado”, destacou Júlio Ribeiro.

De acordo com o diretor da Central Exportaminas, o sucesso destas negociações são parte do esforço da instituição para divulgar os produtos de Minas Gerais no exterior e diversificar a pauta de exportações do Estado. “O nosso trabalho visa ampliar o conhecimento sobre os produtos de Minas Gerais. Apenas neste ano, a Central Exportaminas já participou de quatro feiras internacionais voltadas para o mercado de alimentos: Fruit Logística na Alemanha; Gulf Food em Dubai, nos Emirados Árabes; Sial em Shangai, na China e Expo Alimentos em Porto Rico.

A empresa

A Maricota Alimentos tem sede em Luz, região Centro-Oeste de Minas Gerais. Emprega 400 funcionários e sua previsão é de que com novos investimentos haja um crescimento entre 10 e 15% da mão-de-obra e ampliação da produção em duas mil toneladas em dois anos.

A Maricota entrou no mercado internacional em 2009 e possui um planejamento para os próximos cinco anos, quando espera que as exportações atinjam uma participação de 20% no faturamento. A empresa irá participar ainda este ano de outros eventos internacionais como a Feira Centrallia 2012, no Canadá.

O portifólio da Maricota Alimentos inclui oito linhas de produtos, distribuídos em 37 pratos congelados como pizzas, lasanhas, pão e biscoito de queijo, salgados, entre outros.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/central-exportaminas-leva-o-pao-de-queijo-de-minas-para-o-oriente-medio/

Gestão Eficiente: Sementes de milho – vendas externas de Minas batem recorde

Estado é o segundo no ranking brasileiro, com participação de 23,2%

Emater-MG / Divulgação
Exportações mineiras de sementes de milho, entre janeiro e abril de 2012, somaram US$ 13,2 milhões
Exportações mineiras de sementes de milho, entre janeiro e abril de 2012, somaram US$ 13,2 milhões

As exportações mineiras de sementes de milho, entre janeiro e abril de 2012, somaram US$ 13,2 milhões, valor 36,2% superior ao registrado no primeiro quadrimestre de 2011. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e, de acordo com avaliação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), mostram o melhor momento do período nos últimos doze anos.

De acordo com a assessora técnica da Superintendência de Política e Economia Agrícola da Seapa Márcia Aparecida de Paiva Silva, os resultados apresentados elevam o Estado à segunda posição no ranking brasileiro, que em 2011 era o terceiro, das exportações de sementes de milho, com a parcela de 23,2% do total das vendas brasileiras no exterior. “O primeiro colocado, Goiás, respondeu por 23,7% da comercialização do produto no mercado mundial”, informa.

No primeiro quadrimestre, foram embarcadas 3,3 mil toneladas de sementes, volume 18,7% superior ao do primeiro quadrimestre do ano passado. Márcia Silva assinala também a crescente valorização do produto, que alcançou  no exterior a cotação média de US$ 4,0 mil a tonelada, aumento de 14,7% em relação ao mesmo período de 2011. Ela diz que o valor médio recebido pela exportação de sementes de milho é 1.507,8% superior ao preço médio do milho em grão (exceto para semeadura) exportado pelo Estado, referente a US$ 251,39 a tonelada.”

Para a assessora, a evidência de maior valor agregado da semente de milho, em relação ao milho em grão, possibilita uma situação positiva ao produtor. O aumento da exportação de produtos com maior valor agregado impulsiona as receitas.

Boa aceitação

A expansão das vendas externas de sementes de milho é consequência também da crescente aceitação do produto no mercado internacional. Segundo Márcia Silva, os negócios estão sendo beneficiados por mecanismos estimulantes da produção, como o melhoramento genético. Por isso, os produtores de sementes de milho devem reconhecer a importância do investimento na biotecnologia, essencial para ampliar a conquista de mercados.

Neste caso a assessora técnica destaca a atuação da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), vinculada à Seapa, que realiza pesquisas voltadas para o desenvolvimento de tecnologias de produção e aumento da competitividade dos produtos mineiros no mercado nacional e internacional.

Os principais destinos das sementes de milho produzidas em Minas, nos quatro primeiros meses de 2012, foram os países latino-americanos: Venezuela, Paraguai, Peru e Equador. Para estes países foram destinadas 90,0% das vendas externas do Estado. Nesse grupo teve destaque o aumento das importações peruanas, que cresceram 285,8% em relação ao último ano.

“À exceção de Nigéria e Guiné Equatorial, sexto e sétimo colocados entre os principais destinos, todos os outros seis mercados das sementes de milho mineiras foram latino-americanos”, informa a assessora. Ainda de acordo com Márcia Silva, o estabelecimento de parcerias e relações comerciais com nações não consideradas destinos tradicionais (Alemanha, Estados, Itália e Japão, por exemplo) contribui para a diversificação de mercados, diluindo os riscos provenientes da concentração em determinados importadores.

Na avaliação da assessora, o mercado internacional de sementes de milho apresenta uma perspectiva positiva para o cultivo em Minas. Ela considera que o investimento em produtos da agricultura não incluídos no grupo que alcança as maiores receitas cria alternativas diante dos problemas que ocorrem, muitas vezes, por causa da concentração da cesta exportadora.

“Crises internacionais e restrições técnicas fazem parte dos fatores que podem desestimular as exportações, e os principais produtos atingidos, normalmente, são os que apresentam maior participação no mercado internacional”, enfatiza Márcia Silva.

Outro ponto importante, na avaliação da assessora, é que a comercialização de semente de milho pode ser classificada como venda de tecnologia. “Ao exportar o produto, além de obter maior remuneração, os exportadores investem em um nicho específico, sem interferir no abastecimento interno do milho em grão, exceto para semeadura, amplamente utilizado na alimentação humana e animal,” finaliza.

Sementes de milho/MG para exportação

Período: Jan/abril 2012

Principais destinos: Venezuela, Paraguai, Peru e Equador

Receita: US$ 13,2 milhões (+ 36,2%)

Participação de MG/Brasil: 23,2%

Volume: 3,3 mil t (+18,7%)

Preço médio/t: US$ 4,0 mil (+14,7%)

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/sementes-de-milho-vendas-externas-de-minas-batem-recorde/

Governo Anastasia: Países andinos conhecem modelo de gestão do Governo de Minas

Secretaria de Planejamento e Gestão apresenta a evolução da administração pública estadual, que está em sua terceira geração

Osvaldo Afonso / Imprensa MG
Subsecretário André Reis destacou pontos que viabilizaram o sucesso da gestão mineira
Subsecretário André Reis destacou pontos que viabilizaram o sucesso da gestão mineira

O modelo de gestão, a evolução e as conquistas do Governo de Minas a partir de 2003 foram apresentados a gestores públicos e especialistas do Peru, Equador, Bolívia e Colômbia, nesta quinta-feira (3), pelo subsecretário de Planejamento, Orçamento e Qualidade do Gasto da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo de Minas, André Abreu Reis.

O subsecretário de Minas Gerais foi convidado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) a relatar a experiência do governo mineiro durante o “Seminário Pernambuco, BID e Países Andinos”, realizado em Recife (PE). O banco é um dos parceiros dos estados e países na formatação, implantação e acompanhamento de modelos de gestão para resultados. A troca de experiências entre esses governos é uma das práticas do BID.

Na palestra, André Reis apresentou a evolução da gestão em Minas, que está em sua terceira geração. A primeira, conhecida como Choque de Gestão (2003/2006) garantiu o ajuste fiscal e a revitalização do planejamento. Na segunda geração, “Estado para Resultados (2007/2010), o governo consolidou o acompanhamento de projetos nas secretarias e órgãos. A terceira geração – Gestão para a Cidadania – institui o Estado em Redes e prevê o trabalho integrado de áreas temáticas para execução de programas e a regionalização das ações governamentais, com a participação da sociedade civil.

André Reis destacou pontos que viabilizaram o sucesso da gestão mineira, como o engajamento da alta gestão do Governo de Minas na pactuação dos resultados, as conquistas para a área de Recursos Humanos do Estado e as ferramentas desenvolvidas para atingir os objetivos.

Durante o debate, após a apresentação, os representantes dos outros países demonstram interesse nos requisitos institucionais que permitiram ao Governo de Minas chegar a quase uma década com um modelo de gestão para resultados, a cada ano mais fortalecido e eficaz. “A maioria imaginava que essa gestão foi viabilizada por meio de tecnologia de ponta, inclusive com o desenvolvimento de softwares para isso. Mostrei que, na verdade, implantamos a gestão para resultados com boas ideias e compromisso com as metas pactuadas”, explicou André Reis.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/paises-andinos-conhecem-modelo-de-gestao-do-governo-de-minas/

Governo de Minas: presidente da Cemig é apontado como um dos melhores da América Latina

Djalma Morais ficou na 22ª colocação entre 294 dirigentes de empresas da região

Divulgação / Cemig
Djalma Morais assumiu a presidência da Cemig em 1999 e promoveu uma reestruturação
Djalma Morais assumiu a presidência da Cemig em 1999 e promoveu uma reestruturação

O presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Djalma Bastos de Morais, está entre os 50 melhores presidentes de empresas da América Latina, segundo a revista Harvard Business Review. Foram analisados 294 presidentes de 197 empresas de capital aberto da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela. O presidente da Cemig foi o 22º colocado. Informações estão no site da Cemig.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/presidente-da-cemig-e-apontado-como-um-dos-melhores-da-america-latina/

Governo de Minas: Secretaria de Desenvolvimento Social apresenta programas ao Governo do Acre

BELO HORIZONTE (13/01/12) – A metodologia dos principais programas e ações da área social desenvolvidos pelo Governo de Minas foi apresentada, nesta sexta-feira (13), para representantes do Governo do Acre que vieram conhecer as boas práticas adotadas em diversas áreas, bem como a estrutura física da Cidade Administrativa.

O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Wander Borges, ressaltou que mesmo com as diferenças entre os dois estados (Minas tem 853 municípios, enquanto o Acre, 22), muitos problemas e desafios são comuns. “A troca de experiência e essa interação são importantes. Cada um pode mostrar as boas práticas nos estados, que têm problemas e desafios semelhantes”, declarou.

Titular da pasta de Desenvolvimento Social no Acre, Antônio Torres destacou a importância da área social para o Governo de Minas, ressaltando que o Acre caminha no mesmo sentido. “Pelo que a gente percebe, a Sedese tem uma atenção especial do Governo de Minas. No nosso estado estamos conseguindo isso agora”, elogiou o secretário acreano.

Depois de conhecer a metodologia de programas da Sedese na parte da manhã, a equipe, composta por Antônio Torres, Davilson Cunha (diretor executivo) e Bernadette Luchesi (técnica responsável pelos programas de transferência de renda do governo acreano), foi conhecer de perto algumas ações da Sedese, como o Disque Direitos Humanos, o Centro Risoleta Neves de Atendimento (Cerna) e o Conselho Estadual de Assistência Social, todos com sede em Belo Horizonte.

Sobre o Acre

Localizado no Norte do Brasil (fronteira da Bolívia e Peru), o Acre tem uma população de 733.559 habitantes (Censo 2010). A capital do estado é Rio Branco, cidade com população estimada em 336.038 pessoas. São apenas 22 municípios no estado. A cidade mais populosa é a capital, Rio Branco, com 300 mil habitantes, sendo o município mais rico do estado.

Fonte: Agência Minas