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Governo de Minas: universidade Estadual de Montes Claros prepara o I Congresso de Ciências Humanas

O evento que está previsto para o mês de agosto irá proporcionar novos desafios para os alunos

Ascom/Unimontes
Professores discutem conteúdo do I Congresso de Ciências Humanas
Professores discutem conteúdo do I Congresso de Ciências Humanas

Avaliar o curso de graduação e pós-graduação e discutir novas perspectivas para as atividades de ensino, pesquisa e extensão são os principais objetivos do I Congresso de Ciências Humanas da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes).

O conteúdo programático do evento será elaborado pelo Conselho de ciências humanas (CCH). A primeira reunião para discutir esse tema foi na terça-feira (10). A ideia é realizar palestras, mesas redondas, conferências com professores, dirigentes da instituição e especialistas convidados, apresentar  trabalhos científico e publicação de resumos.

“Como proposta coletiva, o Congresso permitirá à comunidade acadêmica debater medidas concretas para a revitalização das licenciaturas em Ciências Humanas, além de apresentar resultados – e ao mesmo tempo demandas – dos projetos de pesquisa, de estágios e da formação inicial, para o acadêmico, e da formação continuada do docente”, observa Antônio Wagner Veloso Rocha, diretor do CCH.

O evento que tem o apoio da Fundação de amparo à pesquisa do estado de Minas Gerais (Fapemig), da Coordenação de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior (Capes) e do Ministério da Educação será realizado entre os dias 8 e 10 de agosto no campus-sede.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/universidade-estadual-de-montes-claros-prepara-o-i-congresso-de-ciencias-humanas/

Governo de Minas: Fapemig libera recursos para institutos nacionais de ciência e tecnologia

Projetos contemplados receberão, ao todo, recursos da ordem de R$ 10,4 milhões

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) libera a partir desta sexta-feira (16) recursos para a continuidade das pesquisas dos três primeiros Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) de Minas Gerais que passaram pela avaliação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os projetos contemplados são: Medicina Molecular, Nano-biofarmacêutica e Estruturas Inteligentes para Inovação em Engenharia. Eles receberão, ao todo, R$ 10,4 milhões, sendo que a Fapemig investirá R$ 4,6 milhões, a Petrobrás R$ 1,3 milhão e o restante será financiado pelo CNPq.

Todos os 13 INCTs de Minas Gerais aprovados no primeiro edital do programa, lançado pelo CNPq em 2008, receberão financiamento ao longo de cinco anos, conforme previsto, pois foram avaliados com sucesso em 2010 tanto no seminário local quanto no nacional. Como decorrência da avaliação nacional de todos os projetos, em 2011, o Programa dos INCTs foi analisado pelo Comitê do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que decidiu por sua continuidade.

Por terem sido os primeiros a iniciarem suas atividades no Estado, os três INCTs citados apresentaram suas propostas para continuidade dos projetos ao longo dos próximos dois anos. Estas propostas foram analisadas por consultores ad-hoc e aprovadas pelo CNPq.

Seguindo os prazos previstos, todos os outros dez INCTs de Minas Gerais estão passando por procedimento similares e, ainda no primeiro semestre de 2012, devem ter seus processos prorrogados e novos investimentos vão garantir a continuidade do Programa.

INCTs

O Programa INCTs foi lançado em 2008 pelo CNPq que, com recursos próprios e de parceiros, entre eles, a Fapemig destinou mais de R$ 600 milhões a grupos de pesquisa em todo o país, possibilitando a formação de 123 INCTs. O programa tem o objetivo de mobilizar e agregar, de forma articulada, os melhores grupos de pesquisa em áreas estratégicas para o Brasil, além de impulsionar a pesquisa científica básica e estimular o desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica de ponta.

Em Minas Gerais, são 13 INCTs, que congregam universidades e centros de pesquisas em atividades voltadas para áreas específicas do conhecimento. No primeiro investimento, os INCTs mineiros receberam R$ 72 milhões, sendo metade proveniente da FAPEMIG e metade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os recursos vindos da Fapemig foram pagos em três parcelas: em 2009, 2010 e 2011, totalizando R$ 36 milhões.

Além da Fapemig, o Programa do CNPq tem como parceiros a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Ministério da Saúde (MS), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e as Fundações de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), do Pará (Fapespa), de São Paulo (Fapesp), do Rio de Janeiro (Faperj) e de Santa Catarina (Fapesc).

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: Fapemig libera R$ 27 milhões para projetos aprovados em editais

Recursos são destinados a projetos aprovados em editais publicados em 2011

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) libera o total de R$ 27 milhões de recursos para projetos aprovados em editais publicados em 2011. Confira quais são os programas:

Universal

O edital Universal aprovou 750 projetos no ano passado. Eles começam a ser pagos a partir de hoje, somando R$ 23 milhões em recursos. O Edital Universal é um dos mais esperados no meio científico do Estado, por oferecer apoio a projetos desenvolvidos em todas as áreas do conhecimento e reunir o maior volume de recursos. Ele dá ao pesquisador a liberdade de propor o tema e permite melhor estruturação de laboratórios de pesquisa, permitindo, inclusive, o custeio de material bibliográfico.

Programa Mineiro de Capacitação Docente (PMCD)

O programa destinará R$ 2,5 milhões às instituições e docentes beneficiados no ano passado. O PMCD foi concebido em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), visando promover a melhoria das atividades de ensino, pesquisa e extensão nas IES públicas e confessionais de Minas Gerais, por meio do apoio à capacitação e ao aprimoramento da qualificação de seus docentes.

Bolsa de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (BIPDT)

A BIPDT beneficiará 100 pesquisadores, totalizando mais de R$ 1,2 milhão em recursos. A bolsa visa estimular a fixação e a qualificação de pesquisadores no Estado, além de ampliar as pesquisas já realizadas. A bolsa é uma ajuda de custo acrescida ao salário dos servidores que já tenham pesquisas financiadas por agências oficiais. O apoio é concedido por um ano, com possibilidade de prorrogação por mais um. A partir daí, nova solicitação deverá ser submetida.

PPM

As parcelas do PPM referentes ao ano de 2011 foram pagas na quase totalidade ainda no ano passado. Será feita agora a finalização do processo. O Programa Pesquisador Mineiro (PPM) tem como objetivo apoiar, por meio de concorrência, as melhores propostas coordenadas por pesquisadores ou tecnólogos de reconhecida liderança na sua área, visando a prover apoio mensal para o desenvolvimento de seus projetos. Nos quatro anos de vigência do programa, mais de R$ 46 milhões já foram investidos.

Outras informações pelo e-mail ci@fapemig.br

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: projeto de bolsistas de iniciação científica em Matemática será apresentado na Coreia do Sul

O projeto desenvolvido na Unimontes foi selecionado para participar do XII Congresso Internacional de Educação Matemática, a ser realizado entre 8 e 15 de julho, em Seul

Divulgação/Unimontes
O projeto-piloto é realizado na Escola Municipal Jair Oliveira, em Montes Claros
O projeto-piloto é realizado na Escola Municipal Jair Oliveira, em Montes Claros

A iniciação científica que a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) desenvolve na formação de seus acadêmicos está ampliando a sua projeção internacional. O subprojeto de matemática 2 sobre Geometria Dinâmica, desenvolvido no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Incentivo à Docência (Pibid), foi selecionado para participar do XII Congresso Internacional de Educação Matemática (ICME), a ser realizado entre 8 e 15 de julho, em Seul, capital da Coreia do Sul. Foram selecionadas apenas iniciativas consideradas exemplares no ensino da disciplina.

Esta é a terceira vez que o Pibid/Unimontes atravessa as fronteiras do país e expõe os trabalhos em congressos internacionais. Nos eventos anteriores, participou, em julho de 2011, do Congresso de Geógrafos da America Latina (Egal), na Costa Rica; e, no mesmo mês, trabalhos produzidos por bolsistas foram apresentados na XV Jornada de Educação Matemática (Jaem), na Espanha.

A professora Maria Rachel Alves é a coordenadora do subprojeto, que tem enfatiza a geometria dinâmica e tem como objetivo despertar o interesse pelo ensino-aprendizagem da geometria por meio de software matemático. O projeto-piloto é realizado na escola municipal Jair Oliveira, em Montes Claros, no Norte de Minas. A professora adiantou que as oficinas foram elaboradas pelos acadêmicos-bolsistas do curso de matemática.

O acadêmico Daniel Oliveira Silva, do 6º período do curso de matemática da Unimontes, é bolsista do Pibid há um ano e nove meses. Para ele, a projeção desse trabalho, principalmente internacionalmente, é importante para os alunos dos cursos de licenciatura, pois permite ao futuro professor estar em contato direto com a escola ainda na sua formação.

Além da ambientação precoce com as salas de aula, ele evidencia a possibilidade de “estar intervindo pedagogicamente por intermédio de oficinas e aulas práticas e destaca que isso tem contribuído para o melhoramento do nível de aprendizagem dos alunos”. Daniel observou ainda que “o emprego do software com as crianças e adolescentes possibilita melhor visualização da matéria e, automaticamente, maior facilidade na assimilação dos conteúdos”.

Atravessando fronteiras

Além da coordenação da Unimontes, o projeto conta com supervisoras nas escolas municipais, as professoras Kelsilene Durães Saraiva e Jeane Faria Franco Ribeiro. Os universitários Grazielle Oliveira Viana, Mara Solange da Silva, Raissa Caroline de Oliveira, Adalton Vinicius Silva, Lívia Durães Reis, Simone Mendes Medeiros, Leandro da Luz Vieira, Daniel Oliveira Silva, Renivaldo Araújo Fonseca, Maryanna Souza, Wanessa Bispo, Hellen Karina Alkimim, Leydiana Gonçalves e Maria Elza Brandão são os bolsistas do subprojeto.

Conforme a programação estabelecida para a capital sul-coreana, caberá às professoras Maria Rachel, Kelsilene Saraiva, Jeane Faria e cinco acadêmicos-bolsistas a promoção de sete oficinas, além da apresentação de quatro relatos de experiências das ações desenvolvidas nas escolas de educação básica.

Reconhecimento pela Capes

A indicação da Unimontes para participar do XII Congresso Internacional de Educação e Ensino da Matemática em Seoul repercutiu junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Sua diretora de Educação Básica Presencial, Carmen Moreira de Castro Neves, ressaltou mais essa conquista internacional da Unimontes. “Estamos certos de que a educação básica brasileira está em mãos competentes e em corações comprometidos com a educação de nossas crianças e jovens”, afirmou Carmen. Ela disse, ainda, que os professores e acadêmicos-bolsistas da Unimontes “mostram à sociedade a relevância da carreira do magistério”.

Por sua vez, o coordenador da Coordenação-Geral de Desenvolvimento de Conteúdo Curricular e de Modelos Experimentais, também da Capes, professor Hélder Eterno da Silveira, salientou que “tudo isso é resultado da dedicação dos professores e acadêmicos da universidade. São trabalhos sérios como esses que nos impulsionam cada vez mais a consolidar o Pibid como uma política pública acertada”.

A coordenadora Institucional do Pibid/Unimontes, professora Silvana Diamantino França, ressalta a conquista como comprovante “da competência do programa no âmbito da Unimontes, escolhida entre os 18 países participantes do Programa Comitê Internacional (IPC) por estar desenvolvendo nas salas de aula das escolas públicas da região experiências sobre os problemas da Educação Matemática”.

Para o reitor João dos Reis Canela, a presença da Unimontes como protagonista em um dos maiores acontecimentos da área de Educação e Ensino de Matemática em todo o mundo “comprova, mais uma vez, a qualidade dos trabalhos realizados pelos bolsistas da universidade e seus respectivos professores nas escolas públicas da região”. Ele frisou que o Pibid nacional, financiado pelo Ministério da Educação (MEC), “é uma ação extraordinária de valorização dos professores brasileiros”. Disse ainda que o programa, no âmbito da universidade, “cumpre a função relevante de formar novos professores para o engrandecimento do magistério”.

O programa

O Pibid é um programa da Capes/MEC que concede bolsas de iniciação à docência para alunos dos cursos de licenciatura das universidades públicas do país. Seu objetivo principal é investir na valorização do magistério e na melhoria da educação básica brasileira, além de incentivar jovens a reconhecerem a relevância social da carreira docente.

O programa foi introduzido na Unimontes em 2010, contemplando as licenciaturas em ciências biológicas, matemática, química, historia, geografia, pedagogia, educação física, letras/espanhol, letras/inglês e letras/português, música e ciências da religião. Atualmente, a universidade conta com 359 bolsistas. As atividades são exercidas em 22 escolas públicas de municípios da região Norte e do Vale do Jequitinhonha, onde a instituição mantém campi.

O congresso

Realizado sob os auspícios da Comissão Internacional de Instrução Matemática (ICMI), o XII Congresso Internacional em Educação Matemática de Seul reunirá pesquisadores e educadores de matemática de renome em todo o mundo. Através de atividades plenárias, palestras regulares, equipes de pesquisa, grupos de estudos e outras atividades, o atual estágio da educação em matemática – assim como o ensino e a aprendizagem – será analisado e demonstrado a partir de perspectivas internacionais.

Além de mostrar o que está acontecendo na educação matemática em todo o mundo, em termos de investigação e em práticas de ensino, o evento pretende, também, melhorar a qualidade e o profissionalismo dos professores de matemática, por meio da introdução de casos exemplares em educação na área em todos os países.

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: Universidade Estadual de Montes Claros amplia qualificação do corpo docente

MONTES CLAROS (23/01/12) – A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) alcançou o índice de 45,15% do seu corpo docente com a titulação de mestre ou doutor. A instituição conta com um total de 1.362 professores, dos quais 452 são mestres e outros 163 já concluíram o doutorado. Os dados foram divulgados pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da instituição.

“Os números demonstram que a universidade está em franca melhoria, obtendo resultados extremamente positivos na capacitação do seu corpo docente. Devemos enaltecer o esforço e a dedicação de nossos professores, que enxergaram a necessidade de se qualificarem, fazendo com que a nossa instituição viesse alcançar níveis de excelência no ensino, na pesquisa e na extensão”, assegura o reitor da Unimontes, João dos Reis Canela.

“Devemos lembrar que o aumento da qualificação docente está diretamente vinculado ao próprio crescimento institucional da universidade nos últimos 10 anos. Por exemplo, alcançamos 451 projetos de pesquisa – todos em andamento – e os mestres e doutores também contribuíram para isso”, avalia.

Investimentos

O reitor destaca que o índice obtido resulta da prioridade dada pela Universidade Estadual de Montes Claros à capacitação docente. Em 2011, a Unimontes investiu R$ 11.685.765,45 na área de pesquisa e na pós-graduação. Foram aplicados R$ 7.117.086,10 na investigação tecnológica e científica e outros R$ 4.568.679,35 na pós-graduação. Os investimentos foram viabilizados com o apoio de organismos de fomento, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e o Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do MEC.

Conforme João Canela, a perspectiva da Unimontes é elevar mais ainda a capacitação docente nos próximos anos diante do número de outros profissionais que buscam titulação. Atualmente, a Unimontes conta com 116 professores matriculados em cursos de mestrado e outros 116 cursam doutorado.

O pró-reitor de Pós-Graduação Osmar Pereira Oliva afirma que a qualificação docente teve um crescimento significativo na última década. Ele ressalta que os investimentos no setor refletem não somente no aumento da quantidade de mestres e doutores, mas também na melhoria das aulas ministradas e no surgimento de novos grupos de pesquisa, “envolvendo cada vez mais alunos da graduação e da pós-graduação”.

Ele também salienta que a elevação do número de professores com títulos de mestre e doutor resulta em melhorias para toda a universidade. “A titulação docente desencadeia melhores oportunidades de avanços no conhecimento, na pesquisa e na extensão e envolve toda a comunidade acadêmica, com a atuação mais expressiva de professores e alunos”, afirma.

Osmar Oliva frisa que o processo de titulação envolve a qualificação tanto de professores quanto de alunos da instituição e motiva, ainda, a produção intelectual e científica e as relações nacionais e internacionais. “Pois alunos e professores participam de grupos de pesquisa em outras universidades brasileiras e estrangeiras. Eles também comparecem aos eventos científicos e publicam livros e ensaios/artigos em periódicos especializados, como resultados parciais ou finais de suas investigações”, relata.

O pró-reitor lembra que, além da articulação junto aos órgãos de fomento e a concessão de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado, oferecidas pela Fapemig e pela Capes/MEC, a Unimontes contribui para a qualificação docente por meio dos seus programas pós-graduação Stricto sensu. Desta forma, a Universidade possibilita que os seus professores possam fazer os cursos na própria instituição onde atuam.

Pós-graduação Stricto Sensu

Atualmente, a Unimontes oferece um curso de doutorado (em Ciências da Saúde) e nove mestrados próprios, nas áreas de Biotecnologia, Desenvolvimento Social, Ciências Agrárias (Produção Vegetal no Semiárido), Ciências Biológicas, Ciências da Saúde (um profissional e outro acadêmico), Zootecnia e Letras (Estudos Literários) e História.

A universidade também conta com os mestrados interinstitucionais em Direito e Geografia e o Doutorado Interinstitucional em Letras e Geografia, todos viabilizados a partir de parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Minas (PUC Minas). São ofertados, ainda, os doutorados interinstitucionais (Dinter) em Ciências Econômicas – em convênio com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) –; em Ciências Sociais através de parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Ciências da Religião, com a PUC/SP; Odontologia Restauradora, com a Universidade de São Paulo (USP – Ribeirão Preto); e o mestrado interinstitucional em Artes Cênicas, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Fonte: Agência Minas

Governador Antonio Anastasia anuncia liberação de R$ 70 milhões para financiamento de pesquisas

 

BELO HORIZONTE (17/01/12) – O governador Antonio Anastasia anunciou, nesta terça-feira (17), a liberação de R$ 70 milhões para financiamento de pesquisa voltada para a educação básica, bolsas de pós-doutorado, cursos de pós-graduação em universidades sediadas em Minas Gerais e compra de equipamentos para pesquisa.

Desse total, R$ 24 milhões são recursos do Governo de Minas, repassados por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), e R$ 46 milhões pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao Ministério da Educação (MEC). Os editais para a seleção serão lançados em março.

O objetivo da parceria é contribuir para elevar o padrão de excelência dos cursos de pós-graduação em Minas, para que se tornem referência no país. Visa também promover a melhoria das atividades de ensino, pesquisa e extensão nas instituições de ensino superior do Estado e melhorar as atividades de ensino e a formação de professores da rede pública estadual.

Anastasia destacou que o investimento do Governo de Minas em pesquisa e educação tem por meta acelerar o crescimento econômico e o desenvolvimento social do Estado.

“Em Minas Gerais temos buscado transformar essas pesquisas também em utilidades e desenvolvimento para nossa sociedade naqueles nichos onde isso é possível, transformando-as em patentes, em empregos e geração de riqueza, em um esforço continuado. Tenho certeza de que cada real investido em ciência e tecnologia são vários reais que vamos gerar, no futuro, desenvolvimento para o Estado”, disse o governador.

Os novos recursos representam a segunda fase da parceria entre a Fapemig e a Capes. Na primeira fase, foram investidos R$ 10 milhões. De acordo com o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, os bons resultados alcançados estimularam a instituição a renovar e ampliar as ações conjuntas com a Fapemig.

O presidente da Fapemig, Mário Neto Borges, destacou a importância e o pioneirismo da inclusão do apoio à pesquisa para educação básica nas modalidades contempladas nessa etapa.

“Esse tipo de apoio é inédito e muito significativo, porque sabemos que a educação básica é universalizada, mas a qualidade ainda precisa melhorar e essa iniciativa conjunta da Capes e da Fapemig irá ajudar nesse ponto e formar material humano para a graduação e pós-graduação”, explicou ele.

A secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, afirmou que a melhor qualificação de professores terá reflexos importantes no ensino público no Estado.

“Os resultados de programas como esse são imediatos, porque o professor que participa de um projeto fica altamente motivado, se sente valorizado, a sua auto-estima cresce. Além disso, ele vai trabalhar com o apoio das universidades onde se produz conhecimento mais avançado e poderá socializar as boas práticas com que terá contato e conviver com pessoas que têm soluções diferentes para cada questão a ser trabalhada com os alunos”, comemorou a secretária. Clique aqui para acessar quadro sobre destinação dos recursos (arquivo word).

Fonte: Agência Minas