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Empate na reta final: Aécio e Marina embolados na última semana de campanha, mostra IstoÉ/Sensus

Marina tem 25% das intenções de voto e Aécio 20,7%. Como a margem de erro é de 2,2%, ambos estão empatados tecnicamente.

Eleições 2014

Fonte: IstoÉ

Exclusivo

Empate na reta final

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que a sucessão presidencial será decidida no segundo turno e que Aécio e Marina chegam embolados na última semana de campanha

Os candidatos Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) entram na semana que antecede o primeiro turno das eleições presidenciais em empate técnico. Essa é a principal constatação feita pela pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre o domingo 21 e a sexta-feira 26. Segundo o levantamento, Marina tem 25% das intenções de voto e Aécio 20,7%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2% para mais ou para menos, ambos estão empatados tecnicamente na briga por um lugar no segundo turno.

A presidenta Dilma Rousseff (PT) conta com 35% e só não estará na segunda etapa da disputa se houver uma hecatombe nuclear sobre a sua campanha. A pesquisa mostra que tanto Dilma como Aécio acertaram nas estratégias adotadas nas últimas semanas. A presidenta reforçou os ataques contra Marina, exagerou na defesa de seu governo e intensificou as agendas públicas. Com isso, cresceu 5,3% durante o mês de setembro.

O senador mineiro procurou demonstrar as semelhanças entre Dilma e Marina, questionou a veracidade do que ambas mostravam em seus discursos e colocou-se como a alternativa mais segura para mudar os rumos do País. A estratégia lhe valeu um crescimento de 5,5 pontos percentuais nos últimos 30 dias.

Já Marina apostou em se colocar como vítima de uma campanha que chama de “difamatória” e adotou um tom emocional tanto em entrevistas como nos palanques. Não conseguiu explicar as contradições de seus discursos e perdeu 4,5 pontos percentuais em menos de um mês. “Pela primeira vez se constata a situação de empate técnico entre Marina eAécio. O senador mineiro chega na reta final com tendência de crescimento e a ex-senadora com tendência de queda”, diz Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.

A pesquisa ouviu dois mil eleitores de 24 Estados e também constatou um significativo aumento no índice de rejeição da candidata Marina Silva. No início do mês, 22,3% dos eleitores diziam que não votariam em Marina de forma alguma. Na semana passada esse índice saltou para 33%, superando a rejeição ao senador tucano que variou de 31,5% para 31,9%.

A rejeição à presidenta continua na casa dos 40%, o que, segundo Guedes, é um empecilho à reeleição. “O aumento da rejeição a Marina, já superior ao de Aécio, é outro dado que permite afirmar que permanece aberta a possibilidade de um segundo turno entre PT e PSDB”, avalia Guedes. Segundo ele, a candidata do PSB entrou na disputa com um forte apelo emocional, mas com o passar do tempo o eleitor passou a enxergar sua candidatura de forma mais racional. O levantamento realizado em 136 municípios de cinco regiões mostra em um eventual segundo turno com Aécio, Dilma somaria 43,4% dos votos contra 38,2% se a disputa fosse realizada agora.

No cenário de segundo turno entre Dilma e Marina haveria empate, com 40,5% para Dilma e 40,4% para Marina.

As tendências mostradas pela última pesquisa ISTOÉ/Sensus confirmam os dados levantados diariamente pelas campanhas dos três principais candidatos. E é com base nesses números que são traçados os planos para os dias que antecedem o primeiro turno. No PT, a palavra de ordem é manter os ataques contra a candidatura de Marina e intensificar a mobilização dos militantes para atos de rua nas principais cidades do País. No QG de Dilma há a avaliação de que, como as principais lideranças no partido não têm obtido bons resultados em seus Estados, é necessário ocupar as praças para manter um crescimento na última semana. Os caciques petistas avaliam que é possível sair das urnas com cerca de 40% dos votos.

Nesses últimos dias de campanha antes do primeiro turno, os tucanos, comandados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, preparam uma ofensiva nos maiores colégios eleitorais do País. Aécio, que na última semana esteve sete vezes em Minas, irá ficar mais tempo nas ruas.

Em São Paulo, os eventos ao lado do governador Geraldo Alckmin serão quase diários. No Estado com o maior número de eleitores, os tucanos lideram a disputa e o governador deverá ser reeleito no primeiro turno. Aliados de Aécio também têm chances de sair vitoriosos já no domingo 5 no Paraná, no Pará, em Goiás e na Bahia. Segundo FHC, é possível que essas lideranças regionais consigam transferir uma grande quantidade de votos para Aécio na reta final da campanha.

No PSB, a proposta é sair da defensiva para procurar estancar a perda de votos verificada nas últimas semanas. Para tanto há um esforço para procurar não contaminar a campanha com a divisão interna que vem ocorrendo no partido.

Com fragilidade nos palanques regionais, Marina deverá usar os últimos programas no horário eleitoral e os debates nas tevês para fazer críticas ao governo de Dilma e à polarização PT/PSDB, que pauta as disputas presidenciais desde 1994. No lugar de vítima dos ataques dos adversários, Marina tentará se posicionar como uma real terceira via, repetindo o discurso que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos entoou no início da campanha.

Apesar de as tendências já estarem postas, de acordo com Ricardo Guedes, não será surpresa se durante esta semana as pesquisas mostrarem movimentos bastante acentuados por parte dos eleitores. Ele avalia que, ao contrário do que ocorreu em eleições anteriores, os eleitores só agora, na reta final, passaram a observar melhor os candidatos e as escolhas não têm seguido uma lógica partidária. “O brasileiro quer mudar, mas não quer embarcar em aventuras”, conclui.

IstoÉ/Sensus: Aécio empatado tecnicamente com Marina

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Aécio vence Dilma em Minas com frente de 16 pontos

Pesquisa realizada pela DataTempo revela que o candidato tucana passa na frente de Dilma com diferença de 16 pontos percentuais.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Pesquisa DataTempo: Aécio vence Dilma em Minas com frente de 16 pontos

O jornal O Tempo publicou, nesta terça-feira (03/06), resultados de pesquisa eleitoral feita em Minas Gerais para o cargo de presidente da República. “Aécio vence Dilma em Minas Gerais com frente de 16 pontos” é a manchete do veículo, que resume o quadro das intenções de voto no segundo maior colégio eleitoral do país.

Destaca-se na pesquisa a rejeição da presidente Dilma Rousseff (PT), que é de 34,6% em Minas.

Foram realizadas 2.062 entrevistas em 110 cidades do Estado, de 23 a 27 de maio. A margem de erro da pesquisa DataTempo é de 1,98 ponto percentual. A pesquisa foi contratada pela Sempre Editora e realizada pela CP2 – Consultoria, Pesquisa e Planejamento Ltda, com registro na Justiça eleitoral.

Confira a seguir, alguns trechos da descrição que o jornal O Tempo fez sobre a pesquisa.

Aécio x Dilma

Se a eleição presidencial fosse hoje, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) seria o vitorioso em Minas Gerais, de acordo com a pesquisa DataTempo. O tucano lidera todos os cenários testados e, em seu melhor desempenho, consegue uma frente de 15,9 pontos percentuais em relação à adversária mais próxima, a presidente Dilma Rousseff (PT).

Aécio x Dilma x Eduardo

No cenário mais provável, que inclui AécioDilma e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), o senador tucano atinge 45% das intenções de voto contra 29,1% de Dilma Rousseff. Eduardo Campos registra 9,6%.

Incluindo neste quadro os chamados candidatos nanicos, Aécio Neves continua na liderança com 44,7% da preferência do eleitorado. Dilma Rousseff tem 29,2%, e Eduardo Campos, 9,5%.

Aécio x Dilma x Marina

Substituindo Eduardo Campos pela ex-senadora Marina Silva (PSB), o quadro não sofre alteração significativa. Nessa situação, Aécio tem 44,3%, Dilma Rousseff, 28,8%, e Marina Silva, 12%. Incluindo os nanicos neste cenário, a variação é de décimos. Aécio Neves tem 44%, Dilma, 28,7%, e Marina Silva, 11,5%.

Segundo turno

No embate direto entre dois pré-candidatos, situação que ocorre em um eventual segundo turno, Aécio Neves bate Dilma e Eduardo Campos. O tucano consegue 50,4% das intenções de voto contra Dilma (31,7%). Já contra Campos, Aécio obtém 57,2%. O pernambucano registra 18,1%.

Por região

Aécio Neves consegue sua maior vantagem diante de Dilma Rousseff no Noroeste de Minas. Ele tem nessa área do Estado 66,7% das intenções de voto contra 14,3% da presidente Dilma Rousseff, que tenta a reeleição.

Na região Central do Estado, a margem de frente de Aécio em relação a Dilma também é grande. Ele tem 59,1% da preferência do eleitorado. Já Dilma Rousseff registra no mesmo local 18,2% das intenções de voto.

No Sul e Sudoeste de Minas, a situação não é diferente. O senador mineiro contabiliza 54,8% das intenções de voto contra 20,5% da presidente petista.

Por faixa de renda

Em relação à faixa de renda, o pré-candidato tucano consegue superar a petista em todos os estratos e em proporções muito semelhantes. Ele obtém percentuais que vão de 41% a 52% enquanto Dilma Rousseff registra uma variação de 24,3% a 31,9%.

Aécio sobe 4 pontos e aumenta chances de 2º turno

Segundo Datafolha, no cenário mais provável a petista teria hoje 37% das intenções de voto e os outros candidatos estariam com 38%, somados.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo 

Aécio sobe, e chance de Dilma ser reeleita no 1º turno diminui

Tucano ganha quatro pontos em pesquisa do Datafolha, e soma dos adversários supera presidente em um ponto

Para 58%, Lula deveria ser o candidato do PT; entre os simpáticos à sigla, 75% defendem o ex-presidente na chapa

Diminuiu a chance de a presidente Dilma Rousseff vencer no primeiro turno a eleição de 5 de outubro. Uma das principais razões foi o crescimento das intenções de voto do pré-candidato do PSDB, o senador Aécio Neves (MG).

Segundo o Datafolha, no cenário mais provável a petista teria hoje 37% das intenções de voto e os outros candidatos estariam com 38%, somados. É uma situação de empate técnico, pois a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento do Datafolha foi feito ontem e anteontem com 2.844 entrevistas, em 174 municípios do país.

Apesar de ter variado na margem de erro, a curva de Dilma não é estável. Ela tem recuado gradualmente nos levantamentos do Datafolha –enquanto seus dois principais rivais estão em ascensão.

No cenário hoje mais provável para a disputa de outubro, liderado por Dilma com 37%, o segundo colocado é Aécio, com 20%. Ele tinha 16% no início de abril. O tucano ganhou quatro pontos e apresentou a maior variação entre todos os candidatos.

O terceiro colocado é Eduardo Campos (PSB), que registrou 11% agora e também apresenta curva ascendente, sempre dentro da margem de erro –tinha 10% em abril e 9% em fevereiro. O pessebista é conhecido muito bem ou um pouco por 25% dos eleitores. Essa taxa é de 86% para Dilma e de 42% para Aécio.

Segundo o Datafolha, 16% dos entrevistados dizem que votariam hoje em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 8% declaram que ainda estão indecisos.

Dilma e o PT fizeram um esforço nos últimos dias para estancar sua perda de popularidade e frear o movimento pela volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato a presidente.

Segundo o Datafolha, 58% dos eleitores acham que Lula deveria ser o candidato do PT. Entre os que declaram preferência pelo partido, 75% dizem preferir Lula como candidato nas eleições deste ano.

Embora a variação de suas intenções de voto tenha sido negativa, Dilma ficou dentro da margem de erro da pesquisa. A aprovação ao governo (soma de quem acha o governo “ótimo” ou “bom”) hoje é de 35%. Há um mês, era 36%.

Um aspecto positivo para a presidente é que as expectativas econômicas dos eleitores pararam de deteriorar.

Mas continuou a crescer o anseio do eleitorado por mudanças. Hoje, 74% dos eleitores dizem querer mudanças na forma como o país é governado. Para 38%, Lula é o mais preparado para fazer essas mudançasDilma foi citada por 15%. Ela tinha 16% há um mês e 19% em fevereiro.

Aécio e Campos melhoraram seu desempenho de fevereiro para cá. Há cerca de dois meses, o tucano era apontado como o mais preparado para fazer mudanças por 10% dos eleitores. Agora, 19% pensam assim. Campos era apontado por 5% e agora tem a simpatia de 10%.

O bloco dos nanicos é liderado por um ex-apoiador do PT e de Dilma, o candidato Pastor Everaldo (PSC), que tem 3% das intenções de voto e está empatado tecnicamente com os outros nanicos.

Eduardo Jorge (PV), José Maria (PSTU), Denise Abreu (PEN) e Randolfe Rodrigues (PSOL) registraram 1% cada um. Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) tiveram menos de 1%.

Aécio sobe 4 pontos e aumenta chances de 2º turno

Segundo Datafolha, no cenário mais provável a petista teria hoje 37% das intenções de voto e os outros candidatos estariam com 38%, somados.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo 

Aécio sobe, e chance de Dilma ser reeleita no 1º turno diminui

Tucano ganha quatro pontos em pesquisa do Datafolha, e soma dos adversários supera presidente em um ponto

Para 58%, Lula deveria ser o candidato do PT; entre os simpáticos à sigla, 75% defendem o ex-presidente na chapa

Diminuiu a chance de a presidente Dilma Rousseff vencer no primeiro turno a eleição de 5 de outubro. Uma das principais razões foi o crescimento das intenções de voto do pré-candidato do PSDB, o senador Aécio Neves (MG).

Segundo o Datafolha, no cenário mais provável a petista teria hoje 37% das intenções de voto e os outros candidatos estariam com 38%, somados. É uma situação de empate técnico, pois a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento do Datafolha foi feito ontem e anteontem com 2.844 entrevistas, em 174 municípios do país.

Apesar de ter variado na margem de erro, a curva de Dilma não é estável. Ela tem recuado gradualmente nos levantamentos do Datafolha –enquanto seus dois principais rivais estão em ascensão.

No cenário hoje mais provável para a disputa de outubro, liderado por Dilma com 37%, o segundo colocado é Aécio, com 20%. Ele tinha 16% no início de abril. O tucano ganhou quatro pontos e apresentou a maior variação entre todos os candidatos.

O terceiro colocado é Eduardo Campos (PSB), que registrou 11% agora e também apresenta curva ascendente, sempre dentro da margem de erro –tinha 10% em abril e 9% em fevereiro. O pessebista é conhecido muito bem ou um pouco por 25% dos eleitores. Essa taxa é de 86% para Dilma e de 42% para Aécio.

Segundo o Datafolha, 16% dos entrevistados dizem que votariam hoje em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 8% declaram que ainda estão indecisos.

Dilma e o PT fizeram um esforço nos últimos dias para estancar sua perda de popularidade e frear o movimento pela volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato a presidente.

Segundo o Datafolha, 58% dos eleitores acham que Lula deveria ser o candidato do PT. Entre os que declaram preferência pelo partido, 75% dizem preferir Lula como candidato nas eleições deste ano.

Embora a variação de suas intenções de voto tenha sido negativa, Dilma ficou dentro da margem de erro da pesquisa. A aprovação ao governo (soma de quem acha o governo “ótimo” ou “bom”) hoje é de 35%. Há um mês, era 36%.

Um aspecto positivo para a presidente é que as expectativas econômicas dos eleitores pararam de deteriorar.

Mas continuou a crescer o anseio do eleitorado por mudanças. Hoje, 74% dos eleitores dizem querer mudanças na forma como o país é governado. Para 38%, Lula é o mais preparado para fazer essas mudançasDilma foi citada por 15%. Ela tinha 16% há um mês e 19% em fevereiro.

Aécio e Campos melhoraram seu desempenho de fevereiro para cá. Há cerca de dois meses, o tucano era apontado como o mais preparado para fazer mudanças por 10% dos eleitores. Agora, 19% pensam assim. Campos era apontado por 5% e agora tem a simpatia de 10%.

O bloco dos nanicos é liderado por um ex-apoiador do PT e de Dilma, o candidato Pastor Everaldo (PSC), que tem 3% das intenções de voto e está empatado tecnicamente com os outros nanicos.

Eduardo Jorge (PV), José Maria (PSTU), Denise Abreu (PEN) e Randolfe Rodrigues (PSOL) registraram 1% cada um. Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) tiveram menos de 1%.