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Governo de Minas: Epamig lançará livro sobre a cultura da oliveira no Brasil durante a Superagro Minas 2012

Obra contém a distribuição na América Latina, técnicas de produção e o mercado consumidor, entre outras informações.

 A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) lançará livro inédito “Oliveira no Brasil: tecnologias de produção” durante a abertura oficial da SuperAgro Minas 2012, nesta quinta-feira (7), às 11h, no Expominas, em Belo Horizonte.

O livro apresenta em 22 capítulos, escritos por pesquisadores da Epamig e instituições de pesquisa e ensino brasileiras e do exterior, temas que vão desde a distribuição da oliveira na América Latina, história de sua introdução em Minas Gerais, considerações sobre mercado consumidor, aplicações de técnicas modernas de biotecnologia, marcadores moleculares, variedades mais plantadas nos países produtores, entre outros assuntos.

De acordo com o coordenador do livro, Adelson de Oliveira, que é pesquisador da EPAMIG, o livro reúne informações técnicas que podem atender produtores, estudantes, pesquisadores e empresários. “Este livro é um marco para nós, da  EPAMIG, pois registra o sucesso das pesquisas realizadas até agora e abre caminho para maiores avanços nesta área”, comemora o pesquisador. Segundo ele, a obra contou com a colaboração de pesquisadores do Brasil, Chile, Portugal e Espanha e ainda teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig).

O livro será comercializado durante a SuperAgro 2012, na Vila da Agricultura Familiar e a partir do dia 11 de junho estará disponível no site http://www.informeagropecuario.com.br. A comercialização também pode ser feita através da Divisão de Gestão e Comercialização da EPAMIG: (31) 3489-5002 / publicacao@epamig.br. Valor: R$ 120.

Olivicultura em Minas

A Epamig é pioneira nas pesquisas sobre a oliveira. Há mais 30 anos são desenvolvidos estudos, especialmente na seleção de variedades mais adequadas às condições brasileiras e na produção de mudas de qualidade. As pesquisas sobre a oliveira estão concentradas na Fazenda Experimental de Maria da Fé com resultados promissores para o desenvolvimento da cultura no Brasil. A Epamig implantou o Núcleo Tecnológico Azeitona e Azeite, onde são desenvolvidas pesquisas sobre o comportamento de uma coleção de clones de oliveira. Alguns deles têm se destacado com florescimento e produções regulares de frutos, indicando a necessidade de realização de estudos sobre o comportamento de diferentes variedades desta espécie.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/epamig-lancara-livro-sobre-a-cultura-da-oliveira-no-brasil-durante-a-superagro-minas-2012/

Governo de Minas: Epamig Centro-Oeste promove discussão ambiental e ações visando popularizar a ciência

Ação faz parte da Semana de Ciência e Tecnologia e visou possibilitar que a população conheça e discuta os resultados, a relevância e o impacto das pesquisas científicas e tecnológicas

Divulgação/Epamig
Os participantes conheceram a Unidade Demonstrativa de Integração Lavoura-Pecuária e Floresta na Fazenda Experimental
Os participantes conheceram a Unidade Demonstrativa de Integração Lavoura-Pecuária e Floresta na Fazenda Experimental

Terminou, nesta quinta-feira (10), a Semana de Ciência e Tecnologia realizada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) na Fazenda Experimental Santa Rita, em Prudente de Morais, região Central do Estado. O evento, cujo tema foi “Mudanças climáticas, desastres naturais e prevenção de riscos”, contou com atividades gratuitas, como palestras, visitas técnicas, trilha ecológica, mostras de vídeos e oficina.

Em três dias de evento, os 150 estudantes de ensino médio, universitários, pesquisadores e técnicos da área ambiental puderam conferir palestras sobre mudanças climáticas, hortaliças e resgate da biodiversidade, educação ambiental, sequestro de carbono, vulnerabilidade e impactos climáticos nos recursos hídricos e química para um mundo melhor.

As atividades visaram estimular a difusão dos conhecimentos e o debate sobre as estratégias e maneiras de se enfrentar as mudanças climáticas e de prevenir riscos decorrentes de desastres naturais e de situações criadas pela ação humana.

Alunos da Escola Estadual João Rodrigues da Silva, de Prudente de Morais, participaram da palestra “Educação ambiental e mudanças climáticas” e, em seguida fizeram trilha ecológica na Fazenda Experimental. Durante o trajeto, os estudantes puderam conhecer diversas espécies vegetais e animais. Para a pesquisadora da Epamig, Andréia Fonseca, a trilha é ótima oportunidade para estudantes perceberem a biodiversidade brasileira. “Estima-se que no Brasil existam 1,8 milhão espécies, mas apenas 200 mil foram descritas pela ciência”, afirma.

Os participantes ainda puderam conhecer a área de pesquisa em Integração Lavoura-Pecuária e Floresta (ILPF) e visitaram o Banco de Germoplasma de Hortaliças Não Convencionais da Epamig Centro-Oeste, onde os participantes conheceram as espécies cultivadas, como: araruta, azedinha, almeirão-de-árvore, cansanção, jacatupé, mangarito, ora-pro-nóbis, peixinho e vinagreira, dentre outras.

A Semana de Ciência e Tecnologia teve como objetivo possibilitar que a população conheça e discuta os resultados, a relevância e o impacto das pesquisas científicas e tecnológicas em nossas vidas e suas aplicações. O evento é resultado do projeto de pesquisa “Semana Nacional de Ciência e Tecnologia para estudantes dos municípios de Prudente de Morais e Sete Lagoas de Minas Gerais”, de autoria da pesquisadora da Epamig, Nádia Nardely Parrela, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/epamig-centro-oeste-promove-discussao-ambiental-e-acoes-visando-popularizar-a-ciencia/

Governo de Minas: Epamig lança novas cultivares de arroz durante dia de campo

O dia de campo de arroz acontece no dia 1º de março na Fazenda Experimental de Lambari, no Sul de Minas

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) realiza no dia 1º de março, o dia de campo de arroz, que acontece na Fazenda Experimental de Lambari, no Sul de Minas. Durante o evento serão apresentadas duas novas cultivares de arroz desenvolvidas por pesquisadores da Epamig, em parceria com outras instituições de pesquisa, para cultivo em Minas Gerais. Os participantes conhecerão em dinâmica de campo as características dessas novas cultivares para cultivo em terras altas e várzeas.

Desde a década de 70 a Epamig desenvolve pesquisas de avaliação e seleção de linhagens e cultivares de arroz, realizadas em parceria com outras instituições. O programa de melhoramento genético dessas culturas alimentares busca desenvolver cultivares mais produtivas e com melhor aceitação no mercado.

Segundo o diretor de Operações Técnicas da Epamig, Plínio Soares, que é também melhorista de arroz, as pesquisas para desenvolvimentos das cultivares BRSMG Rubelita – cultivo em várzea e BRSMG Caçula – cultivo em terras altas – foram conduzidas por cerca de 10 anos, em diversas regiões do Estado.“Antes do lançamento de novas cultivares são realizadas avaliações de qualidade de grãos em termos de rendimento de grãos inteiros no beneficiamento dos materiais genéticos, além de pesquisa de aceitação do produto por donas de casa, quanto à textura, sabor e aroma após o cozimento”, explica o pesquisador.

A cultivar Rubelita, testada por pesquisadores da Epamig e Embrapa Arroz e Feijão, é recomendada para plantios em condições de irrigação por inundação em várzea. Já a cultivar Caçula, pesquisada pela Epamig, Embrapa Arroz e Feijão e Universidade Federal de Lavras (Ufla), é indicada para terras altas com ou sem irrigação por aspersão. Essas cultivares apresentaram adaptabilidade e estabilidade de produção em diversas regiões de Minas Gerais.

As pesquisas foram viabilizadas através de projetos de pesquisas aprovados pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que apoiaram tanto em aporte financeiro, quanto em bolsas de produtividade e iniciação científica.

Segundo Plínio, a produção de arroz e feijão em Minas Gerais é realizada, principalmente, por pequenos produtores, mas as cultivares de arroz desenvolvidas pela Epamig atendem do pequeno ao grande orizicultor. Ele explica que para o pequeno produtor, que tem menos capacidade de assumir riscos, é fundamental realizar o plantio na época correta, que deve ser concentrado em outubro e novembro. O pesquisador também alerta para outro importante aspecto: o ponto ideal da colheita. “Deve ocorrer quando os grãos da panícula estão verde-amarelados”, explica.

Melhoramento genético em arroz

Recentemente aprovado pela Fapemig, o projeto “Avaliação, seleção e recomendação de cultivares e linhagens de arroz irrigado em Minas Gerais” dará continuidade aos trabalhos desenvolvidos no programa de melhoramento genético do arroz da Epamig. O projeto, de autoria do pesquisador Plínio Soares, testará novas linhagens e cultivares adaptadas às condições de várzeas.  Serão realizados ensaios de avaliação nas Fazendas Experimentais da EPAMIG em: Lambari (Sul de Minas), Leopoldina (Zona da Mata) e Nova Porteirinha (Norte de Minas). A previsão para conclusão desse projeto é de dois anos. Os resultados esperados são lançamentos de cultivares mais tolerantes às principais pragas e enfermidades e que possuam grãos longos e finos, agulhinha, de boa qualidade industrial e de cozimento.

Serviço:

Dia de Campo de Arroz em Lambari – Sul de Minas Gerais

Data: 1° de março de 2012

Horário: 8h às 11h

Local: Fazenda Experimental da Epamig – Rodovia BR 460, Km 10 – Nova Baden

Informações: (35) 3271-1381 / felb@epamig.br

Fonte: Agência Minas

Gestão da Saúde: Minas Gerais desenvolve kit de teste rápido para diagnóstico da dengue

Gleisson Mateus
Nova metodologia precisa passar por testes que garantam sua assertividade
Nova metodologia precisa passar por testes que garantam sua assertividade

BELO HORIZONTE (24/01/12) – A nova tecnologia de diagnóstico rápido da dengue, que poderá reduzir o tempo de análise de amostras de três dias para até 20 minutos, está sendo desenvolvida pela Fundação Ezequiel Dias (Funed), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais (Hemominas). Se validado, o teste rápido da dengue deverá ser disponibilizado em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) do país até 2013.

Para validação, a nova metodologia precisa passar por testes que garantam sua assertividade. De acordo com a coordenadora da pesquisa, chefe do Serviço de Biotecnologia e Saúde da Funed, Alzira Batista Cecilio, os resultados obtidos serão confrontados com um diagnóstico já estabelecido. “Este será um momento importante para atestar a precisão do resultado obtido por meio do teste rápido”. A previsão é que esse processo seja realizado a partir do próximo ano, tão logo seja concluída a fase de testes de pesquisa em laboratório.
A praticidade e aparência do novo kit fazem lembrar os aparelhos de monitoramento de glicemia, usado no diagnóstico de diabetes. A diferença é que o sangue coletado do paciente não é aplicado diretamente no kit diagnóstico. O teste é realizado com o soro separado das células sanguíneas e, por isso, a metodologia ainda exigirá a coleta de sangue do paciente.
Para análise, o soro é colocado sobre a membrana – que integra a parte interna do suporte plástico que compõe o kit -, juntamente com o diluente. A reação, que pode indicar a presença de proteínas do vírus da dengue ou anticorpos produzidos, ocorre em 20 minutos.
Atualmente, os testes de diagnóstico da dengue são realizados a partir dos métodos MacELISA e ELISA comercial, que se diferenciam principalmente pelo processo e tempo decorrido entre a análise do soro e o diagnóstico.
“No primeiro método, temos que desenvolver os reagentes, montar toda a plataforma de análise do soro em laboratório, procedimento que demanda três dias de trabalho”, explica o chefe do Serviço de Virologia e Riquetsioses, Glauco de Carvalho Pereira. Já o ELISA Comercial, segundo Glauco Pereira, por se constituir em um kit pronto, garante a economia de tempo, reduzindo todo o processo de análise do soro para aproximadamente cinco horas. No entanto, a metodologia MacELISA é considerada o padrão ouro do Ministério da Saúde no diagnóstico de dengue, sendo a técnica mais sensível utilizada atualmente, com maior índice de assertividade.
Casos notificados
Em 2010, com a epidemia de dengue identificada em diversos estados do país, Minas Gerais chegou a contabilizar 261.945 notificações de suspeita de infecção do vírus. Neste período, a Funed realizou 22 mil análises de amostras. Em 2011, houve tanto queda no número de notificações da doença quanto no volume de análises realizadas pela Funed, sendo verificadas em torno de 5 mil amostras. “Essas amostras foram testadas em uma ou ambas as metodologias (MacELISA e ELISA Comercial), muitas vezes em duplicata”, destaca a farmacêutica bioquímica Maira Alves Pereira, do Laboratório de Dengue e Febre Amarela da Funed.
Segundo Maíra, as análises feitas na Funed têm como objetivo detectar se há epidemia de dengue em certa região e assim contribuir para o trabalho de vigilância epidemiológica do Estado. “Por este motivo, o número de análises não precisa ser proporcional ao volume de notificações. Os testes laboratoriais são feitos para identificar a epidemia e auxiliar o governo nas ações a serem tomadas, mas o médico, com exames clínicos, é capaz de confirmar o diagnóstico e pode indicar o tratamento adequado ao paciente antes mesmo do resultado laboratorial”, explica. O teste rápido, nesses casos, seria também uma medida complementar para o diagnóstico clínico, realizado pelo médico.
O projeto para desenvolvimento do kit de teste rápido para diagnóstico da dengue conta com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig).
Tecnologia abrangente
Segundo Alzira Batista Cecílio, a partir do desenvolvimento da plataforma tecnológica do teste rápido para dengue, futuramente há a possibilidade de se utilizar a mesma base para a elaboração de kits que contemplem outras doenças de saúde pública, como o rotavirus, herpesvirus e parasitas que serão definidos após a validação da tecnologia.
A doença
Segundo informações do Ministério da Saúde, a dengue é um dos principais problemas de saúde pública do mundo. Normalmente, os sintomas da doença se manifestam após três dias da picada do mosquito. Os indícios de infecção podem apontar duas formas de dengue: clássica e hemorrágica, sendo que a segunda pode levar a morte no período de 24 horas.
Os sintomas da dengue clássica são caracterizados por febre alta com início súbito; forte dor de cabeça; dor atrás dos olhos – que piora com o movimento dos mesmos; perda do paladar e apetite; náuseas e vômitos; tonturas; extremo cansaço; moleza e dor no corpo; muitas dores nos ossos e articulações. Além de manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
Em princípio, a dengue hemorrágica apresenta os mesmos sintomas que a clássica, no entanto, após a febre, começam a manifestar os sinais mais graves, distinguidos pelas dores abdominais fortes e contínuas; vômitos persistentes; pele pálida, fria e úmida; sangramento pelo nariz, boca e gengivas; manchas vermelhas na pele; sonolência; agitação e confusão mental; sede excessiva e boca seca; pulso rápido e fraco; dificuldade respiratória e perda de consciência.

Fonte: Agência Minas

PALAVRA DO GOVERNADOR destaca apoio ao empreendedorismo em Minas Gerais

BELO HORIZONTE (07/12/11) – No programa Palavra do Governador desta semana, Antonio Anastasia fala sobre o apoio que o Governo de Minas dá ao empreendedorismo no Estado. “Muitas vezes as pessoas saem das universidades com boas ideias e precisam de um pequeno empurrão para terem êxito nos seus negócios. E, por isso mesmo, o empreendedorismo está tendo em Minas Gerais um grande apoio do governo”, afirma o governador.

O apoio do Governo de Minas é feito, principalmente, por meio dos parques tecnológicos. Já são três em Minas: um já concluído, o Parque Tecnológico de Viçosa, e dois em fase de implantação: o de Itajubá, no sul do Estado, e o BHtec, na capital.

“Esses parques tecnológicos vão receber as empresas que podem também receber o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) e financiamento do BDMG, que é o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Tudo isso para gerar novos negócios, empreendendo a criação de riquezas a favor de Minas”, explica Anastasia.

O governador lembra também o incentivo ao empreendedorismo no âmbito do próprio governo, com o projeto dos empreendedores públicos. “Nós temos hoje mais de 100 empreendedores públicos exatamente para o desenvolvimento de projetos especiais que vão permitir de maneira muito clara a melhoria da eficiência do governo”, conclui.

O Palavra do Governador poderá ser reproduzido por qualquer veículo de imprensa, sem ônus e de forma espontânea. O programa é disponibilizado todas as quintas-feiras nas modalidades texto (para jornais impressos e online), áudio (para rádio e podcast/web) e vídeo (em qualidade broadcast para TV).

Clique aqui para assistir a outras edições do Palavra do Governador.

Fonte: Agência Minas