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Gestão da Educação: universitários mineiros ganham ‘desafio verde’ em Paris

Jovens da UFMG e da PUC Minas vencem disputa que envolveu 600 projetos de sustentabilidade de todo o mundo.

O projeto de sustentabilidade energética desenvolvido pelos alunos Marcellye Miranda, da UFMG, e Igor Soares, da PUC Minas, conquistou o primeiro lugar do desafio Go Green in the City, realizado em Paris, entre 21 e 23 de junho. A disputa envolveu 600 projetos de todo o mundo que versavam sobre soluções para a gestão energética nas cidades. As informações são do site da UFMG.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/universitarios-mineiros-ganham-desafio-verde-em-paris/

Governo de Minas: aprovados representantes internacionais do Conselho Gestor do Unesco-Hidroex

Nomes foram anunciados em encontro em Paris. Posse deve ocorrer em setembro, com a presença do governador Antonio Anastasia.

Divulgação / Sectes
Secretário Narcio Rodrigues (esquerda) participou da reunião da Unesco, em Paris.
Secretário Narcio Rodrigues (esquerda) participou da reunião da Unesco, em Paris.

 

O secretário de Estado de Ciências, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, e o presidente do Unesco-Hidroex, professor Octávio Elísio, participaram nesta quarta-feira (06), da 20ª Sessão do Conselho Intergovernamental do Programa Hidrológico Internacional (PHI) da Unesco, em Paris. Na oportunidade, foram aprovados os nomes dos três representantes dos Estados-membros da Unesco que vão compor o Conselho Gestor do Unesco-Hidroex. São eles: o ex-ministro de Agricultura da República Dominicana, Francisco Rodrigues; a vice-presidente do Conselho do Instituto de Investigação em Águas de Moçambique, Roda Luis, e o diretor do Centro Internacional de Ecohidrologia Costeira, de Algarve, Portugal, Luis Chicharo.

Conforme anunciou o secretário Narcio Rodrigues, a posse dos membros do Conselho Gestor do Unesco-Hidroex deverá acontecer em setembro, em solenidade presidida pelo governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia. O principal papel dos conselheiros será o de preservar a missão institucional do Unesco-Hidroex em todas as suas deliberações, bem como aprovar os planos e programas de trabalho, as propostas orçamentárias, os relatórios mensais e anuais e a prestação de contas do Centro.

Também farão parte desse Conselho Gestor o presidente do Centro Unesco-HIDROEX, um representante da Agência Nacional de Águas (ANA), dois representantes de instituições privadas que atuem em áreas correlatas ao do centro,  um representante do Governo Federal, outro do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e  um representante do Poder Executivo Estadual. Os nomes deverão ser divulgados em breve, após designação feita pelo governador Antonio Anastasia.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/aprovados-representantes-internacionais-do-conselho-gestor-do-unesco-hidroex/

Governo de Minas: espaço TIM UFMG do conhecimento vai projetar imagens do Exquisite Clock

O projeto, de autoria do belo-horizontino João Wilbert, já rodou o mundo e ficará exposto na capital mineira até dezembro de 2013

A partir do dia 8 de março, a fachada digital do Espaço TIM UFMG do Conhecimento, do Circuito Cultural Praça da Liberdade, vai projetar imagens do Exquisite Clock, um relógio interativo feito com imagens de números capturadas na vida cotidiana e enviadas por pessoas de todo o mundo por meio da internet e por um aplicativo do iPhone . O projeto, de autoria do belo-horizontino João Wilbert, já rodou o mundo e ficará exposto na capital mineira até dezembro de 2013.

Esta será a primeira vez que o relógio será exposto em um espaço público e não em uma galeria. O artista confessa que está curioso para saber a reação dos conterrâneos ao Exquisite Clock. “O fato de o relógio estar em um espaço público traz uma nova dimensão ao trabalho que, até então, foi tratado como arte e exposto em locais fechados. Desta vez, acredito que minha obra vai se aproximar mais do lado funcional do relógio”, afirma.

O Exquisite Clock se baseia na ideia de que o tempo não é linear e que pode ser compartilhado simultaneamente. O projeto tem o objetivo de estimular as pessoas a encontrarem números ao seu redor observando a própria rotina. “Os números estão em toda a parte, se você é capaz de enxergá-los. Eles podem estar em objetos, paisagens, comidas, animais, cabos e muito mais”, explica Wilbert, que já morou na Itália e atualmente vive em Londres.

Exquisite Clock é uma plataforma em constante desdobramento na qual quanto mais pessoas participam, maior e mais expressiva ela se torna. “O projeto é sobre criatividade e colaboração”, afirma o autor. As imagens podem ser enviadas pelo site www.exquisiteclock.org, ou pelo aplicativo do iPhone.

No Espaço TIM UFMG do Conhecimento, um sistema de gerenciamento de conteúdo formará um banco de dados com as fotos recebidas e o relógio será atualizado diariamente com as imagens enviadas no dia anterior. O Exquisite Clock foi desenvolvido por Wilbert ao receber uma bolsa da Fabrica (fabrica.it), instituição que apoia novos talentos,  localizada em Treviso (Itália). A obra já foi exposta em Milão, Paris, Londres, Moscou, Breda (Holanda), Luxemburgo, Lodz (Polônia), Osaka (Japão), Holon (Israel) e Nova Iorque.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Daniela Mercury vai a programa de TV com peça produzida por detentos mineiros

Célia Santos/TV Bahia
Daniela Mercury usou um vestido roxo da marca Doisélles, produzida por detentos de Minas
Daniela Mercury usou um vestido roxo da marca Doisélles, produzida por detentos de Minas

A cantora Daniela Mercury apareceu mais uma vez vestindo peça produzida por detentos da Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires, de Juiz de Fora. A artista foi a um programa da TV Bahia, afiliada da Rede Globo, usando um vestido roxo da marca Doisélles, que coordena a produção de peças com a parceria do presídio.

No dia 14 de fevereiro, Daniela já havia concedido entrevista coletiva sobre o Carnaval 2012 usando um outro modelo fabricado pelos detentos, um vestido vermelho, de crochê, que ajudou a compor figurino de Dona Flor, personagem do escritor Jorge Amado, que faria 100 anos em 2012 e foi homenageado pela cantora durante os dias de folia.

Além da artista, a apresentadora Angélica também já usou modelo produzido pelos detentos durante programa da TV Globo. A socialite Beth Szafir também adquiriu peças da marca, que mantém um showroom em São Paulo, está presente em 70 lojas multimarcas em todo o Brasil e participa, constantemente, de feiras em Paris e Tóquio.

Os modelos também já apareceram em campanhas publicitárias e todas as peças, sem exceção, trazem uma etiqueta que identifica o trabalho social realizado pela penitenciária estadual e a empresa Doisélles.

Ressocialização de detentos

Os detentos se dedicam oito horas por dia à produção da marca, criada pela empresária mineira Raquell Guimarães, que teve a ideia de buscar mão de obra na prisão, já que não conseguia no mercado. “Normalmente quem realiza esse tipo de trabalho são pessoas mais idosas, senhoras, que não conseguiam se dedicar como precisávamos. Então pensei nessa parceria, mas imaginei mulheres. Quem sugeriu que fossem os homens foi a diretora do presídio”, conta a empresária.

Ândria Valéria Andries Pinto é quem comanda a penitenciária e apostou nos detentos. “Falei com ela que em dez dias a gente ia conseguir provar que eles eram capazes. E deu tão certo que eles até já criaram um modelo”, revela. Os detentos realizam o trabalho desde 2009, quando foram capacitados e aprenderam o ofício.

Pelo trabalho, os presos recebem remição de pena – a cada três dias trabalhados, um a menos no cumprimento da sentença – e remuneração por peça produzida. O principal retorno, no entanto, não pode ser contabilizado: é a oportunidade de começar uma vida nova, ainda dentro dos presídios e penitenciárias.

fonte: Agência Minas

Governo de Minas: exposição Marc Riboud estreia em março no Palácio das Artes

Mostra possui 51 fotos datadas de 1953 a 2009, registradas pelo importante fotógrafo francês que dá nome à exposição

Estreia em 2 de março, no Espaço Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes, a exposição Marc Riboud, realizada pela Fundação Clóvis Salgado (FCS) em parceria com a Aliança Francesa de Belo Horizonte. Com curadoria da Delegação Geral da Aliança Francesa no Brasil, a exposição fica em cartaz até 11 de abril e tem entrada gratuita.

Marc Riboud é composta por 51 fotos, de tamanhos variados, datadas de 1953 a 2009, registradas por este importante fotógrafo francês que dá nome à mostra. Apelidado de “andarilho do vento” pelo diretor-geral da Aliança Francesa no Brasil, Yann Lorvo, suas fotos são um testemunho diferenciado dos grandes eventos e de lugares diversos, do Oriente ao Ocidente.

“De Washington ao Vietnã, do Nepal às Ìndias, da China à África, ou no Brasil, ele colecionou as imagens como se colecionam borboletas, com cuidado, prazer e paixão. Sua capacidade de se surpreender, seu amor pela vida, pelo próximo, aparecem na sua maneira de descobrir as culturas distantes e de voltar várias vezes aos países que visitou”, explica Yann Lorvo.

Além dessas fotos, também estarão expostas 10 montagens de fotografias feitas por Riboud no Brasil, em 2009, durante suas visitas a Porto Alegre e Rio de Janeiro. “Lá, como no Rio, cada dia de minha viagem foi um encanto. Mais ainda do que a beleza das paisagens e das cidades, pude apreciar o calor e a elegância das relações humanas; este sentimento que, tão longe da França, a compreensão é imediata, profunda, assim como é imenso o apetite pelos intercâmbios culturais”, declarou o fotógrafo, que esperou 85 anos para vir ao Brasil.

Para a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg, “a exposição reafirma as parcerias estabelecidas pela FCS com diversas instituições e tem por objetivo promover a circulação de conteúdos relevantes para a compreensão da arte mineira, brasileira e internacional contemporânea, valorizando as diversas linguagens artísticas”.

Desde 2010, a exposição passou por diversas cidades do Brasil, como Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, São Paulo, Belém e Curitiba, e foi vista por aproximadamente 100 mil pessoas.

Sobre Marc Riboud

Marc Riboud nasceu em 1923, na cidade de Lyon. Durante a Exposição Universal de Paris, em 1937, ele realizou suas primeiras fotografias com o pequeno Vest-Pocket que seu pai lhe deu por ocasião de seus 14 anos. De 1945 a 1948, estudou engenharia na Ecole Centrale de Lyon e trabalhou em uma fábrica antes de resolver dedicar-se à fotografia.

Em 1953, conseguiu publicar na revista Life a foto de um pintor da Torre Eiffel. Convidado por Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, integrou a equipe da agência Magnum. Em 1955, passando pelo Oriente Médio e o Afeganistão, foi por terra até a Índia, onde ficou um ano antes de ir para a China. Depois de uma estada de três meses na antiga URSS, em 1960, fez a cobertura das independências na Argélia e na África negra.

Entre 1968 e 1969, realizou reportagens no Vietnã do Sul e também no Vietnã do Norte, onde foi um dos poucos fotógrafos a poder entrar. Nos anos 1980, viajou regularmente pelo Oriente e pelo Extremo Oriente e realizou exposições em Paris, Londres, Nova Iorque, Beijing, Hong Kong e Bilbao.

Além de fotografias, publicou vários livros sobre a China, o Tibete e o Camboja. Seu trabalho foi exposto em diversos museus. Riboud recebeu, entre outras recompensas, dois prêmios do Overseas Press Club, o Time-Life Achievement, o Lucie Award, o ICP Infinity Award e, recentemente, o Sony World Photography Award.

Sobre a Aliança Francesa

A Aliança Francesa é uma associação sem fins lucrativos, constituída livremente por pessoas que têm o objetivo de divulgar a língua e a cultura francesas no seu país de origem. Fundada em Paris, em 1883, está presente em 135 países, possui 1016 estabelecimentos e tem cerca de 490 mil estudantes no mundo inteiro.

No Brasil, a rede das Alianças Francesas conta, atualmente, com 40 associações e nove centros correspondentes, estando presente em praticamente todos os estados brasileiros e formando, assim, uma ponte entre o Brasil e a França. Em Belo Horizonte, a Aliança Francesa foi fundada em 14 de julho de 1944 e está situada em um agradável casarão na região da Savassi.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Daniela Mercury usa vestido de crochê produzido por detentos mineiros

A cantora estava vestida com uma peça produzida por presos da Penitenciária Professor Ariosvaldo Campos Pires, de Juiz de Fora
Osvaldo Afonso/Imprensa MG
Detentos da Penitenciária Professor Ariosvaldo Campos Pires durante produção das peças
Detentos da Penitenciária Professor Ariosvaldo Campos Pires durante produção das peças

A cantora baiana Daniela Mercury, que concedeu entrevista coletiva sobre o Carnaval 2012 nessa terça-feira (14), é mais uma artista que aparece com peças produzidas por detentos mineiros da Penitenciária Professor Ariosvaldo Campos Pires, de Juiz de Fora, na Zona da Mata. Ela usou um vestido vermelho, de crochê, produzido a partir de uma parceria da penitenciária com a empresa mineira Doisélles, de Raquell Guimarães.

Daniela usou o vestido para compor parte do figurino de Dona Flor, personagem do escritor Jorge Amado, que faria 100 anos em 2012 e será homenageado pela cantora no Carnaval. Além do vestido, os detentos ajudaram a produzir outras quatro peças que foram enviadas à cantora pela Doisélles, a pedido de Daniela, e existe a expectativa que ela vista mais uma das peças durante os dias de folia.

Além da artista, a apresentadora Angélica também já usou modelo produzido pelos detentos durante um programa da TV Globo, e a socialite Beth Szafir adquiriu peças da marca, que mantém um showroom em São Paulo, está presente em 70 lojas multimarcas em todo o Brasil e participa, constantemente, de feiras em Paris e Tóquio. Lá fora, as peças também conquistaram a cantora japonesa Crystal Kay, sucesso entre os jovens no país. Ela usa uma blusa durante o clipe de uma de suas músicas mais famosas, “Superman”.

Os modelos também já apareceram em campanhas publicitárias e todas as peças, sem exceção, trazem uma etiqueta que identifica o trabalho social realizado pela penitenciária estadual e a empresa Doisélles.

Fonte: Agência Minas