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Favorecimento: Aécio Neves critca Governo Dilma por não fiscalizar aliados

Fonte: Folha de S. Paulo

Marca de Dilma é o favorecimento político, ataca Aécio

O senador Aécio Neves (MG) criticou ontem em entrevista à Folha o governo Dilma Rousseff e anunciou a decisão do PSDB de criar uma central de acompanhamento dos gastos federais.

“A marca do governo da ‘gerente’ é o abuso dos critérios políticos em detrimento dos interesses da população”, disse Aécio.

O ataque aconteceu no mesmo dia que a Folha mostrou que, em nome de Aécio, o PSDB evitaria ataques ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra (PSB).

Na esperança de contar com o apoio do PSB em 2014, líderes tucanos procuraram o DEM para informar que não atuariam como protagonistas na oposição a Bezerra.

Segundo Aécio, a inauguração da central está prevista para o mês que vem.

A estrutura é uma resposta à avaliação de que o tucanato poupa aliados de Dilma sonhando com uma coligação na eleição de 2014.

Além da central, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), disse que três equipes serão destacadas para fiscalização de políticas públicas do governo, como saúde e sustentabilidade.

Segundo Guerra, Aécio telefonou-lhe ontem para perguntar sobre a central.

“Não recebi nenhuma orientação de Aécio para que Bezerra seja poupado.”

Guerra é um dos que defendem que, em 2012, o PSDB exerça uma oposição mais vigorosa do que no primeiro ano do governo Dilma.

Potencial candidato à Presidência, Aécio flerta com partidos da base do governo.

No fim do ano passado, por exemplo, chegou a se reunir com o DEM para avaliar a hipótese de apoio à candidatura de Gabriel Chalita (PMDB) à Prefeitura de São Paulo.

INVESTIGAÇÃO

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, decidiu encaminhar para a primeira instância do Ministério Público Federal o pedido do DEM para investigar Coelho.

Gurgel entende que os fatos apresentados pelo partido, por enquanto, não trazem indícios de crime.

Aécio Neves diz que envio de recursos para vítimas das chuvas precisam ser fiscalizados

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves propõe grupo de trabalho para fiscalizar liberação de recursos federais

PSDB acompanhará critérios usados na distribuição de recursos pelos ministérios 

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) propôs a criação pelo PSDB de um grupo de trabalho para acompanhar a distribuição de recursos federais. O objetivo dos trabalhos será avaliar os repasses realizados nos ministérios e os critérios utilizados na distribuição. A proposta foi discutida pelo senador e pelo presidente nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE).

“Tem sido uma marca desse governo – que se diz o governo do gerenciamento competente – a utilização de critérios políticos, e não de critérios técnicos, para a liberação de recursos orçamentários, recursos da população brasileira. Isso ocorreu em inúmeros ministérios, inclusive com a queda de ministros que privilegiavam ONGs ligadas seus partidos políticos, parlamentares ligados aos seus partidos, ou estados governados por aliados. Para enfrentar isso, propus ao presidente do PSDB, deputado Sergio Guerra, que criemos uma central nacional de acompanhamento da distribuição de recursos pelos principais ministérios do governo federal. Queremos saber quais são os critérios utilizados, vamos denunciar quando o interesse político sobrepuser o interesse da população, como parece estar sendo uma regra neste governo”, disse o senador.

Calamidades

Aécio Neves criticou também a demora na liberação dos recursos emergenciais destinados ao atendimento dos municípios atingidos por calamidades, como as chuvas que castigam este mês Minas Gerais, Espírito Santo e Rio. Até esta quarta-feira (11/01), 127 municípios mineiros haviam decretado situação de emergência. O governo federal, no entanto, não reconheceu a emergência de nenhum desses municípios até o momento, impedindo os repasses de R$ 30 milhões prometidos 

“A burocracia excessiva vem causando ainda mais transtornos e dramas maiores às populações atingidas. É fundamental que haja uma articulação mais efetiva do governo não apenas no momento das tragédias, mas durante todo o ano. Vamos acompanhar mais detidamente e denunciar quando o critério político continuar sendo a marca na distribuição dos recursos, pois quem perde é a população brasileira”, afirmou.

O senador alertou, ainda, para os baixos valores investidos pelo governo federal na prevenção de catástrofes naturais. O levantamento do Conselho Nacional de Municípios divulgado essa semana mostrou que os investimentos em ações preventivas foram seis vezes menores que os gastos no socorro a municípios e vítimas de calamidades.

“Nos últimos dez anos, entre 2000 e 2010, o governo federal investiu em prevenção de catástrofes em todo o país apenas R$ 750 milhões, um valor irrisório. E, ao mesmo tempo, investiu cerca de R$ 6 bilhões em socorro às vítimas dessas tragédias, o que mostra um descompasso, uma falta de coordenação e de planejamento. Infelizmente, esse drama também vem aumentando em razão da burocracia do governo federal seja no reconhecimento do estado de calamidade e de emergência das cidades atingidas até a liberação dos recursos”, afirmou Aécio Neves

Ampliar política de alianças do PSDB: Senador Aécio fortalece oposição e começa a percorrer vários estados do nordeste

Fonte: Christiane Samarco – Estado de S.Paulo

Aécio inicia giro pelo País de olho em 2014

Após ter afirmado estar pronto para enfrentar Dilma ou mesmo Lula, senador do PSDB-MG abre hoje agenda de viagens ao Sul e ao Nordeste 

Exatos 30 dias depois de se declarar à disposição do PSDB para disputar a sucessão presidencial de 2014 “contra Lula ou contra Dilma”, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) começa a se movimentar como candidato Brasil afora hoje. Vai abrir seu giro pelos Estados com uma visita ao Rio Grande do Sul e já planeja, para dezembro, uma agenda nordestina, tradicional reduto dos petistas.

A programação gaúcha traduzirá bem o modelo de visitas que o pré-candidato tucano quer adotar, mesclando reuniões políticas com palestras nas cinco regiões do País. “Minha ideia é, sem pressa, ir começando a falar um pouco do que pretendemos e pensamos para o Brasil”, diz ele.

Em outubro, Aécio disse com exclusividade ao Estado que está pronto para enfrentar Lula ou Dilma Rousseff em 2014, caso essa seja a vontade do partido.

Hoje, o senador mineiro almoça em Porto Alegre, onde terá um encontro com lideranças de seu partido e também do DEM, PPS, PP e PMDB. Decidido a pôr em prática o discurso em defesa da ampliação do leque de alianças das oposições, ele quer se reunir com lideranças representativas da base governista, como a senadora Ana Amélia (PP-RS) e o senador Pedro Simon (PMDB-RS). Em seguida, ele participará de um evento empresarial promovido pela Câmara dos Diretores Lojistas de Gramado.

O último mês do ano será dedicado ao Nordeste e a primeira visita será à capital baiana, com uma missão especial: Prestigiar o DEM liderado pelo deputado ACM Neto, no momento em que a legenda está ameaçada de extinção e seu líder está sendo assediado pelo PMDB da Bahia.

Discreto, Neto diz que, por enquanto só está prevista uma visita ao município de Dias d’Ávila, cidade da região metropolitana de Salvador. A prefeita Andrea Cajado fará uma grande festa para inaugurar o centro administrativo da cidade. A programação está sendo organizada pelo deputado Cláudio Cajado (DEM-BA), marido da prefeita.

Animado com a movimentação de Aécio, o líder ACM Neto diz que “as oposições precisam ter alternativas de poder para 2014”. Ele entende que o senador mineiro “é um nome que pode reunir todas as condições para representar este projeto”.

Adverte, no entanto, que a movimentação dele “não é excludente em relação a outras opções dentro do PSDB, nem dentro do próprio DEM, onde o senador Demóstenes Torres (GO) já se insinuou com candidato.

“Isto é só o início de uma longa travessia até 2014”, afirma o presidente do PSDB mineiro, deputado Marcus Pestana, para quem Aécio está “dosando” sua movimentação. “Ele diz claramente que não é hora de pôr candidaturas na rua e sim de prepararmos uma agenda para o Brasil. Mas é candidatíssimo e está à disposição do partido”, diz o deputado.

A programação nordestina se estenderá pelo Rio Grande do Norte e Pernambuco, do presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra.

Irregularidades com ministros e funcionários de alto escalão: Aécio critica governo Lula e Dilma por causa das denúncias de corrupção

Corrupção no Brasil, Corrupção no Governo do PT,  Fraudes, Irregularidades

Fonte: Veja Online

Aécio critica conivência do governo Dilma com corrupção

Sérgio Guerra, presidente do PSDB, pediu o afastamento do ministro do Trabalho. Edição de VEJA desta semana mostra cobrança de propina na pasta

O senador Aécio Neves (PSDB), ex-governador de Minas Gerais

O senador Aécio Neves (PSDB), ex-governador de Minas Gerais (Ayrton Vignola/Folha Imagem)

O senador e ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, fez nesta segunda-feira críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff e de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, e destacou a série de denúncias de corrupção que envolvem ministros e funcionários de alto escalão. “Para usar uma expressão da presidente, o malfeito para este governo só é malfeito quando vira escândalo. Até lá, é bem feito”, disse Aécio, na chegada ao seminário organizado pelo PSDB, no Rio de Janeiro. “O governo age reativamente.”

O presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), defendeu o afastamento do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, depois da revelação de um esquema de corrupção no ministério, mostrada por VEJA desta semana. “Todos os que forem denunciados com lógica e sentido devem sair”, afirmou Guerra.

Aécio definiu o seminário do partido como a “largada para um novo momento do PSDB”. Possível candidato à Presidência em 2014, Aécio disse, porém, que a discussão é sobre temas nacionais e não sobre eleições. E criticou o governo Lula por não ter “enfrentado contenciosos”, como a reforma previdenciária e política.

O seminário reúne tucanos como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador Geraldo Alckmin e economistas como Pérsio Arida e Armínio Fraga. O ex-governador de São Paulo José Serra, que estava em viagem ao exterior, não deverá participar. Alguns tucanos, no entanto, brincavam que ele ainda poderia aparecer, “atrasado, como sempre”.

(Com Agência Estado)

Leia também: Lupi afasta operador de esquema de extorsão no Trabalho

Link da matéria: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/aecio-critica-reacao-do-governo-a-casos-de-corrupcao