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Governo de Minas: Cine Humberto Mauro exibe obra de Almodóvar

Tudo Sobre Minha Mãe é o filme de segunda-feira (25) no projeto Estéticas do Contemporâneo

A Fundação Clóvis Salgado no Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, realiza o projeto Estéticas do Contemporâneo e exibe nesta segunda-feira (25), o filme Tudo Sobre Minha Mãe, um clássico do cineasta espanhol Pedro Almodóvar. O 2º de quatro filmes em que o diretor trabalhou com a atriz Penélope Cruz, o longa ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1999, foi premiado no Festival de Cannes e participou dos Festivais do Rio e de Nova Iorque.

A sessão acontece às 21h e tem entrada gratuita, com retirada de senhas na bilheteria do cinema meia hora antes do início.

Criada em 2011, a sessão Estéticas do Contemporâneo oferece ao público, uma vez por mês, importantes obras do cenário cinematográfico mundial e nacional contemporâneo que, por razões de indústria e mercado, não tiveram grande repercussão ou não foram exibidos ou lançados comercialmente.

Serviço

Estéticas do Contemporâneo exibe Tudo Sobre Minha Mãe

Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 – Centro)

Dia: 25 de junho (segunda-feira)

Horário: 21h

Entrada Gratuita (retirada de senhas na bilheteria meia hora antes do início)

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/cine-humberto-mauro-exibe-obra-de-almodovar/

Gestão Anastasia: Minas Gerais participa de feira sobre inovação tecnológica na ONU

Antônio Jorge Souza Marques representará o Brasil na 12ª Conferência Mundial Infopoverty, que acontece em 22 de março, em Nova Iorque

Na ciência médica, não é raro que uma tecnologia seja desenvolvida para uma finalidade e, com o tempo, se descobrem novos usos, capazes de trazer mais benefícios do que foram imaginados anteriormente. A ultrassonografia é um bom exemplo. Utilizada há 60 anos, ela agora pode ser usada para salvar vidas em situação de urgência e emergência, muitas vezes em lugares remotos, geralmente ocasionados por acidentes de carro. Visando mostrar essa experiência, o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge Souza Marques, representará o Brasil na 12ª Conferência Mundial Infopoverty, que acontece em 22 de março, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque.

A conferência, que expõe o impacto que tecnologias mais acessíveis e sustentáveis podem trazer no cotidiano das pessoas, é coorganizada pelo Escritório de Parcerias da ONU, pelo Observatório pela Comunicação Cultural e Audiovisual no Mediterrâneo e no Mundo (OCCAM), o Infopoverty Institute da Universidade de Oklahoma e pelo Parlamento Europeu, com o tema “Quem conduz a revolução digital? Práticas inovadoras para o desenvolvimento” (Who drives the digital revolution? Innovative practices for development). Além do setor de saúde, há painéis sobre meio ambiente, desenvolvimento sustentável, educação, democracia, mudanças climáticas, segurança alimentar, entre outros.

O uso do ultrassom para atendimentos da urgência e emergência foi viabilizado em Minas Gerais por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) e a World Interactive Network Focused on Critical Ultrasound (Winfocus), organização internacional com sede na Itália. “Antes, o ultrassom era um aparelho muito caro e pesado. Ultimamente, foram criados aparelhos leves e mais baratos. Com isso, o ultrassom não se restringe apenas ao hospital, pode ser transportado para outros ambientes. Dessa forma, os médicos de serviços como o Samu 192 podem utilizar o aparelho no diagnóstico dos pacientes, realizando encaminhamentos e procedimentos mais seguros. Assim nós podemos salvar mais vidas”, explica Rasível dos Reis Santos Júnior, coordenador de Urgência e Emergência da SES.

Além de expor a prática de sucesso em Minas Gerais, haverá assinatura de um contrato, pelo secretário Antônio Jorge e representantes da Winfocus World, visando a capacitação de 252 médicos na utilização do aparelho, na perspectiva de um projeto piloto para um plano estadual mais amplo. Inicialmente, serão beneficiadas a macrorregião sanitária do Norte de Minas e a microrregião polarizada pelo município de Manga. “Hoje, temos um caso de sucesso e vamos ampliar esta boa prática, seguindo uma tendência internacional”.

Telemedicina 

Projeta-se que no futuro, cada especialidade médica adquira conhecimento suficiente para utilizar a ultrassonografia no seu dia-a-dia. “A tecnologia atuaria como se fosse um novo estetoscópio, não veio para substituir o clássico aparelho, mas sim para fornecer mais informações ao médico que cuida do paciente, em tempo real, permitindo que o diagnóstico seja feito mais rapidamente e, consequentemente, que não haja atraso no início do tratamento, que poderia implicar na morte do paciente”, afirma José Muniz Pazeli Júnior, diretor da Winfocus no Brasil.

O projeto “WINFOCUS GLOBUS BRASIL”, aplicado em Minas Gerais, vai ser único no mundo na sua extensão e articulação, cobrirá toda a rede de atendimento, incluirá capacitação de médicos da rede de assistência, e também professores universitários que serão treinados para multiplicar este conhecimento. O uso da telemedicina permitirá que médicos nas áreas mais remotas e menos desenvolvidas do estado enviem imagens que serão avaliadas por professores capacitados nas universidades. O projeto prevê ainda educação continuada e protocolos de atendimento para diversos tipos de pacientes, no trauma, nas urgências clínicas, na pediatria, na obstetrícia, etc.

Serão parceiras no projeto algumas instituições de prestígio, Niguarda Ca’ Granda Hospital e AREU (Azienda Regionale di Emergenza e Urgenza) da “Regione Lombardia” (Milão, Itália), Henry Ford Hospital (Detroit, EUA), South Carolina University (Columbia, EUA). O grupo envolve também agências acreditatas pelas Nações Unidas, como o “Human Development, Capabilities and Poverty International Research Center” (HDCP – IRC), e o OCCAM, promotor do Infopoverty Program das Nações Unidas. “Este é um projeto ambicioso e revolucionário que impactará fortemente a saúde da população de Minas Gerais e, certamente, será um modelo de saúde de qualidade e sustentável para o Brasil e para o mundo”, finalizou o professor Luca Neri, ex-presidente da WINFOCUS Wolrd e responsável científico internacional do projeto piloto.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-participa-de-feira-sobre-inovacao-tecnologica-na-onu/

Governo de Minas: espaço TIM UFMG do conhecimento vai projetar imagens do Exquisite Clock

O projeto, de autoria do belo-horizontino João Wilbert, já rodou o mundo e ficará exposto na capital mineira até dezembro de 2013

A partir do dia 8 de março, a fachada digital do Espaço TIM UFMG do Conhecimento, do Circuito Cultural Praça da Liberdade, vai projetar imagens do Exquisite Clock, um relógio interativo feito com imagens de números capturadas na vida cotidiana e enviadas por pessoas de todo o mundo por meio da internet e por um aplicativo do iPhone . O projeto, de autoria do belo-horizontino João Wilbert, já rodou o mundo e ficará exposto na capital mineira até dezembro de 2013.

Esta será a primeira vez que o relógio será exposto em um espaço público e não em uma galeria. O artista confessa que está curioso para saber a reação dos conterrâneos ao Exquisite Clock. “O fato de o relógio estar em um espaço público traz uma nova dimensão ao trabalho que, até então, foi tratado como arte e exposto em locais fechados. Desta vez, acredito que minha obra vai se aproximar mais do lado funcional do relógio”, afirma.

O Exquisite Clock se baseia na ideia de que o tempo não é linear e que pode ser compartilhado simultaneamente. O projeto tem o objetivo de estimular as pessoas a encontrarem números ao seu redor observando a própria rotina. “Os números estão em toda a parte, se você é capaz de enxergá-los. Eles podem estar em objetos, paisagens, comidas, animais, cabos e muito mais”, explica Wilbert, que já morou na Itália e atualmente vive em Londres.

Exquisite Clock é uma plataforma em constante desdobramento na qual quanto mais pessoas participam, maior e mais expressiva ela se torna. “O projeto é sobre criatividade e colaboração”, afirma o autor. As imagens podem ser enviadas pelo site www.exquisiteclock.org, ou pelo aplicativo do iPhone.

No Espaço TIM UFMG do Conhecimento, um sistema de gerenciamento de conteúdo formará um banco de dados com as fotos recebidas e o relógio será atualizado diariamente com as imagens enviadas no dia anterior. O Exquisite Clock foi desenvolvido por Wilbert ao receber uma bolsa da Fabrica (fabrica.it), instituição que apoia novos talentos,  localizada em Treviso (Itália). A obra já foi exposta em Milão, Paris, Londres, Moscou, Breda (Holanda), Luxemburgo, Lodz (Polônia), Osaka (Japão), Holon (Israel) e Nova Iorque.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: exposição Marc Riboud estreia em março no Palácio das Artes

Mostra possui 51 fotos datadas de 1953 a 2009, registradas pelo importante fotógrafo francês que dá nome à exposição

Estreia em 2 de março, no Espaço Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes, a exposição Marc Riboud, realizada pela Fundação Clóvis Salgado (FCS) em parceria com a Aliança Francesa de Belo Horizonte. Com curadoria da Delegação Geral da Aliança Francesa no Brasil, a exposição fica em cartaz até 11 de abril e tem entrada gratuita.

Marc Riboud é composta por 51 fotos, de tamanhos variados, datadas de 1953 a 2009, registradas por este importante fotógrafo francês que dá nome à mostra. Apelidado de “andarilho do vento” pelo diretor-geral da Aliança Francesa no Brasil, Yann Lorvo, suas fotos são um testemunho diferenciado dos grandes eventos e de lugares diversos, do Oriente ao Ocidente.

“De Washington ao Vietnã, do Nepal às Ìndias, da China à África, ou no Brasil, ele colecionou as imagens como se colecionam borboletas, com cuidado, prazer e paixão. Sua capacidade de se surpreender, seu amor pela vida, pelo próximo, aparecem na sua maneira de descobrir as culturas distantes e de voltar várias vezes aos países que visitou”, explica Yann Lorvo.

Além dessas fotos, também estarão expostas 10 montagens de fotografias feitas por Riboud no Brasil, em 2009, durante suas visitas a Porto Alegre e Rio de Janeiro. “Lá, como no Rio, cada dia de minha viagem foi um encanto. Mais ainda do que a beleza das paisagens e das cidades, pude apreciar o calor e a elegância das relações humanas; este sentimento que, tão longe da França, a compreensão é imediata, profunda, assim como é imenso o apetite pelos intercâmbios culturais”, declarou o fotógrafo, que esperou 85 anos para vir ao Brasil.

Para a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg, “a exposição reafirma as parcerias estabelecidas pela FCS com diversas instituições e tem por objetivo promover a circulação de conteúdos relevantes para a compreensão da arte mineira, brasileira e internacional contemporânea, valorizando as diversas linguagens artísticas”.

Desde 2010, a exposição passou por diversas cidades do Brasil, como Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, São Paulo, Belém e Curitiba, e foi vista por aproximadamente 100 mil pessoas.

Sobre Marc Riboud

Marc Riboud nasceu em 1923, na cidade de Lyon. Durante a Exposição Universal de Paris, em 1937, ele realizou suas primeiras fotografias com o pequeno Vest-Pocket que seu pai lhe deu por ocasião de seus 14 anos. De 1945 a 1948, estudou engenharia na Ecole Centrale de Lyon e trabalhou em uma fábrica antes de resolver dedicar-se à fotografia.

Em 1953, conseguiu publicar na revista Life a foto de um pintor da Torre Eiffel. Convidado por Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, integrou a equipe da agência Magnum. Em 1955, passando pelo Oriente Médio e o Afeganistão, foi por terra até a Índia, onde ficou um ano antes de ir para a China. Depois de uma estada de três meses na antiga URSS, em 1960, fez a cobertura das independências na Argélia e na África negra.

Entre 1968 e 1969, realizou reportagens no Vietnã do Sul e também no Vietnã do Norte, onde foi um dos poucos fotógrafos a poder entrar. Nos anos 1980, viajou regularmente pelo Oriente e pelo Extremo Oriente e realizou exposições em Paris, Londres, Nova Iorque, Beijing, Hong Kong e Bilbao.

Além de fotografias, publicou vários livros sobre a China, o Tibete e o Camboja. Seu trabalho foi exposto em diversos museus. Riboud recebeu, entre outras recompensas, dois prêmios do Overseas Press Club, o Time-Life Achievement, o Lucie Award, o ICP Infinity Award e, recentemente, o Sony World Photography Award.

Sobre a Aliança Francesa

A Aliança Francesa é uma associação sem fins lucrativos, constituída livremente por pessoas que têm o objetivo de divulgar a língua e a cultura francesas no seu país de origem. Fundada em Paris, em 1883, está presente em 135 países, possui 1016 estabelecimentos e tem cerca de 490 mil estudantes no mundo inteiro.

No Brasil, a rede das Alianças Francesas conta, atualmente, com 40 associações e nove centros correspondentes, estando presente em praticamente todos os estados brasileiros e formando, assim, uma ponte entre o Brasil e a França. Em Belo Horizonte, a Aliança Francesa foi fundada em 14 de julho de 1944 e está situada em um agradável casarão na região da Savassi.

Fonte: Agência Minas