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Coluna Aécio Folha: O aparelhamento do PT no IBGE

O IBGE entrou em convulsão depois que o PT colocou em dúvida a nova metodologia usada, que traz novos dados sobre o desemprego no país.

IBGE aparelhado

Fonte: Folha de S.Paulo 

AÉCIO NEVES

Gol de mão

O intolerável grau de aparelhamento do Estado brasileiro pelo PT chegou às instituições de pesquisa, guardiãs do conhecimento e da informação que serve ao desenvolvimento do país. O Brasil corre o risco de entrar na mesma rota que levou a Argentina a perder credibilidade quanto às suas estatísticas oficiais.

O episódio recente em torno do IBGE passou a muitos a impressão de que o instituto estaria dando um perigoso passo na direção dos problemas que minaram o Instituto Nacional de Estadística y Censos (Indec), do nosso vizinho, cujos dados sobre inflação e PIB são considerados tão corretos quanto o célebre gol de mão feito por Maradona contra a Inglaterra.

Se a “mão de Deus”, expressão usada pelo próprio atacante para descrever o lance, ajudou a Argentina a ganhar o jogo, seu uso nas estatísticas não melhora em nada a vida dos argentinos. Não saber o que de fato se passa na economia de um país afugenta novos investimentos, com impacto negativo sobre o desenvolvimento.

IBGE entrou em convulsão depois que o PT colocou em dúvida a nova metodologia usada pelo órgão, que, ao ampliar a base de pesquisa, traz novos dados, por exemplo, sobre o desemprego no país. Era o que faltava: o partido querer atribuir à sua base aliada a tarefa de avaliar metodologia de pesquisa.

Apesar da contestação de vários profissionais, a Pnad Contínua teve sua divulgação adiada para depois das eleições. Assim, é preciso concordar com Simon Schwartzman, ex-presidente do IBGE: a suspensão em momento eleitoral levanta suspeitas sobre a falta de autonomia do órgão.

Dias antes, o sinal vermelho já havia sido acendido no Ipea. A informação de que o instituto abriu, em 2010, escritório na Venezuela, e que lá tem produzido textos em apoio ao chavismo, surpreendeu muita gente. Especialmente os que já lamentavam que, apesar da resistência profissional de tantos dos seus membros, o Ipea estivesse sendo usado para tentar dar sustentação a “verdades” petistas. Nos mesmos dias, a imprensa denunciou a crise na Embrapa com as nomeações políticas.

O assunto é grave. Instituições brasileiras, com credibilidade conquistada através do merecido reconhecimento do país ao trabalho de inúmeros pesquisadores e profissionais, não podem ter interrompida esta importante trajetória.

Precisamos defender a autonomia das nossas instituições, diante de qualquer pressão política. Elas pertencem ao país e não ao governo. Até porque, depois do Ipea, do IBGE e da Embrapa, alguém pode ter a ideia de interferir no Inep para controlar os dados de educação e no CNPq para patrulhar as pesquisas.

O Brasil não merece isso.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

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Aécio: gestão eficiente garantiu crescimento do PIB em Minas

Aécio: gestão eficiente – Senador lembrou que o Choque de Gestão lançado em 2003 garantiu novos investimentos para Minas.

Aécio: Choque de Gestão em Minas

Fonte: Site do senador Aécio Neves

Aécio Neves vê boa gestão impulsionando bom resultado do PIB de Minas

“Estudo do IBGE divulgado hoje mostra que seguimos o caminho certo”, diz Aécio

 Aécio: gestão eficiente de Minas e o PIB

Aécio: gestão eficiente de Minas e o PIB

Minas Gerais foi o Estado da região Sudeste que mais cresceu sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) nacional entre 2002 e 2010, período do governo Aécio Neves. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (23/11), pelo IBGE.

Minas aumentou sua participação no PIB nacional em 0,7 pontos percentuais, enquanto São Paulo e Rio de Janeiro viram sua participação cair. O Espírito Santo aumentou em 0,4 pontos percentuais sua fatia do PIB, segundo dados das Contas Regionais apresentados hoje.

Em Brasília, o senador Aécio Neves, governador de Minas Gerais durante os anos avaliados pelo IBGE, disse que o estudo comprova o êxito das medidas executadas em seu governo e hoje praticadas com novos avanços pelo governador Antonio Anastasia. O chamado “Choque de Gestão”, adotado em 2003, teve como fundamentos o planejamento rigoroso das ações do Estado, fortes investimentos nas áreas sociais e na infraestrutura.

“O estudo do IBGE divulgado hoje mostra que seguimos o caminho certo. O rigor no planejamento e a ousadia nos investimentos em infraestrutura e nas parcerias com a iniciativa privada, somados a prioridade dada às áreas sociais, todos esses pilares do Choque de Gestão, têm sido determinantes para que a economia mineira se destaque no País, criando um ambiente seguro para mais investimentos e desenvolvimento”, afirmou Aécio.

O senador Aécio acrescentou ainda que confia em novos bons resultados para o Estado na gestão do governador Antonio Anastasia.

“Não tenho dúvida de que, com a condução firme do governador Anastasia, que vem aprofundando as boas práticas de gestão pública, Minas continuará avançando, como avançou entre 2002 e 2010, e agora é demonstrado pela pesquisa do IBGE que analisou todos os estados brasileiros,” afirmou Aécio.

De acordo com as Contas Regionais do IBGE, Minas Gerais é o terceiro Estado em participação do PIB Nacional, com 9,3 pontos percentuais. São Paulo é responsável pela maior participação percentual, com 33,1%, seguido do Rio de Janeiro (10,8%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,8%), Bahia (4,1%), Santa Catarina (4%) e Distrito Federal (4%).

Gestão Eficiente: Minas está entre os quatro estados com menor índice de homicídios, revela IBGE

Levantamento confirma dados do Mapa da Violência publicado pelo Ministério da Justiça

Lucia Sebe / Imprensa MG
Programa Fica Vivo atua na prevenção à violência e na socialização de jovens mineiros
Programa Fica Vivo atua na prevenção à violência e na socialização de jovens mineiros

Os índices de homicídios registrados em Minas Gerais são menores do que os registrados no Distrito Federal e em 22 estados da Federação. É o que revela pesquisa divulgada nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, a taxa de 18,7 casos a cada 100 mil habitantes registradas no Estado em 2009 (último ano da série histórica analisada) só é maior do que os índices registrados em São Paulo, Santa Catarina e Piauí. Em outras palavras: Minas ocupa o 4º lugar no ranking dos estados com menos homicídios (veja tabela abaixo).

O estudo do IBGE – que é realizado a cada dois anos a partir de números do Ministério da Saúde – revela também que a taxa de homicídios de Minas está abaixo do índice médio nacional de 27,1 casos a cada 100 mil habitantes. O Estado está ainda à frente dos dois outros estados da região Sudeste – Espírito Santo e Rio de Janeiro.

No levantamento anterior feito pelo IBGE, que baseou-se em dados de 2007, Minas aparecia com taxa de 20,9 homicídios por 100 mil habitantes, ocupando o 19º lugar no ranking nacional (atrás de sete estados). Na nova pesquisa, divulgada nesta semana, o Estado melhora sua posição, subindo para a 24ª posição no ranking nacional (atrás apenas de três estados).

O subsecretário de Integração do Sistema de Defesa Social, Robson Lucas da Silva, ressalta a qualificação das polícias mineiras, os crescentes investimentos no Sistema de Defesa Social e o processo de integração das forças de segurança como os principais fatores que levaram Minas ao bom posicionamento no ranking de taxas de homicídios do IBGE. “Com a integração, possibilitamos que Seds, Sistema Prisional, Sistema Socioeducativo, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros compartilhem, periodicamente, informações de inteligência e possam coordenar ações estratégicas de forma mais eficaz”, afirma.

Dados similares ao do Mapa da Violência

A pesquisa do IBGE confirma os dados do Mapa da Violência 2012, estudo comparativo sobre a violência nos Estados, publicado no início deste ano pelo Ministério da Justiça em parceria com o Instituto Sangari.

A Mapa da Violência aponta que em 2010 (último ano da série analisada) Minas registrou um índice de 18,1 homicídios por grupo de 100 mil habitantes. Essa taxa também coloca o Estado na 4ª melhor posição do ranking, atrás apenas de Santa Catarina, Piauí e São Paulouma situação semelhante à que aparece na recém-divulgada pesquisa do IBGE  (veja tabela abaixo).

Dados da Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS) demonstram que, na comparação com 2004 – ano em que começou a ser implantado o atual modelo de segurança pública de Minas, que inclui políticas de integração das ações das polícias e de prevenção e combate à criminalidade – a taxa de crimes violentos no Estado (que inclui crimes contra a vida e contra o patrimônio) caiu 48,80%. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), área que historicamente concentra o maior número de ocorrências, a taxa de crimes violentos caiu 53,7%  no mesmo período.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2011 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Minas Gerais é proporcionalmente ao orçamento, o Estado que investe mais em segurança pública no país: 13,4% do total dos recursos. De 2003 a 2010, o Governo de Minas destinou quase R$ 34 bilhões para essa área estratégica.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-esta-entre-os-quatro-estados-com-menor-indice-de-homicidios-revela-ibge/

Gestão Eficiente: Belo Horizonte está entre as cidades de melhor infraestrutura do país

Pesquisa do IBGE analisou vários itens entre cidades brasileiras com mais de um milhão de habitantes.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) avaliou o nível de infraestrutura que as principais cidades do país oferecem para a população. E, segundo dados coletados pelo Censo 2010, os moradores de Belo Horizonte e Goiânia são os que vivem na melhores condições no País, entre os quinze maiores municípios do Brasil. A reportagem é do portal IG.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/belo-horizonte-esta-entre-as-cidades-de-melhor-infraestrutura-do-pais/

Gestão Anastasia: renda agrícola de Minas tem aumento estimado de 10,2%

Já o valor previsto para o Brasil deve ter uma retração de 2,3%

O Valor Bruto da Produção Agrícola (VBP) em Minas Gerais, estimado para 2012, será de R$ 24,6 bilhões, cifra 10,2% superior à registrada no ano passado. De acordo com a nova estimativa, o valor previsto para o Brasil será de R$ 211,2 bilhões, equivalentes a uma retração de 2,3%.

O VBP se refere à renda dentro da propriedade e considera as 21 principais culturas agrícolas do país. O estudo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) utilizou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Segundo análise da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), os números mostram que Minas Gerais ocupa a terceira posição no VBP Agrícola nacional, atrás de São Paulo e Mato Grosso.

Em Minas Gerais, a banana ocupa o primeiro lugar em crescimento percentual do valor (83,8%) com estimativa de R$ 690 milhões. O segundo em crescimento é o algodão em caroço (24,2%) para a estimativa de R$ 244 milhões. No terceiro lugar está o feijão, com crescimento previsto de 17,7% para o valor de R$ 1,2 bilhão.

Evolução expressiva também está prevista para a cana-de-açúcar. O novo levantamento mostra crescimento de 9,5% no valor do produto, relativos à cifra de R$ 4,1 bilhões. E o milho mostra uma progressão de 8,7%, com o valor estimado de R$ 3 bilhões. Já a soja tem previsão de valor praticamente idêntico ao registrado em 2011, que foi de R$ 2,1 bilhões.

O café continua na condição de produto da agricultura mineira com renda mais alta, sendo a estimativa para 2012 da ordem de R$ 11,2 bilhões, embora esta cifra seja 1,5% inferior à do ano passado. Para Márcia Aparecida de Paiva Silva, assessora técnica da Superintendência de Política e Economia Agrícola da Seapa, essa retração pode ser atribuída às oscilações de preço do produto no mercado internacional, principalmente nos destinos mais afetados pela crise econômica.

Valor Bruto da Produção Agrícola (VBP) – Minas Gerais

Total: R$ 24,6 bi (+10,2%)

Cana-de-açúcar : R$ 4,1 bi (+ 9,5%)

Milho: R$ 3,0 bi (+8,7%)

Soja: R$ 2,1 bi (+0,2%)

Feijão: R$ 1,2 bi (+17,7%)

Banana: R$ 690 mi (+83,8%)

Algodão: R$ 244 mi (+24,2%)

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/renda-agricola-de-minas-tem-aumento-estimado-de-102/

Governo de Minas: pesquisas da Epamig consolidam sistema de produção eficiente de leite

Na última década, Epamig foi a empresa de pesquisa agropecuária que mais gerou tecnologias para o sistema de produção de leite em gado F1

José Reinaldo Mendes Ruas/EPAMIG

O Brasil é o sexto maior produtor mundial de leite. Minas Gerais destaca-se por ter o maior rebanho bovino leiteiro, além de ser o maior produtor nacional. O Estado produz 8,4 bilhões de litros, representando 27,3% do total produzido no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Uma das principais características do rebanho bovino no Brasil é sua composição: 74% das vacas são mestiças e produzem 1.276 kg de leite por lactação. Minas possui 7,4 milhões de fêmeas, sendo 5,4 milhões cabeças em lactação, o maior plantel do país.

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) desenvolve pesquisas para o sistema de produção de leite com vacas mestiças há 14 anos. Esse sistema utiliza fêmeas F1 (cruzamento de Holandês e Zebu – HZ), mantidas em regime de pasto durante o verão e suplementadas em cocho com volumoso (tais como silagens de milho, sorgo e capineiras; os fenos, a cana-de-açúcar e as palhadas) durante o inverno. Na última década, a Epamig foi a empresa de pesquisa agropecuária que mais gerou tecnologias para o sistema de produção de leite em gado F1. As pesquisas têm como base animais mestiços, que têm proximidade maior com a realidade do produtor mineiro e brasileiro.

Embora seja o maior estado produtor de leite, Minas Gerais ainda apresenta baixos índices de produtividade. Segundo o pesquisador da Epamig, José Reinaldo Mendes Ruas, a pecuária é uma atividade desenvolvida, principalmente, em sistema de pasto e este pasto está hoje com alto nível de degradação. “A Epamig, responsável pela pesquisa agropecuária de Minas Gerais, tem a oportunidade de contribuir para a mudança deste quadro”. O pesquisador conta que desde 1998 são desenvolvidas pesquisas em sistema de produção de leite na Fazenda Experimental de Felixlândia (FEFX), no Centro-Oeste do Estado, e, atualmente, a fazenda é referência devido aos diversos projetos desenvolvidos – em parceria com universidades e com apoio de diversas fontes fomentadoras estaduais e federais. A Fazenda de Felixlândia possui área de 890 hectares, com solos de cerrados em sua maior extensão.

Além das pesquisas, são realizados na FEFX cursos, treinamentos, dias de campo e visitas técnicas. Através do Programa Estadual da Cadeia Produtiva do Leite (Minas Leite), lançado em 2005 e coordenado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), foram capacitados na FEFX mais de 500 participantes, dentre eles técnicos, produtores rurais, estudantes e, principalmente extensionistas.

“A integração com a extensão é muito positiva, pois os profissionais da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater) têm mais contato com o produtor rural, que será o grande beneficiado com a utilização dessas novas técnicas”, afirma o gerente da FEFX, Arismar de Castro.  O Minas Leite já atende a 1.036 propriedades de agricultores familiares do Estado. Em 2011, houve um crescimento de 62% em relação ao volume de fazendas incluídas até o ano anterior, segundo o coordenador do programa pela Seapa, Rodrigo Puccini Venturin.

De acordo com o pesquisador José Reinaldo, nesses anos de pesquisa as avaliações econômicas apontaram que é possível produzir leite com rentabilidade. “Quando iniciamos as pesquisas em gado de leite F1, na FEFX, as vacas produziram em torno de 2.000 kg por lactação na primeira cria. Com a adoção das tecnologias geradas pelo próprio sistema – aumento de peso, amansamento, frequência de ordenha – essa produção ultrapassou 3.000 kg na primeira cria”, explica Ruas. Os resultados demonstraram que vacas F1 foram capazes de produzir bezerros de qualidade, quando considerados o ganho médio diário e o peso do desmame, podendo contribuir para a sustentabilidade da produção. “A venda desses bezerros pode complementar a receita da propriedade”, explica o pesquisador.

José Reinaldo afirma que o Sistema desenvolvido pela Epamig demonstra que fêmeas F1 HZ mostraram-se eficientes para produzir bezerro e leite em sistema de pastagens nas condições do Brasil Central. Quando o produtor chega na Fazenda Experimental de Felixlândia ele se identifica com o modelo de produção da Epamig e vê a possibilidade de adotá-lo em sua propriedade”, ressalta.

Segundo o pesquisador, as tecnologias geradas permitem flexibilidade e oferecem vantagens econômicas, além de serem de fácil aplicabilidade e de administração simples. “Fatores como localização da propriedade, processos gerenciais adotados, tamanho de rebanho e qualidade da mão de obra podem causar diferenças, portanto, é importante o acompanhamento zootécnico e financeiro do Sistema de Produção”, alerta.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/pesquisas-da-epamig-consolidam-sistema-de-producao-eficiente-de-leite/

Governo Anastasia: taxa de desocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte cai para 4,7%

Rendimento médio do trabalhador mineiro apresentou crescimento, segundo dados do IBGE

Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira (22), aponta taxa de desocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) de 4,7%,  o que representa uma queda, comparado ao mesmo período do ano passado (6,3%). Em comparação ao mês de janeiro deste ano, a taxa apresentou relativa estabilidade, variando em 0,2% (4,5%).

A taxa de desocupação na RMBH apresentou aumento em relação ao mesmo período de 2011, passando de 56,1%, para 57,3% em fevereiro deste ano. Em relação ao rendimento médio real habitual, a taxa apresentou melhoria aos trabalhadores. O valor passou de R$ 1.487,95, em fevereiro de 2011, para R$ 1.592,00 no mesmo período deste ano.

“Estamos fazendo políticas públicas, incansavelmente, para que possamos levar mais e melhores empregos para a população mineira. Para este ano, a meta é qualificar cerca de 30 mil trabalhadores. Com isso, serão 30 mil pessoas com competência para realizar serviços nas mais diversas áreas para que possam ingressar no mercado de trabalho”, avaliou o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta.

Dados nacionais

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seis regiões metropolitanas do Brasil, sendo elas Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

De acordo com os resultados da PME, apurada em fevereiro de 2012, no conjunto das seis regiões, o contingente de desocupados foi estimado em 1,4 milhão de pessoas, resultado considerado estável em relação a janeiro último. Quando comparado com fevereiro de 2011, essa estimativa recuou 8,6% (menos 130 mil).

A população ocupada, estimada em 22,6 milhões em fevereiro de 2012 no agregado das seis regiões, não se alterou frente a janeiro. No confronto com fevereiro de 2011 registrou aumento de 1,9%, o que representou uma elevação de 428 mil ocupados no intervalo de 12 meses.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores, apurado em fevereiro de 2012 em R$ 1.699,70, no conjunto das seis regiões, subiu 1,2% em relação a janeiro último. Frente a fevereiro de 2011, o poder de compra dos ocupados aumentou 4,4%.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/taxa-de-desocupados-na-regiao-metropolitana-de-belo-horizonte-cai-para-47/

Governo de Minas: produtor mineiro de coco-da-baía aposta na recuperação do preço

Cotação atual do fruto no Estado é 44,0% superior à registrada no ano passado

Divulgação/Seapa
Segundo a Secretaria de Agricultura, Minas deve colher 45,6 milhões de cocos em 2012
Segundo a Secretaria de Agricultura, Minas deve colher 45,6 milhões de cocos em 2012

Minas Gerais deve colher 45,6 milhões de cocos-da-baía em 2012, informa a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento estimado da produção, comparado à safra anterior, é apenas de 1%, mas os produtores acreditam que a renda do setor vai aumentar, principalmente como consequência da recuperação dos preços do fruto registrada desde a última semana de fevereiro.

Arlim Maria Ribeiro Neto, administrador da Fazenda Coqueiro Verde, no município de Várzea da Palma (Norte do Estado), diz que o preço líquido do coco ao produtor em Minas oscila atualmente entre R$ 0,70 e R$ 0,75 a unidade. “Caso este valor seja mantido, o produtor poderá garantir a sua renda. Nesta situação, mesmo considerando que houve retração dos preços de janeiro até a terceira semana de fevereiro, a média atual será cerca de 44% superior à registrada em 2011.

De acordo com o administrador, o mercado de coco, em Minas Gerais, sempre tem boas condições de recuperação, porque o produto é de alta qualidade e disputado inclusive por outros estados, sendo o consumo crescente principalmente no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro.

“O produtor precisa ter certeza de que venderá grandes volumes para investir no aumento da produção e na melhoria da qualidade do coco”, explica Neto. ”A Fazenda Coqueiro Verde acredita na recuperação do mercado e vem obtendo safras cada vez maiores, sendo a de 2012 estimada em 4 milhões de frutos. O volume é 14,2% superior ao registrado no ano passado e corresponde a 30% da produção prevista este ano para a região Norte.”

Atividade sustentável

A área plantada com coco na Coqueiro Verde é de 180 hectares, a maior do Estado, representando 26,2% da área total ocupada pela cultura na região. “O trabalho na fazenda é orientado por práticas recomendadas para a obtenção da sustentabilidade. Utilizamos processos automatizados de irrigação que controlam o volume de água para cada área de plantio, conjugando a prática com a adubação, principais responsáveis pela produtividade da ordem de 36 mil frutos por hectare. O volume equivale ao dobro do rendimento médio das áreas de coco de todo o Estado, conforme a previsão do IBGE para 2012.

Um dos projetos da Coqueiro Verde para este ano é a implantação de mais 150 hectares de coqueiros, que devem começar a produzir até 2016. Segundo Neto, a boa localização de Várzea da Palma em relação principalmente aos mercados de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte é um fator importante para a decisão de manter o plano de expansão do plantio.

Além da região Norte, que responde por cerca de 19,1 milhões de frutos ou 42,0% da colheita de coco no Estado prevista para este ano, a produção do fruto é expressiva também no Rio Doce (11,6 milhões de frutos), Jequitinhonha/Mucuri (5,7 milhões de frutos), Zona da Mata (5,7 milhões de frutos), e Triângulo (2,3 milhões de frutos).

“O destaque do Norte de Minas e especialmente do município de Várzea da Palma na produção de coco é uma prova do papel transformador da irrigação na agricultura”, diz o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento. “Conjugados com a adubação orientada por técnicos, os programas de irrigação ampliam os períodos de produção dos alimentos, como no caso da Fazenda Coqueiro Verde, onde coco de qualidade é colhido em grande volume o ano inteiro. Segundo estimativa da FAO, nos próximos vinte anos, cerca de 40% do aumento da produção de alimentos deverão ser gerados pelas áreas irrigadas”, finaliza.

Fontehttp://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/produtor-mineiro-de-coco-da-baia-aposta-na-recuperacao-do-preco/

Gestão Anastasia: Noroeste deve manter liderança na safra mineira de grãos

Região deve produzir 2,8 milhões de toneladas em 2012

Com uma safra estimada de 2,8 milhões de toneladas de grãos para 2012, volume 8,5% maior que o do ano anterior, a região Noroeste segue liderando a produção em Minas Gerais. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com análise da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a região responde por 24,7% da safra mineira, com cultivos espalhados por 642,4 mil hectares.

Márcia Aparecida de Paiva Silva, assessora técnica da Subsecretaria do Agronegócio, esclarece que o aumento do rendimento médio das lavouras do Noroeste, devido à utilização de tecnologia e aplicação de boas práticas de produção em geral, beneficia a produção regional, sobretudo de soja. Os números do IBGE não incluem a produção de feijão terceira safra, girassol e trigo.

“O Noroeste é o maior produtor de soja do Estado, com safra estimada de 1,2 milhão de toneladas, variação positiva de 7% em relação ao período anterior. Neste caso, a região responde por 39% da produção estadual”, explica a assessora.

Para o milho, está prevista uma safra de 1,3 milhão de toneladas na região Noroeste. O volume é 13,1% superior ao registrado em 2011 e equivale a uma participação de 17,3% na safra estadual do grão. À frente do Noroeste, na produção de milho, estão o Alto Paranaíba e o Sul de Minas, que respondem por 24,8% e 18,8% da produção mineira, respectivamente.

“Já a produção de sorgo, apesar da estimativa de uma pequena redução, também contribui para a manutenção do Noroeste como líder da safra mineira de grãos”, observa Maria Aparecida. “A região responde por 42,5% da produção total de sorgo do Estado, pois as colheitas previstas para 2012 devem resultar em 159,5 mil toneladas. O município de Unaí, maior produtor de sorgo de Minas, deve responder por 23,5% da safra estadual.”

Além disso, para manter a posição de destaque na produção estadual de grãos, o Noroeste conta também com o feijão, sendo a safra estimada para 2012 da ordem de 36,6 mil toneladas. O volume equivale a 20,5% da colheita total de feijão de Minas, que deve alcançar 178,5 mil toneladas. A liderança de produção regional, neste caso, é do Alto Paranaíba, responsável por 24,5% da safra mineira de feijão (excluindo a terceira safra).

Segundo e terceiro

O Alto Paranaíba continua no segundo lugar do ranking estadual da produção de grãos. “A safra prevista é de 2,5 milhões de toneladas ou participação de 22,3% do total de Minas. A progressão do volume em relação ao período anterior será de 9,8%, consequência principalmente da melhora do rendimento das lavouras.”, ressalta a assessora técnica.

A terceira posição no ranking dos maiores produtores de grãos de Estado fica com o Triângulo Mineiro, que me 2012 deverá produzir 2,4 milhões de toneladas. Um crescimento de 11,6% em relação a 2010.

Safra mineira de grãos – estimativa 2012

Total do Estado: 11,4 milhões de t (+9,2%)

Safra do Noroeste: 2,8 milhões de toneladas (+8,5%)

Milho no Noroeste: 1,3 milhão de t (+13,1%)

Soja no Noroeste: 1,2 milhão de t (+7,0%)

Participação do Noroeste : 24,7% da produção estadual

Fonte: Agência Minas

Gestão Antonio Anastasia: vendas no comércio em Minas crescem acima da média nacional

Com um aumento de 10% , Minas Gerais foi um dos estados que se destacaram no levantamento

As vendas no comércio varejista no Brasil cresceram pelo quarto mês consecutivo em dezembro do ano passado. Com isso, o setor fechou o ano de 2011 com elevação de 6,7% no volume de vendas, segundo dados do IBGE, divulgados nesta terça (14). Com um aumento de 10% , Minas Gerais foi um dos estados que se destacaram no levantamento.

A matéria completa pode ser lida no site da Agência Brasil

Fonte: Agência Minas