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Pré-candidatura: PSDB escolhe Aécio como alternativa de mudança para o país

No texto “Um novo tempo para o Brasil. Um novo Brasil para os brasileiros”, PSDB diz que Aécio é alternativa para mudanças que a sociedade deseja.

2014: Executiva Nacional do PSDB aprovou uma carta em apoio ao presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves.

Fonte: Jogo do Poder

PSDB apoia nome de Aécio Neves como alternativa de mudança para o Brasil

Executiva Nacional do PSDB, reunida nesta terça-feira (22), aprovou uma carta em apoio ao presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves. No texto, intitulado “Um novo tempo para o Brasil. Um novo Brasil para os brasileiros”, o partido diz que Aécio Neves é a alternativa para as mudanças que a sociedade deseja.

A carta foi lida pelo deputado federal Bruno Araújo (PE), vice-presidente nacional do PSDB, durante a reunião da executiva e contou com as assinaturas dos 27 presidentes regionais da legenda e representantes dos segmentos tucanos, como o Tucanafro a Juventude Nacional.

Abaixo, a íntegra da carta.

Um novo tempo para o Brasil
Um novo Brasil para os brasileiros

Senador Aécio Neves,

A grande maioria dos brasileiros vem manifestando um claro desejo de ver mudanças importantes acontecerem no país.

Para onde quer que se olhe, percebe-se que os anos de um regime de improvisocompadrio e ineficiência têm custado muito caro ao Brasil.

Nós, brasileiros, queremos ter o país que merecemos ter.

Queremos um Brasil solidário:

Que não se conforme com a administração diária da pobreza do seu povo, mas busque de forma concreta as condições para a sua superação; que tire das sombras as escolas esquecidas e os hospitais precários e trate com respeito nossos jovens e idosos.

Queremos um Brasil corajoso:

Um Brasil em que o governo central articule e assuma com coragem a liderança do enfrentamento da grave situação de violência e criminalidade que, de forma covarde, rouba vidas de milhares de brasileiros.

Queremos um governo que assuma suas responsabilidades:

Que não permita que sua participação no financiamento da saúde dos brasileiros continue caindo ano a ano. Que apoie, de verdade – e não apenas na propaganda -, quem mais precisa e menos tem.

Queremos um país que saiba que a educação é a porta de libertação e emancipação de um povo:

Que não aceite conviver com o analfabetismo; que faça da melhoria da qualidade do ensino público brasileiro verdadeira causa nacional.

Queremos um país responsável:

Que não tolere a presença da inflação, que respeite contratos e busque a valorização dos salários.

Um país que garanta a autonomia de suas instituições e preserve a todo custo as liberdades – que rechace todo tipo de censura e qualquer que seja o nome em que venha disfarçada.

Queremos um país em que estados e municípios não sejam vistos como inimigos a quem se transferem responsabilidades e se negam as condições necessárias para assumi-las.

Que busque no desenvolvimento sustentável um paradigma coletivo e ele seja a moldura para o nosso futuro.

O Brasil está cansado de desvios e mazelas que se repetem indefinidamente, dos escândalos de corrupção em série.

Queremos sentir confiança e orgulho do nosso país!

E para que esse sonho de Brasil possa um dia ser realidade, nós, representantes de todas as direções estaduais do nosso partido, manifestamos, unanimemente, a nossa confiança na sua liderança e o nosso apoio ao seu nome e propomos que a Comissão Executiva Nacional o submeta à convenção nacional, como nosso candidato à Presidência da República.

As bases do PSDB reafirmam sua unidade política, seu entusiasmo e sua disposição à luta.

Estamos prontos para, ao lado de milhões de brasileiros, dar nossa contribuição na travessia para um novo Brasil.

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Eleições: PSDB lança pré-candidatura de Aécio Neves

Convenção será 14 de junho. Não há ainda definição sobre o vice de Aécio ou sobre as alianças no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Eleições 2014

PSDB lança Aécio como pré-candidato do partido à Presidência da República

Nome de vice e principais alianças estaduais segue sem definição pela legenda, que terá convenção no dia 14 de junho

Dirigentes do PSDB de todo o Brasil vieram a Brasília nesta terça-feira lançar a pré-candidatura de Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. A convenção para lançar seu nome ficou marcada para 14 de junho, em São Paulo. Não há ainda definição sobre o vice de Aécio ou sobre as alianças em estados importantes como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

— Definimos para o dia 14 de junho, a partir 10h, a convenção nacional do PSDB em São Paulo para definir a candidatura presidencial do partido. É uma homenagem ao governador Alckmin e à importância de São Paulo na construção política. Recebo a indicação com a humildade de quem sabe que essa é uma construção coletiva em favor do Brasil — disse Aécio.

O evento foi realizado em Brasília na presença de lideranças tucanas para criar um fato político e dar destaque à candidatura de Aécio, uma semana após o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), lançar sua chapa com Marina Silva.

— Achava que as finalizações ocorreriam só em maio, mas elas se precipitaram. Outros acordos vão depender de ajustes finais porque em alguns casos dependem de questões pessoais.

No evento, Aécio anunciou que o ex-senador Tasso Jereissati será candidato ao Senado no Ceará, resolvendo um problema de falta de palanque para o PSDB no estado. O nome que será apoiado ao governo do estado é o do ex-deputado Roberto Pessoa.

No Rio de Janeiro, ainda não há definição sobre a aliançaAécio destacou que há sinalizações de apoio por parte de peemedebistas, mas que nenhum acordo foi fechado até o momento.

— Uma parcela dos partidos políticos mais importantes que hoje estão na base do governo já manifestaram vontade de caminhar com o PSDB no Rio. Temos conversa com PSDPMDB e SDD e também deveremos ter uma manifestação do PP se dispondo espontaneamente a estar conosco. A aliança formatada até agora é com DEM e PPS, com possibilidade de agregar o PV. Não há definição de quem será o candidato ainda — afirmou Aécio.

Alianças 2014: Aécio antecipa com DEM e PMDB na Bahia

Senador tucano marcou para final de maio a definição dos nomes que comporão chapa que disputará em outubro a Presidência da República.

Alianças 2014

Fonte: Jogo do Poder 

Aécio reúne tucanos em São Paulo e antecipa aliança com DEM e PMDB na Bahia

“Os palanques estão se solidificando. É hora de avançarmos”, diz presidente do PSDB

presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves, reuniu-se, nesta quinta-feira (10/04), com a bancada tucana em São Paulo. No encontro, o senador destacou a importância de São Paulo na construção do projeto nacional do partido nas próximas eleições e anunciou a aliança firmada entre o PSDBDEM e o PMDB nas eleições estaduais na Bahia.Aécio Neves disse que trabalha pela união de forças políticas em todo país.

“Acabamos de fechar uma chapa extremamente forte na Bahia, o quarto colégio eleitoral da Bahia que terá como candidato a governador, o ex-governador Paulo Souto e, como candidato ao Senado, o companheiro ex-deputado Geddel Vieira Lima. Uma aliança do PSDB, do Democratas e do PMDB, que é uma demonstração de que também teremos apoio de siglas dissidentes do governo, que hoje apoiam o governo da presidente Dilma, mas que, em determinados estados, teremos apoio de segmentos dissidentes. Os palanques estão se solidificando. É hora de avançar”, disse Aécio Neves em entrevista.

O senador tucano marcou para o final de maio a definição sobre os nomes que comporão a chapa que disputará em outubro a Presidência da República. “Este é o mês das definições. A partir do final de maio, a chapa será apresentada”, afirmou.

Aécio Neves almoçou com os parlamentares tucanos em São Paulo (SP). Participaram do encontro o presidente do PSDB de São Paulo, deputado federal Duarte Nogueira, o secretário-geral do partido, Mendes Thame (SP), o vice-presidente do PSDB nacional, Alberto Goldman, os deputados estaduais João Caramez, Orlando Morando, Pedro Tobias, Carlos Bezerra Jr., Ramalho da Construção, Fernando Capez, Hélio Nishimoto, Barros Munhoz, Bruno Covas, Orlando Morando e Rubens Cury, subsecretário de relacionamento com municípios da Casa Civil de SP.

CPI da Petrobras
Aécio Neves reiterou as críticas à condução da discussão sobre a instauração da CPI da Petrobras no Senado. Segundo ele, a iniciativa do presidente do SenadoRenan Calheiros (PMDB-RN) de encaminhar o debate para a Comissão de Constituição e Justiça foi equivocada.

“Essa decisão do Renan é equivocada, é uma nódoa que ele deixa na sua história pessoal e na história do Senado Federal. E não se investigará mais nada. E isso é extremamente grave”, afirmou o ex-governador de Minas.

Aécio Neves lembrou que há um mandado de segurança impetrado pela oposição no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a abertura da CPI da Petrobras. O senador disse ter certeza de que, uma vez instalada a CPI da Petrobras, o governo tentará manobrar para impedir as apurações.

“Neste momento todas as nossas fichas estão nas mãos do Supremo. Existem denúncias muito graves em relação à Petrobras. A população quer saber o que aconteceu lá, e eu acho que nós, da oposição, estamos fazendo o que devemos fazer”, afirmou o senador.

Descontrole

Para Aécio Neves, o governo federal vive um momento de descontrole. “O temor do governo, e temos hoje um governo à beira de um ataque de nervos, está fragilizando o Congresso de forma definitiva. É contra isso que estamos nos levantando. Usar uma ‘CPI Combo’ para impedir a investigação da Petrobras é um ato de desrespeito à sociedade brasileira e de um autoritarismo que me lembra os tempos de AI-5”, afirmou.

2014: Aécio e FHC discutem ações do PSDB

Eleições 2014: lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado.

Eleições presidenciais 2014

Fonte: Valor Econômico 

Senador discute programa com FHC

Ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o pré-candidato à Presidência pelo PSDB, senador Aécio Neves (MG), reuniu-se ontem, em São Paulo, com líderes tucanos para tratar de diretrizes de sua campanha presidencial e discutir seu programa de governo. Em almoço com o ex-embaixador Rubens Barbosa e o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer, Aécio fez um balanço sobre a atual política de comércio exterior, para moldar o discurso a ser apresentado a empresários. Participaram também o ex-presidente nacional do PSDB e deputado Sérgio Guerra, o ex-senador Tasso Jereissati e o vereador Andrea Matarazzo (SP).

Ao som das músicas francesas do restaurante Ici Bistrô, no bairro de Higienópolis, onde vive FHC, e em tom informal, os sete participantes falaram também sobre as manifestações populares que vêm acontecendo em diversas cidades. Alguns expressaram suas opiniões sobre a cobertura jornalística dos acontecimentos do país. Um deles comentou que “há um antipetismo” na imprensa brasileira.

Apertados em um sofá vermelho, os tucanos falaram sobre a crise econômica da Argentina, apontaram problemas no Mercosul e criticaram a “contaminação” da política externa brasileira por questões “ideológicas”. Aécio pretende fazer com que Rubens Barbosa e Celso Lafer colaborem com a construção de suas propostas na área de política externa. O coordenador do programa de governo deve ser o governador de MinasAntonio Anastasia (PSDB).

Sobre diretrizes de campanha, as lideranças tucanas comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes para conquistar o eleitorado das capitais e do interior. Rapidamente e sem exatidão, também falaram sobre como tentar compensar a diferença de votos em relação à presidente e candidata à reeleiçãoDilma Rousseff.

Aécio propôs a Tasso Jereissati que se lance a uma nova candidatura para o Senado, no Ceará, para reforçar o palanque dos tucanos no Estado este ano. Tasso, no entanto, não deu certeza de que disputará esta eleição.

Antes do almoço, Aécio e FHC tiveram um encontro reservado no apartamento do ex-presidente. Tasso e Guerra participaram do fim dessa conversa.

Um dia antes, na noite de segunda-feira, o senador participou de um evento na capital com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e com o ex-governador José Serra (PSDB).

Presidente nacional do PSDB, o pré-candidato negocia quem deve ser seu vice na chapa. Um dos mais cotados é o do senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), ligado a Serra.

Em sua passagem pela capital paulista, Aécio acertou detalhes do lançamento oficial da pré-candidatura, que deve ser feito até março, em São Paulo. Com isso, deve por fim às especulações de uma eventual candidatura de Serra à Presidência, que deve disputar uma cadeira na Câmara.

No próximo mês, Aécio planeja viagens pelo interior de São Paulo, Estado com o maior colégio eleitoral do país. O pré-candidato visitará Araçatuba, São Carlos e Santos, entre outras. As articulações políticas no Estado estão sob comando de Matarazzo, ex-ministro de FHC. (Colaborou Cristiane Agostine)

Eleições 2014: Aécio confirma Anastasia como coordenador programa de governo

Eleições 2014: senador Aécio Neves,  provável candidato do PSDB à Presidência da República, confirmou apoio do governador de Minas.

Anastasia fez parte da equipe que auxiliou o senador na confecção das 12 propostas apresentadas em dezembro pelo PSDB

Fonte: Estado de Minas

Aécio confirma Anastasia como coordenador do programa de governo

Na semana passada, o senador e presidente nacional do PSDB já havia afirmado que o governador de Minas deixará a administração estadual para concorrer ao Senado

senador Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência da República nas eleições de outubro, disse nessa quarta-feira que o governador de MinasAntônio Anastasia, será o coordenador do programa de governo dele para a disputa. Na semana passada, o senador já havia comentado a saída de Anastasia da administração estadual para disputar uma vaga no Senado.

Antônio Anastasia já vem participando das discussões e montagem do plano de governo, juntamente com outros integrantes da executiva nacional do partido. As conversas têm ocorrido desde o ano passado. Ele fez parte da equipe que auxiliou o senador na confecção das 12 propostas apresentadas em dezembro e que vão servir de base para as propostas para o país, caso Aécio seja eleito.

Outros dois nomes já foram confirmados por Aécio para fazer parte da equipe de campanha. O ex-deputado Xico Graziano vai coordenar as ações na internet. O engenheiro-agrônomo, que teve um dos papéis principais na candidatura do ex-governador José Serra (PSDB) ao Palácio do Planalto em 2010 e é diretor-executivo do site Observador Político, no Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC), já aceitou o convite. As tarefas, no entanto, só deverão ser definidas em meados de abril.

No início do mês, a irmã do senador, Andrea Neves, também foi confirmada na campanha. Após sua saída do comando do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Andrea chegou a ser confirmada por alguns integrantes da executiva estadual como a coordenadora da equipe que organizará as ações durante a disputa, mas a informação foi negada pelo senador, que afirmou apenas que ela está entre os integrantes do comitê.

Aécio: veto de Marina prejudica PSB

Eleições 2014: “Se houver veto, obviamente altera o quadro, mas acredito que seja em prejuízo do próprio PSB”, afirmou Aécio.

Eleições 2014

Fonte: Valor Econômico

Veto à aliança com PSDB prejudica PSB, diz Aécio

Com o veto da ex-senadora Marina Silva (PSB) à coligação de PSB e PSDB nos Estados, o presidente nacional dos tucanos, senador Aécio Neves (MG), afirmou ontem que respeita o posicionamento que o aliado vier a adotar, mas que o principal prejudicado do rompimento seria o PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pré-candidato à Presidência.

“Em pelo menos 15 Estados, como São Paulo, Minas Gerais e Paraná, PSDB e PSB já tinham afinidade, eram aliados naturais. Se houver veto, obviamente altera o quadro, mas acredito que seja em prejuízo do próprio PSB“, afirmou Aécio, principal nome no partido para disputar à Presidência. ”Desfazer uma aliança de tantos anos agora pode incorrer em prejuízo de quem saia, de quem não está com a posição de maior força nessa aliança”, pontuou.

Marina Silva, que fracassou ao tentar fundar seu próprio partido, o Rede Sustentabilidade, para as eleições de 2014, filiou-se ao PSB em outubro e agora pressiona para que a legenda rompa os acordos regionais com os tucanos para lançar candidatos próprios nos Estados. O alvo é São Paulo, onde o PSB apoia o governo Geraldo Alckmin (PSDB) e discutia indicar o vice do tucano para a próxima eleição. O acordo esfriou com o veto de Marina e com a vontade de Campos de ter a ex-ministra como sua vice.

Segundo Aécio, a negociação em São Paulo será conduzida por Alckmin, mas, para a candidatura nacional, o PSB não estar aliado aos tucanos no Estado não faz diferença. “Não há palanque duplo. Os candidatos do PSDB farão campanha para o candidato nacional do PSDB, e os do PSB para o candidato do PSB“, disse. O senador comentou, contudo, que seria um “prazer” estar ao lado de Campos também em São Paulo.

Já em seu próprio Estado, Aécio prevê que a aliança continue. ”O prefeito da capital [Marcio Lacerda] foi eleito com nosso apoio, toda a base do PSB no Estado foi estruturada junto com o PSDB. A aliança é um caminho natural, não é invenção, e as pessoas não entenderão o distanciamento entre nós. E o governador Eduardo Campos também pensa assim”, afirmou.

A avaliação foi feita em entrevista à imprensa convocada por Aécio para falar sobre as ações contra o encerramento de 525.527 contas de caderneta de poupança pela Caixa Econômica Federal em 2012 que, segundo o banco, estavam com o CPF irregular. O montante depositado nestas contas foi usado para aumentar o lucro líquido da empresa em R$ 420 milhões.

“Mais uma vez o Brasil é surpreendido por uma irresponsabilidade do governo que traz enorme apreensão aos brasileiros, com o confisco dos valores da caderneta de poupança de milhares de brasileiros, em uma ação considerada irregular pelos próprios órgãos de controle do governo”, afirmou Aécio. A decisão da Caixa foi questionada pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Banco Central (BC), que ordenou que compensação no balanço de 2013.

Para Aécio, as explicações do banco foram insuficientes e é preciso saber quem ordenou a transação. O PSDB protocolou ontem representação para que o Ministério Público Federal (MPF) analise se houve crime de gestão temerária e fraudulenta na instituição e para que os promotores entrem com ação pública para “assegurar a defesa dos poupadores atingidos”.

Os tucanos vão tentar convocar no Congresso Nacional os ministros da Fazenda, Guido Mantega, da CGUJorge Hage, e o presidente do BC, Alexandre Tombini, além de convidar o presidente da Caixa, Jorge Hereda, para dar explicações sobre o caso. Também foi protocolado pedido de informações à Fazenda requisitando documentos da Caixa.

Conforme o Valor revelou ontem, bancos privados também incorporaram a seus resultados valores de contas irregulares. Executivos de dois bancos de varejo disseram, em anonimato, que as instituições em que trabalham adotam procedimento parecido ao da Caixa depois de esgotadas as tentativas de encontrar os clientes.

Aécio disse que o partido não vai incluir os bancos privados na representação ao MPF, mas cobrou posição do BC sobre o tema.