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Governo de Minas: Fórum Científico reúne pesquisadores e autoridades para discutir saúde pública

Rede Fhemig investe continuamente para incentivar melhores serviços para os usuários do Sistema Único de Saúde.

Divulgação Fhemig
3º Fórum Científico consolida ensino, pesquisa e inovação na Rede Fhemig
3º Fórum Científico consolida ensino, pesquisa e inovação na Rede Fhemig

Em sua terceira edição, o Fórum Científico da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) reuniu, terça-feira (29), pesquisadores e autoridades públicas em torno da temática da pesquisa e da inovação tecnológica aplicadas à saúde pública.

O presidente da Fhemig, Antonio Carlos de Barros Martins, ressalta que a Rede Fhemig investe continuamente para incentivar, aperfeiçoar e consolidar a pesquisa, o ensino e a inovação como fatores norteadores da ação cotidiana de seus servidores, tendo sempre em vista a oferta de melhores serviços para os usuários do Sistema Único de Saúde. Tal orientação estratégica garante à Fundação o papel de instituição que mais forma residentes no Estado e a principal organização não acadêmica a investir em pesquisa.

Presente ao Fórum para proferir a conferência de abertura dos trabalhos, o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Augusto Grabois Gadelha, afirmou que a questão tecnológica representa hoje o fator preponderante para se assegurar um sistema de saúde universal e equânime. “A tecnologia está no âmago do desenvolvimento da saúde pública. Ou a gente tem o domínio da tecnologia ou nos tornamos reféns das consequências de sua ausência”, pondera o conferencista.

Gadelha aponta o tema da pesquisa e da inovação em relação ao serviço público de saúde como um dos grandes assuntos que têm mobilizado profissionais e pesquisadores da saúde em todo o mundo. Segundo ele, os hospitais públicos têm contribuído de forma significativa para as transformações que a saúde pública tem experimentado. “Eles transformam conhecimento em serviço, em riqueza social, em benefício para a sociedade, uma vez que dão efetiva aplicabilidade à inovação decorrente da pesquisa qualificada”, afirma.

O debate em torno dos múltiplos elementos que compõem a temática da tecnologia aplicada à saúde pública constitui-se em fator de incentivo para as várias gerações de profissionais e pesquisadores que, ao longo de suas carreiras, se dediquem à busca de alternativas que tornem ainda mais equânimes o acesso aos meios de preservar e recuperar a saúde dos indivíduos.

“O nosso grande desafio é articular e fortalecer as atividades de ensino, pesquisa e inovação e situar a Fhemig como um pólo gerador de conhecimento para a melhoria da qualidade da assistência prestada aos usuários do Sistema Único de Saúde”, pondera o médico epidemiologista e gerente de Ensino e Pesquisa da Rede, Roberto Marini.

“Eu somente acredito na ciência e na tecnologia voltadas para o homem”, enfatiza o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, Nárcio Rodrigues. Para o secretário a saúde pública é eficiente quando é preventiva. Desse modo, a integração entre pesquisa e inovação, ancorada na ciência e na tecnologia, pode cumprir o papel de mecanismo viabilizador da prevenção de doenças e da promoção da qualidade de vida da população.

“O investimento em inovação tecnológica é determinante para o estabelecimento de uma política que aponte para o futuro da saúde pública, como elemento de promoção do bem estar social. Nesse sentido, a capacidade de gerar e implementar a produção científica, a partir dos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), é fundamental para o desenvolvimento e o avanço da assistência”, defende o secretário adjunto de Estado de Saúde de Minas Gerais, Breno Simões.

Para o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, Mário Neto Borges, pesquisa e inovação constituem a relação mais relevante no que tange ao aprimoramento do setor público. “A qualidade de vida da população aumentou consideravelmente, nos últimos anos, graças a essa interação. O programa de pesquisa para o SUS do Ministério da Saúde, que tem caráter nacional e atua em articulação com os diversos estados, em uma gestão compartilhada, representa um papel importante para os avanços experimentados pela saúde pública nos últimos tempos. Nesse contexto, Minas Gerais está em posição privilegiada no que tange ao desenvolvimento da pesquisa e da inovação em território nacional”, assegura Borges.

Lugar de destaque

Nos últimos anos, a Fhemig tem ocupado lugar de destaque no que tange ao número de projetos de pesquisa aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa, alcançando a 6ª colocação no ranking geral, atrás apenas de instituições de ensino como a Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade Federal de Juiz de Fora.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/forum-cientifico-reune-pesquisadores-e-autoridades-para-discutir-saude-publica/

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Governo de Minas: Fhemig alerta sobre os cuidados com picadas de escorpião

É preciso buscar atendimento rápido, pois o veneno pode ser fatal, principalmente em crianças

Gleisson Mateus
No ano passado, foram registrados 1.254 atendimentos envolvendo escorpiões no João XXIII
No ano passado, foram registrados 1.254 atendimentos envolvendo escorpiões no João XXIII

O Serviço de Toxicologia do Hospital João XXIII, da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), alerta as vítimas de picadas de escorpiões para que busquem atendimento imediato e que não percam tempo ao se dirigirem para a unidade hospitalar, pois o veneno pode ser fatal, principalmente em crianças.

No ano passado, foram registrados 1.254 atendimentos no João XXIII. Entre 2009 e 2010, houve 2.512 ocorrências envolvendo escorpiões. Referência para o tratamento de agressões por animais peçonhentos, o hospital é a única instituição que possui o soro antiescorpiônico em Belo Horizonte.

Segundo o coordenador do Serviço de Toxicologia, Délio Campolina, são realizados, no João XXIII, em média, 100 atendimentos mensais de vítimas de picadas de escorpião nos períodos de maior incidência de casos, os meses de setembro e outubro. Embora este número caia para 60 nos demais meses, é preocupante a frequência com que acontecem, a cada ano, acidentes envolvendo escorpiões.

“Sintomas como vômito, mal estar, falta de ar, agitação, sonolência e prostração não devem ser ignorados. Nos casos mais graves, a pessoa pode evoluir para uma arritmia cardíaca, insuficiência respiratória e até mesmo um edema agudo de pulmão. Quando isso ocorre, além do soro, é preciso que a vítima receba suporte de UTI para os controles cardíaco e pulmonar”, destaca Délio Campolina.

Cuidados

O escorpião deve ser combatido com a manutenção de ambientes limpos e com a eliminação de entulhos, pedras e madeiras. As pessoas devem ter atenção e sempre procurar balançar roupas e toalhas antes de serem usadas. O mesmo cuidado deve ser tomado com os calçados.

Predadores

As galinhas e os sapos são predadores naturais dos escorpiões. Enquanto as galinhas têm hábitos diurnos, os sapos, assim como os escorpiões, são animais noturnos e são mais eficazes para eliminar esses aracnídeos, uma vez que são capazes de comer vários.

Ao manusear entulhos e lixos ou limpar terrenos e esgotos, a pessoa deve, obrigatoriamente, proteger-se com luvas e botas. É aconselhável, inclusive, ter galinhas por perto para que elas comam o animal peçonhento. Também são inimigos naturais diversas espécies de aranhas, pássaros, lagartos, corujas, seriemas e macacos.

Clique aqui para obter a lista dos hospitais de referência para animais peçonhentos em Minas Gerais (Arquivo Excel).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fhemig-alerta-sobre-os-cuidados-com-picadas-de-escorpiao/

Gestão da Saúde: Fhemig alerta para as doenças típicas do outono

As doenças comuns nessa época são as gripes, alergias respiratórias, pneumonias, otites e resfriados

Com a chegada do outono, a falta de chuvas e ventos aumenta a poluição do ar, a temperatura diminui e o tempo fica mais seco. Esses fatores são suficientes para as crianças, principalmente, começarem a reclamar de coceira na garganta, nariz escorrendo e sensação de dores pelo corpo, alerta a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig). As doenças comuns nessa época são as gripes, alergias respiratórias, pneumonias, otites (infecção de ouvido), resfriados, sinusites, asma, entre outras.

Outra infecção típica no período de outono e com sintomas muito parecidos com os de uma gripe comum, o vírus RSV (sigla em inglês para Vírus Respiratório Sincicial), é recorrente em crianças até os três anos de idade. No entanto, os médicos alertam para os cuidados com a evolução desses sintomas, que podem chegar a casos graves de pneumonia e asma, internações e em alguns casos pode levar ao óbito.

Principais doenças respiratórias

Resfriado

Inflamação e infecção aguda do nariz e garganta, causadas por vírus. O contágio pode se dar através de tosse, espirro ou contato pessoal com um doente. A baixa resistência do organismo pode predispor ao contágio.

Gripe

Também causada por vírus, a gripe é uma infecção mais grave do que o resfriado. Provoca dores musculares, tosse, corrimento nasal, dor de garganta, febre alta e inflamação das vias respiratórias. É contagiosa e dura em média de quatro a dez dias. Entre as complicações estão a bronquite e a pneumonia.

Laringite

Trata-se de uma inflamação da laringe, geralmente causada por vírus ou bactéria. Os sintomas são febre baixa ou moderada, rouquidão, tosse seca e dor de garganta. Pode fazer parte de vários tipos de viroses.

Asma

Doença pulmonar cujos sintomas são chiado e dificuldade para respirar. Geralmente ocorre um estreitamento das vias respiratórias decorrentes da exposição ao fumo, poluentes, ar muito frio ou substâncias que causam alergia, como o pólen, certos alimentos, perfumes e outros.

Bronquite

Inflamação dos brônquios, com maior incidência no inverno. Os sintomas são tosse persistente com expectoração de catarro. Ocorre nas formas aguda ou crônica, sendo que a primeira surge repentinamente e tem curta duração. Os casos de bronquite crônica persistem durante anos. Os sintomas podem ser parecidos com os da asma.

Pneumonia

Doença aguda que pode atingir um ou ambos os pulmões, que ficam inflamados. Causa febre, dificuldades para respirar, tosse com expectoração e dores no peito, palidez e comprometimento do estado geral. Geralmente é provocada por vírus ou bactérias.

Bronquiolite

Inflamação dos bronquíolos, de origem viral, apresenta-se com tosse, chiados e dificuldade respiratória. Os sintomas são parecidos com os da asma e acomete as crianças de baixa idade na maioria dos casos. O Vírus Respiratório Sincicial – VRS, com alta prevalência entre março e junho, é uma causa importante da bronquiolite.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fhemig-alerta-para-as-doencas-tipicas-do-outono/

Governo de Minas: cuidados na limpeza doméstica previnem intoxicações, alerta Fhemig

A mistura dos produtos químicos de limpeza pode trazer riscos à saúde

A mistura dos produtos químicos de limpeza comumente utilizados na higienização dos cômodos, em particular do banheiro, pode trazer riscos à saúde de quem os utiliza, alerta a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig). Em 2011, o Hospital João XXIII teve 816 casos de intoxicação por agentes químicos, na maioria quadros de irritação das vias aéreas, crises de asmas, irritação dos olhos e intoxicações graves.

De acordo com o coordenador do Serviço de Toxicologia do Hospital João XIII, Délio Campolina, o ideal é usar apenas um produto, proteger as mãos com luvas e, em evitar contato com os olhos. “Para se proteger dos possíveis riscos, recomenda-se evitar contato das mãos com os olhos nas faxinas, sempre utilizar luvas e fazer a dosagem correta para a solução de limpeza. Ao sentir sintomas de intoxicação ou irritação da pele ou dos olhos, a pessoa deve procurar, imediatamente, o posto de saúde mais próximo para receber orientações e/ou ser encaminhada para atendimento”.

Substâncias como a água sanitária (também conhecida como barrela) que é muito utilizada devido a sua função bactericida e de clareamento de superfícies, têm em sua fórmula o hidróxido de sódio, além de ser reativa quando combinada a outros produtos à base de amoníaco. Se misturada a detergentes, causa uma perigosa reação química que libera gases tóxicos prejudiciais ao organismo humano.

Por serem, individualmente, substâncias voláteis, inflamáveis ou muito tóxicas, o seu uso associado pode produzir gases nocivos às vias respiratórias, bem como queimaduras na garganta e nos olhos. Outro fator que pode ser visto como um agravante do problema é o tamanho dos banheiros, uma vez que a ventilação desses locais é limitada e pode acelerar a intoxicação da pessoa.

Esses acidentes também podem ocorrer com crianças, caso os produtos de limpeza estejam em local de fácil acesso. O mais recomendável é guardar-los em locais altos ou que possam ser trancados. Alguns casos graves podem ocorrer com produtos utilizados para fins estéticos, como a amônia (usada para a retirada de esmalte) e a água oxigenada de uso generalizado na descoloração de pelos.

Produtos Perigosos

Muitas vezes, as pessoas exageram na dosagem dos produtos de limpeza e, dependendo da concentração dos componentes desses agentes químicos, as consequências podem ser graves. “As substâncias muito utilizadas para a limpeza de pisos de pedra ou de banheiros podem causar lesões na pele, problemas respiratórios e crises asmáticas nos pacientes, pois libera o ácido clorídrico (HCl)”, enfatiza Délio Campolina.

No rol das substâncias químicas de uso generalizado para a limpeza e que podem agredir a saúde de quem as utiliza, também figura o hipoclorito de sódio ou o “cloro puro”. Muito utilizado para a limpeza de pedras, por seu alto poder clareador, ele apresenta uma concentração de 18% de ácido muriático, bem maior que a água sanitária (de 0,5% a 1%). Na mesma situação encontram-se a soda cáustica e o nitrato de potássio (popularmente conhecido como “Diabo Verde”). Usados para limpar fornos, desentupir pias ou ralos são extremamente tóxicos.

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: Fhemig orienta sobre cuidados necessários com crianças durante o Verão

Nesta época do ano, em que os dias são bem mais quentes, as crianças são mais suscetíveis à desidratação

As altas temperaturas não têm dado trégua nesse Verão. Belo Horizonte registrou, nos meses de fevereiro e março, recordes de temperatura, que tem passado dos 30 graus. Nesta época do ano, Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) alerta para os cuidados com as crianças em dias tão quentes, já que são mais suscetíveis à desidratação e estão entre os que mais sofrem.

De acordo com a diretora do Hospital Infantil João Paulo II, Helena Francisca Valadares Maciel, a quantidade de líquido corporal na criança, comparada a sua massa corpórea, é menor que no adulto, fazendo com que elas se desidratem com maior facilidade. “A criança pode perder a mesma quantidade de água que um adulto e ficar desidratada. Já o adulto, nem percebe a perda”, afirma. Ela ressalta que os pequenos devem ter um cuidado especial, que começa com a importância da hidratação e da não exposição ao sol. Portanto, deve-se oferecer água com frequência para a criança, pelo menos três ou quatro vezes ao dia.

O cuidado com os recém-nascidos deve ser ainda maior, uma vez que eles desidratam com maior facilidade e é mais difícil identificar quando isso acontece. Como nas crianças mais velhas, eles manifestam sede e desidratação com irritabilidade, sendo necessário que os pais fiquem mais atentos nesta época do ano.

Além disso, os bebês costumam manifestar hipertermia, que é um aumento da temperatura do corpo, diferente da febre. Vesti-los com roupas mais leves e confortáveis também é importante para que problemas posteriores sejam evitados. Helena Maciel reforça que a prevenção é de grande importância, lembrando que o número de crianças internadas no Hospital Infantil João Paulo II com problemas causados pelo calor excessivo sempre aumenta durante o Verão.

Desidratação

Os pais também devem observar a irritabilidade de seus filhos, que pode ser um sinal de desidratação, já que crianças com sede costumam ficar irritadas. Além disso, é importante a observação da urina, que deve ser clara e abundante, uma vez que urina escura e em pouca quantidade pode indicar falta de água no corpo.

Quanto à exposição ao sol, deve-se tomar um cuidado especial no período de maior radiação solar, que vai das 10h às 16 horas. Nesse horário, é importante não deixar a criança exposta. Para serem mais efetivos, os cuidados também devem ser seguidos nas escolas. Assim, é necessário evitar deixar as crianças em locais onde fiquem expostas ao sol por muito tempo, como no período do recreio. O uso do protetor solar é outro importante aliado durante o Verão, no entanto, o fator de proteção não deve passar de 30, pois “acima de 30 a eficiência do produto não é grande e pode haver efeitos colaterais na criança”, diz Helena Maciel.

Prevenção

Ainda segundo a diretora, a prevenção deve orientar todas as ações (tanto dos pais quanto dos professores), para que problemas causados pelas altas temperaturas não ocorram. No entanto, nos casos de queimaduras causadas pelo sol, é indicado banho com água fria. Nos casos mais graves, o hospital oferece atendimento, mas a diretora lembra que, em Belo Horizonte, há o Hospital João XXIII, que é referência no tratamento de queimaduras.

Comida contaminada

Outra ocorrência comum no Verão são as doenças causadas pela comida contaminada. Por isso, é preciso bastante cuidado ao permitir que as crianças se alimentem fora de casa. Primeiro, porque os alimentos costumam ser muito gordurosos e pesados para a digestão. Além disso, com o calor, as chances de deterioração são muito maiores, o que pode levar a uma intoxicação alimentar.

Em casa, a comida deve ficar sempre protegida para evitar a contaminação por moscas e outros insetos. Outro cuidado é deixar na geladeira os alimentos que requerem refrigeração para que a proliferação de bactérias seja evitada. De acordo com a diretora do hospital, viroses e infecções bacterianas intestinais estão entre as doenças mais comuns que atingem as crianças nesta época do ano.

Nos casos de contaminação, Helena Maciel indica o uso do soro, que deve ser oferecido com frequência e em pequenas quantidades. “Cinquenta ml (ou três colheres de sopa) de soro, devem ser dados para a criança a cada perda decorrente de vômito ou diarréia”, orienta. É indicado que a alimentação seja leve e feita aos poucos. Em casos mais graves, a ajuda médica também é necessária. “Se a intensidade do vômito for grande, é importante que se leve a criança ao pronto atendimento”, alerta.

Fonte: Agência Minas