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Gestão Eficiente: Alagoas busca referência em Minas para estruturar Rede de Assistência à Saúde da Mulher

Gestores alagoanos visitam a sede da Secretaria de Saúde de Minas para buscar experiências aplicadas no Estado

Henrique Chendes / SES
Técnicas em Saúde da Mulher de Alagoas realizam um aprofundando na sede da SES-MG
Técnicas em Saúde da Mulher de Alagoas realizam um aprofundando na sede da SES-MG

Entre esta quarta (30) e quinta-feira (31), representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Alagoas visitam a sede da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais para conhecer, de perto, o modelo de Gestão Pública adotado pelo Governo de Minas no setor – neste caso, especialmente, a Rede Integrada de Assistência à Saúde da Criança, da Mulher e do Adolescente.

As técnicas em Saúde da Mulher de Alagoas, Carla Pacheco, Syrlene Patriota e Valéria Santos, realizam um aprofundando em temas como, fluxo, programação e governança das Redes de Atenção à Saúde, importância da Atenção Primária, como Centro Coordenador da Rede, Programa Saúde em Casa, ações de combate à Mortalidade Infantil e Materna em Minas Gerais, Rede de Atenção à Saúde da Mulher e da Criança no nível assistencial e hospitalar e Centros Integrados de Referência Secundária (Viva Vida e Hiperdia).

Nesta quinta-feira, as técnicas fazem uma visita ao Centro Integrado de Referência Secundária de Santo Antônio do Monte, referência mineira no atendimento nas áreas sexual, reprodutiva e atendimento à criança de risco e também no atendimento da hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, doenças cardiovasculares e doença renal crônica.

De acordo com a médica reumatologista da Secretaria de Saúde de Alagoas, Syrlene Patriota, embora seu estado seja pequeno em extensão, passa por dificuldades para implementar uma Rede de Assistência à Saúde. “Começamos a articular a rede no ano passado e o modelo mineiro nos chamou muita atenção durante as apresentações do Ministério da Saúde. Percebemos que temos realidades semelhantes e que podemos fazer dar certo também”, afirma.

O secretário-adjunto da Secretaria de Saúde de Minas, Breno Henrique Avelar, que recebeu as técnicas de Alagoas, se sente orgulhoso com o fato de o Estado ser referência na Gestão em Saúde Pública. “Conseguimos fazer muita coisa por causa da continuidade do trabalho que começou a ser desenvolvido em 2003. Temos consciência de que falta muita coisa, mas já demos alguns passos”, destaca.

Rede Viva Vida

O Programa de Redução da Mortalidade Infantil e Materna em Minas Gerais (Viva Vida), lançado em 2003, aposta na sistematização de ações e na parceria entre governo e sociedade civil organizada como principal arma no combate a mortalidade infantil e materna.

Para tanto, o Governo do Estado investe recursos na estruturação, qualificação e mobilização social da Rede Viva Vida, tendo implementado os Centros Viva Vida de Referência Secundária e as Casas de Apoio à Gestante, planejados para cobrir a deficiência de oferta na Atenção Secundária.

Os Centros organizam o atendimento especializado nas áreas de saúde sexual e reprodutiva e atendimento à criança de risco. A Casa de Apoio à Gestante é um local próximo das maternidades de referência em alto risco, onde as gestantes que residem longe permanecem antes do parto, sob cuidado qualificado, o que facilita o atendimento sempre que há necessidade.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/alagoas-busca-referencia-em-minas-para-estruturar-rede-de-assistencia-a-saude-da-mulher/

Modelo de gestão pública criado por Aécio Neves em Minas é referência nacional para municípios

Gestão em Minas, Choque de Gestão, Gestão Pública Eficiente

Fonte: Brasil Econômico

“Estamos vivendo uma revolução silenciosa na gestão”

TRÊS PERGUNTAS A…

…ERIK CAMARANO – Diretor-presidente do Movimento Brasil Competitivo (MBC)

Pelo terceiro ano consecutivo, o Movimento Brasil Competitivo (MBC) homenageia os municípios que se destacaram em gestão. Para Erik Camarano, diretor-presidente da instituição, houve uma melhora nos projetos e cumprimento das metas estabelecidas, ao longo desse período.

De onde surgiu a ideia da premiação?

Surgiu com a implantação do modelo de gestão pública por Aécio Neves, em Minas Gerais. Então, fizemos parceria com Microsoft, Intel e Symnetics com o objetivo de estimular os municípios a usar as ferramentas de tecnologia de informação (TI). É baseado na metodologia utilizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e adaptado para o caso brasileiro. Por isso, separamos em 10 blocos de áreas, como saúde, educação, gestão interna, perspectiva de geração de resultados, entre outros.

Houve alguma evolução nesses três anos do Prefeito Inovador?

Percebemos que houve melhora de 2009 para 2010 e, por isso, deixamos a linha de exigências mais difícil, neste ano. Ou seja, aprofundamos o questionário em determinados aspectos. Mesmo assim, o ciclo de 2011 foi mais disputada. As prefeituras estão apresentando práticas mais robustas. Estamos vivendo uma revolução silenciosa na gestão pública brasileira.

Há mudanças para a premiação do ano que vem?

Ainda não está certo, mas devemos antecipar o ciclo de avaliações e a premiação (que ocorre em novembro), por causa do calendário eleitoral no ano que vem.