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Belo Horizonte se prepara para Copa 2014 com apoio de uma gestão eficiente

Boa gestão

Abertura da Copa 2014, uma disputa legítima

Fonte:Artigo de Sergio Barroso, secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo do Governo de Minas – publicado em O Tempo

O Mineirão é um palco histórico do futebol

Na preparação do Brasil para a Copa 2014, as atenções agora estão voltadas para a escolha do estádioque vai sediar o jogo de abertura. Belo Horizonte, Brasília, Salvador e São Paulo estão no páreo até que a Fifa proclame sua escolha – que poderá ocorrer no dia 20 de outubro, conforme a agenda atual.

Minas Gerais quer o Mineirão como palco da abertura. Renovamos nossa confiança com a declaração do presidente da Fifa, Joseph Blatter: ”A decisão sobre o estádio (para a abertura) é uma decisão esportiva, não uma decisão política”. Assim sendo, Minas tem procurado demonstrar os méritos técnicos e esportivos do projeto. Fruto de um cuidadoso planejamento, cuja execução começou após a definição de Belo Horizonte como cidade-sede, o Mineirão se apresenta como uma solução confiável para abrir a Copa de 2014.

A reforma do estádio estará concluída em dezembro de 2012, com tempo de sobra para testes de toda ordem, obtenção de certificação ambiental e para sediar a Copa das Confederações, em 2013.

O Mineirão terá 64, 5 mil assentos permanentes, cobertura total e uma esplanada no entorno do estádio para 65 mil pessoas onde poderão ocorrer eventos culturais, religiosos e esportivos.

A qualidade dos projetos e a adoção do modelo de parceria público-privada para a reforma do Mineirão receberam elogios do Tribunal de Contas da União e órgãos do governo federal, bem como de comissões da Fifa, que visitaram as obras.

Além disso, o Mineirão é um estádio público e continuará sendo. E é a casa das maiores torcidas do Estado, um palco histórico do futebol.

Nosso estádio é uma referência nacional, chancelada por ninguém menos que a presidente da República, Dilma Rousseff, e pelo Rei Pelé.

Como o estádio está indo bem, tenho ouvido muita gente dizer que o problema de Minas é a falta de hotéis, o trânsito, o aeroporto, enfim… Duvidem um pouco quando criticarem nosso Estado.

Temos 28 hotéis em construção e outros 17 em vias de começar a obra.

Até a Copa serão cerca de 51 mil leitos na Grande BH, mais que o dobro recomendado pela Fifa.

Teremos 900 táxis a mais circulando na Copa e três corredores exclusivos para ônibus articulados, os chamados BRT, que transportarão diariamente 750 mil pessoas.

Podem ficar tranquilos: todos chegarão bem ao estádio, às fan fests, à casa dos amigos, aos bares etc.

A obra do aeroporto internacional Tancredo Neves já começou e a ampliação do terminal 1 estará pronta para a Copa.

Dia 20 de outubro está se aproximando. Como reza o ditado do futebol, vamos em frente porque “o jogo só termina quando acaba”. E isso vale também para a disputa pelo jogo de abertura. De qualquer forma, trabalhamos para ser a melhor sede da Copa de 2014.

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Governo do PT adota programa de redução da pobreza do governo Anastasia

Gestão SocialFonte: EM

Porta a Porta do governo de Minas é exemplo para o governo federal do PT que o batiza de Busca Ativa

O governo federal reconhece mais um acerto do Governo de Minas. Agora, é o programa Porta a Porta que está sendo copiado pelo governo do PT, que implementou, com base na experiência mineira, o conceito ‘Busca Ativa’ dentro do seu programa Brasil sem Miséria.

Estados como São Paulo e Pernambuco, por exemplo, estão vindo a Minas Gerais para conhecer o Porta a Porta, aprender com ele para implementá-lo. Boas ideias podem e devem ser partilhadas. Mas o que estamos vendo é o governo federal executando um programa idêntico ao mineiro sem dar nenhum crédito para a iniciativa ou para o desenvolvimento de sua metodologia.

Na verdade, tem sido prática dos governos do PT não darem créditos às obras ou ideias do governo de Minas. Prefeituras petistas, como a de Contagem, divulgam na tv obras da administração estadual, ou realizadas em parceira com o Estado, como se fossem delas.

“Mais uma vez o Governo de Minas sai na frente. O programa Porta a Porta é uma grande colaboração que estamos dando ao Brasil Sem Miséria, que praticamente copiou o nosso programa com o nome de Busca Ativa”, enfatizou o deputado Luiz Henrique (PSDB), do Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O Porta a Porta, que foi lançado em fevereiro deste ano, já fazia parte do programa de governo do então candidato ao governo de Minas, Antonio Anastasia, e inspirou, mais uma vez,  o governo federal do PT.

Para se ter uma ideia, em Minas Gerais, o Porta a Porta já alcançou, em poucos meses, a marca de 70 mil domicílios visitados em 44 municípios. O programa tem como objetivo identificar pessoas carentes para incluí-las em programas sociais. A meta é visitar, até o final deste ano, um total de 100 municípios mineiros.

Novos negócios: Bom momento na economia de Minas Gerais

Desenvolvimento econômico

Em MG, 56 mil novos negócios

Negócios
Lojas de roupa, lanchonetes e restaurantes são os preferidos

Fonte: O Tempo

Marconi Abdo, Tiago Abdo e Fabiano Fagundes são moradores da Pampulha há muitos anos. Mas faz pouco tempo que eles se uniram para abrir a choperia Juscelino Deck Beer, na orla da lagoa. ”Sentíamos falta de algo voltado para a classe A na região. Os moradores precisavam atravessar a cidade para ir a um local mais refinado”, diz o sócio-proprietário Thiago Abdo. A casa foi inaugurada em agosto de 2010, depois de cinco meses de pesquisa e planejamento, tem capacidade para 600 pessoas e emprega 50 funcionários.

Esse e outros pequenos e microempreendimentos representam 99,3% do total de empresas de Minas Gerais, conforme dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). São 672 mil pequenas empresas no Estado. Só em 2009, 56.346 novos negócios foram abertos, número que deve se repetir ou até apresentar crescimento em 2010.

O comércio é cobiçado por 52% dos pequenos empreendedores mineiros, seguido pelo segmento de serviços, com 31%. Indústria e construção civil estão adiante, com 12% e 5%, respectivamente. O site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae-MG) aponta os ramos mais procurados: no topo da lista, estão lojas de roupa, lojas de artesanato, lanchonetes e restaurantes. Salões de beleza, agências de viagem e bares também estão entre os dez itens mais desejados.

A maior parte dos negócios fica na região Central de Minas, com 38%, seguida pelas regiões Leste (21%) e Sul (18%). Eles utilizam 57% da mão de obra formal do Estado. Desses empregos, 46% estão na região Central do Estado, 19% na região Leste e 16% no Sul.

Vale lembrar que Minas tem taxa de falência inferior à do Brasil: 14,3% contra 22%. “Não há dúvida de que o setor tem papel estratégico e essencial para o cenário econômico-social do Estado e do país, embora muitas pessoas não percebam isso”, diz o economista Ricardo Pereira, gerente da Unidade de Educação, Empreendedorismo e Cooperativismo do Sebrae-MG.

Segundo ele, apenas 5% dos novos investidores procuram ajuda especializada, como a do Sebrae. Desprezar esse apoio é um erro. Desde 2007, o Sebrae oferece o curso “Meu Primeiro Negócio”, com o objetivo de auxiliar os empreendedores de primeira viagem. Em 2011, o evento acontece em Juiz de Fora, em abril. Nos meses seguintes, segue para Unaí, São Sebastião do Paraíso, Ipatinga, Poços de Caldas e Uberaba.

Uma etapa fundamental é a legalização do negócio, diz Cezar Kirszenblatt, gerente do Sebrae/RJ. Para incentivar os pequenos empresários a legalizarem seus negócios, o governo federal criou o programa do Empreendedor Individual. Até 31 de dezembro de 2010, 809.844 donos de pequenos negócios aderiram ao programa em todo o país. Com a legalização, o empreendedor pode emitir nota fiscal e, consequentemente, vender para grande empresas, governo e instituições públicas.

Além disso, passa a ter possibilidade de acesso a serviços financeiros e, assim, obter crédito para investimento e capital de giro. Os interessados em mais informações ou em se cadastrar no programa podem acessar o Portal do Empreendedor.

Além dos passos básicos, é preciso que o empreendedor esteja muito atento a fatores como inovação, prazo, qualidade, relacionamento/fidelização do cliente e processos de gestão em geral. Atualmente, esses fatores são fundamentais para a sobrevivência do negócio no mercado, ressalta Kirszenblatt.

Evento
Copa vai aquecer vários setores
Rio de janeiro. O momento é bastante favorável para a economia brasileira: eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 já estão abrindo muitas oportunidades para quem está interessado em investir num pequeno negócio. De acordo com o Sebrae/RJ, segmentos como comércio varejista de lembranças, brindes, bijuterias e artigos esportivos, alimentos fora do lar, construção civil e reformas, mobiliário, artesanato, design e webdesign, entre outros, serão diretamente beneficiados e podem ser uma boa opção para quem pretende abrir uma pequena empresa em 2011.

Mas não basta ter uma boa ideia e disposição para levá-la adiante. Cezar Kirszenblatt, gerente da área de estratégias e diretrizes do Sebrae/RJ, afirma que, além de buscar novas oportunidades de negócios, o pequeno empreendedor precisa, antes de tudo, organizar-se, buscar informações e fazer tudo com muito planejamento.

O especialista recomenda que seja feita uma pesquisa de mercado, observando questões como pontos de instalação, concorrência, potenciais clientes, fornecedores, entre outras.

Conhecimento
Pesquisa ajuda na escolha
A economia vive um bom momento se a comparação for feita com dez ou 20 anos atrás: a taxa de desemprego caiu, a população tem mais acesso a crédito e o consumo das classes C e D só aumenta.

Mas, segundo o gerente da Unidade de Educação, Empreendedorismo e Cooperativismo do Sebrae-MG, o economista Ricardo Pereira, qualquer momento é favorável para abrir um negócio. “Tudo depende do ramo e do conhecimento do gestor sobre ele. É preciso haver muito estudo, planejamento e qualificação para alcançar os resultados planejados”, orienta. Ele diz que a maior parte das empresas fecha por falta de capital de giro, burocracia excessiva, tributação elevada, localização inadequada e perda de clientes para o concorrente. “O investidor pode evitar a falência verificando todos esses itens antes mesmo de abrir o seu negócio”, previne.

Foi o que fizeram os irmãos Hildemano e Carlos Amorim, proprietários do bufê Raja Boom, no bairro Santa Lúcia, região Centro-Sul de Belo Horizonte, inaugurado em agosto de 2010.”Planejamos o investimento por dois anos. Nesse processo, mapeamos os concorrentes vizinhos e procuramos sanar seus pontos fracos”, diz Hildemano. A localização, na avenida Raja Gabáglia, foi escolhida a dedo. “É um ponto estratégico, que diminui custos com divulgação, pois a nossa fachada já funciona como um out-door”, disse. (FM)

Governo Aécio Neves investe R$ 2 bilhões em obras em Minas Gerais

Serviço Público

Fonte:Agência Minas

Ações do Governo Aécio Neves vem mudando a realidade de milhões de pessoas nos últimos sete anos com os programas ProacessoProMGMinas Avança, entre outros. Somente na área de Transportes e Obras, o Governo investiu, em 2009, cerca de R$ 2 bilhões em obras de infraestrutura.

No Programa de Pavimentação de Ligações e Acessos Rodoviários aos Municípios (Proacesso) foram destinados recursos da ordem de R$ 950 milhões para a conclusão de 33 novos trechos do programa, o que corresponde a 1.085 quilômetros de novas rodovias pavimentadas. Trata-se do maior volume de obras executadas dentro do Programa, em um ano.

Pelo Programa de Recuperação e Manutenção Rodoviária do Estado de Minas Gerais (ProMG) foram investidos mais de R$ 261 milhões, em 2009.  O programa já atingiu 30% da malha estadual pavimentada, que hoje é de 17.896 quilômetros. Outros R$ 300 milhões foram destinados à construção de obras urbanas, como a duplicação da avenida Antonio Carlos e construção e recuperação de estradas que compõem outros programas de Governo.

Para o secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Fuad Noman, o Proacesso tem um alcance social muito alto. “O programa melhora a vida das pessoas facilitando o acesso a bens e serviços com a pavimentação dos trechos”, disse.

O secretário informou que “estão contratados, por meio do ProMG, 4.334 quilômetros de rodovias pavimentadas, dos quais 3.513 já recuperados e em fase de manutenção”. Estão incluídas no programa rodovias sob jurisdição das coordenadorias regionais do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG) de Belo Horizonte, Formiga, Oliveira, Passos, Pará de Minas, Itajubá, Poços de Caldas, Juiz de Fora, Varginha e Ubá. O ProMG prevê a recuperação de estradas pavimentadas e manutenção por um período de quatro anos.

Fuad destacou também a parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, lembrando o convênio para a duplicação de 2,2 quilômetros da avenida Antonio Carlos, com investimentos de R$ 190 milhões para as obras, que incluem a construção de sete novos viadutos, no trecho entre a rua dos Operários até a Lagoinha. Dois viadutos situados na confluência da rua dos Operários e 650 metros de pistas duplicadas, já entregues a população.

Por meio de convênios, foram investidos cerca de R$ 171 milhões em 706 contratos, beneficiando cerca de 430 municípios mineiros. Os recursos estão sendo aplicados em obras de infraestrutura básica, tais como melhoramentos de vias, pontes e edificações, saneamento, urbanização.

No setor de edificações públicas, foram investidos cerca de R$ 212 milhões em 234 obras – escolas, postos fiscais, postos de saúde e hospitais, entre outras.