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Anastasia entre os 9 governadores que elegeram prefeitos

Anastasia: eleições 2012 – Governadores do PSDB conseguiram destaque em três capitais: Belém, Boa Vista e Maceió.

Anastasia: eleições 2012

Fonte: O Globo

Capitais: só 9 governadores elegeram prefeitos

Cabral e Anastasia estão entre os poucos que tiveram sucesso; em 17 estados, oposição levou a melhor

 Anastasia entre os 9 governadores que elegeram prefeitos

Anastasia: eleições 2012 – Governadores do PSDB conseguiram destaque em três capitais: Belém, Boa Vista e Florianópolis.

Em Salvador, antes do fim da apuração das urnas, o governador da Bahia, Jaques Wagner, do PT, parabenizou o seu adversário ACM Neto pela vitória na disputa eleitoral. Ao derrotar o petista Nelson Pelegrino e ser escolhido o novo prefeito da capital baiana, o candidato do DEM venceu a máquina estadual. Esse, entretanto, foi apenas um dos 17 casos em que os atuais governadores não conseguiram eleger seus candidatos nas respectivas capitais.

Já nove dos 26 governadores tiveram êxito ao eleger seus candidatos a prefeito nas capitais. No Rio de Janeiro e em Minas Gerais, por exemplo, Sérgio Cabral (PMDB) e Antônio Anastasia (PSDB) obtiveram vitória ainda no primeiro turno. Eduardo Paes (PMDB) e Marcio Lacerda (PSB), reeleitos, fortaleceram os grupos de situação em seus estados.

Em Fortaleza e Recife, da mesma forma, o PSB dos governadores Cid Gomes (CE) e Eduardo Campos (PE) foi vitorioso. Ambos saíram fortalecidos, respectivamente, com as eleições de Roberto Cláudio e Geraldo Júlio.

No Acre, Tião Viana (PT) elegeu Marcus Alexandre em Rio Branco. Após votação apertada, o tucano Tião Bocalom (PSDB) foi derrotado. Em Maceió, o governador de Alagoas, Teotônio Vilela (PSBD), comemorou a eleição do deputado tucano Rui Palmeira.

Derrotas para Alckmin e Aziz

No Pará, em Roraima e em Santa Catarina, Simão Jatene (PSDB), José de Anchieta Júnior (PSDB) e Raimundo Colombo (PSD) fecham a lista dos vitoriosos no pleito das capitais. Apoiaram, respectivamente, Zenaldo Coutinho (PSDB), Teresa Surita (PMDB) e Cesar Souza Júnior (PSD).

Assim como na Bahia, em São Paulo houve uma reviravolta e uma derrota do governo estadual. Após 12 anos longe da prefeitura, o PT derrotou, com Fernando Haddad, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que apoiou a candidatura do tucano José Serra.

Já em Manaus, a candidata apoiada pelo governador Omar Aziz (PSD), Vanessa Grazziotin (PCdoB), foi derrotada pelo tucano Arthur Virgílio por uma grande vantagem.

Aliados derrotados no Maranhão, Goiás e Paraná

Na lista de governadores derrotados nestas eleições, consta ainda Roseana Sarney (PMDB), no Maranhão, que perdeu ainda no primeiro turno com o seu candidato, Washington Luiz (PT). Em São Luís, venceu Edivaldo Holanda (PTC).

Marconi Perillo (PSDB), apesar de não ter participado intensamente da campanha de Jovair Arantes (PTB) para a prefeitura de Goiânia, viu a vitória do petista Paulo Garcia, na capital de seu estado.

Beto Richa (PSDB), no Paraná, viu o prefeito Luciano Ducci (PSB) perder no primeiro turno. No segundo, observou a disputa entre Gustavo Fruet (PDT) e Ratinho Júnior (PSC) para a prefeitura de Curitiba. A vitória de Fruet sinaliza uma ameaça à reeleição do governador em 2014. O prefeito eleito, ex-integrante do PSDB, tem o apoio da chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT).

Em Aracaju, o governador petista Marcelo Déda foi surpreendido pela vitória, no primeiro turno, de João Alves (DEM). Os dois são adversários históricos em Sergipe.

Ainda foram derrotados os governadores Camilo Capiberibe (PSB), do Amapá, Sinval Barbosa (PMDB), do Mato Grosso, André Puccinelli (PMDB), do Mato Grosso do Sul, Ricardo Coutinho, da Paraíba, Wilson Martins (PSB), do Piauí, Rosalba Ciarlini (DEM), do Rio Grande do Norte, Confúcio Moura (PMDB), de Rondônia, e Siqueira Campos (PSDB), de Tocantins.

No Rio Grande do Sul, o candidato do governador Tarso Genro (PT) em Porto Alegre, Adão Villaverde, ficou em terceiro lugar. O vencedor, porém, foi o pedetista João Fortunatti, da base aliada do governo. No Espírito Santo, após a derrota de seu candidato no primeiro turno, o governador Renato Casagrande (PSB) apoiou Luciano Resende (PPS), eleito prefeito de Vitória.

Anastasia: eleições 2012 – Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/capitais-so-9-governadores-elegeram-prefeitos-6594664#ixzz2At4Gk9JD

Aécio presidente: senador quer conquistar o Nordeste

Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste de olho em 2014. Aécio ressalta grande identidade e parceria com Eduardo Campos (PSB).

Aécio: presidente 2014

Fonte: O Globo

’O PSB sempre foi meu aliado’

Senador diz ter grande identidade com socialistas

Nome mais forte para disputar a Presidência pelo PSDB em 2014, Aécio corteja socialistas e diz que PT perdeu espaço no Norte e Nordeste

BELO HORIZONTE Colhendo os louros da reeleição de seu afilhado Márcio Lacerda (PSB) à prefeitura de Belo Horizonte, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem estar aberto a convites para ajudar nas campanhas dos aliados em todos os estados, e manda recados de gentileza ao PSB.

 Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste

Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste. Aécio ressalta grande identidade e parceria com Eduardo Campos (PSB).

Afirma que José Serra tem grandes chances de vencer o petista Fernando Haddad em São Paulo, se conseguir criar a imagem de avanço. E que, se o companheiro paulista achar que ele pode ajudar, estará em seu palanque. Aécio ressalta a grande identidade e parceria com o PSB de Eduardo Campos, mas afirma que caberá a ele decidir se vai integrar um projeto que se contraponha ao PT, ou partir para um projeto alternativo próprio.

Vai continuar viajando pelo país no segundo turno das eleições muncipais?
Aécio – Coloquei-me à disposição do partido e dos aliados e estou muito feliz com os resultados. Provavelmente, vou continuar viajando. Um fato importante foi a reinserção das oposições no Norte e Nordeste. Do ponto de vista político, é a sinalização mais importante que tivemos nestas eleições. Um reduto quase fechado do PT, onde o PT agora ficou fora do jogo. É lá que será nossa prioridade.

Dilma deve entrar nas disputas em Salvador, São Paulo. O senhor vai também?
Aécio – Vou estar à disposição de meus companheiros. Já estive em em vários lugares, em Salvador e devo voltar.

O senhor e Eduardo Campos foram lançados candidatos a presidente aqui em BH e em Recife. Como imagina que estarão em 2014?
Aécio – Temos que esperar 2014. Tenho uma relação extremamente fraterna com o Eduardo. Sempre soubemos compreender nossas circunstâncias. O PSB sempre foi meu aliado em Minas. Não é uma aliança forçada em véspera de eleição. É uma identidade muito forte. E identidade que se estende a outros estados. Mas tenho que respeitar a posição do Eduardo, que, hoje, é um aliado do governo. Ele é quem vai ter que, num determinado momento, escolher o seu caminho. O PSDB terá responsabilidade de construir e aglutinar forças políticas em torno de um projeto novo para o Brasil. Tenho forte relação com lideranças importantes do PSB.
Se isso vai amanhã para um entendimento, o tempo dirá. Não tenho dificuldades para isso.

Quais as chances de Serra em São Paulo?
Aécio – Expressivas. O Serra tem uma densidade muito própria.

Serra precisa mudar o discurso para reduzir a grande rejeição?
Aécio – Acho que a campanha permitirá isso. Vai ter que inspirar um sentimento de mudança, de avanços. Vai ser um briga dura mas nós estamos muito otimistas.

Aécio: presidente 2014 – Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/aecio-ha-identidade-com-psb-mas-rumo-de-2014-ainda-sera-definido-6342868

Aécio presidente: senador ganha vantagem na corrida presidencial em 2014

Aécio ganha vantagem: senador e possível “presidenciável” Aécio Neves disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições no Nordeste.

Aécio presidente: eleições 2012

Fonte: Brasil Econômico

Presidenciáveis saem fortalecidos no primeiro turno das eleições

Segundo lugar do PT em São Paulo e vitória de Lacerda em BH dão fôlego a Dilma, Aécio e Campos para 2014

 Aécio ganha vantagem na corrida presidencial em 2014

Eleições 2012: Senador e possível “presidenciável” Aécio Neves(PSDB) disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições, principalmente no Nordeste

O resultado final da apuração nas capitais brasileiras revela um quadro de polarização entre PT e PSDB e consolidação do PSB como potência política emergente. Apesar da repercussão do julgamento do mensalão na mídia, os petistas comemoraram muito ontem. A sigla do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff venceu no primeiro turno em Goiânia e chegou ao segundo em cinco capitais: São Paulo, Salvador, Fortaleza, João Pessoa e Rio Branco.

Além disso, a legenda foi bem sucedida em cidades consideradas estratégicas, como Osasco, em São Paulo, que é o berço político e João Paulo Cunha, réu no mensalão. Mas em comparação às eleições de 2008, o PT retrocedeu. Há quatro anos os petistas venceram no primeiro turno em seis capitais: Vitória, Rio Branco, Recife, Palmas, Porto Velho e Fortaleza. Dois resultados foram especialmente amargos para os petistas no domingo. Em Recife, o senador Humberto Costa foi atropelado por Geraldo Julio, do PSB, que venceu no primeiro turno.

E em Belo Horizonte o petista Patrus Ananias viu seu adversário, Márcio Lacerda (PSB), ser reeleito. Esses dois resultados fortalecem os projetos de dois presidenciáveis para 2014: o senador Aécio Neves (PSDB), padrinho político de Márcio Lacerda, e o governador Eduardo Campos (PSB). Depois de vencer no primeiro turno em duas capitais em 2008 – Teresina e Curitiba -, o PSDB emplacou apenas uma agora: Maceió. Por outro lado, o partido de Fernando Henrique Cardoso levou oito postulantes ao segundo turno e lidera esse ranking.

O PSB repetiu o desempenho da eleição anterior e elegeu dois prefeitos no primeiro turno. “Nenhum partido saiu da eleição como força hegemônica. O PT reagiu na reta final e ficou claro que o efeito do mensalão foi residual. O PSDB foi bem em capitais menores”, opina o cientista político Aldo Fornazieri, diretor da Escola de Sociologia Política de São Paulo.

Apesar do revés em São Paulo e Salvador, o PMDB de Michel Temer venceu com tranquilidade no Rio de Janeiro e também saiu fortalecido do pleito. Numericamente, os tucanos lideram o ranking de candidatos que chegaram ao segundo turno. Nove nomes da legenda avançaram. Mais contundente partido da oposição, o DEM venceu ontem em Aracaju com João Alves Filho, que obteve 52,72% dos votos. Além de São Paulo, os rivais PSDB e PT se enfrentarão em outras duas capitais: João Pessoa e Rio Branco. Já o “aliado” PSB enfrentará o PT em Fortaleza. No quadro geral, o resultado foi bom para a presidente Dilma. Partidos da base aliada venceram na maioria das capitais.

“PSB entrou na vida adulta”, diz Campos
Partido venceu eleição já no primeiro turno em Belo Horizonte e no Recife>Das seis capitais brasileiras que decidiram o pleito no primeiro turno das eleições municipais, realizado ontem em todo o país, o PSB conquistou duas de peso: Belo Horizonte e Recife.Na capital mineira, Marcio Lacerda (PSB) conseguiu evitar um embate mais acirrado com o antigo aliado do PT, Patrus Ananias, ao garantir a reeleição ontem.

Lacerda, que se elegeu em 2008 com o apoio do PT, rompeu com o partido da presidente Dilma na reta final da amarração das alianças, e manteve a parceria com o PSDB, do senador Aécio Neves (PSDB), principal força política no estado e provável candidato tucano à Presidência daqui a dois anos.A outra vitória do partido foi em Recife. Geraldo Julio foi eleito com 51,14% dos votos. Em segundo lugar ficou Daniel Coelho, do PSDB, com cerca de 27% dos votos. Humberto Costa (PT) ficou em terceiro, com 17,4%.

O presidente nacional da legenda e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, afirmou ontem, antes dos resultados das urnas, que o PSB saiu “da adolescência para entrar na vida adulta”. De acordo com ele, ninguém vinha percebendo o crescimento do partido. Ele lembrou que na disputa de 2008 o PSB fez 306 prefeitos no país.O governador voltou a negar que a eleição deste ano seja um trampolim para uma possível disputa presidencial em 2014.”Essa coisa de projetar uma eleição sobre a outra nem sempre é verdadeira”, desconversou Campos, tido como um dos principais nomes para a sucessão presidencial.Entre as capitais, a legenda vai disputar ainda o segundo turno em Fortaleza, no Ceará, e em Porto Velho, em Rondônia. I.P. com Reuters

Contornos presidenciais na reeleição de Lacerda
Apoiado pelo senador Aécio Neves, prefeito do PSB derrota candidato de DilmaA eleição em Belo Horizonte ganhou contornos de disputa presidencial. Ao apoiar o candidato à reeleição, o prefeito Marcio Lacerda (PSB), o senador e possível “presidenciável” Aécio Neves (PSDB) disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições, principalmente no Nordeste, tradicional reduto petista.

“Mineiro não gosta de colocar o carro na frente dos bois, mas acredito que nós estamos muito bem e com grandes chances de vitória”, disse Aécio, que acompanhou Lacerda durante a votação..Lacerda foi reeleito prefeito de Belo Horizonte com 52,69% dos votos válidos. O ex-prefeito e ex-ministro Patrus Ananias, do PT, ficou com 40,80% da preferência do eleitor da capital mineira.
O candidato petista contou com a presença da presidente Dilma Rousseff no palanque, para tentar levar a disputa para o segundo turno.O prefeito disse que acreditava na vitória já no primeiro turno, mas, caso a disputa se arrastasse por mais um período, estaria “preparado”. “É a aprovação do trabalho que estamos fazendo para levar a capital ao ranking das melhores cidades para se viver no país”, afirmou o candidato, que chegou às 11h ao local de votação.

Ele estava acompanhado do senador Aécio Neves, do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, e do candidato a vice na chapa, Délio Malheiros. No meio da confusão de repórteres, Lacerda esqueceu-se de assinar a ata de votação. Após perceber a falha, o mesário precisou ir atrás do candidato do lado de fora da instituição e a assinatura foi feita no capô de um carro.

Capital mineira foi palco de aliança inédita
HISTÓRICO
Tucanos e petistas se uniram em 2008 em torno da candidatura de Marcio Lacerda
A história política de Belo Horizonte no período pós – ditadura é marcada pela polarização entre petistas e tucanos desde 1988.Em 1985, o PMDB surfou na onda da oposição e emplacou a maioria dos prefeitos do país. Em 1992, foi a vez do recém criado PSDB ganhar a prefeitura com Pimenta da Veiga. Na eleição seguinte, o PT tornou-se uma potência na cidade ao eleger Patrus Ananias. Seu sucessor foi Célio de Castro, que era vice de Patrus mas disputou a eleição pelo PSB e contra o Partido dos Trabalhores, que lançou naquele ano Virgílio Guimarães.

Em 2000 Célio conseguiu um segundo mandato que durou pouco. No ano seguinte, ele sofreu um AVC e teve que se afastar do cargo. Quem assumiu foi seu vice, Fernando Pimentel, que seria reeleito em 2004. Em 2008, os rivais PT (que governava a cidade) e PSDB (que comandava o estado) fizeram um acordo que surpreendeu o Brasil. As duas legendas se uniram em torno da candidatura do empresário Marcio Lacerda, do PSB.

Depois de uma campanha fortemente influenciada pelo então governador mineiro Aécio Neves, que foi chefe de Lacerda no governo, o socialista conseguiu uma vitória tranquila. As duas siglas conviveram juntas até o começo de 2012. Quando tudo indicava que o acordo seria reeditado e a eleição, previsível, tucanos e petistas implodiram o acordo e saíram separados na disputa municipal.

Os dois lados se acusam mutuamente pela responsabilidade do fim da aliança. Para garantir folêgo ao PT na capital, até Dilma Rousseff entrou em cena.

Aécio: Presidente 2014 – Link da matéria: http://www.brasileconomico.ig.com.br/assinaturas/epapers.html

Governador Antonio Anastasia anuncia alterações no secretariado

Wander Borges assume a Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária e o deputado estadual Cássio Soares vai para a de Desenvolvimento Social.
Divulgação/Agência Minas
Cássio Soares e Wander Borges
Cássio Soares e Wander Borges

O governador Antonio Anastasia anunciou, nesta sexta-feira (3), o deslocamento do deputado Wander Borges (PSB) da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) para a Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária (Seerf). O deputado estadual Cássio Soares (PSD) será o novo secretário de Estado de Desenvolvimento Social.

Cássio Soares

O deputado Cássio Soares (PSD) nasceu em Passos, no Sul de Minas, em 7 de junho de 1981. Está em seu primeiro mandato como deputado estadual, tendo sido eleito com mais de 36 mil votos. Vice-líder do bloco Transparência e Resultado de apoio ao Governo do Estado, integra as comissões de Constituição e Justiça e Segurança Pública e é suplente da comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária.

Cássio é formado em Economia pelo Centro Universitário Unifacef de Franca (SP). Cursou também o Programa de Desenvolvimento de Gestores Públicos na Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte. Seu engajamento político começou em Passos em grupos de jovens, clubes de serviços e voluntariados e movimentos sociais.

Em 2005, trabalhou como assessor parlamentar na Câmara Municipal de Passos. Em 2007, foi chefe de gabinete do então secretário de Defesa Social, Maurício Campos Júnior, quando conheceu de perto a dinâmica da gestão pública implementada pelo Governo de Minas. Por sua atuação dinâmica, em 2009 foi nomeado pelo então governador Aécio Neves como subsecretário de Inovação e Logística da Secretaria de Estado de Defesa Social, cargo em que permaneceu até 2010, quando se desincompatibilizou para se candidatar a deputado.

Wander Borges

Wander Borges (PSB) nasceu em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 19 de março de 1959. Deputado estadual, eleito com mais de 62 mil votos, exerceu os cargos de subsecretário estadual do Trabalho e Ação Social no primeiro mandato do governador Aécio Neves (2003-2006) e de presidente do Conselho Estadual de Assistência Social. Iniciou na vida pública como vereador mais votado em Sabará (1993/1996). Em 1996, foi eleito prefeito do município e reeleito em 2000. Foi eleito em 2006 para o primeiro mandato como deputado estadual e reeleito em 2010.

Wander Borges é autor da Lei 18.315, de 2009, que estabelece a Política Estadual Habitacional de Interesse Social. O secretário é contador e administrador, além de servidor público. É pós-graduado em Auditoria e Controle Externo, técnico mecânico, técnico metalúrgico e ex-funcionário do Banco Credireal. É inspetor do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais.

Fonte: Agência Minas