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Aécio vai resgatar municípios para Brasil voltar a crescer

Em visita a Presidente Prudente, Aécio Neves reforçou ainda o seu compromisso com o agronegócio e o crescimento da economia.

Aécio propostas

Fonte: Jogo do Poder

Aécio vai resgatar e fortalecer municípios para Brasil voltar a crescer

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reafirmou o compromisso neste sábado (06/09) de fazer um governo que vai fortalecer e resgatar os municípios brasileiros. Em visita a Presidente Prudente, interior de São Paulo, Aécio reforçou ainda o seu compromisso com o agronegócio e o crescimento da economia.

“O nosso governo será o governo da descentralização, o governo do resgate dos municípios brasileiros, para que eles tenham melhores condições de enfrentar as suas demandas. Serei o parceiro do agronegócio, não por circunstância, não por conveniência eleitoral, mas por absoluta convicção de que o governo federal vem faltando a um setor que tem sido essencial ao crescimento da nossa economia, à geração de renda, à geração de emprego”, afirmou.

O candidato reiterou que seu governo será parceiro “daqueles que produzem no campo”, para que o Brasil possa crescer cada vez mais competitivo. “O que falta é a ação do Estado, a simplificação do nosso sistema tributário, as obras de infraestrutura que dependem do governo federal, que vão possibilitar a diminuição do custo Brasil. Tenho um compromisso histórico com o resgate do setor do etanol, liquidado por uma ação irresponsável do atual governo federal”, acrescentou.

Estratégia

Em entrevista a jornalistas no aeroporto da cidade, Aécio destacou que sua principal estratégia de campanha será dizer o que pensa, com clareza.  “As minhas propostas são aquelas nas quais acreditei ao longo da minha vida. Todos somos, em grande parte, aquilo que fizemos. Defendo uma gestão cada vez mais eficiente. Me orgulho muito de ter visto ontem os indicadores do Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] – e cumprimento o governador Geraldo Alckmin, porque no ensino fundamental os avanços de São Paulo foram expressivos – mas comemoro o fato de Minas Gerais, o meu Estado, ter hoje a melhor educação fundamental do Brasil, nas primeiras e nas últimas séries. Este é apenas um exemplo de que o Brasil precisa de uma gestão eficiente. A clareza das nossas propostas, oposição a tudo isso que está aí, é que vai nos levar à vitória”, salientou.

Novo projeto

O candidato da Coligação Muda Brasil disse ainda que a atual presidente da República, Dilma Rousseff, perderá as eleições pela incapacidade que demonstrou em cumprir seus compromissos, deixando como herança “uma inflação saindo de controle, o Brasil em recessão e, do ponto de vista social, nossos indicadores piorando todo o tempo”.

“O que vou fazer a cada dia, daqui até 5 de outubro é, de forma muito clara, defender um novo projeto para o Brasil. Porque a mudança, isso é importante que fique claro, não se dá no dia da eleição, apenas com o nosso voto. Ela se inicia a partir de 1º de janeiro do próximo ano. E quem tem condições de fazer a mudança segura, resgatando a capacidade do Brasil crescer, gerar empregos, investindo novamente em parcerias com os Estados na saúde, na segurança pública, somos nós. Somos a única mudança segura. A mudança que o Brasil merece viver”, completou.

Encontro

Aécio visitou Presidente Prudente acompanhado do governador do Estado e candidato a reeleição Geraldo Alckmin, de Aloysio Nunes Ferreira, vice na chapa presidencial, e do deputado federal e presidente do PSDB de São Paulo, Duarte Nogueira. Em um auditório com capacidade para 1500 pessoas, na Associação Prudentina de Esportes Atléticos (APEA),Aécio participou do Grande Encontro de Lideranças do Pontal do Paranapanema, que reuniu centenas de prefeitos da região oeste de São Paulo.

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Conversa com Brasileiros trata da educação nesta terça

Conversa com Brasileiros: nesta terça-feira (9/09), será realizado o segundo hangout da campanha eleitoral da Coligação Muda Brasil.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Manter um diálogo franco e permanente com a sociedade é a principal motivação do site Conversa com Brasileiros. Nesta terça-feira (9/09), será realizado o segundo hangout da campanha eleitoral da Coligação Muda Brasil. Depois de abordar a saúde na estreia, no último dia 2, agora é a vez de discutir os rumos da educação no Brasil. O tema é uma das prioridades da campanha do candidato Aécio Neves à Presidência da República. O programa poderá ser acompanhado pela página www.conversacombrasileiros.com.br ou pelo YouTube.

A segunda conversa da campanha terá a participação de quatro convidados, Maria Helena Guimarães de Castro, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) entre 1995 e 2002, no governo FHC, e uma das responsáveis pela implantação do Enem; Claudio de Moura Castro, presidente do Conselho Consultivo da Faculdade Pitágoras; Ana Lucia Gazzola, ex-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e secretária de Educação de Minas Gerais, e Guiomar Namo de Mello, diretora-executiva da Fundação Victor Civita e ex-assessora do governador Mario Covas.

O hangout será realizado às 21 horas, logo após o horário eleitoral. A conversa sobre educação faz parte da rotina semanal de live streamings na plataforma do Google, na qual uma série de temas pré-estabelecidos serão debatidos para que os brasileiros possam conhecer melhor as propostas de Aécio Neves.

Aécio associa Marina ao PT: candidata vem do mesmo ‘núcleo que governa o Brasil’

Aécio Neves: “Eu estava lá denunciando o mensalão -, afirmando que apoiou o plano Real e a lei de Responsabilidade Fiscal”.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio associa Marina ao PT e diz que candidata vem do mesmo ‘núcleo que governa o Brasil’

Em Minas, tucano tenta desgastar ex-senadora e Dilma com mensalão

Em queda nas pesquisas de intenção de voto, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, adotou a estratégia de associar a candidata Marina Silva (PSB) ao PT, partido do governo. Em discurso a políticos de Minas, ele acusou Marina e Dilma de fazer um “silêncio obsequioso” diante das denúncias do mensalão. Aécio, que já chegou a dizer que Marinacopiava seu programa de governo, afirma agora que tanto a candidata como a presidente Dilma Rousseff, que concorre à reeleição, estão no mesmo campo e que a candidatura tucana representa a “travessia segura”.

– Eu estava lá denunciando o mensalão – disse Aécio, afirmando que apoiou o plano Real e a lei de Responsabilidade Fiscal: – As nossas adversárias não estavam desse lado. Estavam contra o Plano Real, contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e nos brindaram com um obsequioso silêncio no momento em que as mais graves denúncias surgiram sobre malfeitos do governo federal.

O candidato falou sobre o escândalo para uma plateia de tucanos em Belo Horizonte, onde ainda corre nos tribunais o julgamento do mensalão atribuído a integrantes de seu partido e ao publicitário Marcos Valério.

– A verdade é que começam a aparecer algumas semelhanças entre a candidatura oficial e a candidatura oriunda do PT que se apresenta agora no campo oposicionista. O Brasil não está preparado para novas aventuras. Não dá para jogarmos com o time da segunda ou terceira divisão – disse o tucano.

A declaração de Aécio ocorreu minutos depois de Marina, sofrendo ataques de PT e PSDB, se comparar ao ex-presidente Lula em seu programa de rádio. A propaganda também criticou a postura dos rivais. “No rádio e na TV, os adversários de Marina partiram para o ataque. Mas Marina está vacinada contra ataques”, disse uma voz no programa, para depois passar a palavra para a própria candidata.

— Eu vi muita gente desqualificando o Lula. O intelectual tinha que dar o aval para o operário se colocar como presidente da República — disse a ex-senadora — Esqueceram muito rápido do que nós tivemos que passar, mas eu não esqueci, o povo brasileiro não esqueceu.

Questionado se partiria para o ataque direto a Marina, que segundo as pesquisas de intenção de voto está em empate técnico com Dilma, Aécio sinalizou que a campanha pode endurecer o discurso:

– O Brasil não merece um novo quadro de insegurança. E é esse alerta que eu vou fazer Brasil afora – disse Aécio, para quem Marina traz “boas intenções”, mas “vem do mesmo núcleo que vem governando o Brasil, o PT, e que lá atrás se posicionou contra tudo isso que defende (hoje).

Além de lembrar a origem política de Marina, o tucano disse que o programa de governo do PSB é “inexequível”. O tucano minimizou o impacto das pesquisas de intenção de votos, que colocam Marina e Dilma em empate técnico, apontando para a vitória do PSB em um eventual segundo turno.

– Existe uma nova campanha. Até 30 dias atrás, nós tínhamos uma outra eleição, inclusive com outro candidato, que infelizmente foi vítima de um grave acidente e faleceu. Agora é uma nova campanha e o que nós temos de fazer é dizer que aquilo que nós defendemos a vida inteira é coerente com aquilo que nós praticamos lá atrás. Nossa vitória é essencial para que o Brasil não viva um novo risco, uma nova aventura – disse o candidato.

Para Aécio, o país vive danos do improviso do governo Dilma, e a candidata Marina seria nova aventura. Ainda segundo o tucano, a população estaria “assustada com a possibilidade de um novo improviso”.

Aécio retornou nessa quinta-feira à Minas Gerais, estado que governou, para o que chamou de “arrancada” de sua campanha. No estado, o candidato tucano Pimenta da Veiga subiu oito pontos segundo a pesquisa Datafolha divulgada hoje, mas continua atrás do candidato do PT, o ex-ministro Fernando Pimentel (32 a 24), para quem perderia em um eventual segundo turno, segundo a mesma pesquisa, por 41 a 28 pontos.

Para reanimar a campanha tucana, que esta semana anunciou a demissão de centenas de colaboradores, o PSDB reuniu em Belo Horizonte prefeitos de todo o estado. Depois do encontro com os dirigentes dos municípios, Aécio participou de almoço com parlamentares e seguiu em campanha para o interior do estado.

No encontro com os prefeitos, que reuniu centenas de pessoas, parlamentares e dirigentes do PSDB cobraram empenho dos aliados nos municípios. O prefeito de Barbacena, Antonio Andrada, citou o avô de AécioTancredo Neves, para dizer “não podemos nos dispersar”.

Biografia: game mostra história de Aécio Neves

Conheça a história de vida de Aécio Neves de um jeito diferente! Foram várias fases que o prepararam para ser a força que o Brasil precisa.

Biografia Aécio Neves

Fonte: Aécio 45

Da caminhada ao lado do avô Tancredo Neves à aprovação recorde de 92% em seu governo à frente de Minas Gerais, a marca de Aécio Neves é a excelência em gestão pública.

Em sua primeira eleição, em 1986, elegeu-se deputado federal com 236 mil votos, a maior votação registrada em Minas Gerais até então.

Na Câmara dos Deputados, implementou o Pacote Ético, programa que acabou com a imunidade parlamentar.

Sua gestão marcou um dos períodos de maior produção legislativa da história da Câmara dos Deputados e de profundas mudanças no Congresso brasileiro. Como presidente da Câmara, Aécio economizou cerca de R$ 100 milhões e, pela primeira vez na história, a Câmara devolveu dinheiro ao Tesouro Nacional para que pudesse ser investido em favor da população.

Em 2002, Aécio se candidatou ao governo de Minas Gerais e foi o primeiro governador em Minas eleito em primeiro turno, recebendo a maior votação da história do Estado até então.

Como governador, cortou o próprio salário em 45%  e implantou Choque de Gestão, programa que se tornou referência em administração pública no país.

Durante a sua gestão, Minas produziu grandes avanços na área social. Apesar de ser o Estado brasileiro com o maior número de municípios, foi o primeiro do Brasil a trazer as crianças mais cedo para a escola. Hoje, 93% das crianças leem e escrevem aos 8 anos (eram 48,7% em 2006).

Segundo dados do Ministério da Saúde, Minas possui o melhor sistema de saúde pública da região Sudeste.

Eleito senador de Minas Gerais com a maior votação da história do estado, apresentou  uma série de projetos de interesse da sociedade. Entre eles, os que tornam o Bolsa Família um programa de Estado e que ampliam as garantias dos beneficiários do programa.

Em 14 de junho de 2014, em convenção nacionalAécio foi escolhido o candidato do PSDB para a Presidência da República, dando início a mais uma etapa da sua vida: a de renovar a sua luta e o seu compromisso de trabalhar por um país justo, democrático e generoso com todos os brasileiros.

Luciano Pires diz que votará em Aécio Neves

Texto do escritor e palastrante motivacional faz um reflexão sobre a campanha presidencial e porquê vai votar em Aécio Neves.

Eleições 2014

Fonte: Página no Facebook de Luciano Pires 

Em quem vou votar pra presidente? É hora de me posicionar com clareza, esperando que nenhuma surpresa ocorra até as eleições. Não tenho aqui a intenção de convencer ninguém, a função deste texto é exclusivamente me posicionar para que quem me lê saiba qual lado defendo.

Tenho acompanhado atentamente cada movimento dos candidatos e esperei até assistir ao menos dois debates para ver se algo diferente surgia. Enquanto o PT não acertar um míssil em Marina, o que temos para agora é isso aí mesmo: AécioDilma e Marina são os três com chances de competir. Então não custa definir. Vamos lá.

1. Vou começar pelo mais fácil: meu imperativo categórico é tirar o PT do poder, o que significa que a decisão já tomada é que, num eventual segundo turno Dilma e mais um, meu voto será do mais um, não importa quem seja.

– Luciano, mas que obsessão é essa contra o PT?

Bem, tomei contato com o DNA do PT em 1979, antes do partido nascer. Naquela época eu estava no movimento estudantil em São Paulo, participando de passeatas pela volta do irmão do Henfil, pela anistia ampla, geral e irrestrita. Participei de algumas “plenárias” com presença de representantes de sindicatos, inclusive dos metalúrgicos. Minha antipatia nasceu quando percebi que a tal “política sindical” resumia-se a uma frase:

– Ah, não concorda com nossos argumentos? Não tem problema, vamos quebrar seu braço.

Ali percebi a truculência, o vale tudo, o “tudo bem se me convém” do DNA sindical do PT e que se revelou na plenitude (embora exista quem não consiga enxergar) assim que o partido assumiu o poder. Para encurtar, empresto umas palavras de uma eminente representante da inteligência petista para explicitar minha posição com relação ao PT:

Porque sou contra o PT? Não é só por razões teóricas e políticas. É porque eu odeio o PT. O PT é o atraso de vida, o PT é a estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, terrorista. O PT é uma abominação política, porque ele é fascista. Ele é uma abominação ética porque ele é violento. E ele é uma abominação cognitiva porque é ignorante. Fim.

Faltaram uns atributos como mentiroso, dissimulado, etc, mas o desabafo da dona Marilena tá de bom tamanho.

Portanto, para o bem do Brasil, fora PT!

2. Quando Eduardo Campos estava no jogo, em alguns momentos cheguei a pensar num voto simbólico no primeiro turno para dar peso ao candidato que eu sabia que não iria para o segundo turno. Os outros? Luciana Genro escapou do Jurassic Park, o Eduardo do PV parece o Suplicy com um parafuso a mais. Solto. O Levi.. bem, quero saber que tinta ele usa no bigode. E cheguei a ficar curioso com o pastor até ele dizer “seje” e “estrupa”.

E aí caiu o avião.

3. Vamos então ver Aécio. Infelizmente o PSDB, com sua social democracia esculhambada, é um partido de esquerda (já expliquei isso anteriormente), curiosamente com uma profunda dificuldade de falar ao povo, repleto de inimigos internos que se fingem de amigos, preocupado em parecer certinho, bonitinho, bonzinho, e certamente com rabo preso em maracutaias como todos os outros partidos. Não tem santos. Só essa pode ser a explicação para sua frouxidão ao não botar a boca no trombone cumprindo o papel de oposição que deveria ter aprendido com o PT. É um ajuntamento político e, analisando seu comportamento eleitoral, posso recitar sem medo uma frase que adoro: “Ninguém é tão burro quanto a soma de todos nós.”

Os tucanos são péssimos em comunicação, o que seria resolvido se contratassem o marqueteiro do PT para aprender a explicar para o povo o que fizeram e o que ainda precisa ser feito.

O que me mantém na direção do PSDB com Aécio (como seria se fosse Serra, Alckmin ou qualquer outro medalhão do partido) é que, diferente do PT, eles têm gente inteligente e competente do ponto de vista da gestão, inclusive alguns dos responsáveis pelo Plano Real, gente que sabe diagnosticar os problemas e que conhece as soluções. Não têm a mente emburrecida por ideologias jurássicas e não tratam corruptos como heróis. O PSDB não faz parte do Foro de São Paulo e, quando tenta me tratar como idiota, parece idiota. E o Aécio, quando mente, ao menos fica vermelho…

Minha preocupação: se Aécio ganhar o PT incendeia o Brasil no dia seguinte. Teremos pelo menos 4 anos de conflitos sociais sérios (se não acabar antes… o PT já esteve na linha de frente que “impichou” um) . E o bicho vai pegar na tentativa de criar uma situação caótica que só será superada com a chegada do Redentor em 2018. A perspectiva é apavorante, custará caro, mas – aproveitando a estréia de Hércules nos cinemas – quanto mais demorar para enfrentar a Hidra, mais forte ela fica.

Pensando progressivamente com uma “política de redução de danos”, concluo que o PSDB, trará menos mal ao Brasil que a permanência do PT.

Mas… e Marina?

4. Bem, Marina tem um vício de origem: também vem de política sindical. É membro fundadora do PT, participou durante anos do governo que agora ataca, está usando um partido para se eleger e o cuspirá fora na primeira oportunidade, tem afinidades superficiais com seus companheiros de campanha, tem uma conversa difícil de entender e repleta de chavões progressistas de quem acha que sabe o sentido da vida. (hoje no debate ela usou até o “ponto futuro” do saudoso Cláudio Coutinho. Não sabe o que é? Google). Não gosto dessa coisa messiânica ungida pelos deuses, da postura carola, do papo de povos da floresta. É autoritária, o que até poderia ser um atributo bom se o tal progressismo não fosse sua bíblia. É, em suma, uma representante da velha política com xale novo, só isso. E tem uma estrelinha vermelha no coração. Temo que ela corra para o abraço à primeira lágrima de crocodilo do Redentor.

Apesar do palavrório ininteligível, talvez por causa da postura messiânica, da origem humilde que a equipara a Lula e da figura frágil de santa penitente, tem grande empatia popular e fala coisas que o povo quer ouvir. Mas como quer ouvir, se não entende? Bem, sabe quando você vai à igreja ou templo e o padre ou pastor lê aquelas longas passagens bíblicas, absolutamente ininteligíveis, e o povo permanece contrito e respeitoso? Pois é. Muita gente não precisa compreender pra imaginar que tem algo de santo sendo dito lá. Assim é Marina.

Ela tem na equipe os Capilés da vida, gente perigosíssima, mas tem gente muito boa também, alguns até admiráveis, o que aumenta minha desconfiança de que é questão de tempo para que pulem fora do barco quando perceberem que seu pragmatismo será triturado pelo pragmatismo da Rede. Já vimos isso acontecer com o PT.

Enfim, Marina não convence. Meu voto só será dela por conta de meu imperativo categórico: tirar o PT do poder.

Resumindo:

Voto em Aécio no primeiro turno.

Dando Aécio e Dilma no segundo, voto Aécio.

Dando Aécio e Marina no segundo, voto Aécio.

Dando Dilma e Marina no segundo, voto Marina.

E que Deus tenha pena do Brasil.

Aécio Neves: propostas concretas em debate na Band

Candidato anuncia Armínio Fraga como ministro da Fazenda para garantir previsibilidade e segurança na condução da política econômica.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder 

DEBATE BAND

Aécio é o único a apresentar propostas concretas para mudar o Brasil

Candidato anuncia ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga como ministro da Fazenda para garantir previsibilidade e segurança na condução da política econômica do novo governo

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, foi o único a apresentar propostas concretas para realizar as mudanças desejadas pela população brasileira durante debate na Rede Bandeirantes, que reuniu sete candidatos ao Palácio do Planalto, na noite desta terça-feira (26/08). Ao se dirigir aos eleitores durante as considerações finais, Aécio anunciou que o ministro da Fazenda de seu governo será o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, numa demonstração clara de que garantirá previsibilidade e segurança na condução da política econômica.

Em aproximadamente três horas de debate, Aécio detalhou suas propostas para áreas de segurança pública, mercado de trabalho, jovens carentes, reforma política, energia e mobilidade urbana. Além disso, mostrou que é o candidato com propostas mais firmes para fortalecer a saúde, a educação e o emprego. Aécio também reiterou que vai adotar uma política econômica para enfrentar a inflação em alta e o baixo crescimento do país.

“O Brasil não comporta novas aventuras, improvisos. Ofereço o caminho da segurança, da responsabilidade fiscal. Se eleito presidente da República, se merecer a sua confiança, [quero] dizer de forma clara aquilo que pretendo fazer: nomearei como ministro da Fazenda um dos economistas mais respeitados do mundo, o ex-presidente do Banco Central, um dos formuladores do tripé macroeconômico, Armínio Fraga”, anunciou Aécio.

Críticas

O candidato criticou a maneira como a presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, conduziu o Brasil nos últimos quatro anos e alertou para incoerências e contradições da candidata do PSBMarina Silva.

Ao ser questionado sobre o que fará em segurança públicaAécio voltou a defender que é preciso adotar uma política nacional para combater a criminalidade, unificar as ações das polícias civil e militar, reformar os códigos penal e processual penal e não bloquear o repasse de recursos para a área, além de realizar parcerias com os Estados.

“É preciso uma articulação definitiva do poder central com os Estados. Todos sabemos que o tráfico de drogas e o tráfico de armas não são responsabilidade dos Estados. É responsabilidade da União. E as nossas fronteiras infelizmente não vêm tendo a segurança e os investimentos prometidos há quatro anos. Uma Política Nacional de Segurança Públicacoordenada pelo governo federal é essencial para diminuirmos a insegurança no Brasil”, afirmou .

Exemplos

Aécio afirmou que fará no Brasil o que já realizou durante seus dois mandatos à frente do governo de Minas Gerais. A taxa de homicídios, entre 2003 e 2010 no Estado, teve redução de 18%. Em 2010, chegou a 14,7 homicídios por grupo de 100 mil habitantes, uma das mais baixas do país. Já a taxa de homicídios do Brasil ficou 1,8% maior nesse mesmo período. Com Aécio Neves no governo, Minas foi o Estado que mais investiu em segurança no Brasil: foram 13,4% dos gastos totais do Estado.

Ao ser questionado pela candidata do PT, a atual presidente, Dilma Rousseff, sobre qual sua política para o mercado de trabalho, Aécio criticou o governo petista dizendo que a atual administração não tem proposta para melhorar o futuro dos brasileiros, tampouco capacidade de gerar emprego e confiança dos investidores. “Estamos preparados para fazer o Brasil voltar a crescer e gerar empregos cada vez de melhor qualidade”, disse.

Eficiência

Além de propor ações para retomar a geração sustentável e crescente de emprego, Aécio prometeu conter a disparada da inflação, lembrando que o poder de compra da população nas feiras livres, por exemplo, foi corroído nos últimos seis meses.

Para demonstrar a maior capacidade de administrar o Brasil, o candidato aproveitou para lembrar suas experiências como governador de Minas Gerais, estado que se tornou referência internacional ao implantar a avaliação de desempenho de 100% dos servidores públicos.

“Quando assumi o Governo de Minas, reduzi 1/3 das secretarias e enxuguei os cargos comissionados. Elegemos a educação como prioridade. Chegamos ao final do mandato como a melhor educação do Brasil”, afirmou Aécio. “Falta no Brasil eficiência na gestão pública, que foi entregue a um punhado de partidos”, acrescentou.

Como exemplo na área educacional, Aécio reiterou o compromisso de levar para todo o Brasil o programa Poupança Jovem, alternativa para estudantes que precisam de financiamento para manter seus estudos. “Não é uma política de assistencialismo. Dá alternativa ao jovem, que pode ter como concorrente o tráfico e o crime”, afirmou.

Reforma política e fortalecimento da Petrobras

Aécio defendeu ainda uma reforma política com adoção do voto distrital misto e fim da reeleição, com mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos. Ele reforçou, no entanto, que essa não é posição consensual dentro do PSDB.

O candidato também sublinhou o compromisso de fortalecer a Petrobras e lançou um desafio à presidente ao perguntar se ela se desculparia junto ao povo brasileiro pela gestão irresponsável na estatal. “É realmente uma leviandade a forma que a Petrobras vem sendo administrada. É a Polícia Federal que diz que há uma organização criminosa lá. Um colega seu de diretoria está preso hoje. As denúncias que aí estão são extremamente graves e a senhora não pode se esquivar de respondê-las”, afirmou.

Aécio Neves fez uma defesa em favor da democracia representativa e do fortalecimento das instituições brasileiras. “A democracia pressupõe instituições sólidas. Participação popular é essencial, mas a formatação que busca trazer o PT é algo que já de início avilta o poder soberano que é eleito pela sociedade brasileira”, afirmou Aécio Neves.

Nordeste: Aécio diz que desenvolvimento é prioridade

Aécio disse que a conclusão das obras da Transposição do Rio São Francisco é prioridade, assim com a manutenção dos programas sociais.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Assuntos: eleições 2014; desenvolvimento regional; Nordeste Forte; irrigação
Sobre desenvolvimento regional e compromissos.

[É prioridade] a conclusão das obras permanentemente adiadas pela incompetência desse governo. A conclusão da Transposição do São Francisco é prioridade absoluta do nosso governo. Os programas sociais, como o Bolsa Família, não serão apenas mantidos, serão ampliados para atender aqueles que menos têm. Mas serei o presidente do desenvolvimento e principalmente do desenvolvimento regional. Teremos políticas públicas específicas para essa região, que passam pela simplificação do sistema tributário com situações específicas para investimentos que venham pra cá. Teremos uma preocupação clara com a conclusão de todos os gargalos de infraestrutura que têm impedido aqueles que aqui produzem de produzirem com maior competitividade.

Serei o governo da Segurança Pública. O Governo Aécio Neves é um governo que não vai se omitir, como o atual governo. E vai conduzir uma política nacional de segurança, impedindo o contingenciamento de recursos, fazendo uma profunda reforma no Código Penal e no Código de Processo Penal para que a impunidade não continue a imperar Brasil afora. E vamos colocar policiais nas ruas. O governo federal vai subsidiar os Estados para que todos os policiais que estão hoje em serviços administrativos possam cumprir a função para a qual foram preparados. E, ao final, seremos o governo da generosidade na saúde pública. O governo do PT, ao longo dos últimos 12 anos, vem reduzindo ano a ano a participação federal no financiamento da saúde pública no Brasil.

Vamos ser o governo não apenas do financiamento, mas da gestão e principalmente dos investimentos regionalizados. Já tem uma demanda do governador Cássio Cunha Lima, vamos trazer para essa região as clínicas de especialidades, onde o cidadão chega, se consulta com os especialistas, faz os exames e já sai dali medicado, com os remédios. Temos que dar uma nova qualificação no atendimento de saúde pública aos que menos têm.

Sobre propostas para a Paraíba e o Nordeste Forte

Me referi aqui a obras de infraestrutura, mas há um compromisso meu com o Cássio de buscar trazer o desenvolvimento e a indústria novamente para a Paraíba. Temos que reaquecer o polo industrial da Paraíba. Existem potencialidades extraordinárias que podem ser exploradas, mas só serão se conseguirmos fazer o governo crescer. Governei Minas Gerais, que tem uma região nordeste incrustrada em nosso Estado, para muito orgulho nosso. Terminei o meu governo gastando três vezes mais na região de menor IDH do que nas regiões mais ricas. E quando vencer as eleições, esse é o meu compromisso: os investimentos prioritários começarão por aqui.

Estarei ao lado do governador Cássio, ao lado do governador José Agripino, que nos acompanha, no próximo sábado, lançando em Salvador o programa que estamos chamando de Nordeste Forte, que passa por investimentos em irrigação no nosso semiárido, passa também pela questão tributária, a qual eu me referi, específica para essa região. Vamos definir quais são esses principais gargalos de infraestrutura e vamos dar um choque de infraestrutura no Brasil. Mas vamos principalmente estabelecer quais as vocações especificas de cada uma das nossas microrregiões. E, ao final, estarei anunciando no sábado, e antecipo pra vocês, vamos refundar a Federação no Brasil.

Vamos dotar os municípios novamente de condições de eles próprios enfrentarem as suas dificuldades, porque o Brasil se transformou num Estado unitário hoje. Apenas o governo federal tudo tem. Apenas o governo federal tudo pode e todos dele são dependentes. O nosso governo será o governo da descentralização. E repito, tenho compromisso com o governador Cássio de trazer novos e importantes investimentos que vão gerar renda e desenvolvimento para essa região, obviamente acompanhados da qualificação, porque educação é sempre aquilo que há de mais importante para transformarmos a realidade de qualquer região do país, e na Paraíba não é diferente.

Sobre a seca.

Essa é uma questão histórica. Você, obviamente, não muda o clima, mas pode minimizar os efeitos da seca e da estiagem com políticas públicas específicas para essa região. Me referi aqui à Transposição, que já poderia estar minimizando o sofrimento de milhões de paraibanos, de nordestinos de todas as regiões. Sabemos que existem também já cidades onde falta água para o consumo humano, isso é inaceitável em um país com as potencialidades do Brasil. Temos políticas específicas de irrigação para o nosso semiárido, inclusive, que vocês vão conhecer em detalhes no próximo sábado.

O que quero dizer de forma muito clara é que sempre defendi que as regiões desiguais devem ser tratadas de forma desigual, porque só dessa forma você vai diminuir as desigualdades. Eu serei, como foi há 60 anos um presidente mineiro, talvez o primeiro a colocar um olhar mais generoso para essa região, que foi Juscelino Kubitscheck, com a criação da Sudene. Quero dizer que 60 anos se passaram, e eu serei o novo presidente do Nordeste brasileiro.

Não sei contra quem, mas estarei no segundo turno, afirma Aécio

“Eleição tem muita especulação”, afirmou. “Não sei contra quem eu vou, mas garanto que estarei no segundo turno”, concluiu.

Eleições 2014

Fonte: Valor Econômico 

Não sei contra quem, mas estarei no segundo turno, diz Aécio

O candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, Aécio Neves, minimizou nessa quarta-feira as informações de que os tucanos estariam preocupados com o enfraquecimento de sua campanha após a entrada da ex-senadora Marina Silva no páreo presidencial pelo PSB.

“Eleição tem muita especulação”, afirmou. ” Não sei contra quem eu vou, mas garanto que estarei no segundo turno”, concluiu.

O tucano falou sobre o assunto ao encerrar um evento com sindicalistas vinculados a três centrais na tarde desta quarta. Ele disse que, se eleito, terá diálogo permanente com as categorias e acusou a presidente Dilma Rousseff (PT) de governar de costas para os trabalhadores.

Ele voltou a dizer que o PT “mente” e espalha boatos de que, com ele na Presidência, não haverá mais aumento real do salário mínimo. “Os que fracassaram devem deixar o caminho aberto”, disse. O candidato disse ainda que o partido de Dilma “se apequenou ao assumir o poder”. Aécio recebeu uma pauta de reivindicações dos sindicalistas que discursaram a seu favor. O evento foi organizado pela Força Sindical, que apoia o tucano.

Saúde: Aécio Neves diz que corrigirá tabela do SUS

“Vamos enfrentar essa situação com o aumento do financiamento com base em propostas que já tramitam no Senado”, comentou Aécio.

SUS na UTI

Fonte: O Estado de S.Paulo

Aécio Neves promete corrigir tabela do SUS

Candidato tucano não comentou como reajustará os valores: ‘Só vou tratar dos mínimos detalhes quando estiver no governo’

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, prometeu nessa quarta-feira, 20, caso eleito, corrigir a defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), uma das maiores reivindicações da classe médica brasileira. Após visita ao comércio no Brás, no centro da capital paulista, ao lado do governador e candidato à reeleição Geraldo Alckmin (PSDB)Aécio disse: “É necessário que a tabela do SUS seja corrigida, mas você não vai acabar com a defasagem da noite para o dia”, admitiu, evitando entrar em detalhes sobre a maneira de fazer essa correção.

Segundo Aécio, é possível corrigir tais defasagens à medida que se dê prioridade à área da saúde, ao contrário, de acordo com ele, do que vem fazendo o governo da presidente Dilma Rousseff. “Vamos enfrentar essa situação com o aumento do financiamento com base em propostas que já tramitam no Senado, mas só vou tratar dos mínimos detalhes quando estiver no governo e com todas as informações de que hoje não dispomos”, afirmou, depois de visitar um projeto de prevenção do câncer de mama do governo paulista.

Na avaliação do tucano é possível resolver os gargalos da área da saúde com previsibilidade e metas, condições que, no seu entender, não estão presentes na gestão petista. Após a agenda no BrásAécio tem um encontro nesta tarde com sindicalistas de todo o País, na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade. Trabalhadores e representantes sindicais ligados à Força Sindical, à UGT e à Nova Central já estão no local aguardando o presidenciável e o governador. A agenda foi organizada pelo presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força.

Aécio proposta: simplificação do sistema tributário

Aécio: “Quero registrar de forma clara: essa região terá prioridade absoluta nas nossas ações de governo, no grande choque de infraestrutura”.

Aécio: investir para crescer

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Cuiabá (MT) – 19-08-14

(Seguem trechos)
 
Assuntos: eleições 2014; agronegócio; ministérios; infraestrutura; economia; Federação; Pedro Taques
 
Sobre Agronegócio e ministérios.

Será uma das maiores prioridades do meu governo dar condições para que o agronegócio avance no Brasil. Eu vou criar aquilo que eu já chamei do Superministério do Agronegócio, um ministério que vai ter uma interlocução em pé de igualdade com o Ministério da Fazenda, com o Ministério do Planejamento, na definição do orçamento, com oMinistério da Infraestrutura, na definição de quais os investimentos necessários a ampliar a competitividade de quem produz no Brasil. Vou, logo no inicio do governo, enviar uma proposta de simplificação do nosso sistema tributário para também diminuir o custo Brasil, que é grande entrave a quem produz hoje no campo.

Somos os mais produtivos da porteira para dentro e quando vamos da porteira pra fora falta tudo. Falta rodovia, falta ferrovia, falta hidrovia, faltam portos competitivos. O meu governo vai ser o governo do estímulo a quem produz, a quem trabalha no Brasil. E venho hoje mais uma vez ao Mato Grosso, a Cuiabá, ao lado do companheiro Pedro Taques , reafirmar esse compromisso com o Brasil produtivo, com o Brasil que gera divisas, com o Brasil que gera renda, com o Brasil que gera emprego.

Todos os brasileiros de todas as partes do Brasil devem reconhecer o esforço que essa região vem fazendo, mesmo com a ausência de um governo que planeje, de um governo que seja parceiro. Venho oferecer isso, uma grande parceria para que o Centro-Oeste brasileiro, o Mato Grosso, em especial, possa se desenvolver. Não fosse a força doagronegócio estaríamos com o crescimento negativo na nossa economia.

É aqui que temos que encontrar as formas de garantirmos cada vez maior competitividade e, mais do que isso, novos mercados para quem produz no Brasil. A nossa politica externa é esquizofrênica, privilegia o alinhamento ideológico em detrimento do pragmatismo, da abertura de novos mercados que seriam necessários para que quem produz aqui possa cada vez crescer mais.

Sobre investimentos em logística na região.

O meu governo terá uma vertente muito clara de privilegiar ferrovias e hidrovias, abandonadas muitas delas nesse governo.  A Tapajós – Teles Pires, a Paraguai – Paraná, falamos disso da outra vez. A BR 163 precisamos fazer com que seja concluída e levá-la até o seu vetor norte, até o Pará, Santarém.

A grande verdade é que falta ao Brasil um governo que planeje, que inicie as obras e entregue essas obras no prazo e no preço acertado. Não existe desperdício maior do dinheiro público do que uma obra que se inicia e não é concluída por incapacidade do governo, por impedimento de toda ordem. O nosso governo vai aliar decência e eficiência e quero aqui registrar de forma muito clara: essa região terá uma prioridade absoluta nas nossas ações de governo, no grande choque de infraestrutura que vamos iniciar após 1° de janeiro do ano que vem.

A diminuição do custo Brasil passa, em primeiro lugar, por investimentos em infraestrutura que possam garantir maior competitividade a quem produz. Em segundo lugar, por algo essencial que é a simplificação do nosso sistema tributário para em médio prazo temos também a diminuição da carga. E, em terceiro lugar, segurança jurídica para quem produz. O Brasil precisa de paz. Paz no campo, paz nas cidades, para sairmos da situação hoje vexatória de sermos o lanterna em crescimento na nossa região, na América do Sul, vendo, infelizmente, novamente [ameaçadas] aquelas principais conquistas que nos trouxeram até aqui, como a da estabilidade econômica, colocada em risco pela leniência do atual governo no combate a inflação.

Sobre agronegócio e meio ambiente.

Acho que esse é um falso dilema, uma falsa questão. Tivemos desde 1990 um aumento de algo em torno de 40% da área plantada no Brasil e, ao mesmo tempo, a produção brasileira aumentou 220%. É uma demonstração clara de que há compatibilidade sim entre o agronegócio e a preservação ambiental. Essa é agenda do futuro. O setor produtivo brasileiro que produz no campo, em sua grande maioria, tem enormes preocupações ambientais. Cabe o governo, por exemplo, fortalecendo a Embrapa, criar melhores condições, investindo em ciência, em tecnologia, para ajudar o produtor a compatibilizar o crescimento da sua produção com o aumento de produtividade, com a preservação ambiental. O nosso governo será o governo do estímulo ao aumento da produção, mas sempre atento a dar condições para que o meio ambiente seja preservado.

Sobre Ministério da Agricultura.

No dia 1º de janeiro de 2015 estarei cortando pela metade o atual número de ministério. Considero quase que um acinte à população brasileira você ter hoje 39 ministérios que não entregam, ao final, praticamente nada. Ministérios que servem muito mais para acomodar companheiros, para garantir alguns segundos a mais na propaganda eleitoral, do que efetivamente para melhorar a qualidade dos serviços públicos. Tenho dito, e quero aqui reafirmar, que criarei o Superministério da Agricultura, com poderes de negociação com o Ministério da Fazenda, com o Ministério do Planejamento e com o Ministério da Infraestrutura. Teremos no Ministério da Agricultura pessoas do setor, e tirarei, definitivamente, o Ministério da Agricultura do loteamento partidário. O Brasil não merece o que vem acontecendo ao longo dos últimos anos.

Sobre Ministério da Segurança Pública e Justiça.

E o Ministério da Justiça se transformará no Ministério da Segurança Pública e Justiça, com proibição de contingenciamento dos recursos da área. Infelizmente, nesses três anos e meio da atual presidente da República, do orçamento do Fundo Nacional de Segurança [Pública] menos de 40% foram executados – está aqui o governador Pedro Taques que conhece como poucos essa questão. Do Fundo Penitenciário, 10,5% apenas foram executados. Vamos promover uma profunda reforma, até porque, conduzida por Pedro Taques, essa proposta já está avançada no Congresso Nacional, infelizmente a base do governo não permitiu que fosse votada, uma reforma do Código Penal e do Código do Processo Penal, para que o sentimento de impunidade que existe hoje no Brasil não seja mais um fator a estimular a criminalidade.

Temos hoje no Brasil algo em torno de 550 mil policiais, entre civis em militares, em todos os estados brasileiros. Cerca de 15% desse contingente estão em serviço administrativo. Uma medida simples, fácil de ser resolvida, é o governo federal apoiar os estados pagando salário de funcionários administrativos para cumprirem essas funções e esses 15% irem para as ruas, para cumprirem as funções para as quais foram treinados e preparados. Teríamos um contingente de cerca de 670 mil pessoas já imediatamente nas ruas. E o meu governo vai coordenar uma política nacional de segurança, o que não existe hoje. Controle de fronteiras é responsabilidade da União, e as drogas e armas não são produzidas no Brasil, vêm dos nossos vizinhos, e o governo aceita isso como se não tivesse qualquer responsabilidade com essa questão.

Vamos reequipar a polícia federal, parcerias com as forças armadas. A polícia federal tem no orçamento de 2014 o menor orçamento desde o ano de 2009. Me lembro que a então candidata a presidente da República, atual presidente, anunciou às vésperas do último debate que iria colocar em funcionamento 14 VANTs – veículos aéreos não tripulados –, uma nova tecnologia a serviço da segurança. Quatro anos se passaram e apenas dois estão em uso, mesmo assim, precariamente, apenas para citar o exemplo entre o descompromisso entre aquilo que se propõe e aquilo que efetivamente se entrega.

Sobre o governo federal.

O meu governo será o governo da responsabilidade, vai ser o governo do reaquecimento da nossa economia, porque vamos gerar credibilidade para que os investidores estrangeiros, e mesmo os privados nacionais, voltem a produzir no Brasil. Quero que a taxa de investimentos da nossa economia salte em, quatro anos, dos atuais 18% para algo em torno de 24%. Vamos fazer uma gestão parceira com o setor privado, para que possamos superar esses gargalos de logística que ainda impedem um crescimento maior da nossa economia.

O atual governo também falhou. Falhou na condução da economia, nos deixará como legado inflação saindo do controle e crescimento pífio emoldurado pela perda crescimento da nossa credibilidade. Fracassou na gestão do Estado, como disse, o Brasil é um cemitério de obras inacabadas por toda a parte. E fracassou na condução da melhoria dos nossos indicadores sociais. Na segurança, a omissão é criminosa. Na saúde, a qualidade é cada ano pior, com o governo a cada ano participando com menos recursos do conjunto dos investimentos em saúde. E, na educação, em qualquer ranking respeitável internacional, estamos na lanterna.

O Brasil não merece esse crescimento medíocre que vem tendo, não merece continuar vendo empregos que poderiam estar sendo gerados aqui sendo gerados em outras regiões do mundo. Vamos alinhar nossa política externa com o pragmatismo que sempre a orientou no passado, abrindo novos mercados para quem produz no Brasil. O meu governo vai ser o governo da segurança, do trabalho, e certamente o governo que vai dar exemplos, também, de ética na condução da coisa pública.

Sobre Pedro Taques.

Pedro Taques é um dos mais qualificados quadro da vida pública brasileira. Quero dizer de forma muito clara, já que coloco mais uma vez os pés em Mato Grosso, na sua capital. Pedro Taques é, na minha avaliação, um dos mais completos homens públicos da sua geração. Ele é admirado pelos seus companheiros, mas é também respeitado pelos seus adversários. A vida pública precisa de Pedro Taques vencendo as eleições. E quero oferecer a Pedro, à população do Mato Grosso, a todos os companheiros que estão aqui, ao presidente do meu partido, Nilson Leitão, uma grande parceria. Uma parceria que não foi feita até aqui na história do governo federal com Mato Grosso para que os municípios se fortaleçam e para que o Estado tenha condições de cada vez mais ajudar ao Brasil a se desenvolver.

Sobre Pacto Federativo.

Tenho já há muitos anos, desde quando fui governador de Minas Gerais, sido um dos mais ferrenhos defensores da refundação da Federação. O Brasil está se transformando em um Estado unitário, apenas o governo federal tudo tem e tudo pode e todos dele acabam sendo dependentes. Um país das dimensões e da complexidade do Brasil não pode ser administrado de forma tão centralizada. Todos os itens da agenda da Federação foram adiados pelo atual governo. Desde a renegociação dos Estados, passando por propostas, inclusive uma de minha autoria, que impedem as desonerações de tributos incidentes sobre a base de arrecadação de municípios e dos Estados – permite ao governo federal faça as desonerações quando achar adequadas por questões especificas, sazonalidade ou por ocorrência desleal de determinado setor da economia, mas sobre a parcela de receita que lhe cabe. Precisamos rapidamente reorganizar e reequilibrar a Federação. Mas para isso é preciso um governo que tenha generosidade e o nosso terá.