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2º turno: Aécio dispara e abre 17 pontos de vantagem, mostra ISTOÉSensus

Pesquisa ISTOÉSensus mostra candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff (PT) com 41,2%.

Gravações da Petrobras derrubam Dilma

Fonte: Isto É

Aécio dispara e abre 17 pontos de vantagem sobre Dilma, mostra pesquisa Istoé/Sensus

Primeira pesquisa ISTOÉSensus realizada depois do primeiro turno da sucessão presidencial mostra o candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff com 41,2%. Uma diferença de 17,6 pontos percentuais.

O levantamento feito entre a quarta-feira 7 e o sábado 10 é o primeiro a captar parte dos efeitos provocados pelas revelações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o detalhamento do esquema de corrupção na estatal.

“Além do crescimento da candidatura de Aécio Neves, observa-se um forte aumento na rejeição da presidenta Dilma Rousseff”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Segundo a pesquisa, o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%. A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%.

“O tamanho da rejeição à candidatura de Dilma, torna praticamente impossível a reeleição da presidenta”, diz Guedes. A pesquisa também capta, segundo o diretor do Sensus, os apoios políticos que Aécio recebeu durante a semana, entre eles o do PSB, PV e PPS.

As 2000 entrevistas feitas em 24 Estados e 136 municípios mostra que houve uma migração do eleitorado à candidatura tucana mais rápida do que as manifestações oficiais dos líderes políticos.

No levantamento sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7% e os indecisos, brancos e nulos são 11%, tudo com margem de erro de 2,2% e índice de confiança de 95%. Nos votos espontâneos, quando nenhum nome é apresentado ao eleitor, Aécio soma 52,1%, Dilma fica 35,4% e os indecisos são 12,6%.

“A analise de todos esses dados permite afirmar que onda a favor de Aécio detectada nas duas semanas que antecederam o primeiro turno continua muito forte”, diz Guedes. O tucano, segundo a pesquisa ISTOÉSensus, vence em todas as regiões do País, menos no Nordeste.

No PSDB, a espectativa é a de que a diferença a favor de Dilma no Nordeste caia nas próximas pesquisas, principalmente em Pernambuco, na Bahia e no Ceará. Em Pernambuco devido o engajamento da família de Eduardo Campos na campanha, oficializado na manhã do sábado 10. Na Bahia em função da presença mais forte do prefeito de Salvador, ACM Neto, no palanque tucano. E, no Ceará, com a participação do senador eleito Tasso Jereissati.

Além da vantagem regional, Aécio, de acordo com o levantamento, supera Dilma em todas as categorias socioeconômicas, o que, segudo a análise de Guedes, indica que a estratégia petista de apostar na divisão do País entre pobres e ricos não tem dado resultado.

 

PESQUISA ISTOÉ|Sensus

Realização – Sensus

Registro na Justiça Eleitoral – BR-01076/2014

Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País

Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural

Campo – de 07 a 10 de Outubro de 2014

Margem de erro – +/- 2,2%

Confiança – 95%

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Aécio Neves: Ibope e Datafolha confirmam virada na disputa pela Presidência

Os dois institutos mostraram que Aécio lidera com 46% dos votos totais contra 44% da adversária do PT.

Eleições 2014

Fonte: Aecio 45

Ibope e Datafolha confirmam liderança de Aécio na disputa pela Presidência

Pesquisas divulgadas pelos institutos Ibope e Datafolha nessa quinta-feira (09/10) reforçaram que o candidato da Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, largou na frente na disputa pela Presidência da República, indicando o cenário de fortalecimento da campanha nas últimas semanas.

Os dois institutos mostraram que Aécio lidera com 46% dos votos totais contra 44% da adversária do PT e candidata à reeleição, Dilma Rousseff.  Em votos válidos, o tucano tem 51% contra 49% da petista. A margem de erro do Ibope e do Datafolha é de 2 pontos percentuais.

O desempenho representa um crescimento de 4 pontos percentuais no levantamento do Datafolha, e 9 pontos no Ibope, levando-se em conta as últimas pesquisas realizadas pelos dois institutos antes do primeiro turno.

Virada

Datafolha informou que esta é a primeira vez desde a eleição de 1989 que um candidato que ficou em segundo lugar no primeiro turno aparece na liderança no levantamento sobre a nova rodada de votação. É a primeira vez que um candidato do PSDB aparece na frente de um petista na corrida presidencial.

Datafolha ouviu 2.879 mil eleitores em 178 municípios na quarta e quinta-feira.  Já o Ibope ouviu 3.010 eleitores em 205 municípios de 7 e 8 de outubro.

Mais vantagem

Nessa quinta, o instituto Veritá mostrou que Aécio é a opção de voto de 54,8% dos brasileiros, enquanto Dilma possui 45,2% das intenções. Aécio, assim, chega a uma vantagem de 9,6 pontos percentuais nos votos válidos, confirmando resultado do Instituto Paraná Pesquisas, que, nessa quarta-feira (08/10), mostrou frente de 8 pontos percentuais sobre a candidata do PT.

Aécio reitera compromisso com saúde pública

Aécio reafirmou o seu compromisso com a criação da carreira dos profissionais de saúde e a melhoria das condições de trabalho.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

“O Brasil precisa de mais saúde e investimentos”, afirma Aécio Neves

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, recebeu nesta segunda-feira (30) o apoio de centenas de médicos de Minas Gerais e reafirmou o seu compromisso com a criação da carreira dos profissionais de saúde e a melhoria das condições de trabalho e da assistência à saúde.

Aécio se reuniu com os profissionais na sede da Associação Médica de Minas Gerais e protestou contra a queda nos gastos do governo federal com a saúde durante as administrações do PT, onerando Estados e principalmente municípios.

“Vamos resgatar os investimentos federais que, no governo do PT, vêm diminuindo a cada ano. Em 2003, quando o PT assumiu o governo, 56% do conjunto de investimentos em saúde vinham da União. Hoje apenas cerca de 46% vêm da União”, ressaltou ele.

Compromissos

O candidato reiterou o compromisso de criar 500 clínicas de especialidades médicas e acrescentou que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) irá financiar os médicos para abertura de clínicas em regiões pré-determinadas pelo governo, onde haja carência de atendimento naquela especialidade.

“O Brasil precisa de mais saúde, de mais investimentos, de mais respeito com aqueles que trabalham na saúde pública”, disse o candidato, sendo aplaudido de pé.

O presidenciável lembrou que seu programa de governo foi discutido com a Associação Médica Brasileira, prevendo a retomada do Programa Médico da Família e um diálogo permanente com as entidades da área para a melhoria da saúde pública.

“O programa Saúde da Família será no nosso governo resgatado, já que foi abandonado pelo atual governo, um governo que fechou 13 mil leitos hospitalares nos últimos anos, que permite que as Santas Casas vivam uma extraordinária crise, talvez sem precedentes na sua história.”

Em relação ao Programa Mais MédicosAécio reiterou que é um projeto de solução temporária. “Vamos cuidar estruturalmente da saúde pública no Brasil.”

Apoios

Presente ao ato de apoio à candidatura de Aécio, o pediatra Fábio Guerra disse que o presidenciável apresentou “uma proposta clara de ações para a saúde que coincide com as nossas aspirações”. Ele citou como exemplos de ações o financiamento adequado para a saúde, apoio à criação da carreira de estado para o médico e reestruturação da rede de atendimento.

A médica aposentada Valquíria de Paula afirmou que Aécio Neves é “a única pessoa com qualidades e equipe de trabalho” para assegurar que o país avance. Ela disse que a assistência à saúde piorou muito nos governos do PT. “Nesses 12 anos nós estamos só de ré”, afirmou.

“Nesses meus 42 anos de medicina, a gente sempre pediu para os colegas que estão na direção da saúde condições de trabalho e salário digno. Essas duas coisas só estão piorando. Tenho casos impressionantes, como escorpião andando no meio de pacientes, ratazana comendo a coxa de paciente tetraplégica em cima de uma maca. Vi cenas que são realmente de filme de terror”, destacou.

Debate da Record: Aécio é o que tem mais preparo e segurança

Aécio mostrou que é o candidato da mudança com segurança, baseada nos pilares da ética, dignidade e decência.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Aécio Neves participa de debate promovido pela Rede Record

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, participou, nesse domingo (28/09), de debate promovido pela Rede Record, em São Paulo (SP). Aécio mostrou que é o candidato da mudança com segurança, baseada nos pilares da ética, dignidade e decência. Ele apresentou propostas sobre a matriz energética, a manutenção e o aprimoramento dos programas sociais, o combate à pobreza, entre outros temas. Abaixo, trechos de participações de Aécio Neves no debate.

Energia

Nossa matriz energética é majoritariamente hídrica. 75%, ou algo em torno disso, vêm das águas. Há uma necessidade iminente, urgente, de diversificarmos essa matriz energética. Infelizmente, ao longo de todo esse último período de governo, não houve planejamento, porque, se por um lado alguns investimentos ocorreram, por exemplo, nos parques eólicos, sobretudo no Nordeste brasileiro, não houve a capacidade desse governo de planejar os investimentos em linhas de transmissão que ligariam essa energia gerada ao sistema. Houve um equívoco gravíssimo de governo que diz respeito à política em relação à Petrobras, que inviabilizou o etanol, talvez a grande, a mais importante fronteira tecnológica e de conhecimento que o Brasil atravessou. É preciso que se faça justiça. A senhora [Marina Silva] cita o governo do presidente Fernando Henrique, que tinha um grande desafio, o desafio de domar a inflação, o de tirar o perverso imposto inflacionário das costas do trabalhador brasileiro. Lutamos muito por isso, contra o PT. O governo do presidente Fernando Henrique cumpriu no seu tempo a sua maior obrigação. Infelizmente, esse governo não vem cumprindo a sua.

Petrobras

Infelizmente, as nossas empresas públicas e as nossas instituições foram tomadas por um grupo político que as utilizam para se manter no poder. A cada debate em que nos encontramos há uma denúncia nova. Em relação à Petrobras, por exemplo, é talvez o retrato mais visível do descompromisso desse governo com a profissionalização. Isso que precisa mudar no Brasil, a profissionalização precisa chegar. Não vamos privatizá-la, inclusive, o projeto de lei que proíbe sua privatização é de autoria do PSDB. Mas eu vou reestatizá-la, eu vou tirá-la das mãos desse grupo político que tomou conta dessa empresa e está fazendo aquilo que nenhum brasileiro poderia imaginar: negócios há 12 anos. Senhora presidente, a senhora era a presidente do conselho de administração dessa empresa, e isso é vergonhoso. Mas não vejo a senhora candidata demonstrar um sentimento de indignação. Não vejo a senhora dizer ‘não é possível que fizessem isso nas minhas barbas, sem eu saber o que esta acontecendo’.  Não, candidata, essa indignação está faltando. Quando assumimos o governo, com o presidente Fernando Henrique Cardoso, a inflação era de 916% ao ano. Levamos a 7%; a eleição do presidente Lula levou a 12%. A senhora será a primeira presidente pós-Plano Real, pós-redemocratização, que vai entregar uma inflação maior do que recebeu.

Plano Real

Eu me orgulho muito da trajetória do meu partido. O Brasil não teria avançado até aqui se não tivesse havido o Plano Real, se nós não tivéssemos modernizado a nossa economia, se não tivéssemos implementado a Lei de Responsabilidade [Fiscal] no Brasil contra o PT, sempre se opondo a esses avanços extraordinários.

Proposta de governo

As últimas pesquisas [de intenções de voto] todas elas, sem exceção, mostram que a única candidatura que cresce em todas as regiões do Brasil é a nossa candidatura, porque as pessoas estão compreendendo de forma muito clara que a mudança precisa vir acompanhada de consistência, de quadros qualificados. Não sou candidato à Presidência da República para colocar um retrato de um partido político na parede, não. Nós construímos um projeto para melhorar a sua vida, para melhorar a saúde, para trazer mais empregos a partir do crescimento, para melhorar a qualidade da educação. Nós estamos prontos para fazer uma grande revolução nesse país, com ética, com decência e com competência, e é por isso que todas as pesquisas começam a sinalizar que nós estaremos no segundo turno, certamente, não sei com quem.

Programas sociais

Manterei os programas sociais, até porque grande parte deles foi iniciada no nosso governo [do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso] e vou aprimorá-los. E vejo com certa estranheza a candidata Marina Silva [do PSB] se queixar muito hoje das ofensas, das calúnias e dos boatos de que os candidatos de oposição vão acabar com esses programas. Esses boatos realmente existem, candidata. Mas sempre existiram. Existiram contra nós, quando a senhora estava no PT. Não me lembro, infelizmente, de nenhuma palavra da senhora contra esse tipo de política que o PT continua praticando.

Combate à Pobreza

Não podemos compreender a pobreza apenas na vertente da privação da renda. Além disso, a privação de serviços, saneamento básico, saúde adequada e a privação de oportunidades que caracterizam a pobreza. A nossa proposta, ‘Família Brasileira’, busca classificar as pessoas que recebem o Bolsa Família em cinco níveis de carências: das maiores até as menores. Nenhuma família ficará mais de um ano em uma mesma faixa, o Estado atuará de uma forma integrada para que sua família melhore.

Resgate da credibilidade

Vamos voltar a crescer no momento em que o Brasil voltar a ser respeitado. No momento em que nós resgatarmos a credibilidade nas regras que aqui são praticadas. Essa é outra herança macabra e perversa do atual governo. A desconfiança generalizada em relação ao Brasil. Vamos elevar a taxa de investimento da nossa economia, hoje em 18% do PIB, para algo em torno de 23% a 24% do PIB. Temos time de alta qualidade para permitir que os investimentos privados voltem a nos ajudar a gerar empregos no Brasil.

Estado Islâmico

A presidente da República protagonizou nos últimos dias um dos mais tristes episódios da política externa brasileira. Temos local de destaque na ONU [Organização das Nações Unidas], conquistado por Osvaldo Aranha [diplomata brasileiro que, em 1947, defendeu a criação do Estado de Israel], nós [brasileiros] abrimos as reuniões anuais da ONU. A presidente da República foi àquela tribuna – para a perplexidade de diplomatas, inclusive alguns brasileiros com os quais conversei depois – em primeiro lugar para fazer autoelogios ao seu governo. Ela propôs um diálogo com o Estado Islâmico. O Estado Islâmico está decapitando, cortando cabeças de pessoas. Não é possível que nós não possamos compreender o esforço que o mundo está fazendo para o enfrentamento do terrorismo, numa aliança, inclusive, que inclui um grande número de países árabes. Uma marca e uma mancha na política externa brasileira. Há um alinhamento ideológico absolutamente atrasado e anacrônico, que tem impedido o Brasil de avançar em novos mercados e gerar novos empregos para a sua família, para seus filhos.

Adolescentes e crimes hediondos

A senhora presidente fugiu à resposta sobre segurança. Dentre todo o conjunto de proposta que apresentamos, defendo em caso de crimes graves, os chamados crimes hediondos, que o maior de 16 anos, autorizado pelo Ministério Público, possa ser processado pelo juiz com base no Código Penal para diminuirmos essa sensação de impunidade.

Considerações Finais

Enquanto duas das candidatas não param de brigar aqui e nos programas eleitorais, eu me preparei para brigar ao seu lado [eleitor]. Me preparei para apresentar uma proposta ao país que permita que a inflação volte a ser controlada e que nós voltemos a crescer, porque é o crescimento que gera emprego. É muito importante que tenhamos em mente que, quando se elege um presidente da República, elege-se um governo. Busquei, ao longo de todos esses últimos anos, os quadros mais preparados do país. Não do meu partido apenas, muitos de fora do meu partido, sem partido, gente de educação, da saúde, da assistência social e da economia. Porque nós temos nas nossas mãos uma oportunidade muito, mas muito preciosa de fazermos o Brasil se reencontrar com os brasileiros. É muito importante que você reflita antes da escolha do próximo domingo [5/10, dia da eleição], porque refletindo, tenho absoluta convicção que vai perceber que o governo que está aí perdeu as condições de governar. A outra candidata, que aparece pontuando nas pesquisas, infelizmente ainda não adquiriu essas condições. É por isso que eu peço o seu voto para fazer um governo decente, eficiente, em seu favor.

Empate na reta final: Aécio e Marina embolados na última semana de campanha, mostra IstoÉ/Sensus

Marina tem 25% das intenções de voto e Aécio 20,7%. Como a margem de erro é de 2,2%, ambos estão empatados tecnicamente.

Eleições 2014

Fonte: IstoÉ

Exclusivo

Empate na reta final

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que a sucessão presidencial será decidida no segundo turno e que Aécio e Marina chegam embolados na última semana de campanha

Os candidatos Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) entram na semana que antecede o primeiro turno das eleições presidenciais em empate técnico. Essa é a principal constatação feita pela pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre o domingo 21 e a sexta-feira 26. Segundo o levantamento, Marina tem 25% das intenções de voto e Aécio 20,7%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2% para mais ou para menos, ambos estão empatados tecnicamente na briga por um lugar no segundo turno.

A presidenta Dilma Rousseff (PT) conta com 35% e só não estará na segunda etapa da disputa se houver uma hecatombe nuclear sobre a sua campanha. A pesquisa mostra que tanto Dilma como Aécio acertaram nas estratégias adotadas nas últimas semanas. A presidenta reforçou os ataques contra Marina, exagerou na defesa de seu governo e intensificou as agendas públicas. Com isso, cresceu 5,3% durante o mês de setembro.

O senador mineiro procurou demonstrar as semelhanças entre Dilma e Marina, questionou a veracidade do que ambas mostravam em seus discursos e colocou-se como a alternativa mais segura para mudar os rumos do País. A estratégia lhe valeu um crescimento de 5,5 pontos percentuais nos últimos 30 dias.

Já Marina apostou em se colocar como vítima de uma campanha que chama de “difamatória” e adotou um tom emocional tanto em entrevistas como nos palanques. Não conseguiu explicar as contradições de seus discursos e perdeu 4,5 pontos percentuais em menos de um mês. “Pela primeira vez se constata a situação de empate técnico entre Marina eAécio. O senador mineiro chega na reta final com tendência de crescimento e a ex-senadora com tendência de queda”, diz Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.

A pesquisa ouviu dois mil eleitores de 24 Estados e também constatou um significativo aumento no índice de rejeição da candidata Marina Silva. No início do mês, 22,3% dos eleitores diziam que não votariam em Marina de forma alguma. Na semana passada esse índice saltou para 33%, superando a rejeição ao senador tucano que variou de 31,5% para 31,9%.

A rejeição à presidenta continua na casa dos 40%, o que, segundo Guedes, é um empecilho à reeleição. “O aumento da rejeição a Marina, já superior ao de Aécio, é outro dado que permite afirmar que permanece aberta a possibilidade de um segundo turno entre PT e PSDB”, avalia Guedes. Segundo ele, a candidata do PSB entrou na disputa com um forte apelo emocional, mas com o passar do tempo o eleitor passou a enxergar sua candidatura de forma mais racional. O levantamento realizado em 136 municípios de cinco regiões mostra em um eventual segundo turno com Aécio, Dilma somaria 43,4% dos votos contra 38,2% se a disputa fosse realizada agora.

No cenário de segundo turno entre Dilma e Marina haveria empate, com 40,5% para Dilma e 40,4% para Marina.

As tendências mostradas pela última pesquisa ISTOÉ/Sensus confirmam os dados levantados diariamente pelas campanhas dos três principais candidatos. E é com base nesses números que são traçados os planos para os dias que antecedem o primeiro turno. No PT, a palavra de ordem é manter os ataques contra a candidatura de Marina e intensificar a mobilização dos militantes para atos de rua nas principais cidades do País. No QG de Dilma há a avaliação de que, como as principais lideranças no partido não têm obtido bons resultados em seus Estados, é necessário ocupar as praças para manter um crescimento na última semana. Os caciques petistas avaliam que é possível sair das urnas com cerca de 40% dos votos.

Nesses últimos dias de campanha antes do primeiro turno, os tucanos, comandados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, preparam uma ofensiva nos maiores colégios eleitorais do País. Aécio, que na última semana esteve sete vezes em Minas, irá ficar mais tempo nas ruas.

Em São Paulo, os eventos ao lado do governador Geraldo Alckmin serão quase diários. No Estado com o maior número de eleitores, os tucanos lideram a disputa e o governador deverá ser reeleito no primeiro turno. Aliados de Aécio também têm chances de sair vitoriosos já no domingo 5 no Paraná, no Pará, em Goiás e na Bahia. Segundo FHC, é possível que essas lideranças regionais consigam transferir uma grande quantidade de votos para Aécio na reta final da campanha.

No PSB, a proposta é sair da defensiva para procurar estancar a perda de votos verificada nas últimas semanas. Para tanto há um esforço para procurar não contaminar a campanha com a divisão interna que vem ocorrendo no partido.

Com fragilidade nos palanques regionais, Marina deverá usar os últimos programas no horário eleitoral e os debates nas tevês para fazer críticas ao governo de Dilma e à polarização PT/PSDB, que pauta as disputas presidenciais desde 1994. No lugar de vítima dos ataques dos adversários, Marina tentará se posicionar como uma real terceira via, repetindo o discurso que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos entoou no início da campanha.

Apesar de as tendências já estarem postas, de acordo com Ricardo Guedes, não será surpresa se durante esta semana as pesquisas mostrarem movimentos bastante acentuados por parte dos eleitores. Ele avalia que, ao contrário do que ocorreu em eleições anteriores, os eleitores só agora, na reta final, passaram a observar melhor os candidatos e as escolhas não têm seguido uma lógica partidária. “O brasileiro quer mudar, mas não quer embarcar em aventuras”, conclui.

IstoÉ/Sensus: Aécio empatado tecnicamente com Marina

Eleições: Aécio cresce nos maiores colégios, aponta Ibope

Pesquisas do Ibope mostram redução dos índices da candidata nos 8 Estados com mais eleitores, onde vivem 70% dos votantes.

Eleições 2014

Fonte: O Estado de S.Paulo

Leia também:

Ibope: Aécio passa Marina em Santa Catarina, 6% de vantagem

Vox Populi: Aécio já cola em Marina, diferença cai para 5 pontos

Marina perde fôlego nos maiores colégios

As mais recentes pesquisas do Ibope sobre a corrida presidencial nos oito maiores Estados do Brasil, que concentram quase 70% do eleitorado nacional, trouxeram más notícias para a campanha de Marina Silva: a candidata do PSB caiu ou oscilou para baixo em todos eles.

São Paulo é o Estado em que a queda foi das mais expressivas: em duas semanas, a taxa de intenção de votos de Marina passou de 38% para 32%. Em números absolutos, é como se a candidata do PSB tivesse perdido 1,6 milhão de eleitores, ou 115 mil por dia – o cálculo leva em conta o tamanho do eleitorado paulista e a taxa de abstenção verificada há quatro anos.

Apesar do recuo, Marina ainda lidera no maior colégio eleitoral do País. A presidente Dilma Rousseff, provável adversária da candidata do PSB no segundo turno, ficou estagnada, com 25%, enquanto o terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB), subiu quatro pontos porcentuais.

Na Bahia, quarto maior eleitorado, Marina tinha 28% das preferências há duas semanas – agora, a taxa passou para 23%. Lá, Dilma oscilou de 50% para 52% e ampliou a vantagem sobre a adversária de 22 para 29 pontos.

No Ceará, a queda de Marina foi de seis pontos (de 25% para 19%), mas o intervalo entre as pesquisas da série é maior: três semanas. No Estado, oitavo no ranking do eleitorado, Dilma têm 61% – um de seus três melhores desempenhos no País.

Há um equilíbrio entre as duas adversárias em Pernambuco, Estado onde Marina herdou a maior parte do eleitorado do ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto em acidente aéreo em agosto, mas que também é um dos principais redutos do PT e terra do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma semana, Dilma manteve os 39%, enquantoMarina oscilou para baixo, de 40% para 38%.

A candidata do PSB também perdeu pontos no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e no Paraná. Na última pesquisa nacional do Ibope, divulgada na terça-feira, a candidata do PSB oscilou de 30% para 29% em uma semana.

Conjunto. A consolidação das pesquisas do Ibope em todas as 27 unidades da Federação resulta em uma amostra nacional de 30 mil entrevistas – que foram devidamente ponderadas de acordo com o tamanho do eleitorado de cada Estado e a respectiva taxa de abstenção na eleição de 2010. Essa amostra expandida aponta Dilma com 37%, Marina com 27% eAécio com 17%.

Por essa projeção, a candidata do PT terminaria o primeiro turno com 43 milhões de votos, contra 32 milhões da concorrente do PSB e 20 milhões do tucano. Mas, como a evolução das intenções de voto têm mostrado, esses números devem mudar até o dia da eleição.

A pesquisa mais antiga entre as 27 unidades foi feita em 1.º de setembro, em Sergipe, e as nove mais recentes, na segunda e terça-feira passadas. Foram os casos das sondagens feitas justamente em alguns dos maiores colégios eleitorais: São Paulo, Minas, Rio, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará – além de Santa Catarina e Distrito Federal.

Projeções. A planilha permite fazer projeções para o 2.º turno. Se a disputa se confirmar entre Dilma e Marina, quem terá mais chances de ser eleita? Isso vai depender, basicamente, de dois fatores: a vantagem que uma colocar sobre a outra no 1.º turno e o quanto cada uma vai converter de votos de Aécio.

No cenário atual, com Dilma abrindo 11 milhões de votos sobre Marina em 5 de outubro, a candidata do PSB precisaria converter mais de 70% dos apoiadores do tucano em eleitores seus no 2.º turno e torcer para que a petista não transforme mais do que 15% de quem votou em Aécio em neodilmistas no turno final. É mais do que Marina conseguiria hoje.

Segundo a pesquisa nacional do Ibope divulgada na terça-feira, Marina está convertendo 51% dos eleitores tucanos em seus eleitores na simulação de segundo turno contra Dilma. Pior para ela, essa taxa vem caindo nas últimas semanas: chegou a ser de 66% no começo de setembro. Dez dos 15 pontos que Marina perdeu migraram para o contingente de quem pretende anular ou votar em branco, e o resto tornou-se indeciso.

Já a taxa de conversão de Dilma tem se mantido constante. Desde o fim de agosto, a presidente tem conseguido converter de 15% a 18% de quem prefere Aécio no 1.º turno em eleitores que votariam nela no turno final contra Marina. Ou seja: quanto maior for a vantagem que a presidente abrir sobre a rival em 5 de outubro, mais difícil será para Marina virar 21 dias depois.

Eleições 2014: Marina voou 10 vezes em na aeronave Cessna PR-AFA

Velha política: as viagens da candidata podem atrapalhar estratégia do PSB, que busca desvinculá-la formalmente da aeronave.

Eleições 2014

Fonte: O Globo 

Partido tenta desvincular candidata da aeronave, cuja compra é investigada pela PF

candidata à Presidência Marina Silva (PSB) voou dez vezes na aeronave Cessna PR-AFA, cuja doação à campanha é investigada pela Polícia Federal. O GLOBO teve acesso a registros de pousos e decolagens do jato no período em que esteve à disposição da candidatura de Eduardo Campos e Marina. As viagens da candidata podem atrapalhar a estratégia do PSB, que, desde o início das investigações, busca desvinculá-la formalmente da aeronave.

Especialistas em Direito Eleitoral argumentam que eventuais irregularidades podem atingi-la, apesar da morte de Campos. A coordenação jurídica da campanha discorda. A lista de viagens de Marina foi obtida a partir do cruzamento dos compromissos oficiais da candidata com voos realizados e dados fornecidos pela própria campanha do PSB.

PF investiga a compra do jato e também o pagamento de despesas operacionais, quando ela já estava sendo utilizada. Esses gastos foram pagos por uma empresa de fachada.

Em vez de declarar a doação nas prestações de contas parciais, como determina a legislação, o PSB deixou para declarar apenas em novembro, o que também contraria a lei.

Marina usou o jato pela primeira vez no fim de maio, para participar, em Goiânia (GO), de seminário do partido. Em junho, voou quatro vezes, passando por Goiânia, Brasília, Maringá e Londrina. No fim de julho, participou de ato em Vitória (ES). Em agosto, voou outras quatro vezes, ao Rio, a Brasília e a São Paulo. O jato caiu em 13 de agosto, matandoCampos e seis assessores.

Segundo o PSB, o avião havia sido emprestado pelos empresários João Carlos Lyra e Apolo Santana Vieira. As despesas operacionais também seriam pagas por eles. Para a doação ser legal, o valor não poderá ultrapassar 10% do rendimento declarado dos dois em 2013.

PARA ESPECIALISTA, CHAPA É ‘ÚNICA E INDIVISÍVEL’

Especialista em Direito Eleitoral, o advogado Arthur Rollo lembra que o registro de candidaturas ocorre em “chapa única e indivisível”.

— A Marina era vice quando o avião caiu. Qualquer problema com a cabeça da chapa também afeta o vice. Se houver processo, não será contra a chapa atual, mas a anterior.

O coordenador jurídico da campanha de Marina, Ricardo Penteado, discorda. Para ele, mesmo usando o jato, Marina não pode ser responsabilizada.

— O avião estava emprestado para o Eduardo, não para a Marina. Se eu pegar um táxi no aeroporto e te der uma carona até a cidade, o que você terá a ver com minha relação com o taxista? — questiona.

Presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB, Norberto Campelo diz que o desconhecimento de Marina sobre a doação poderá “eximi-la de responsabilidade”. Mas, para ele, no contexto da análise da prestação de contas de Campos, candidatos são corresponsáveis.

— Se constatada irregularidade, ela e o partido respondem.

Aécio diz estar confiante em virada nas urnas

Aécio: “Dentro de menos de 20 dias a gente pode voltar a ter um presidente da República de Minas Gerais para cuidar dessa região.”

Eleições 2014

Aécio Neves: “Vamos arregaçar a manga, vamos virar essa eleição”

Em campanha nessa sexta-feira (19/09) em Belo Horizonte (MG), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convocou os mineiros à “grande virada” em direção às vitórias dele, de Pimenta da Veiga na disputa pelo governo de Minas Gerais e de Antonio Anastasia na disputa a uma vaga no Senado. “Vamos arregaçar as mangas e vamos virar essa eleição.”

“Temos nas nossas mãos uma possibilidade que não temos o direito de perder. Estou aqui hoje em Venda Nova, vou estar amanhã [20/09] no Vale do Aço, na semana que vêm volto outras vezes a Minas Gerais.  Se cada companheiro que estiver nos ouvindo conseguir nessa semana próxima mais quatro ou cinco votos, serei presidente da República para fazer o maior governo da história do Brasil e de Minas Gerais.”

Aécio fez caminhada na região de Venda Nova, cumprimentou eleitores, tirou fotos e, ao final, fez um brevíssimo discurso. “Dentro de menos de 20 dias a gente pode voltar a ter um presidente da República de Minas Gerais para cuidar dessa região porque conhece essa região. A virada está chegando”, afirmou.

Em entrevista coletiva, antes da caminhada, Aécio ressaltou que ele é o candidato que tem condições de derrotar o PT. “Quem tem condições de derrotar o PT, pela coerência do discurso, pela consistência das propostas e pelos quadros qualificados que têm, somos nós. A candidatura que derrota o PT é a candidatura Aécio Neves e, por isso, vamos ganhar as eleições.”

Mudança

Para Aécio, as pesquisas recentes de intenção de voto, que confirmam seu crescimento, indicam que o eleitorado quer mudança e que sua candidatura vai ganhar mais apoio nesta reta final da campanha. “Tenho absoluta convicção de que aqueles que querem mudança, na hora certa, vão votar na nossa candidatura”, ressaltou.

“Se a nossa candidatura avançar na próxima semana cinco ou seis pontos percentuais em Minas Gerais, o que acredito ser claramente possível, posso dizer a vocês que serei presidente da República para fazer o maior governo da nossa história, um governo que vai solucionar problemas históricos do nosso estado, na mobilidade, na saúde, na segurança e na educação”, afirmou Aécio.

Aécio destacou que a sua candidatura é a única “que certamente viabilizará uma mudança consistente de valores, restabelecendo a ética, a decência na vida pública e a eficiência”. Ele afirmou ainda que sua candidatura foi “construída ao longo de trinta anos de dedicação a esse Estado”, referindo-se a Minas Gerais, que governou por dois mandatos, obtendo 92% de aprovação da população.

Seis por meia dúzia

Aécio voltou a apontar semelhança entre as suas duas principais adversárias, a presidente e candidata do PTDilma Rousseff, e a candidata do PSBMarina Silva, ex-integrante do PT.

“Em todas as pesquisas, inclusive aquelas que são feitas em outros Estados, a única candidatura que cresce de forma consistente no plano nacional é a nossa, porque a população está chegando a uma conclusão muito simples, de que trocar a Dilma pela Marina é trocar seis por meia dúzia, é colocar o PT de novo no governo, o que nós não queremos.”

Aécio afirmou que respeita todas as candidaturas, mas ponderou que “Marina é na essência o PT”. Ele lembrou dificuldades criadas no passado por integrantes do PT, entre os quais Marina e Dilma, para implementar o Plano Real e aprovar a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Quando nós estávamos denunciando o mensalão e tentando botar na cadeia aqueles que desviaram dinheiro público, Marina e Dilma eram colegas de ministério do PT e lá estavam.”

Fracasso do PT

Para Aécio, os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) representam “um carimbo de fracasso na própria testa” de Dilma Rousseff. “(O governo Dilma) fracassou na economia, ao nos deixar como herança um quadro de recessão e de retorno da inflação, e fracassou nos indicadores sociais, as desigualdades do Brasil pararam de cair, o analfabetismo parou de cair.”

O candidato acrescentou que a população “não aguenta mais esse jeito PT” de governar. “Ninguém confia mais na presidente da República, nesse governo intervencionista, aparelhado, irresponsável do ponto de vista ético.”

Aécio Neves recebe apoio do ex-jogador Ronaldo Fenômeno

“Voto em Aécio Neves para presidente. Não apenas porque é um amigo que confio, mas por ser um competente economista e gestor, um cara muito inteligente e de pulso firme como o Brasil precisa.”

Eleições 2014

Fonte: Página Ronaldo Facebook

Ronaldo Nazário de Lima

Oi, galera!

Alguns de vocês me questionam, outros desaprovam e me condenam por eu falar publicamente sobre política.

Jogador de futebol eu fui por anos. Empresário sou há algum tempo. Mas desde que nasci, o que sou mesmo é brasileiro. As eleições estão aí, não me neguem o direito de participar ativamente desse momento tão importante. Não tenho medo de polêmica nem de cara feia. Sempre tive orgulho em dizer: quem não deve, não teme. Vou continuar a exercer a minha cidadania, sem me importar com calúnias e especulações maldosas.

Tudo o que conquistei na minha vida é fruto de suor e trabalho honesto. E vai ser sempre assim. Nunca esqueci as minhas origens, e não preciso dizer aqui tudo o que faço para ajudar os que precisam, no Brasil e no mundo. A política não me corrompe, e se dou minha cara à tapa, é para defender o que acredito. Luto, como posso, para vivermos em um país melhor, mais justo, mais estável, mais desenvolvido e menos desigual.

Voto em Aécio Neves para presidente. Não apenas porque é um amigo que confio, mas por ser um competente economista e gestor, um cara muito inteligente e de pulso firme como o Brasil precisa. Não tem ninguém melhor que ele para gerir a nossa crise econômica, e estou certo de que serão muitos os avanços sociais com suas propostas colocadas em prática. Procurem saber a respeito.

E para quem também acredita: www.vamosagir45.com.br Cadastre-se, crie seu perfil e participe com a gente da campanha. Essa é a hora da #virada45! Eu já to lá, espero você!

Intenções de voto: Aécio sobe 4 pontos, Dilma e Marina começam a cair, mostra Ibope

Segundo Aécio, eleitores começaram a prestar mais atenção às propostas dos candidatos e ver quem tem melhores ideias para o Brasil.

Eleições 2014

Ibope: Dilma cai três pontos, mas continua na liderança no primeiro turno

Aécio Neves sobe quatro pontos, e está com 19%. Marina oscilou na margem de erro, e está com 30%

A quarta pesquisa Ibope/Rede Globo sobre a corrida presidencial, divulgada nesta terça-feira, mostrou que a presidente Dilma Rousseff (PT) caiu três pontos percentuais nas intenções de voto dos eleitores, enquanto Aécio Neves (PSDB) subiu quatro pontos e Marina Silva (PSB) oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro. Dilma continua à frente de seus adversários, com 36% das intenções de voto. No levantamento anterior, realizado entre os dias 5 e 8 deste mês, a presidente tinha 39%. Marina flutuou para baixo, de 31% para 30%, e Aécio Neves subiu de 15% para 19%.

A pesquisa mostra que deve haver segundo turno e traça três cenários possíveis. No mais provável deles, de acordo com os números atuais, Marina e Dilma estão tecnicamente empatadas, dentro da margem de erro, mas com Marina numericamente à frente da candidata petista. Marina manteve 43% das intenções de voto, mesmo patamar do último levantamento. Dilma marcou 40%, dois a menos que os 42% registrados na pesquisa anterior.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, em uma semana diminuiu pela metade a diferença entre os dois candidatos, de 15 para sete pontos percentuais. A petista registrou 44% das intenções de voto, uma queda de quatro pontos em relação à pesquisa anterior, quando Dilma teve 48%. Já o tucano subiu 4 pontos em relação ao último levantamento, avançando de 33% para 37%. Em uma simulação de Marina contra Aécio — a hipótese menos provável –, a candidata do PSB marcou 48% das intenções de voto, contra 30% do tucano. Na pesquisa anterior, Marina tinha 51% e Aécio, 27%.

APROVAÇÃO DO GOVERNO ESTÁ ESTÁVEL

O levantamento divulgado ontem ouviu com 3.010 eleitores, e mostrou também que a aprovação da maneira como Dilma está governando se manteve estável, em 48%. A desaprovação também não variou, ficando congelada no patamar de 46%. A avaliação do governo teve leve piora, dentro da margem de erro. Os que avaliam o governo como ótimo ou bom oscilaram de 38% para 37%. Os que consideram regular se mantiveram estáveis, em 33%. As avaliações de ruim e péssimo também ficaram iguais, em 28%.

O quarto colocado nas pesquisas, Pastor Everaldo, marcou 1% das intenções de voto. Os demais candidatos à Presidência — Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL), Zé Maria (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) — somaram 1%. O percentual de votos em branco e nulos diminuiu de 8%, na pesquisa anterior, para 7%.

O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), minimizou a queda de Dilma no levantamento. Para o petista, o cenário permanece estável e o PT tem agora que torcer para que Dilma não caia mais até o dia da eleição. Vicentinho descartou um segundo turno de Dilma contra Aécio Neves, mesmo com o crescimento do tucano na pesquisa. E, segundo o deputado, a estratégia do PT de confrontar Marina deverá ser mantida, mas com cuidado para não partir para ataques pessoais que poderiam se transformar em avaliação negativa para Dilma Rousseff.

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— Acho que o Aécio jamais alcançará elas, então o cenário vai se estabilizar nisso, vamos olhar o pêndulo entre Marina e Dilma. E, claro, vamos torcer para que Dilma se mantenha à frente da Marina — afirmou.

O deputado, no entanto, minimizou o risco de os ataques a Marina estarem afetando a popularidade da presidente:

— Marina está reclamando e chorando mais do que apanhando e isso transmite insegurança para muita gente. Estamos de olho é no programa dela, tem coisas ali de arrepiar. — concluiu o deputado.

AÉCIO FALA EM ‘ONDA DA RAZÃO’

Ao chegar no debate organizado pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida do Norte, ontem à noite, o senador Aécio Neves (PSDB) disse que o resultado do Ibope já era esperado e viu a divulgação como um crescimento do apoio a sua campanha:

— Sempre acreditei muito que no momento da escolha há uma análise mais profunda, não apenas do que cada candidato diz, mas o que cada candidato é.

Em nota, afirmou ainda que “é uma demonstração clara da onda da razão. Os eleitores começaram a prestar mais atenção às propostas dos candidatos e ver quem tem melhores ideias para o Brasil, sem improviso ou um modelo que fracassou. Tenho convicção de que estarei no segundo turno e vencerei a eleição. Vamos usar a emoção para a Onda da Razão

Marina Silva (PSB) não deu entrevista na chegada à Aparecida, pois alegou problemas na voz. O candidato a vice-presidente na sua chapa, o deputado federal Beto Albuquerque comemorou o resultado da pesquisa.

— O cenário está bom. Temos os pés no chão porque é uma pesquisa apenas. Estamos contentes porque com esses ataques absurdos que estamos sofrendo nos últimos dias estamos mostrando que temos fortaleza na sociedade quando marcamos mais uma vez 30 pontos percentuais. É um patrimônio político importante.

O líder do PSB no Senado e candidato ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, destacou que a estratégia do PT de “desconstruir” a imagem de Marina está tendo efeito contrário ao desejado, pois estaria se revertendo em aumento da rejeição de Dilma.

— O cenário continua estabilizado, sinalizando para a realização de um segundo turno. Na minha avaliação, a Marina está com uma clara vantagem, porque está apresentando esses índices sem ter tempo de televisão, com pouca exposição, apenas durante os 2 minutos que o PSB tem no programa eleitoral. No segundo turno, no momento em que tiver o mesmo tempo de televisão do adversário, tem enorme potencial de crescimento. E Dilma está sofrendo o ônus de quem bate, sua rejeição está aumentando porque a população está muito mais interessada em ouvir propostas — diz o senador.