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Governo de Minas: Ballet Jovem Palácio das Artes apresenta “Diálogos” no Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna

 

Três coreografias estão no programa da apresentação, em cartaz dias 13, 14 e 15 de abril

O Ballet Jovem Palácio das Artes, projeto de fomento ao jovem artista da Fundação Clóvis Salgado (FCS), apresenta o espetáculo “Diálogos”, nos próximos dias 13, 14 e 15 de abril (sexta e sábado às 21h e domingo às 19h), no Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna, em Belo Horizonte. Os ingressos estão à venda a R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia, conforme a lei), na bilheteria do teatro. No programa do espetáculo, estão três coreografias de sucesso apresentadas pelo grupo desde sua criação (“Diálogos”, “Iungo” e “Impromptu”), e, ainda, um novo fragmento criado pelo bailarino da Cia. de Dança Palácio das Artes, Peter Lavratti (“Frágil?”).

Abrindo a apresentação estará “Diálogos”, vencedora dos prêmios Sesc-Sated 2011 de Melhor Coreógrafo para Rui Moreira e Usiminas/Sinparc 2011 de Melhor Bailarino, Melhor Bailarina e Bailarino Revelação. Com trilha sonora executada ao vivo por cinco músicos formados pelo Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (Gladson Braga – vibrafone, Caio Plínio – enxada, Gabriel Bruce – bateria, Natália Mitre – bongô e Abel Borges – jambay), a coreografia mostra uma interação entre a música, instrumentos e os movimentos executados pelos bailarinos. As vozes dos bailarinos, incluídas na trilha sonora, expressam o antagonismo entre luz e sombra e foram manipuladas digitalmente, servindo de base para a inserção dos instrumentos de percussão. No primeiro momento, o coreógrafo propõe uma profusão de movimentos abstratos que dialoga com a música ao vivo e desenham o espaço cênico de maneira a oferecer ao público uma gama de possibilidade de percepções poéticas, sem que se construam imagens concretas.

Em seguida será apresentado “Frágil?”, coreografia de dois minutos, sobre o tema relação, que pretende estabelecer um diálogo entre dança, música e imagens. Segundo a diretora do Ballet Jovem Palácio das Artes, Andréa Maia, a “coreografia é ainda um embrião em fase de desenvolvimento, que será apresentado como um solo, e deve ser ampliada para um duo em próximas apresentações do Ballet Jovem”. E completa: “O público pode, dessa forma, acompanhar o amadurecimento de uma coreografia nos palcos”.

“Iungo”, de Adriaan Lutejin, dá continuidade à apresentação. Com música de F. Chopin, os bailarinos representam na coreografia a urgência dos homens em encontrar dentro do caos cotidiano um lugar “silencioso, tranquilo, confortável e seguro”.

Coreografia de estreia do Ballet Jovem, em 2007, “Impromptu”, de Tíndaro Silvano, encerra o espetáculo, em uma apresentação que se assemelha a uma grande festa, com os mais variados ritmos e música criada por Egberto Gismonti.

A diretora do Ballet Jovem destaca o diálogo entre as coreografias. “Conseguimos estabelecer uma ligação entre as quatro coreografias, todas conversam entre si e têm uma continuidade, sendo apresentadas sem a necessidade de intervalo, com os próprios bailarinos e peças cenográficas em cena fazendo essa transição”, afirma.

Sobre o Ballet Jovem Palácio das Artes

Um dos grupos jovens profissionalizantes da Fundação Clóvis Salgado, o Ballet Jovem foi criado em 2007, em parceria com o Instituto Unimed-BH, com o objetivo de preparar bailarinos, com idade a partir de 15 anos, para atuar em grupos profissionais.

Ao longo dos seus cinco anos, 14 bailarinos do Ballet Jovem foram contratados por outras companhias no Brasil – como Grupo Corpo (BH), Camaleão Grupo de Dança (BH), Cia de Dança de Caxias do Sul (Caxias do Sul), Cia Mário Nascimento (BH) e Balé Teatro Guaíra (Curitiba) – e no exterior – Atlanta (EUA), Canadá e Salzburgo (Áustria).

Desde a estreia, o grupo montou 12 coreografias, apresentadas em 22 diferentes espaços de 17 cidades do Brasil. Mais de 60 mil pessoas assistiram às 78 apresentações que o Grupo realizou até hoje. Dentre estas, estão apresentações no 27º Festival Internacional de Dança da Amazônia, em Belém do Pará; Conexão Internacional da Dança, em São Paulo; Festidança, em São José dos Campos; e no Bento em Dança, em Bento Gonçalves.

Em 2010, a direção artística e de ensaios do Ballet Jovem Palácio das Artes foi assumida pela bailarina Andréa Maia. Solista do Ballet da Cidade de São Paulo por 22 anos, ao longo de sua carreira Andréa realizou trabalhos com renomados coreógrafos e professores nacionais e internacionais.

Entre as premiações recentes que a companhia recebeu, destaque para os prêmios no Usiminas/Sinparc 2011, de Melhor Bailarina para Amanda Santana (por Diálogos/Sostenuto); Melhor Bailarino para Bruno Rodrigues (por Diálogos/Sostenuto); e Bailarino Revelação, para Rodrigo Antero (por Diálogos/Sostenuto).

Em todas as apresentações do Ballet Jovem Palácio das Artes, uma cota de convites é reservada para escolas públicas, institutos filantrópicos e grupos artísticos de projetos culturais.

Serviço

Ballet Jovem Palácio das Artes apresenta “Diálogos”

Data / Horário: 13, 14 e 15 de Abril

Sexta e Sábado – 21h

Domingo – 19h

Classificação indicativa: Livre

Duração: 55 minutos

Local: Teatro Oi Futuro Klauss Vianna (Av. Afonso Pena, 4.100)

Ingressos: R$15 (inteira) / R$7,50 (meia)

Informações: (31) 3229-3131/ fcs.mg.gov.br

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/ballet-jovem-palacio-das-artes-apresenta-dialogos-no-teatro-do-oi-futuro-klauss-vianna/

Governo de Minas autoriza concurso público para corpos artísticos da Fundação Clóvis Salgado

Edital, que será lançado neste ano, visa atender à Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) e ao Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG)

O Governo do Estado de Minas Gerais concedeu autorização para realização de concursos públicos para a Fundação Clóvis Salgado (FCS), com o objetivo de atender à Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) e ao Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG). Para a orquestra, serão ofertadas 38 vagas, sendo 34 para a carreira de Músico Instrumentista, três para a carreira de Técnico de Gestão Artística e uma para a carreira de Analista de Gestão Artística. Já para o coral, serão 48 vagas; 43 para vozes e cinco para cargos técnicos.

“A recomposição dos corpos artísticos reafirma o compromisso do Governo de Minas com a política pública para a música erudita e com a Orquestra Sinfônica e o Coral Lírico de Minas Gerais, patrimônios do Estado e do Brasil”, afirma a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg.

Os procedimentos internos para a execução dos concursos já foram iniciados. As regras do processo seletivo estarão contidas no edital regulador, que será publicado no Órgão Oficial dos Poderes do Estado e divulgado no site da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag). A previsão de publicação do edital é para o fim do primeiro semestre de 2012.

Orquestra se apresentará com Nana Caymmi e Gilberto Gil 

Grandes concertos sinfônicos com o Coral Lírico, óperas, espetáculos de balé, concurso para jovens solistas, instrumentistas e cantores, concertos no parque, concertos didáticos, Sinfônica no Museu e Sinfônica na Estrada farão parte da programação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais em 2012.

Ao longo do ano, a orquestra receberá também artistas convidados na Série Sinfônica Pop, como Nana Caymmi, além de participar do Projeto Gil Sinfônico, do cantor e compositor Gilberto Gil.

Coral Lírico estreia Concertos na Cidade

O Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG) inicia o ano com a estreia do Projeto Concertos na Cidade, que tem como objetivo principal a formação de plateia e a aproximação do público com a música coral de qualidade. Os concertos serão realizados em igrejas, museus e auditórios com acústica adequada para a apresentação do coral. Os estilos serão variados, abordando repertórios da renascença à música contemporânea. Estão programadas 12 apresentações em Belo Horizonte.

Além disso, o CoralLíricoparticipará do espetáculo Madame Butterfly – uma adaptação da ópera de Puccini, com montagem inovadora, especialmente concebida para ser encenada no Jardim Japonês do Jardim Zoológico, ao ar livre, nos dias 28 e 29 de abril.

O fomento à carreira de jovens artistas se dará por meio do I Concurso Jovem Músico do CLMG, que selecionará jovens talentos para apresentação com o Coral Lírico em concertos da programação oficial de 2012. Serão contempladas as seguintes categorias: solista, pianista-correpetidor, regente e compositor.

O CLMG também participará da ópera que será encenada em junho no Grande Teatro do Palácio das Artes, com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Em outubro, participará de mais uma montagem com a Orquestra.

Sobre a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais

A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), um dos corpos artísticos da Fundação Clóvis Salgado, é considerada um dos mais importantes patrimônios artístico-culturais do Estado.Fundada em 1976, interpreta um repertório que compreende todos os períodos da história da música escrita para orquestra: óperas, balés, concertos, poemas sinfônicos e grandes obras sinfônico-corais.

Entre os regentes titulares de sua história figuram os maestros Wolfgang Groth, Emilio De César, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto da Fonseca, Aylton Escobar, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej e Marcelo Ramos.

Também regeram a OSMG personalidades como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Cláudio Santoro, Camargo Guarnieri, Benito Juarez, Alceo Bocchino, Marc Trautman, Roberto Duarte, Carlos Prates, Per Brevig, Roberto Schnorremberg, Johannes Homberg, Eugene Kohne e outros célebres maestros convidados.

Ao longo dos anos, a OSMG diversificou sua atuação em óperas, balés, concertos, apresentações ao ar livre, na capital e no interior, executando um repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, do barroco ao contemporâneo.

O maestro Roberto Tibiriçá, que em 2010 e 2011 venceu o Prêmio Carlos Gomes – Ópera e música erudita, na categoria regente sinfônico, pelo seu trabalho à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, é o atual regente titular da OSMG. Gabriel Rhein-Schirato é o regente residente.

Sobre o Coral Lírico de Minas Gerais

O Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG) é um dos corpos estáveis da Fundação Clóvis Salgado e seu repertório abrange grandes obras corais, desde a renascença até o moderno, de motetos a óperas, de oratórios barrocos a concertos corais sinfônicos.

Um dos raros grupos com essas características no país, o CLMG já recebeu importantes prêmios e convites para atuar ao lado das principais orquestras brasileiras, entre elas a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

O grupo possui um CD gravado com o “Oficio de Trevas”, obra do compositor colonial mineiro José Maria Xavier. Em sua trajetória, o Coral Lírico teve como regentes os maestros Luiz Aguiar, Marcos Thadeu Miranda Gomes, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ângela Pinto Coelho, Marcio Miranda Pontes, Eliane Fajioli, Silvio Viegas, Charles Roussin, Afrânio Lacerda, Lincoln Andrade e vários maestros convidados. Atualmente, o Coral Lírico é regido pelo maestro Márcio Miranda Pontes.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Cine Humberto Mauro apresenta “Humor e Desencanto – O Cinema dos Irmãos Coen”

Mostra traz retrospectiva completa composta pelos 15 filmes dos cineastas americanos Ethan e Joel Coen

A Fundação Clóvis Salgado (FCS) apresenta no Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, de 1º a 22 de março, a mostra “Humor e Desencanto: O Cinema dos Irmãos Coen”. Em 22 dias serão exibidos os 15 filmes dos irmãos Ethan e Joel Coen, que compõem a retrospectiva completa de sua carreira. A entrada para as sessões é gratuita, com retirada dos ingressos na bilheteria meia-hora antes do início.

Gerente de Cinema da Fundação Clóvis Salgado, Rafael Ciccarini destaca a importância das obras dos irmãos. “O cinema dos irmãos Coen é o que há de mais autoral na produção norte-americana atualmente, refletindo, na maioria de suas obras, incertezas dessa sociedade”. E completa: “é um privilégio poder ver sua filmografia em conjunto, pois é uma obra muito variada, mas ao mesmo tempo bastante coesa e representativa do que de mais importante se fez no cinema americano, independentemente nas últimas décadas”.

Na lista de longas em cartaz estão: “Gosto de Sangue” (primeiro longa-metragem da carreira de ambos); “Arizona Nunca Mais” (comédia de 1987, com Nicholas Cage e Holly Hunter); “Ajuste Final” (primeiro filme de época dos irmãos); “Barton Fink” (indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro e ganhador da Palma de Ouro no Festival de Cannes); “Fargo” (um dos mais premiados filmes dos irmãos, vencedor do Oscar, Independent Spirit Awards, Bafta, Prêmio Bodil e Festival de Cannes); “O Grande Lebowski” (comédia de 1998, com Julianne Moore, Jeff Bridges e John Goodman; indicado ao European Film Awards); “O Amor Custa Caro” (comédia romântica de 2003, estrelada por George Clooney e Catherine Zeta-Jones); “Queime Depois de Ler” (comédia de 2008, o 1º filme dirigido pelos irmãos Coen que não tem Roger Deakins como diretor de fotografia) e os dramas “Na Roda da Fortuna” (de 1994, com Paul Newman e Peter Gallagher no elenco); ”O Homem Que Não Estava Lá” (de 2001, o 6º de sete filmes em que os irmãos trabalharam com a atriz Frances McDormand); “E aí meu irmão, cadê você?” (estrelado por George Clooney, o filme recebeu duas indicações ao Oscar, além de um Globo de Ouro); “Onde Os Fracos Não Têm Vez” (um dos mais conhecidos longas dos irmãos, o longa de 2007 foi inteiramente filmado no Texas e venceu quatro Oscars, dois Globos de Ouro e três Baftas); e “Um Homem Sério” (drama de 2009 sobre a cultura judaica).

Completam a programação “Bravura Indômita” e “Matadores de Velhinha”, que terão exibições em parceria com a mostra “História Permanente do Cinema”.

Originais de filmes revisitados pelos irmãos estão na programação da “História Permanente do Cinema” de março

A mostra “História Permanente do Cinema”, realizada desde 2010 no Cine Humberto Mauro pela Fundação Clóvis Salgado, apresenta em março duas sessões especiais, com versões originais de filmes que foram revisitados pelos irmãos Coen.

No dia 15, será exibida a versão original de “Bravura Indômita” (1969), de Henry Hathaway, com comentários do curador e crítico Ewerton Belico após a sessão; a exibição antecede a mostra da versão dos irmãos Coen para a obra (2010), que acontece às 19h30 do mesmo dia.

Já no dia 22, será apresentado “O Quinteto da Morte” (1955), de Alexander Mackendrick, com comentários do crítico e professor Leonardo Cunha após o término da exibição; o longa é a versão original de “Matadores de Velhinha” (2004), dos irmãos Coen, que poderá ser visto às 19h30. A entrada para as sessões é gratuita, com retirada dos ingressos na bilheteria meia-hora antes do início.

Serviço

“Humor e Desencanto: O Cinema dos Irmãos Coen”

Data: 1° a 22 de Março

Local: Cine Humberto Mauro (Palácio das Artes)

Entrada Gratuita

Informações para o público: (31) 3236-7400 e fcs.mg.gov.br

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: exposição Marc Riboud estreia em março no Palácio das Artes

Mostra possui 51 fotos datadas de 1953 a 2009, registradas pelo importante fotógrafo francês que dá nome à exposição

Estreia em 2 de março, no Espaço Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes, a exposição Marc Riboud, realizada pela Fundação Clóvis Salgado (FCS) em parceria com a Aliança Francesa de Belo Horizonte. Com curadoria da Delegação Geral da Aliança Francesa no Brasil, a exposição fica em cartaz até 11 de abril e tem entrada gratuita.

Marc Riboud é composta por 51 fotos, de tamanhos variados, datadas de 1953 a 2009, registradas por este importante fotógrafo francês que dá nome à mostra. Apelidado de “andarilho do vento” pelo diretor-geral da Aliança Francesa no Brasil, Yann Lorvo, suas fotos são um testemunho diferenciado dos grandes eventos e de lugares diversos, do Oriente ao Ocidente.

“De Washington ao Vietnã, do Nepal às Ìndias, da China à África, ou no Brasil, ele colecionou as imagens como se colecionam borboletas, com cuidado, prazer e paixão. Sua capacidade de se surpreender, seu amor pela vida, pelo próximo, aparecem na sua maneira de descobrir as culturas distantes e de voltar várias vezes aos países que visitou”, explica Yann Lorvo.

Além dessas fotos, também estarão expostas 10 montagens de fotografias feitas por Riboud no Brasil, em 2009, durante suas visitas a Porto Alegre e Rio de Janeiro. “Lá, como no Rio, cada dia de minha viagem foi um encanto. Mais ainda do que a beleza das paisagens e das cidades, pude apreciar o calor e a elegância das relações humanas; este sentimento que, tão longe da França, a compreensão é imediata, profunda, assim como é imenso o apetite pelos intercâmbios culturais”, declarou o fotógrafo, que esperou 85 anos para vir ao Brasil.

Para a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg, “a exposição reafirma as parcerias estabelecidas pela FCS com diversas instituições e tem por objetivo promover a circulação de conteúdos relevantes para a compreensão da arte mineira, brasileira e internacional contemporânea, valorizando as diversas linguagens artísticas”.

Desde 2010, a exposição passou por diversas cidades do Brasil, como Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, São Paulo, Belém e Curitiba, e foi vista por aproximadamente 100 mil pessoas.

Sobre Marc Riboud

Marc Riboud nasceu em 1923, na cidade de Lyon. Durante a Exposição Universal de Paris, em 1937, ele realizou suas primeiras fotografias com o pequeno Vest-Pocket que seu pai lhe deu por ocasião de seus 14 anos. De 1945 a 1948, estudou engenharia na Ecole Centrale de Lyon e trabalhou em uma fábrica antes de resolver dedicar-se à fotografia.

Em 1953, conseguiu publicar na revista Life a foto de um pintor da Torre Eiffel. Convidado por Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, integrou a equipe da agência Magnum. Em 1955, passando pelo Oriente Médio e o Afeganistão, foi por terra até a Índia, onde ficou um ano antes de ir para a China. Depois de uma estada de três meses na antiga URSS, em 1960, fez a cobertura das independências na Argélia e na África negra.

Entre 1968 e 1969, realizou reportagens no Vietnã do Sul e também no Vietnã do Norte, onde foi um dos poucos fotógrafos a poder entrar. Nos anos 1980, viajou regularmente pelo Oriente e pelo Extremo Oriente e realizou exposições em Paris, Londres, Nova Iorque, Beijing, Hong Kong e Bilbao.

Além de fotografias, publicou vários livros sobre a China, o Tibete e o Camboja. Seu trabalho foi exposto em diversos museus. Riboud recebeu, entre outras recompensas, dois prêmios do Overseas Press Club, o Time-Life Achievement, o Lucie Award, o ICP Infinity Award e, recentemente, o Sony World Photography Award.

Sobre a Aliança Francesa

A Aliança Francesa é uma associação sem fins lucrativos, constituída livremente por pessoas que têm o objetivo de divulgar a língua e a cultura francesas no seu país de origem. Fundada em Paris, em 1883, está presente em 135 países, possui 1016 estabelecimentos e tem cerca de 490 mil estudantes no mundo inteiro.

No Brasil, a rede das Alianças Francesas conta, atualmente, com 40 associações e nove centros correspondentes, estando presente em praticamente todos os estados brasileiros e formando, assim, uma ponte entre o Brasil e a França. Em Belo Horizonte, a Aliança Francesa foi fundada em 14 de julho de 1944 e está situada em um agradável casarão na região da Savassi.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: alunos do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado destacam-se em vestibulares pelo Brasil

Aprovações nos melhores cursos de música, dança e teatro demonstram trabalho sério do Cefar

Alunos e ex-alunos do Centro de Formação Artística (Cefar) da Fundação Clóvis Salgado (FCS) destacaram-se, no início de 2012, com aprovações em vestibulares de importantes universidades do Brasil. Foram aprovadas 26 pessoas para cursos nas áreas de música, dança e teatro.

“Esta é a comprovação do trabalho sério e comprometido que desenvolvemos aqui, capaz de preparar os alunos, na teoria e na prática, para ingressarem nos melhores cursos de suas respectivas áreas do país e se dedicarem à arte como profissão”, afirma a Diretora de Ensino e Extensão da FCS, Patrícia Avellar.

O estudante Paulo Augusto da Fonseca Fróes, por exemplo,passou em 1º lugar no curso de Bacharelado em Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já o aluno José Vitor Assis de Souza foi aprovado para o curso de Música em três universidades: UFMG, Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

Outros destaques foram Marcelo Arlei Gonçalves,aprovado no curso de Música da UEMG e da UFMG, e Rosinei Barbosa de Andrade. O ex-aluno, formado em Músicapelo Cefar em 2006 e professor acompanhador de Percussão na Dança na instituição desde 2007, foi aprovado para o curso de Licenciatura em Música da UEMG.

O Centro de Formação Artística, sediado no Palácio das Artes, é constituído por escolas de dança, teatro e música, sendo referência em Minas Gerais no desenvolvimento artístico de jovens talentos e profissionais. Além dos cursos regulares, oferece oficinas e cursos livres destinados à capacitação, qualificação, aperfeiçoamento e atualização de profissionais da arte e da cultura.

O Cefar desenvolve ainda projetos como a Big Band, o Grupo de Choro, o Ballet Jovem e o Coral Infantojuvenil Palácio das Artes, que possuem agenda permanente de apresentações.
Lista dos aprovados:
Música – USP

Ariane Rovesse Alencar Freitas

Música – Bacharelado UEMG – habilitação em instrumento ou canto

José Vitor Assis de Souza

Michelle Aparecida S. Barreto

Natalie Christine A. Gonçalves

Paulo Moreira de Souza

Pedro Lucas Viana da S. Tavares

Raíssa Andrade Caldeira Brant

Música – Licenciatura UEMG – habilitação em instrumento ou canto

Diego Barbosa Rodrigues

Marcelo Arlei Gonçalves

Marcelo Vicente da Silva

Música – UFOP

José Vitor Assis de Souza

Música – Bacharelado UFMG

Allysson Henrique Mendes Fróes Couto

José Vitor Assis de Souza

Lucas Filipe Alves de Oliveira

Luis Fernando Umbelino da Silva

Marcelo Arlei Gonçalves

Paulo Augusto da Fonseca Fróes

Rômulo Salobrenha Garcia dos Santos

Vinícius Mendes Rodrigues

Musicoterapia – UFMG

Luiza Mariz

Dança – Licenciatura UFMG

Diogo Lima de Paula

Teatro – UFMG

Lorena Tofani Horta

Ex-alunos

Música – Bacharelado UEMG

Henrique Gonçalves de Toledo

Ricardo Luiz do Nascimento

Samuel Passos Costa

Wellington Cordeiro dos Santos

Música – Licenciatura UEMG

Othon Paulo Tavares de Almeida

Raíssa Lutes Lourenço

Rosinei Barbosa de Andrade

Música – Licenciatura UFMG

Alexsander Souza Freitas Reis

Música – Bacharelado UFMG

Gabriel Ladeira Maciel

Henrique Gonçalves Toledo

Sarah Ponzo Lugon

Fonte: Agência Minas