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Gestão eficiente: Anastasia fala sobre resultados em mensagem de despedida

Palavra do Governador: Anastasia fala do modelo de gestão que valoriza o planejamento, a eficiência e a meritocracia.

Legado da eficiência

Fonte: Agência Minas 

Último programa: Anastasia fala sobre legados de sua gestão e agradece o apoio dos mineiros

“Este é um trabalho coletivo do Governo e dos 20 milhões de mineiros que trabalham de modo integrado pelo desenvolvimento do Estado”, destaca o governador

Depois de quatro anos à frente do Governo de MinasAntonio Anastasia deixa, nesta sexta-feira (04/04), o cargo de governador do Estado. Em seu lugar assume o vice-governador Alberto Pinto Coelho que, desde 2011, o tem acompanhado no planejamento e na condução dos programas desenvolvidos em todo o Estado, e conduzirá, até o final do ano, os projetos implementados nas diversas regiões de Minas.

No último programa Palavra do GovernadorAnastasia deixa uma mensagem de despedida otimista e cheia de gratidão a toda a população mineira, além de fazer um balanço dos resultados alcançados por sua gestão em áreas estratégicas como saúde, educação, segurança e infraestrutura. “Este é um trabalho coletivo, de toda a sociedade mineira. Agradeço especialmente aos 20 milhões de mineiros, que trabalham de modo integrado pelo desenvolvimento do Estado. À minha equipe de Governo e a todos os servidores públicos que se desdobraram tanto ao longo de tantos anos. Essa dedicação e esse empenho nos permitiram, ao longo de quatro anos, apresentar resultados tão expressivos paraMinas”, destaca.

Segundo Anastasia, orgulho é uma palavra que define bem seu sentimento ao avaliar o legado deixado por sua gestão aos mineiros. “Deixo o Governo não só com a cabeça erguida pelo comportamento ético e íntegro desta gestão, mas, sobretudo, com a consciência tranquila pelos bons resultados que alcançamos em todas as áreas de ação do Governo”, pontua.

Graças à capacidade de planejamento do corpo técnico do Governo de Minas, o Estado conseguiu amenizar os impactos da crise financeira que afetou o Brasil e o mundo a partir de 2008. Isso permitiu manter a qualidade dos serviços públicos e a manutenção dos investimentos previstos. Segundo lembra o governador, Minas Gerais conseguiu avançar em diversas áreas, dando respostas concretas às demandas da população.

Avanços em educação, saúde e segurança

“Na educação, por exemplo, Minas pode se orgulhar de ter conseguido, por duas edições consecutivas, no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), o primeiro lugar no Brasil. Da mesma forma, desde que fomos o primeiro estado a colocar as crianças com seis anos na escola, avançamos muito através de programas como o Reinventando o Ensino Médio e o Poupança Jovem”, ressalta Anastasia, lembrando ainda da valorização dos professores com aumentos expressivos da folha de pagamento da Educação e a recuperação de escolas estaduais. “Acho que a educação talvez seja o principal legado de nosso Governo, não só em razão dos seus indicadores objetivos, mas pelo capital humano que gera, que é fundamental para o futuro de Minas Gerais”, acrescenta.

Para o governador, na área da Saúde os dados também são muito positivos, lembrando que, nos últimos anos, Minas aumentou substancialmente os investimentos nesse setor, criando e ampliando programas que estão assistindo desde os nascituros até os idosos. Ele cita como exemplos o Programa Mães de Minas, que garante o cuidado com a gestante e o bebê, e as cerca de 600 unidades do Farmácia de Minas implantadas em todas as regiões do Estado, levando para mais perto do cidadão o acesso aos remédios de uso controlado de forma gratuita.

Outros destaques são as dezenas de Unidades Básicas de Saúde concluídas e a rede de transporte em saúde, que estão dando mais dignidade àqueles que precisam de atendimento médico em momentos de dificuldades.

“O próprio governo federal apontou Minas como a melhor saúde do Sudeste e a quarta melhor do Brasil. Recentemente, o IBGE colocou Minas como o segundo Estado que mais investe em saúde em relação ao seu orçamento. O caminho atual que estamos trilhando é um bom caminho”, observa Anastasia.

Na Defesa Social, o governador recorda o levantamento do Ministério da Justiça, que aponta Minas como o estado que mais investe no setor, proporcionalmente ao seu orçamento. “Fizemos um esforço imenso nesses últimos anos. Multiplicamos por três o número de vagas no Sistema Penitenciário, aumentamos os efetivos da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Guarda Penitenciária e do Corpo de Bombeiros. Nunca houve tanto investimentos em equipamentos, veículos e novas tecnologias para as nossas forças públicas”, afirma Anastasia.

Infraestrutura para gerar empregos

Na infraestrutura, o Estado também deu saltos importantes, com programas como o ProMG, que se destaca como referência na manutenção e conservação das estradas estaduais, e o Proacesso, em fase de conclusão, que levará ligação asfáltica a 100% das cidades mineiras. Em outra frente, o Caminhos de Minas foi lançado para conectar regiões e cidades importantes e já conta com 60 obras em andamento e outras centenas de projetos em execução.

O objetivo, segundo o governador, é criar uma infraestrutura adequada, do ponto de vista econômico e logístico, que faça de Minas Gerais referência para atração de novos negócios, a fim de que sejam gerados mais empregos e renda. “Agência internacionais, como a Standard & Poor’s e a Moody’s, já reconheceram a boa governança de Minas Gerais e nos deram, portanto, o atestado de competência. Também conseguimos, nos últimos anos, atrair empresas de perfil diferenciado, nas áreas de locomotivas, helicópteros, caminhões, tecnologia, produtos médicos e até semicondutores, com a primeira fábrica dessa natureza na América Latina. Diversificamos bastante”, frisa o governador.

O grande legado da eficiência

Como bem lembra Anastasia, todos esses avanços só foram possíveis porque Minas Gerais adotou, nos últimos anos, um modelo de gestão que valoriza o planejamento, a eficiência e a atuação dos servidores públicos por meio de metas e indicadores de desempenho.

O objetivo principal, segundo ele, é gerar resultados para a população, gastando menos com o Estado e mais com a sociedade, elevando a qualidade de serviços públicos – uma meta desafiadora, mas que se tornou o norte de todas as ações da administração estadual.

“Deixo o Governo com o reconhecimento de Minas Gerais como um estado que tem o melhor planejamento e a melhor gestão pública do Brasil. Essa tarefa começou com o governo Aécio Neves e eu lhe dei a continuidade através dos programas do Choque de Gestão. Minas é hoje considerada um exemplo não só no país, mas internacionalmente”, comemora o governador.

Antonio Anastasia lembra, por fim, que visitou centenas de municípios ao longo desses anos, tendo sido sempre recebido de maneira afetuosa pelos mineiros de todas as regiões. “Só posso agradecer a todos, à população de nosso Estado e aos nossos servidores públicos. Tenho certeza de que o vice-governador Alberto Pinto Coelho dará sequência ao trabalho que realizamos em Minas por todos esses anos”, conclui Anastasia.

Palavra do Governador pode ser reproduzido por qualquer veículo de imprensa, sem ônus. O programa é disponibilizado todas as quintas-feiras nas modalidades texto, áudio e vídeo (em qualidade HD).

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Gestão Eficiente: Cemig tem lucro recorde

Gestão Eficiente: lucro da Cemig bate recorde em 2012 e atinge R$ 4,3 bilhões, o maior de sua história . Empresa está presente em 23 estados brasileiros.

Gestão Eficiente: Cemig

Fonte: Minas em Pauta

Aumento foi de quase 80% comparado com 2011, que já havia registrado o maior valor da história da companhia

Cemig bate recorde de lucro em 2012

Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) alcançou em 2012 o maior lucro líquido desde a sua fundação: R$ 4,3 bilhões. O aumento foi de quase 80%, se comparado a 2011, quando o lucro de R$ 2,3 bilhões havia sido o maior de sua história até então.

De acordo com o diretor de Finanças e Relações com Investidores da Cemig, Luiz Fernando Rolla, o maior impacto sobre o lucro líquido se deu em função da liquidação antecipada do contrato de cessão de créditos da conta de resultados a compensar. “O Estado de Minas Gerais, nosso acionista majoritário, decidiu antecipar o pagamento desse contrato, o que gerou um ganho financeiro superior a R$ 2 bilhões”, declara.

O Lajida da Cemig, em 2012, foi de R$ 5,1 bilhões, o que evidencia a capacidade da empresa de geração de caixa operacional através de um portfólio diversificado de negócios e de elevados níveis de eficiência operacional.

“O ano de 2012 nos trouxe grandes desafios. Passamos por mudanças profundas no marco regulatório do setor de geração de energia elétrica no Brasil, com a edição e promulgação da Medida Provisória 579”, afirmou o presidente da companhia, Djalma Bastos de Morais.

Segundo Morais, a Cemig está se adequando à nova realidade do setor e continua a buscar oportunidades de mercado e a manutenção da sua estratégia de crescimento, que tem o foco na liderança do setor de energia elétrica no Brasil.

O lucro da Cemig Distribuição (Cemig D) auferido em 2012 representou 4% em relação ao lucro líquido consolidado do Grupo Cemig, no valor de R$ 191 milhões. No mesmo período, o gasto com a compra de energia para atendimento aos consumidores, no valor de R$ 4,2 bilhões, representou 46% das despesas totais da distribuidora, que foram de R$ 9 bilhões.

Perfil da companhia

Cemig, que em maio completa 61 anos, é hoje a maior empresa integrada do setor de energia elétrica do país, sendo o maior grupo distribuidor, responsável por aproximadamente 12% do mercado nacional. É ainda o terceiro maior grupo transmissor, com 9.413 quilômetros de linha e o terceiro maior grupo gerador, com um parque gerador formado por 70 usinas hidrelétricas, térmicas e eólicas, com uma capacidade instalada de 7.038 GW.

A companhia está presente em 23 estados brasileiros e opera uma linha de transmissão no Chile. São mais de 115 mil acionistas em 44 países e ações negociadas nas Bolsas de Valores de Nova YorkMadri e São Paulo.

Atualmente, a Cemig, através de suas controladas e coligadas, atende a mais de 11 milhões de consumidores com o foco em melhoria da qualidade dos serviços prestados, tendo investido somente no setor de distribuição o montante de R$ 2,5 bilhões o que representou um dos maiores investimentos em distribuição no Brasil. No ano passado, foram realizadas novas ligações para mais de 200 mil clientes, e a qualidade de serviço prestado foi mais uma vez reconhecida conforme a pesquisa realizada pelo regulador, a Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel), colocando a Cemig entre as melhores empresas com mais de 400.000 consumidores na região Sudeste.

Governo Anastasia: penitenciária público-privada é modelo em MG

Governo Anastasia: unidade proposta por Aécio Neves é a primeira do país criada por meio de Parceria-Pública-Privada.

Governo Anastasia: público-privada do país

Fonte: Agência Minas

Primeira penitenciária público-privada do país recebe primeiros detentos

Governo de Minas apresenta modelo pioneiro de gestão penitenciária, prevendo alta tecnologia de segurança e atividades para todos os presos

Teve início na última sexta-feira, a transferência de detentos de unidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte para a Unidade I do Complexo Prisional Público Privado (CPPP), em Ribeirão das Neves, um projeto pioneiro do Governo de Minas Gerais que inova ao apresentar a primeira Parceria Público Privada (PPP) no sistema prisional do país. A Subsecretaria de Administração Prisional prevê que, nas primeiras três semanas, metade da primeira unidade já esteja ocupada. No total, o complexo terá capacidade para 3.040 pessoas após a construção das cinco unidades previstas.

No modelo adotado em Minas Gerais, inspirado na experiência inglesa, o consórcio Gestores Prisionais Associados (GPA), ganhador da licitação, é responsável por construir e administrar o complexo, obedecendo 380 indicadores de desempenho definidos pelo Governo de Minas, por meio de um rigoroso contrato de concessão com prazo de 27 anos – dois anos para a construção e 25 anos para operação do complexo.

O grupo será responsável pela manutenção do complexo e gestão dos serviços exigidos pelo Estado, que incluem atividades educativas e de formação profissional, fornecimento de refeições e uniformes, tratamento de saúde, atendimento psicológico e assistência jurídica aos presos.

O Complexo Prisional Público Privado será composto por cinco unidades – três de regime fechado e duas, semiaberto -, todas para presos do sexo masculino. Para regime fechado, serão 1.824 vagas e para o semiaberto, 1.216. Exceto em casos especiais, o complexo será ocupado por presos aptos a trabalhar e estudar, que já cumprem pena em presídios da RMBH. A unidade garantirá ao Estado 0% de ociosidade entre presos aptos para atividades de trabalho, estudo, esporte e de treinamento profissional para aqueles que queiram participar.

A estrutura do complexo é formada por cinco unidades prisionais e um edifício-sede composto pelas áreas de administração; almoxarifado central; oficina de manutenção; lavanderia; cozinha e padaria. Cada unidade do regime semi-aberto contará com oito salas de aula, seis galpões de trabalho e um centro de atendimento de saúde. Já as unidades do regime fechado são compostas pelos mesmos equipamentos, além de um centro de convivência para os familiares dos presos.

Programa de modernização

O projeto integra o Programa de Ampliação e Modernização do Sistema Prisional e também se insere no esforço do Governo de Minas em gerir melhor a infraestrutura do Estado – a exemplo do que foi feito na PPP do Mineirão e da MG-050.

Até o fim do primeiro semestre deste ano, está prevista a inauguração de outras duas unidades e, no segundo semestre, das últimas duas. Nas obras, trabalham atualmente cerca de 800 pessoas, incluindo 40 detentos (entre homens e mulheres) do regime semiaberto. Quando estiver em operação, o complexo vai gerar cerca de 3.800 empregos, entre diretos (800) e indiretos (3.000).

Tecnologia para mais segurança

A associação de recursos tecnológicos com a ressocialização dos detentos é considerada um dos aspectos fundamentais do contrato PPP de Minas. Proporcionalmente à população carcerária, a nova unidade prisional de Estado é a que possui o maior número de câmeras de vigilância do mundo (1.240).

O sistema de sensoriamento de presença também é de última geração. A unidade pode demarcar espaços nos quais não podem circular nenhuma pessoa: no caso deste descumprimento, sensores de presença e de calor serão acionados e um alarme será disparado.

A tecnologia também permitirá agentes penitenciários e monitores focados na segurança em 100% do tempo. Todos os comandos de abertura e fechamento das grades das celas, despertar dos presos, entre outros, será feito por modo tecnológico e por comando de voz.

A unidade possui, ainda, uma estrutura de segurança para fugas por meio de túneis e escavações só instalada, até então, no Banco Central do Brasil. O chão de cada cela possuirá 18 cm de concreto, uma chapa de aço de meia polegada e mais 11 cm de concreto.

Os vasos sanitários e bebedouros também foram projetados para evitar que se escondam drogas e outros materiais ilícitos nestes locais e funcionam por sucção automática: caso um detento coloque qualquer material ele será imediatamente descartado.

Histórico do processo licitatório

Em 16 de junho de 2009, o Governo de Minas, por meio das secretarias de Estado de Defesa Social (Seds) e deDesenvolvimento Econômico (Sede), assinou com o consórcio nacional denominado Gestores Prisionais Associados (GPA), o contrato de Parceria Público-Privada (PPP), na modalidade de concessão administrativa, para construção e gestão de um complexo penitenciário em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Formado por cinco empresas – CCI Construções S/A, Construtora Augusto Velloso S/A, Empresa Tejofran de Saneamento e Serviços Ltda., N.F Motta Construções e Comércio Ltda. e Instituto Nacional de Administração Prisional Ltda. (Inap) -, o consórcio nacional venceu o edital que foi publicado em junho de 2008 pelo Governo do Estado. A licitação foi homologada em abril de 2010.

As cinco empresas que integram a GPA possuem comprovada experiência em áreas ligadas à construção e administração de presídios, que utiliza as melhores práticas internacionais de gestão e dispõe da mais alta tecnologia de segurança.

Nesta quinta-feira (17), o secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo de Carvalho Ferraz, e o presidente da GPA, Rodrigo Gaiga, estiveram no complexo, onde falaram com a imprensa.

Imprensa destaca o início da operação da primeira penitenciária público-privada do país

Duas torres receberão imagens de quase 300 câmeras dia e noite e funcionarão como centrais de monitoramento, afirma o Bom Dia Brasil

A primeira penitenciária do país criada a partir de uma parceria público-privada começa a receber os presos nesta sexta-feira (18), destaca o Bom Dia Brasil, da Rede Globo.

Segundo a reportagem, a penitenciária, localizada em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi construída por um consórcio de cinco empresas. Alimentação, saúde e educação dos 608 presos ficarão por conta dos investidores.

secretário de Estado de Defesa Social de Minas Gerais, Rômulo Ferraz, é um dos entrevistados do Bom Dia Brasil.

A notícia também foi dada no MGTV (1ª Edicão), também da Rede Globo, desta quinta-feira (17).

Clique aqui para assistir à reportagem do Bom Dia Brasil.

Clique aqui para assistir à reportagem do MGTV.

Governo Anastasia: público-privada do país – Link da Matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/primeira-penitenciaria-publico-privada-do-pais-recebe-amanha-primeiros-detentos/

Gestão sustentável: Anastasia cria programa para catadores

Gestão sustentável: Anastasia cria Bolsa Reciclagem que remunera associações e cooperativas por ações na reciclagem de materiais.

Gestão sustentável: Anastasia e o Bolsa Reciclagem

Aecio: Facebook – visite a página do senador: O endereço do perfil é http://www.facebook.com/AecioNevesOficial

Fonte: Agência Minas

 Anastasia cria programa sustentável para catadores

Governo Anastasia: Bolsa reciclagem remunera associações e cooperativas por ações de sustentabilidade na reciclagem de materiais

Minas Gerais será o primeiro estado do Brasil a remunerar catadores de materiais recicláveis

Governador Anastasia anunciou medida durante a abertura do 11º Festival Lixo e Cidadania, que acontece entre os dias 22 e 26 de outubro no CMRR

O governador Antonio Anastasia anunciou, na noite de segunda-feira (22/10), que Minas Gerais será, a partir do próximo mês de dezembro, o primeiro estado do país a pagar a Bolsa Reciclagem, uma remuneração às associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis pelos serviços ambientais prestados. O anúncio foi feito na abertura do 11º Festival Lixo e Cidadania, no Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), em Belo Horizonte.

“Ao fazermos a efetivação do pagamento da Bolsa Reciclagem, nós estamos, tão somente reconhecendo o trabalho realizado por centenas e milhares de pessoas, que, com seu suor e seu empenho, estão modificando o panorama das nossas cidades, com muita dignidade, muito esforço, mas, sobretudo, com muita dedicação. Por isso, nós só podemos agradecer, e de maneira muito singela e modesta, retribuir um pouco através do pagamento desse benefício, dessa bolsa”, ressaltou Antonio Anastasia.

O Programa Bolsa Reciclagem foi instituído por lei aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador. Para 2012, a previsão é de investimento de R$ 3 milhões pelo Governo Antonio Anastasia, repassados a partir da apuração dos materiais comercializados pelas organizações no terceiro e quarto trimestre deste ano. O incentivo será concedido trimestralmente às cooperativas e associações, sendo que 90% serão destinados aos catadores. O restante poderá ser utilizado para despesas administrativas, infraestrutura, equipamentos, formação de estoque de materiais recicláveis e capacitação de associados.

Antonio Anastasia afirmou que o Programa Bolsa Reciclagem é instrumento inovador de valorização dos catadores e um reconhecimento da importância da atividade para o meio ambiente. O governador destacou, ainda, a importância do movimento de catadores, não só para o governo, mas paraMinas Gerais e o Brasil, pois, com ela alia sustentabilidade ambiental, geração de renda e dignidade.

“Agora, com os primeiros passos sendo dados, tenho a mais absoluta certeza de que teremos aqui um modelo que certamente será levado aos outros estados, aprimorado, para que nós também possamos aprender, e o resultado seja cada vez mais de inclusão e de reconhecimento desse trabalho”, disse.

As associações ou cooperativas terão de manter atualizados os dados cadastrais no Estado, serem reconhecidas pelo comitê gestor do Bolsa Reciclagem e apresentar relação de repasses feitos aos beneficiados. O cálculo da remuneração terá por base as notas fiscais ou recibos emitidos por empresas compradoras dos materiais.

O CMRR cadastrou 119 organizações (1.561 catadores) de todo o Estado, das quais 59 (1.167 catadores) foram aprovadas pelo comitê gestor para o primeiro pagamento. Na primeira fase do programa, será remunerada a coleta de papel, plástico, vidro e metal. Outro benefício esperado é o incremento da cadeia produtiva da indústria de transformação, com atração de novos empreendimentos.

A implantação do Programa Bolsa Reciclagem acontece paralelamente a várias ações desenvolvidas pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), a fim de incentivar a gestão integrada de resíduos sólidos urbanos. Alguns exemplos são a implantação de coleta seletiva nos municípios, elaboração do Plano Estadual de Resíduos Sólidos e a formação de consórcios intermunicipais para a gestão compartilhada de resíduos sólidos urbanos.

Fim dos lixões

O governador Antonio Anastasia lembrou que Minas Gerais está em estágio avançado na meta de, até 2014, erradicar os lixões ainda existentes e estimular a criação de organizadores de materiais recicláveis.

“Em 2014, nós vamos poder anunciar, em alto e bom som, que o Brasil cumpriu a lei federal, e que, em Minas e nos outros estados não teremos mais lixões, mas, sim, dignidade dos catadores”, afirmou o governador.

Levantamento realizado pelo CMRR indica que, dos 350 municípios mineiros que já acabaram com lixões, 184 cidades adotaram programas de coleta seletiva e inclusão produtiva dos catadores, e 19 estão em processo de implantação.

Até o final deste ano, a previsão do CMRR é extinguir lixões em outros 49 municípios, sendo 17 no Vale do Jequitinhonha, 15 na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), 11 no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba e seis no Noroeste do Estado.

Também participaram da solenidade de abertura do 11º Festival Lixo e Cidadania o ministro-chefe da Secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho; o embaixador da Espanha no Brasil, Manuel de la Cámara Hermoso, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Dinis Pinheiro, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães, e a presidente do Servas, Andrea Neves, entre outras autoridades.

Festival

O 11º Festival Lixo e Cidadania é um dos mais importantes eventos para o debate sobre coleta seletiva e inclusão social no país. Nesta edição, está sendo discutido o futuro na gestão dos resíduos sólidos urbanos no Brasil, com inclusão socioprodutiva dos catadores, partindo de quatro vertentes:legislação, financiamento, desenvolvimento econômico e inclusão social e tecnologia.

Até sexta-feira (26/10), o festival oferece uma programação, que inclui seminários, debates, discussões em grupos, apresentações teatrais de catadores e ex-moradores de rua, além de shows de artistas, que orientam seus trabalhos pela ideia da reciclagem musical.

O evento reunirá diferentes públicos em torno de uma causa maior: perspectiva sociocultural consciente e propositiva acerca da abrangência do tema Lixo e Cidadania, promovendo encontros em defesa da diversidade e do reconhecimento afirmativo das culturas e das diferentes formas de empreendedorismo, tendo como foco a organização dos catadores de material reciclável.

Estão sendo exibidos produtos fabricados a partir de materiais recicláveis como instrumento de inclusão produtiva, e trabalhos de valorização das comunidades próximas ao CMRR com exposição de materiais produzidos por moradores, apresentação de coral e desfile de moda com peças costuradas por eles; erradicação do trabalho infantil na catação; e discussão sobre população de rua.

O festival é realizado pelo Instituto de Referência em Resíduos (IRR); Fórum Estadual Lixo e Cidadania; Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável (Insea); Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR); Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Feam, CMRR e Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas); e Ministério da Cultura.

Governo Anastasia: Bolsa Reciclagem – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/multimidia/galerias/minas-gerais-sera-o-primeiro-estado-do-brasil-a-remunerar-catadores-de-materiais-reciclaveis/

Nanium: Governo de Minas atrai fabricantes de chips

Nanium: Governo de Minas investe em inovação e tecnologia, empresa investirá R$ 30 milhões em unidade industrial em Juiz de Fora.

Nanium: Governo de Minas Inovação e Tecnologia

Fonte: Agência Minas

 Nanium: Governo de Minas atrai fabricantes de chips

Governo de Minas aposta em tecnologia e inovação para atrair novas empresas para o Estado.

O vice-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, assinou, nesta quarta-feira (29), protocolo de intenções com a empresa portuguesa Nanium Participações S.A, para a implantação de uma unidade industrial em Juiz de Fora, na região da Zona da Mata. O projeto prevê a produção de semicondutores direcionados para o mercado brasileiro e países do Mercosul.

Minas Gerais reúne uma série de predicados, como a localização geográfica privilegiada, próxima a 78% do mercado consumidor brasileiro. Temos ainda uma gestão premiada e reconhecida por organismos internacionais. O grande desafio do Estado é transformar o seu potencial em benefícios que se traduzam cada vez mais em inovação, tecnologia e na agregação de valor”, destacou o vice-governador.

A empresa irá investir R$ 30 milhões na implantação da nova unidade industrial, com a geração de 150 empregos diretos e outros 40 indiretos. “O empreendimento irá gerar empregos altamente qualificados, com a formação de gestores, engenheiros, técnicos e operadores de produção, em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que serão treinados no Brasil e em Portugal”, explica José Miranda Chaves Netto, diretor-executivo da Nanium Participações.

Além do protocolo com o Governo de Minas, a Nanium irá assinar uma carta de Intenções com a UFJF, estabelecendo que, na primeira fase do projeto, a unidade será instalada temporariamente no campus da universidade. Já na segunda fase, será construída uma unidade industrial definitiva no futuro Parque Científico e Tecnológico da UFJF. Em contrapartida, a Nanium deverá disponibilizar acesso às informações relativas a semicondutores adotadas em seu processo produtivo, além de transferir o conhecimento de processo aos pesquisados e alunos da UFJF.

O projeto terá início em outubro de 2012 e tem término previsto para meados de 2017. Na primeira etapa, serão fabricados módulos de memória Dram e módulos de Flash (como Pen drives). Na segunda etapa, que deverá ocorrer 12 meses após a conclusão da primeira, serão iniciadas as atividades de produção de componentes em sala limpa (como cartões de memória) para o mercado de desktops, notebooks e tablets.

A empresa

A Nanium S.A. foi fundada em 1996 no município de Vila do Conde, em Portugal, para produzir e prestar serviços no segmento de eletrônica. A companhia atua ainda nas áreas de serviços, equipamentos, processo, produto e fabricação de semicondutores.

A empresa iniciou suas atividades como Siemens Semicondutores S.A. e, depois de algumas alterações, passou a ser designada por Nanium S.A., com composição acionária constituída por 17,88% do Estado Português, por intermédio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e 41,06% dos Bancos Espírito Santo e Comercial Português.

A Nanium possui também know-how na fase de packaging (ou encapsulamento) dos chips, os cérebros dos equipamentos eletrônicos.

Nanium: Governo de Minas – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/multimidia/galerias/vice-governador-assina-protocolo-de-intencoes-com-fabricante-de-semicondutores/

Governo de Minas: cemig informa dicas de segurança com energia elétrica

Palestras, apresentações teatrais e panfletos educativos são alguns dos meios utilizados pela campanha para auxiliar na prevenção de acidentes envolvendo a rede elétrica

Conhecer os perigos que a energia elétrica pode causar é importante para todos os cidadãos e por isso a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) realiza anualmente a campanha externa de prevenção de acidentes com a população (Cepap). O objetivo da dessa campanha é informar à população sobre os cuidados necessários com a energia elétrica e os riscos das ligações irregulares.

São realizadas palestras educativas nas escolas estaduais de ensino fundamental e nos canteiros de obra da construção civil. No ano passado, as ações da Empresa por meio da Cepap atingiram cerca de 430 mil pessoas em toda a área de concessão da Cemig.

De acordo com levantamento da Cemig, as causas mais frequentes de acidentes em 2011 em Minas Gerais foram construção e manutenção predial, execução de serviços rurais, seguido por instalação de antenas de TV, soltura de papagaio ou pipas e ligações clandestinas. Ainda no ano passado, dos 165 acidentes com a população envolvendo a rede elétrica, 36 foram fatais.

“Esses acidentes estão associados, na maioria dos casos, ao contato ou aproximação à rede da Cemig de ferramentas, equipamentos e materiais de grande porte, utilizados na construção civil. O trabalho da empresa está fortemente ligado a orientações que previnam o manuseio indevido”, explica o gerente de Segurança do Trabalho, Saúde e Bem-Estar da Cemig, João José Magalhães Soares.

Além das palestras, a campanha conta com apresentações teatrais, jogos interativos e exibição de maquetes de instalações elétricas com simulação dos riscos de acidentes, e a distribuição também milhares de materiais educativos, como folhetos e cartilhas com temas relacionados à segurança da população.

Prevenção:

– Antena de TV: instalar antena perto da rede elétrica é perigoso. Para instalar ou consertar antenas, escolha um local longe dos fios da rede elétrica e espere o tempo ficar bom. Se a antena cair, não tente segurá-la ou recuperá-la. Para evitar acidentes, consulte sempre um profissional qualificado.

– Serviços rurais: colheitadeiras de grande porte, caminhões graneleiros e basculantes podem atingir a rede elétrica devido às suas grandes dimensões. Antes de utilizar estas máquinas, deve-se observar a existência de redes elétricas no campo e impedir que elas se aproximem ou toquem nos fios de energia. Ao preparar a terra com o arado, deve-se ter o cuidado para não danificar os estais existentes em alguns postes.

– Ligação clandestina: furtar energia é perigoso e ilegal. Quem faz ligação clandestina corre risco de morte e coloca a vida de outras pessoas em perigo. Mantenha distância dos fios partidos ou caídos e não suba em postes da rede elétrica.

– Construção: construir ou reformar perto da rede elétrica é perigoso. Nunca coloque vergalhões, barras de ferro, arames e outros materiais próximos da rede elétrica na hora de construir ou reformar. Para evitar acidentes, consulte sempre um profissional capacitado.

– Papagaio: empinar papagaio perto da rede elétrica é perigoso. Procure sempre locais afastados da rede elétrica. Além disso, não use fios metálicos ou cerol e não tente soltá-lo, caso fique preso.

Em caso de denúncias, acidente externo com a rede elétrica e mais informações basta ligar para a central de atendimento ao cliente Fale com a Cemig (116).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/cemig-informa-dicas-de-seguranca-com-energia-eletrica/

Marcus Pestana defende marco legal sustentável para ocupação do solo urbano

Chuvas em Minas, Governo Anastasia, falta de investimentos federais

Fonte: Artigo do presidente do PSDB-MG, deputado federal Marcus Pestana – O Tempo

Mudanças climáticas, catástrofes e ação de governo

Mais uma vez abrimos o ano absorvidos pelos nefastos efeitos das chuvas. São fatos recorrentes. As manchetes da imprensa povoadas de situações pessoais, familiares e comunitárias dramáticas. Mortes, desmoronamentos, enchentes, milhares de pessoas desabrigadas, estradas interrompidas, pontes destruídas. Só em Minas, são mais de cem municípios em situação de emergência.

A reversão da situação que ano a ano se repete não é fácil, nem se dará da noite para o dia. Mas faz-se necessária uma ação articulada e consistente entre as três esferas de governo e a sociedade, com intervenções de curto, médio e longo prazos que evitem a repetição previsível do quadro de catástrofes.

No primeiro plano há uma dimensão que se apresenta em escala mundial. O tema do século XXI é a sustentabilidade do desenvolvimento. Isto tem a ver com os padrões de crescimento econômico e seus impactos ambientais. Mudanças climáticas, aquecimento global, efeito estufa, desmatamento, matriz energética limpa, elevação do nível do mar são temas na ordem do dia. O tema é carregado de polêmicas em relação à sua real dimensão e seus efetivos impactos. Mas a observação a olho nu da realidade nos permite acreditar que algo grave está ocorrendo. O encontro Rio+20, que ocorrerá no Brasil, será uma boa oportunidade para aprofundar a discussão.

Paralelo a esse debate, temos que fazer o nosso dever de casa. É evidente que dentro do quadro dramático que assistimos em muitas cidades, a ação de curtíssimo prazo é assistencial e de reconstrução (alimentos, prevenção de endemias, medicamentos, recuperação de estradas e pontes, remoção de famílias de áreas de risco etc.). Mas a ação de médio e longo prazo tem que buscar virar o jogo para minimizar crescentemente os fortes efeitos das mudanças climáticas.

A começar pelo aprimoramento do marco legal que regula o uso e a ocupação do solo. A ação preventiva é sempre melhor e mais barata para a sociedade. E nesse caso é preciso tolerância zero com novas ocupações em áreas de risco.

Mas é evidente que as famílias que procuram se fixar em áreas de riscos, em geral de baixíssima renda, não o fazem porque querem, mas por falta de alternativas. É preciso uma ousada e agressiva política habitacional, fortemente subsidiada, focada nessa faixa da população.

Existem também situações de ocupação do solo historicamente consolidadas. E não envolvem apenas famílias de baixa renda. Dificilmente será viável a remoção, em larga escala, de toda a população que vive, por exemplo, às margens dos rios Doce, Muriaé, Pomba ou Paraíba do Sul. Ou de todas as encostas nas grandes cidades. Nesse caso, são inevitáveis investimentos mais pesados em barragens, dragagens, contenções.

O importante é que o governador Anastasia chamou a si a liderança do processo. E tem mantido relação republicana e democrática com a presidente Dilma. Precisamos fazer chegar esses princípios à definição dos investimentos federais.

Link do artigo: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=193149,OTE&IdCanal=2

Governo Anastasia: Fundação João Pinheiro inova na formação de novos gestores públicos

Governo Anastasia, Gestão Pública, Gestão Inovadora, Empreendedorismo

Fonte: Rafael Palmeiras – Brasil Econômico

Escola inovadora garante eficiência no setor público

Curso pioneiro mantido pela Fundação João Pinheiro capacita os futuros ocupantes de cargos na administração pública

Pioneira quando o assunto é inovação, a Fundação João Pinheiro (FJP), em Minas Gerais, tem funcionado como um elo importante unindo governo e gestão criativa. Ao conciliar ensino qualificado com visão empreendedora e um processo seletivo diferenciado, a escola de governo da Fundação também consegue garantir aos alunos uma cadeira na administração pública.

Com mais de mil alunos formados desde sua fundação em 1992, o objetivo da Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho um dos braços da FJP é capacitar pessoas para modernizar a gestão pública. Como resultado já vê alguns de seus ex-alunos nos principais cargos da administração pública mineira.

Luciana Raso, diretora-geral da Escola, explica que o diferencial do ensino está na grade curricular. “Com matérias que envolvem economia, ética, administração e até psicologia acreditamos que quanto mais capacitado o aluno mais frutos se colhe”, avalia.

Segundo ela, a gestão pública precisa ser inovadora além da visão de empreendedorismo. “Procuramos formar profissionais capacitados e dispostos a se empenhar no serviço público e que não fiquem acomodados no trabalho.”

A presidente da FJP, Marilena Chaves informa que a escola não é apenas a porta de entrada para a graduação, mas, no caso dos alunos que concluírem o curso com êxito, também para o serviço público.

Ao final dos quatro anos, os graduados em Administração Pública são remanejados pela Secretaria do Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais (Seplag-MG) para ocupar a atividade de especialista em políticas públicas em uma das secretarias do estado, com salário inicial de R$ 2 mil.

Seleção

Com um modelo de seleção inovador, os interessados na carreira pública passam por uma prova parecida com um certame. “O vestibular funciona como uma primeira etapa de um concurso público que só termina quando eles se graduam. No último concurso tivemos uma média de 13 candidatos por vaga”, explica Luciana.

De acordo com a diretora-geral da Escola do Governo, 80 alunos são aprovados a cada seleção. Em seguida são divididos em duas turmas com períodos de início para o primeiro e segundo semestre. “Percebemos cada vez mais o interesse de jovens na carreira pública. Muitos deles estão fazendo sua primeira tentativa no ensino superior.”

Além da garantia de ter uma vaga no serviço público ao final do curso, a Fundação oferece durante a graduação uma bolsa no valor de um salário mínimo para todos os alunos.

Para Marilena, presidente da FJP, mesmo sendo iniciantes no mercado de trabalho, os futuros funcionários públicos são uma grande contribuição para o setor. “Eles costumam responder rápido aos desafios e procuram fugir da rotina trazendo inovação para o governo. Aqui preparamos eles para criar e inovar, por isso investimos em educação”, destaca.

Luciana completa que esse modelo de educação ajuda a renovar o quadro de funcionários das secretarias. “Na última semana realizamos a colação de grau de uma turma e durante a cerimônia representantes da Seplag-MG informaram que têm pressa para colocar os formados atuando na gestão pública.”

APROVADOS 
80
é o número de alunos que iniciam o curso por ano

BOLSA
Valor mensal do auxílio-estudo para os alunos da FJP
R$ 545

Qualificação e comprometimento

Disposta a inovar no futuro da carreira pública, a FJP integra diversos centros de pesquisa nas atividades diárias dos alunos

Prestes a completar 20 anos de existência, a Fundação João Pinheiros (FJP) deu seus primeiros passos de inovação em 1992. “A escola é pioneira e foi fundada antes mesmo da reforma administrativa de 1998 que decretou a obrigatoriedade das escolas de governo”, avalia Luciana Raso diretora-geral da Escola do Governo.

Para Marilena Chaves, presidente da FJP, a Fundação proporciona um contato fundamental com a rotina de um órgão público. “Temos quatro núcleos de trabalho sendo eles a escola, o centro de estatística, o centro de políticas públicas e o de pesquisas aplicadas. Estar dentro de um órgão de inteligência do estado também ajuda os alunos a verem de perto como funciona o dia-a-dia de um servidor”, explica.

Com a preocupação em desenvolver profissionais cada vez mais capacitado, a Fundação também oferece para ex-alunos e público em geral cursos de capacitação, pós-graduação e mestrado. “Oferecemos cada vez mais formas de capacitar nossos alunos já que percebemos uma tendência de que muito deles conseguem chegar mais rápido aos cargos de chefia. Já temos vários subsecretários no estado que foram alunos da Fundação”, conta Marilena.

Como resultados das diversas possibilidades de enriquecer o trabalho na administração pública, a FJP recebeu em novembro deste ano, o prêmio de melhor faculdade de Minas Gerais de acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado pelo Ministério da Educação.

Na Fundação João Pinheiro, após se formarem os alunos podem continuar a capacitação com cursos de pós- graduação e mestrado. Além disso, a instituição oferece contato com alunos intercambista de outros países

Para a coordenadora do curso de graduação em Administração Pública da Escola de Governo, Maria Isabel Araújo Rodrigues, a qualidade do ensino e o comprometimento dos professores são os fatores mais relevantes para o desempenho favorável da instituição no IGC. “93% do corpo docente é formado por mestres e doutores que, em sua maioria, possuem vivência prática na Administração Pública. Além disso, o curso é de dedicação exclusiva, proporcionando aos alunos mais envolvimento com conteúdos teóricos e práticos, os quais serão significativos para sua formação profissional”, explica.

E para ampliar o conhecimento dos alunos, a Fundação tem feito parcerias de intercâmbios. Na última visita, a FJP recebeu um grupo de estudantes italianos, cujo objetivo era conhecer práticas sociais de países em desenvolvimento. R.P.

Gestão Anastasia: escola da Fundação João Pinheiro é destaque em artigo

Governo Anastasia, Gestão Pública, Gestão Inovadora, Empreendedorismo

Fonte:Artigo de Marina Cançado – Brasil Econômico

O projeto brasileiro de inovar a gestão

Em 2011, a empresa de tendências e inovação BOX 1824 lançou o estudo “O sonho brasileiro” sobre o Brasil e seu futuro sob o ponto de vista do jovem brasileiro de 18 a 24 anos (quase 26 milhões de brasileiros). A motivação do estudo estava relacionada com o fato de, hoje, no Brasil, existir uma combinação inédita: o país está num momento único de sua história, de grande reconhecimento nacional e internacional e a juventude é uma geração que nasceu digital e está vivendo em mundo com outra configuração.

Segundo a pesquisa, a maioria dos jovens possui como sonho coletivo relacionado ao país, a redução da violência e da corrupção, seguido de oportunidades para todos. O estudo também mostrou que mais de 50% dos jovens de hoje se conectam mais com discursos coletivos do que com individualistas.

Segundo a BOX 1824, hoje existem 2 milhões de jovens-ponte, o que corresponde a 8%dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos. 60% desses jovens estão envolvidos em organizações ou movimentos relacionados a questões públicas. Eles acreditam em heróis reais e possuem foco no presente, na transformação do Brasil, agora, por meio de micro-revoluções, isto é, de ações inseridas no cotidiano, de projetos que aos poucos vão mudando algumas realidades. Para esses jovens, os valores capazes de guiar a transformação do país são: participação, diversidade, criatividade e diálogo.

Não podemos neste momento de combinação inédita entre as condições do país e as características e sonhos da juventude perder a oportunidade de ser o país do presente

É interessante notar que embora esses jovens tenham grande vontade de contribuir para um Brasil com oportunidades para todos, eles estão buscando caminhos alternativos fora da administração pública, do Governo e da Política. Por mais fundamentais que sejam estas outras vias, é preciso criar um ecossistema favorável para os jovens também enxergarem que há oportunidade para dentro do Governo e da Política fazer diferente e trazer os valores que prezam.

Nesse sentido, as escolas de Governo, como a João Pinheiro são peça fundamental em inspirar o jovem a ver o Governo como um caminho possível de transformação social e lhe oferecer ferramentas para cumprir este papel.

Além da importância dos cursos nesta área serem mais focados em desafios práticos, baseados em projetos e atividades de campo e não apenas na teoria, para ajudar o aluno a se inserir no setor público, as escolas de Governo devem oferecer condições para que o jovem tenha experiências, contato e canais de entrada na administração pública com equipes nas quais ele realmente possam ser desafiado e possa canalizar sua energia transformadora.

Portanto, para efetivamente concretizarem sua missão de formar gestores e lideranças públicas, o grande projeto das escolas de Governo deve ter como base a estruturação de ambientes inspiradores e atuação como facilitadoras para que seus alunos se conectem com pessoas abertas e que estão promovendo transformação, tenham acesso a comunidades de troca de experiências e sintam que não estão sozinhos, mas possuem as condições e oportunidades de realmente entrar no setor público, ocupar posições desafiadoras e melhorar a vida das pessoas pelo Governo.

* MARINA CANÇADO – Diretora e cofundadora do Instituto Tellus

Leia também: Escola modelo: Fundação João Pinheiro inova na formação de novos gestores públicos – faculdade é a melhor de Minas

Governo de Minas: delegação da Argentina vem conhecer a Política de Gestão de Pessoas de Minas

BELO HORIZONTE (05/12/12) – A subsecretária de Gestão de Pessoas da Seplag, Fernanda Neves, recebeu, nesta segunda-feira (5), na Cidade Administrativa, representantes do governo argentino do programa Iniciativas entre governos estaduais da Argentina e Brasil – Banco Mundial. Ela apresentou aos visitantes o trabalho desenvolvido pelo Governo de Minasna área de gestão de pessoal.

Fernanda Neves comentou que desde o início do Choque de Gestão, em 2003, o setor vem aprimorando seus métodos de ações para atender com eficiência às características que envolvem o universo de secretarias, autarquias e fundações. “Nosso maior desafio nessa gestão é continuar modernizando os métodos que atendam os servidores, principalmente, na área de administração de pessoal”, afirmou a subsecretária.

Da delegação argentina participaram Mariano Lafuente, da Unidade de Gestão Pública para América Latina e Caribe do Banco Mundial; Amália Villaroel, assessora do Conselho Federal para a Função Pública do Governo Nacional Argentino; Jorge Antônio Basualdo, da Província de San Juan; Júlia Straface, da Cidade de Buenos Aires; e Maria Sanchez e Soledad Brugnolli da Província del Chaco.

Fonte: Agência Minas