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Gestão Anastasia: produtor mineiro de carne suína recupera renda com exportações

Setor aumenta vendas externas em quase 200% no primeiro quadrimestre do ano

As vendas da carne suína de Minas Gerais no exterior movimentaram, entre janeiro e abril de 2012, US$ 37,2 milhões, cifra 198,45% superior à registrada no primeiro quadrimestre de 2011. Os números são da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com base em dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Para o superintendente de Política e Economia Agrícola, João Ricardo Albanez, os bons resultados do quadrimestre confirmam uma tendência de ascensão do produto no mercado mundial em contraponto à retração dos mercados por causa da crise econômica.

O desempenho de Minas Gerais é melhor que a média nacional. Os dados do Brasil mostram que as exportações de carne suína no primeiro quadrimestre movimentaram cerca de US$ 434,0 milhões, uma retração de 3,6% diante dos resultados do mesmo período de 2011.

Segundo Albanez, a soma obtida com a comercialização da carne suína no exterior é consequência do aumento dos embarques do produto para 13 mil toneladas (143,59%) e do preço médio na faixa de US$ 2,8 mil a tonelada, equivalente a uma progressão de 22,51% diante do valor registrado no primeiro quadrimestre de 2011.

Ele observa que os dados do primeiro trimestre de 2012 já mostravam a carne suína de Minas, por meio do aumento do valor médio e da expansão das vendas nos mercados de destino, superando os resultados negativos do ano anterior e firmando-se no cenário internacional.

A Rússia manteve a liderança das importações da carne suína mineira no quadrimestre, com 45,8% do valor exportado. Em seguida vêm Hong Kong (21,9%), Ucrânia (16,2%) e Albânia (5,8%). Os quatro destinos adquirem 89,7% do produto colocado por Minas no mercado externo. Outros 17 países também fazem parte da relação de compradores.

Cenário alternativo

Para o superintendente, “o mercado internacional se transformou em boa alternativa para a colocação da carne suína mineira numa fase em que o cenário brasileiro se mostrava pouco sustentável para os negócios da suinocultura”. Dados de 2011 mostram que, enquanto os abates inspecionados do setor no Estado alcançavam 4,1 milhões de cabeças, ou 390,4 mil toneladas, as exportações de todo o ano foram de apenas 6,6% daquele volume. Já no primeiro quadrimestre deste ano, o volume exportado equivale a 49% das exportações de 2011, ele acrescenta.

“O aumento das exportações é oportuno porque os produtores fizeram altos investimentos em matrizes no ano passado para atender a um possível aumento do consumo interno e externo. Mas houve obstáculos, como as barreiras da Argentina às importações e o consequente aumento da oferta de carne suína no Brasil, principalmente por causa do grande volume da carne procedente das granjas do sul do país.

“Além de superar parte do problema por meio das exportações, os suinocultores de Minas agora têm a expectativa de melhoria também do mercado interno, começando com a possiblidade de boas vendas da carne para o Dia das Mães”, explica Albanez.

Exportações de carne suína jan/abr2012:

Minas:US$ 37,2 milhões (+198,45%)

Embarques: 13,0 mil t (+143,59%)

Brasil:US$ 434,0 milhões (-3,6%)

Embarques: 168,3 mil/t (+0,96%)

Álcool e café

O álcool foi o produto do agronegócio mineiro com maior índice de crescimento (370,4%) nas vendas externas, ao registrar uma receita da ordem de US$ 16 milhões. Esses números resultaram do aumento dos embarques para 13,3 mil toneladas (325,0%) e do valor médio do produto para US$ 1,2 mil a tonelada (10,7%).

A quebra das barreiras dos Estados Unidos ao álcool brasileiro tem contribuído para o aumento das exportações do produto. No primeiro quadrimestre de 2012, o país adquiriu 99,9% do alcool embarcado por Minas. O restante foi destinado ao Paraguai e Guiné Equatorial.

No grupo café, apesar da retração das exportações do produto em grão, o processado (solúvel) teve vendas de US$ 6,3 milhões, valor cerca de 13,0% superior ao registrado em idêntico período de 2011. Embora os embarques tenham se mantido praticamente no mesmo nível, em torno de mil toneladas, o produto alcançou uma cotação média de US$ 5,9 mil a tonelada, equivalente a um aumento de 13,4% na comparação com o valor registrado entre janeiro e abril do ano passado.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/produtor-mineiro-de-carne-suina-recupera-renda-com-exportacoes/

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Gestão Eficiente: em alta, exportações mineiras totalizam US$ 10,4 bilhões até abril

Se considerados os últimos 12 meses, vendas externas somam US$ 40,17 bilhões, alta de quase 13%

As exportações mineiras totalizaram US$ 10,4 bilhões nos primeiros quatro meses do ano. Com o resultado, a participação de Minas Gerais sobre o total do Brasil ficou em 14%. Se considerados os últimos 12 meses (maio de 2011 a abril de 2012) as exportações totalizaram US$ 40,17 bilhões e apresentaram uma expansão de 12,9% em relação ao período de maio de 2010 a abril de 2011. A participação sobre o total brasileiro ficou em 15,5%.

Os dados preliminares foram divulgados nesta sexta-feira (04) pela Central Exportaminas, órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), que realiza mensalmente o Mapeamento das Exportações de Minas Gerais com base nos números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Importações

A análise da Central Exportaminas constatou que as importações em abril deste ano totalizaram US$ 941,4 milhões, valor 5,9% superior ao mesmo mês de 2011. A média diária das importações foi de US$ 47,1 milhões.  Houve redução de 2,4% no valor importado em relação a março de 2012.

As importações aumentaram, de janeiro a abril, 7,2% na comparação com o mesmo período de 2011, totalizando US$3,7 bilhões. Importou-se 5,3%  do total brasileiro. Também no período de maio de 2011 a abril de 2012, as importações aumentaram 23,3% na comparação com o mesmo período de 2010 a 2011, totalizando US$ 13,3 bilhões. O crescimento das importações mineiras ficou acima da variação das importações nacionais (+18,1%). Minas Gerais importou 5,7% do total brasileiro.

No mês passado, o saldo comercial de Minas reduziu 25,1% alcançando o valor de US$ 1,68 bilhão em relação a abril de 2011. Em relação a março deste ano a redução foi de 9,4%. Em contrapartida, a queda verificada no saldo comercial do Brasil no mesmo período foi de 52,7%, para US$ 881 milhões.

Entre janeiro e abril de 2012, o saldo comercial de Minas Gerais foi de US$ 6,65 bilhões, queda de 18,2%, enquanto o saldo nacional ficou em US$ 3,3 bilhões (- 33,7%). Já no acumulado dos últimos 12 meses (maio de 2011 a abril de 2012) o saldo comercial mineiro atingiu U$ 26,9 bilhões (+ 5%), enquanto o saldo comercial nacional foi de US$ 28,1 bilhões (+ 3,2%).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/em-alta-exportacoes-mineiras-totalizam-us-104-bilhoes-ate-abril/

Governo de Minas: exportações mineiras de carne suína batem recorde no trimestre

Receita cresceu 218,3% em relação à registrada em 2011

A receita das exportações mineiras de carne suína alcançou US$ 24,7 milhões no primeiro trimestre de 2012, aumento de 218,3% em relação à cifra de 2011. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e foram analisados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

O valor médio da carne exportada foi recorde: US$ 2,7 mil a tonelada, aumento de 11,1% ante o registrado há um ano, informa a assessora técnica Márcia Aparecida de Paiva Silva, da Superintendência de Política e Economia Agrícola (Spea). Já o volume embarcado (9 mil toneladas) apresentou crescimento de 186,4% na comparação com o acumulado de janeiro a março de 2011.

Márcia diz que o comportamento das exportações mineiras de carne suína foi superior ao registrado pelo Brasil. “Entre o primeiro trimestre de 2011 e o de 2012, as exportações brasileiras de carne suína ficaram praticamente inalteradas, com incremento de 1,3%. Dessa forma, entre os dois períodos, a participação de Minas nas exportações brasileiras de carne suína  passou de 2,5% para 8,0%”, afirmou.

Recuperação

O bom desempenho das exportações mineiras de carne suína em 2012 mostra a recuperação do segmento diante dos resultados negativos do ano anterior. Segundo Márcia Silva, em 2011, embora as exportações agregadas do agronegócio tenham registrado recorde, as vendas externas de carne suína não obtiveram resultados animadores.

No primeiro trimestre de 2012, o aumento das exportações foi beneficiado por fatores como a ampliação do valor médio e o aquecimento das compras dos mercados de destino. “Houve também o crescimento do número de importadores. Entre os primeiros três meses de 2011 e 2012, o número de países de destino da carne originária dos frigoríficos mineiros passou de 18 para 21”, informou a assessora.

Além do maior número de países compradores houve significativa expansão do montante dos principais importadores. A Rússia, que foi o principal país de destino em 2012, expandiu suas importações da carne suína mineira em 2.928,9%, que atingiram US$ 11,3 milhões.

O Estado de Minas Gerais não foi afetado pelo embargo da Rússia, deflagrado em junho de 2011, que afetou as plantas frigoríficas do Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná.

Os países que seguiram a Rússia no ranking dos principais destinos – Hong Kong, Ucrânia e Albânia – também registraram individualmente um incremento nas compras. Os quatro principais mercados citados, juntos, somaram 90,0% da receita de vendas externas de Minas Gerais.

No grupo dos produtos que compõem o segmento de carne suína, a carne congelada respondeu por maior participação, referente a 93,0%, e a receita de vendas chegou a US$ 23,0 milhões. A cifra é 235,4% superior à obtida no primeiro trimestre de 2011.

Entre os primeiros três meses de 2011 e 2012, a participação de Minas no ranking dos principais Estados exportadores da carne suína congelada passou de 2,8% para 9,3%. Com essa evolução, o Estado deixou o sétimo lugar para ocupar o quarto entre os maiores exportadores.

Os problemas decorrentes dos embargos comerciais como da Rússia e, recentemente, da Argentina não afetaram as vendas externas dos frigoríficos mineiros, acrescenta Márcia Silva. “Esse fato é positivo para o mercado estadual, uma vez que o embargo à carne resulta em aumento da disponibilidade de produto no mercado interno, que pressiona as cotações para baixo. Assim, os produtores sofrem prejuízos pela perda de mercado e pela menor remuneração de seus produtos”, finalizou.

Carne suína/MG: vendas aquecidas

Exportações janeiro-março: US$ 24,7 milhões

Aumento de 218,3%

Preço médio: US$ 2,7 mil a t (+11,1%)

Embarques: 9 mil t (+186,4%)

Principal destino, Rússia: US$ 11,3 milhões

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/exportacoes-mineiras-de-carne-suina-batem-recorde-no-trimestre/

Gestão Antonio Anastasia: exportações de Minas Gerais crescem 14% e atingem US$ 2,6 bilhões em fevereiro

Estado continua sendo o principal responsável pelo superávit da balança comercial brasileira

Americas Food & Beverage/Divulgação
Feiras internacionais, como a Americas Food & Beverage, nos EUA, impulsionaram exportações mineiras
Feiras internacionais, como a Americas Food & Beverage, nos EUA, impulsionaram exportações mineiras

As exportações de Minas Gerais atingiram o valor de US$ 2,66 bilhões em fevereiro de 2012, com uma média diária de US$ 139,9 milhões. Os dados preliminares foram divulgados, nesta segunda-feira (5), pela Central Exportaminas/Coordenadoria Especial de Comércio Exterior, órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), que realiza mensalmente o Mapeamento das Exportações de Minas Gerais com base nos números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). De acordo com os dados, houve um aumento de 14,3% na comparação com o mês de janeiro deste ano.

Já as importações totalizaram US$ 828,7 milhões, valor 0,2% superior ao mesmo mês de 2011. A média diária das importações de fevereiro/12 foi de US$ 43,6 milhões. Houve um decréscimo de 20% no valor importado em relação a janeiro de 2012. O saldo comercial do mês passado alcançou US$ 1,82 bilhão, com uma redução de 1,7%, em relação a fevereiro de 2011. Em relação a janeiro de 2012 houve um aumento de 41,8%. O mês de fevereiro pode ser considerado atípico, devido ao menor número de dias úteis, de 19, enquanto a média dos demais meses do ano é de 22 dias úteis.

Acumulado

Apesar disso, no acumulado dos últimos 12 meses (março de 2011 a fevereiro de 2012), as exportações mineiras continuaram apresentando resultados expressivos e atingiram US$ 40,96 bilhões, com expansão de 22,1% em relação ao período de março/2010 a fevereiro/2011. O crescimento das exportações mineiras ficou bem acima da variação das exportações nacionais (+20,4%) e a participação sobre o total brasileiro ficou em 15,9%.

No mesmo intervalo, as importações aumentaram 25,8% na comparação com o mesmo período de 2010/2011, para US$ 13,2 bilhões. Enquanto isso, as importações nacionais cresceram 23,7%. As importações do Estado responderam por 5,7% do total brasileiro. “Apesar da crise nos países desenvolvidos e da taxa cambial desfavorável aos exportadores, observamos uma disseminação da cultura exportadora no empresariado mineiro. A busca por novos mercados com a ampliação da carteira de clientes, bem como a inovação vêm se apresentando como saída para muitas empresas do Estado”, afirma Ivan Barbosa Netto, diretor da Central Exportaminas.

De acordo com ele, nas últimas participações em eventos internacionais, Minas Gerais registrou números recordes de participações de empresários mineiros. Apenas a Fruit Logistica em Berlim (Alemanha), principal feira mundial do setor de frutas, verduras e legumes e porta de entrada para todo o mercado europeu contou com a presença de 48 empresários do Estado. “Esses fatos confirmam o ótimo desempenho das exportações de Minas e acenam para um crescimento ainda maior em valor exportável e diversificação da pauta exportadora com produtos e serviços de maior valor agregado. Estamos no rumo certo, a internacionalização”, conclui Barbosa Netto.

Minas Gerais continuou sendo o principal responsável pelo superávit da balança comercial brasileira. O saldo comercial do Estado foi de U$ 27,8 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses, enquanto o saldo nacional foi de US$ 28,6 bilhões. Sendo assim, Minas Gerais possui 97% do saldo comercial brasileiro. Em relação ao período de março/2011 a fevereiro/2012, o crescimento foi de 4,7% no saldo comercial mineiro.

 

Governo de Minas: Diversidade Brasileira é tema da 4º Bienal Brasileira de Design

Evento acontece em diversos pontos da capital, além de Brumadinho e Ouro Preto

Belo Horizonte se prepara para a agitação cultural do maior evento de design do país, a IV Bienal Brasileira de Design 2012 (IVBBD), que tem previsão de ocorrer no segundo semestre deste ano em diversos pontos da capital, além de Brumadinho e Ouro Preto. O grande acontecimento, organizado pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Universidade do Estado Minas Gerais (Uemg), com o Centro Minas Design (CMD) e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), vai trazer inúmeras mostras nacionais e internacionais, e tem como temática a “Diversidade Brasileira”.

A BBD é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Movimento Brasil Competitivo (MBC). A ação, por sua magnitude, vai agregar as principais iniciativas do design desenvolvidas no país em todos os seus ambientes, quer seja na indústria, no meio acadêmico ou de gestão. Por sua forte inserção em diversos setores da atividade econômica e pela multiplicidade de utilização, o Design é forte ferramenta estratégica que agrega valor ao produto nacional.

A Bienal pretende delinear as referências e tendências nacionais e internacionais, com a participação de várias instituições, profissionais, pesquisadores, empresas, entre outros, que interagem com o design, e potencializar a utilização nos meios produtivos como ferramenta estratégica para a competitividade e melhoria da imagem do produto nacional no mundo, fortalecendo a “Marca Brasil”.

De acordo com a responsável pela secretaria executiva do evento e diretora do CMD, Enil Brescia, a Bienal deste ano tem como novidade a descentralização. “Os eventos foram pensados para ocorrerem em locais com fácil acesso, gratuidade das atividades, além de gerar um legado cultural para o estado”, afirmou.

A iniciativa pretende fazer refletir, por meio de mostras, fóruns, seminários, workshops, ações educativas, interativas e culturais, sobre como projetar, produzir e consumir bens, satisfazendo as necessidades e demandas do mundo atual.

Tema

Diferentemente das outras Bienais, que apresentaram os temas Inovação – São Paulo 2006, Competitividade – Brasília 2008 e Design, Inovação e Sustentabilidade, em Curitiba 2010; para a IV BBD 2012, o propósito é valorizar a “Diversidade Brasileira” a serem exploradas, inicialmente, em três vertentes:

– Étnica

– Natural/ País multicultural

-Econômica/ Produtiva

Segundo Enil Brescia, a escolha do tema da Bienal foi feita por a diversidade convergir com a transversalidade do design. “O Brasil é um país com muitas etnias, riqueza cultural, variedade de ideias e essa abundância é um desafio para o design”, disse.

A Bienal deste ano vai explorar as várias ferramentas de design nos seus aspectos tangíveis (tecnologia, processos, materiais etc.) e intangíveis (cultural, social, emocional, relacionado ao desejo e à qualidade percebida etc.) e sua interação com a diversidade brasileira, promovendo a participação efetiva do setor produti IV Bienal Brasileira de Design 2012 é que ela ultrapasse o campo habitual de uma exposição. Deseja-se que este evento extrapole os pontos da mostra, deixando para as gerações um legado que marque Minas Gerais e que o torne um terreno de referência no país de um estado criativo.

Gestão Anastasia: levantamento do Governo Federal indica que exportação de mel cresce em Minas Gerais

Jequitinhonha e Mucuri destacam-se como regiões produtoras. Estados Unidos são o principal destino.

Divulgação/CBA
Apicultura gera 13 mil empregos em Minas Gerais, grande parte em regime de economia familiar
Apicultura gera 13 mil empregos em Minas Gerais, grande parte em regime de economia familiar

Café, açúcar, carne e soja não foram os únicos produtos que se destacaram no cenário das exportações do agronegócio de Minas Gerais em 2011. De acordo com informações da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior (MDIC), as exportações do mel vêm se destacando em Minas Gerais e somaram US$ 1,7 milhão em 2011, apontando um crescimento de 18% em relação ao  ano anterior. O volume de exportações também cresceu: foram 559 toneladas, o maior volume desde 2004, quando 290 toneladas do produto deixaram o país.

De acordo a assessora técnica da Seapa, Márcia Aparecida de Paiva Silva, a apicultura mineira é favorecida em decorrência ambiente natural propício para o desenvolvimento da atividade. “A atividade pode ser desenvolvida em consórcio com várias culturas agrícolas, como espécies de árvores frutíferas, silvicultura, café, dentre outros, que são beneficiadas pela polinização das abelhas”, avalia.

Segundo dados Federação Mineira de Apicultura (Femap), Minas Gerais produz quatro mil toneladas de mel por ano, que geram 13 mil empregos, grande parte em regime de economia familiar. São 4,5 mil apicultores, 85 associações e quatro cooperativas que garantem condições ideais para a produção de produtos de extrema qualidade.

“Os fatores positivos para o estado são a resistência e vitalidade das abelhas brasileiras aliadas à diversidade da flora, a abundância de recursos hídricos, o clima, a temperatura e a altitude adequadas”, destaca o presidente da Femap, Irone Martins Sampaio.

Jequitinhonha e Mucuri destacam-se na produção

Minas Gerais é o quinto maior produtor de mel do Brasil. A região que mais produz é Jequitinhonha/Mucuri, representando 22,7%, seguido por Central (15,2%), Sul de Minas (14,5%), Rio Doce (12,8%), Zona da Mata (11,3%), Norte de Minas (9,3%), Centro Oeste (6,4%), Triângulo (4,2%), Alto Paranaíba (2,3%) e Noroeste (1,2%).

Irone Sampaio, da Femap, destaca a orientação de entidades como a Emater e Idene que garantem qualificação junto aos produtores. “Esse auxílio contribui muito para a formação e capacitação dos apicultores. São pequenos produtores que trabalham com várias frentes de atividades rurais e precisam de alguém para mostrar a importância do conhecimento. Por isso estamos estimulando a criação de associações apícolas nas diversas regiões”, explica.

Estados Unidos são o principal destino

O mel brasileiro teve como principal destino o Estados Unidos. As compras americanas aumentaram 66,4% entre 2010 e 2011. O país comprou, em 2011, US$ 1 milhão, correspondendo 58,7% da produção exportada, totalizando 327,2 toneladas. O segundo maior comprador é o Reino Unido, com US$ 342,6 mil, o equivalente a 19,8% das exportações do produto. O terceiro lugar ficou com a Alemanha, com US$ 245,7 mil (14,2%). Os demais países importadores do produto mineiro são Bélgica, Canadá, Japão e Bolívia.

“O significativo consumo contribui para que os Estados Unidos se posicionem na liderança entre os principais importadores mundiais de mel, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO)”, comenta Márcia Paiva Silva, da Seapa.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: frutas e cachaça de Minas Gerais fazem sucesso em feira internacional

Fruit Logistica 2012 é a principal feira do setor de frutas, verduras e legumes, e porta de entrada para todo o mercado europeu

Divulgação/Central Exportaminas
Estande mineiro reuniu diversas autoridades na Fruit Logistica, em Berlim, na Alemanha
Estande mineiro reuniu diversas autoridades na Fruit Logistica, em Berlim, na Alemanha

Produtores e exportadores mineiros estiveram em Berlim, na Alemanha, promovendo as frutas da região do Jaíba e cachaça de Minas Gerais, durante a Fruit Logistica 2012, principal feira do setor de frutas, verduras e legumes, e porta de entrada para todo o mercado europeu. A feira aconteceu entre 8 e 10 de fevereiro.

A Central Exportaminas coordenou, pelo terceiro ano consecutivo, a delegação mineira durante a feira. O estande mineiro, localizado no “Brazilian Fruit”, pavilhão oficial do Brasil organizado pelo Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), em conjunto com a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), recebeu a visita de centenas de compradores internacionais, autoridades e imprensa especializada.

Dentre as autoridades presentes no estande de Minas Gerais estiveram as ministras da Agricultura de Portugal, Assunção Cristas, e da Alemanha, Ilse Aigner. Visitantes e autoridades puderam conhecer as frutas e a cachaça mineiras, além de degustarem a famosa caipirinha, feita na hora com a cachaça Pendão, produzida e engarrafada em Itatiaiuçu, a 70 km de Belo Horizonte.

Durante a feira, a Embaixada do Brasil em Berlim ofereceu uma recepção à delegação de Minas Gerais que, segundo a coordenadora especial de Comércio Exterior do Governo de Minas, Elisabete Serodio, “de grande valia para a aproximação entre o governo federal e os empresários mineiros”.

“Participaram da delegação mineira 32 empresários e produtores de frutas da região do Jaíba, alguns deles pela primeira vez e outros com o objetivo de conhecer novos mercados para seus produtos”, afirma o diretor da Central Exportaminas, Ivan Barbosa Netto, presente na feira. Também participaram da missão o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Elmiro Alves do Nascimento; a coordenadora Especial de Comércio Exterior da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede), Elisabete Serodio; o superintendente de Gestão dos Mercados Livres dos Produtores Rurais da Seapa, Lucas Scarascia; o diretor-geral do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Altino Rodrigues Neto; a analista de comércio exterior da Exportaminas, Andressa Borges; os técnicos do Sebrae-MG Claudio Luiz Oliveira, Claudio Wagner de Castro, Jadilson Ferreira Borges e Raquel Brasil; o aluno do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário Newton Paiva Wellington Corelli, além de produtores e empresas de grande, médio e pequeno porte do Norte de Minas, como Brasnica, Benassi, Grupo Borborema, Aslim e Abanorte, entre outros.

Missão Comercial

A promoção comercial de produtos de Minas Gerais continuará neste mês de fevereiro. Entre os dias 12 e 16, a Central Exportaminas participa da Missão Empresarial do Brasil ao Oriente Médio, Arábia Saudita e Emirados Árabes liderada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O objetivo é contribuir para a ampliação do fluxo comercial, promovendo as exportações brasileiras e auxiliando as empresas no seu processo de internacionalização. Participarão da missão a coordenadora de Comércio Exterior da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Elisabete Seródio; o diretor da Central Exportaminas, Ivan Barbosa Netto; consultores de investimentos do BDMG e as empresas Café Fazenda Caeté (café individual preparado por imersão) e Maricota (massas e alimentos congelados), além da Associação dos Fruticultores do Norte de Minas – Abanorte e de representantes da CeasaMinas.

Gulf Food

Pelo terceiro ano consecutivo, a Central Exportaminas vai liderar missão de Minas Gerais à GulFood, maior feira de alimentos e bebidas do mundo árabe e principal porta de entrada para os mercados do Oriente Médio e Norte da África, que será realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, entre 19 e 22 de fevereiro. A Central Exportaminas coordenará o estande Minas Gerais no pavilhão oficial do Brasil, organizado pelo Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), sob a identidade visual BrazilianFruit. Participam da 17ª edição da feira empresas associadas à Associação dos Fruticultores do Norte de Minas (Abanorte), a TranscomexGG,  o Grupo Borborema, Ceasa Minas e Café Fazenda Caeté.

Fonte: Agência Minas

Gestão Antonio Anastasia: exportação mineira de carne suína aumentou 122,3% em janeiro

Hong Kong e Albânia respondem pela aquisição de 80,1% do produto

Em meio à retração econômica mundial, a carne suína de Minas Gerais alcançou vendas expressivas em janeiro de 2012. Segundo dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a receita das exportações mineiras do produto foi de US$ 5,9 milhões, contra os US$ 2,7 milhões registrados no primeiro mês de 2011.

“Houve, portanto, um aumento de 122,3% nas vendas efetuadas por Minas, enquanto o valor das exportações brasileiras do produto tiveram crescimento de 3,85%”, informa o superintendente de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), João Ricardo Albanez. Segundo ele, os negócios foram beneficiados pelo aumento dos embarques. “O volume de carne suína colocado por Minas no mercado mundial alcançou 2,5 mil toneladas, um crescimento 154,3% em relação ao registrado em janeiro de 2011.”

De acordo com o superintendente, o aumento de vendas para os países que lideram as compras de carne suína procedente de Minas foi de fundamental importância. Hong Kong, que encabeça a relação, respondeu no primeiro mês deste ano por 56,6% das aquisições, contra 45,2% registradas em todo o ano de 2011. A Albânia passou a responder por 23,5% na comparação com os 13% do ano passado. O grupo dos principais compradores da carne suína de Minas em janeiro deste ano também contou com Cingapura, Ucrânia e Angola.

Para Albanez, as primeiras vendas de carne suína do Brasil efetuadas para a China em janeiro (52 toneladas) sinalizam para possíveis boas negociações do produto mineiro no futuro, pois aquele mercado é o que apresenta o maior consumo do produto. “O setor poderá se beneficiar dos resultados das conversações realizadas no ano passado entre os governos brasileiro e chinês, com o objetivo de colocar as carnes do Brasil na China”, assinala.  “Será um importante passo para o fortalecimento da produção de carne suína, pois com a exportação haverá um ajustamento da oferta do produto no mercado interno e uma das consequências será a melhoria da remuneração dos produtores.”

Exportações de carne suína/MG – Janeiro 2012 x Janeiro 2011

Receita: US$ 5,9 milhões (+122,3%)

Volume: 2,5 mil t (+ 154,3%)

Maior comprador: Hong Kong (56,6% do total)

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Exportações de Minas Gerais atingem US$ 2,3 bilhões em janeiro

No acumulado dos últimos 12 meses, o resultado das exportações mineiras continuou apresentando resultados expressivos e atingiram US$ 40,98 bilhões

Divulgação
SEDE/Central Exportaminas, sobre a base de MDIC/Secex
SEDE/Central Exportaminas, sobre a base de MDIC/Secex

As exportações de Minas Gerais atingiram o valor de US$ 2,3 bilhões em janeiro de 2012, com uma média diária de US$ 105,5 milhões. Os dados preliminares foram divulgados nesta sexta-feira (3) pela Central Exportaminas, órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), que realiza mensalmente o Mapeamento das Exportações de Minas Gerais com base nos números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Já as importações totalizaram US$ 1,03 bilhão, valor 17,1% superior ao mesmo mês de 2011. A média diária das importações de janeiro/12 foi de US$ 47,07 milhões. Houve um acréscimo de 16,3% tanto no valor importado quanto na média diária em relação a dezembro de 2011. O saldo comercial do mês passado alcançou US$ 1,28 bilhão, com uma redução de 30,4%, em relação a janeiro de 2011.

Acumulado

No acumulado dos últimos 12 meses (fevereiro de 2011 a janeiro de 2012), o resultado das exportações mineiras continuou apresentando resultados expressivos e atingiram US$ 40,98 bilhões, com expansão de 26,2% em relação ao período de fevereiro/2010 a janeiro/2011. O crescimento das exportações mineiras ficou bem acima da variação das exportações nacionais (+24,8%) e a participação sobre o total brasileiro ficou em 15,9%.

No mesmo intervalo, as importações aumentaram 28,6% na comparação com o mesmo período de 2010/2011, para US$ 13,2 bilhões. Enquanto isso, as importações nacionais cresceram 23,7%. As importações do Estado responderam por 5,8% do total brasileiro.

Minas Gerais continuou sendo o principal responsável pelo superávit da balança comercial brasileira. O saldo comercial do Estado foi de U$ 27,8 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses, enquanto o saldo nacional foi de US$ 28,1 bilhões. Sendo assim, Minas Gerais possui 98,9% do saldo comercial brasileiro. Em relação ao período de fevereiro/2011 a janeiro/2012, o crescimento foi de 7,6% no saldo comercial mineiro.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: exportações de Minas Gerais de frutas frescas e secas batem recorde em 2011

 

BELO HORIZONTE (23/01/12) – As exportações mineiras de frutas frescas e secas somaram US$ 6,2 milhões em 2011. O valor é o maior já registrado por Minas Gerais, com crescimento de 76,3% em relação ao ano anterior. As informações são da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior (MDIC).

O volume de frutas embarcado também registrou crescimento expressivo. Foram exportadas 5,1 mil toneladas, um aumento de 71,2% na comparação com os embarques de 2010. O limão se destacou entre as frutas comercializadas. Segundo a assessora técnica da Seapa Márcia Aparecida de Paiva Silva, a comercialização de limão movimentou US$ 4,2 milhões e representou 68,6% da receita de exportação de frutas por Minas Gerais em 2011.

Em relação a 2010, o valor das exportações de limão aumentou 507,3% e atingiu o maior montante histórico. O volume encaminhado ao exterior chegou a 3,7 mil toneladas, expansão de 510% em relação a 2010 e também foi recorde.

 

Minas Gerais é o terceiro maior exportador de limão do Brasil. Em 2011, as vendas externas mineiras da fruta corresponderam a 6,4% do valor exportado nacional, parcela superior à registrada no ano anterior (1,4%).

Mercados

“O principal destino das exportações mineiras de limão foi o mercado europeu, que incrementou as compras e contribuiu para o bom desempenho do comércio internacional da fruta”, explica Márcia Paiva. A Holanda, líder no ranking dos compradores, aumentou as importações em 594,3%, atingindo a cifra de US$ 3,5 milhões.

Em seguida, estão Reino Unido, Dinamarca e Portugal. As importações do Reino Unido aumentaram 963,7% e atingiram US$ 313,1 mil. Dinamarca e Portugal não compraram limão de Minas Gerais em 2010 e, no ano passado, somaram importação de US$ 250,6 mil e US$ 204,1 mil, respectivamente.

Segundo Márcia Silva, um ponto importante a ser trabalhado é a diversificação de mercados. “Embora os problemas econômicos de países da União Europeia não tenham prejudicado as vendas mineiras, a forte dependência diante dos países consumidores do bloco europeu podem gerar transtornos para exportadores brasileiros e mineiros”, analisa.

Principal região produtora

O Norte de Minas Gerais é a principal região produtora de limão, e responde por 58,9% da produção estadual. “A região é beneficiada pelo sistema de produção irrigada, aliada às condições de clima e solo favoráveis à cultura da fruta”, explica.

Na avaliação da assessora da Seapa, a exportação do limão proveniente do Norte de Minas e de outras regiões do Estado é impulsionada pela divulgação dos produtos, ampliada por meio da participação dos produtores em feiras temáticas nacionais e internacionais. O estabelecimento de parceiras entre produtores também pode beneficiar a comercialização, pois contribuiu para a ampliação da escala de vendas.

Fonte: Agência Minas