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Governo de Minas: qualidade é fundamental para o melhor Queijo Minas Artesanal

Superagro 2012 traz na programação o Concurso Estadual do Queijo Minas Artesanal

Produtores de diversas regiões mineiras levarão seus melhores queijos para o Concurso Estadual do Queijo Minas Artesanal, que pela segunda vez consecutiva é realizado na programação da Superagro Minas. A escolha acontece no dia 8 de junho. Para participar, o produtor deve atender à legislação e às normas sanitárias de produção do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

Conforme informações da Emater-MG, que executa o Programa Queijo Minas Artesanal, para identificar e caracterizar as regiões tradicionalmente produtoras do Queijo Minas Artesanal foram feitos estudos históricos, agrogeológicos e climáticos. A Lei Estadual 14.185/02 determina esses critérios para classificar as cinco regiões como Cerrado, Araxá, Canastra, Serro e Campo das Vertentes, que dão nome aos tipos do queijo.

Segundo a coordenadora de Programa Queijo Minas Artesanal da Emater-MG, Marinalva Olivia Martins Soares, o trabalho realizado com os produtores é focado no aprimoramento da qualidade e cada edição do concurso é um aprendizado. “Hoje o mercado exige a profissionalização e a regulamentação dos produtores, sem elas a qualidade do queijo fica comprometida. Entre os critérios necessários para conquistarmos a excelência do produto está a obediência às suas características originais, como a sua apresentação – formato e acabamento; sua cor – amarelada e uniforme; e os sabores próprios de cada região”, afirma Marinalva.

Além dessas características, serão avaliados no concurso a textura, a consistência, o paladar e o olfato dos queijos concorrentes. Serão premiados os cinco primeiros lugares, dentre os inscritos de todas as regiões produtoras. Estima-se que serão 21 inscritos no total.

A coordenadora informa que atualmente há 213 produtores cadastrados no IMA e a expectativa é que ao longo de 2012 sejam realizados outros 100 cadastros. “Embora a certificação seja fundamental para termos um produto melhor e mais competitivo no mercado, há ainda alguns produtores que insistem na informalidade”, lamenta. Isso faz com que o preço do produto varie, dependendo também da região produtora, mas a média fica em entre R$ 7,50 e R$ 15 o quilo. Esses valores são referentes ao que é pago ao produtor para o Queijo Minas Artesanal Cadastrado.

A Superagro Minas 2012 será realizada de 3 a 10 de junho, no complexo Parque de Exposições da Gameleira /Expominas, em Belo Horizonte.  A promoção é do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e Sebrae-MG.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/qualidade-e-fundamental-para-o-melhor-queijo-minas-artesanal/

Governo de Minas: Convênio vai expandir comércio entre municípios de Campos das Vertentes

Acordo de cooperação vai permitir que pequenos produtores vendam seus produtos em outras cidades da região

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) assina nesta quarta-feira (16), em São João Del Rei, convênio de cooperação técnica com a Associação Regional de Produtores Associados do Campo das Vertentes (Arpa) e 17 municípios da região. A parceria vai implantar um sistema unificado de cadastro, certificação e inspeção de estabelecimentos que comercializam produtos de origem animal, como queijo, leite, iogurte, mel, dentre outros.

O objetivo é proporcionar aos produtores rurais que já são cadastrados no Serviço de Inspeção Municipal (SIM) uma equivalência ao Serviço de Inspeção Estadual (SIE), incentivando a melhoria da qualidade dos produtos, estimulando o aumento da produção, tendo em vista a preocupação com a saúde do consumidor.

O IMA irá auditar os serviços de inspeção dos municípios conveniados, determinando que eles adotem um sistema de controle interno de serviços de inspeção sanitária, para viabilizar a comercialização intermunicipal entre eles. E havendo condições, estenderá a chancela de comercialização para todo o território estadual.

Tais ações atendem a demanda proposta pela Lei Estadual 19.476/2011 – que trata da habilitação sanitária de estabelecimentos agroindustriais rurais de pequeno porte no Estado. E propiciam ao produtor rural um incentivo ao aumento da produção com a quebra de barreiras comerciais, gerandoum aumento de renda do produtor, além da oferta de produtos de mais qualidade.

O diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, esclarece que o convênio é uma ação conjunta que contribuirá para a evolução do processo de produção e venda dos produtos de origem animal devidamente inspecionados e fiscalizados. “Acreditamos que as ações estabelecidas irão colaborar para a implantação de procedimentos que garantam e valorizam a qualidade dos produtos, organizando melhor a distribuição da produção dos estabelecimentos agroindustriais de pequeno porte”, explica.

Minas Gerais é o primeiro Estado a realizar este tipo de acordo. Para o Governo de Minas essa ação dará oportunidade às agroindústrias rurais de comercializar seus produtos e expandir a área de comercialização, inclusive para fora dos limites do município onde estão instaladas.

As cidades participantes do convênio são Tiradentes, Madre de Deus, Piedade do Rio Grande, Ibituruna, Dores Campos, Conceição da Barra de Minas, São Tiago, Prados, Resende Costa, Ritapolis, São João Del Rei, Santa Cruz de Minas, Lagoa Dourada, Coronel Xavier Chaves, Carrancas, Nazareno e Barroso.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/convenio-vai-expandir-comercio-entre-municipios-de-campos-das-vertentes/

Gestão em Minas: alunos produzem filtro biológico para reduzir poluição da água no campo das Vertentes

Alunos da Escola Estadual Chiquinho de Paiva, no município de Capela Nova, produziram um filtro biológico

Divulgação/SEE
“A invenção utiliza brita, areia e plantas como o inhame e o copo de leite. As raízes dessas plantas filtram os resíduos de gordura e a água sai praticamente limpa
“A invenção utiliza brita, areia e plantas como o inhame e o copo de leite. As raízes dessas plantas filtram os resíduos de gordura e a água sai praticamente limpa

Depois de utilizada para lavar as louças, a água que sai da pia da casa do estudante Nilmar Celestino de Souza, está cada vez mais limpa. Ele e seus colegas da Escola Estadual Chiquinho de Paiva, no município de Capela Nova, produziram um filtro biológico. “A invenção utiliza brita, areia e plantas como o inhame e o copo de leite. As raízes dessas plantas filtram os resíduos de gordura e a água sai praticamente limpa”, ressalta o aluno do 2º ano do ensino médio.

O filtro foi feito com duas caixas de 250 litros. Em cada uma delas foram colocadas camadas de britas e de areia. Depois os estudantes plantaram as mudas. As caixas foram colocadas na saída do cano da pia das casas. “As caixas são ligadas por canos. A água cai por cima da primeira caixa e é filtrada, passa pelo cano e cai em outra caixa. Depois que é filtrada novamente ela é liberada”, conta Nilmar.

Ainda segundo o estudante, o inhame e o copo de leite foram escolhidos porque são plantas típicas da região e por terem raízes longas. “De acordo com a nossa pesquisa, a raiz alongada penetra mais facilmente na areia e facilita o filtro dos resíduos de gordura”. As mudas foram doadas pelos alunos.

Os filtros foram colocados em quatro residências e o resultado pode ser visto na aprovação dos moradores. “As plantas filtram as impurezas da água e depois que ela passa pelas duas caixas já sai clarinha. Depois que o filtro foi instalado melhorou bastante”, aprova Sandra Regina Alves de Sousa.

Para expandir a iniciativa, os alunos estão montando um folder que deve ser distribuído para toda comunidade ainda este mês, que tem um dia dedicado a preservação da água: no dia 22 é comemorado o Dia Mundial da Água. “Montamos um esquema para chamar a atenção das pessoas e mostrar que a nossa ideia tem dado certo. É um método de baixo custo e que qualquer pessoa pode fazer. O folder será distribuído para toda comunidade. Nele estamos colocando os objetivos do projeto e ensinando como fazer o filtro”, ressalta a professora de Geografia e idealizadora do projeto, Márcia Moreira da Cunha.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: cidades da região das Vertentes se unem para acabar com os lixões

Divulgação/CIRCL Cristiano Otoni
Vala utilizada como depósito de rejeitos não recicláveis em Cristiano Otoni
Vala utilizada como depósito de rejeitos não recicláveis em Cristiano Otoni

Caranaíba, Casa Grande, Cristiano Otoni, Queluzito e Santana dos Montes, no Campo das Vertentes, já realizam a disposição adequada de resíduos sólidos urbanos. Esses municípios compõem o Consórcio Intermunicipal de Reciclagem e Compostagem do Lixo, localizado em Cristiano Otoni, e participam do Minas sem Lixões, programa do Governo de Minas coordenado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam). O objetivo é promover e fomentar a não geração de lixo, o reaproveitamento, a reciclagem e a disposição final dos resíduos em aterros sanitários e usinas de triagem e compostagem em Minas Gerais.

A população das cinco cidades da região das Vertentes, que juntas somam 16.222 habitantes, produz cerca de 2,9 milhões de quilos de lixo por ano. O trabalho de recolhimento é realizado pelas prefeituras, e a triagem e destinação correta dos resíduos são feitas pelo Consórcio Intermunicipal.

Segundo a secretária executiva do consórcio, Maria Adalgisa Franco de Rezende Ferreira, atualmente, 17 pessoas estão envolvidas no trabalho, que recebe uma média de 87 toneladas de lixo por mês. Os rejeitos não recicláveis são depositados em valas. Em Cristiano Otoni, são sete, e uma capacidade de utilização até 2020. “Os benefícios são muitos, principalmente para o meio ambiente. A usina é um exemplo na região”, afirma Adalgisa, que destaca que o consórcio apresentou, em 2010, o segundo melhor desempenho no Estado.

Ela relata, ainda, que a coleta seletiva já foi implantada nos cinco municípios, o que ajuda na triagem. “Mas temos nos esforçado para melhorar ainda mais. Às vezes, o material chega misturado e, o que era reciclável, se perde. Por isso a coleta seletiva é parte importante desse trabalho”, reforça.

Maria Áurea Franco de Rezende Moreira, moradora de Cristiano Otoni, conta que passou a separar o lixo após a instalação da usina na cidade. “Depois que a usina foi implantada é que a gente aprendeu a fazer a coleta seletiva. Tiveram mobilizações, eles conscientizaram a população”, relata. Hoje, ela é defensora da coleta como forma de poupar o meio ambiente. “A gente separa o seco do úmido e do rejeito, porque não pode deixar um contaminar o outro. Se contaminar, o que era reciclável perde o aproveitamento e tem que ser jogado fora, diminuindo a vida útil da vala”, explica.

Coleta seletiva na escola

A Escola Municipal Monsenhor Raul Coutinho, de Cristiano Otoni, onde estudam cerca de 400 alunos, também encampou a ideia e, desde a implementação da usina de triagem e compostagem do lixo, passou a realizar a coleta seletiva. Segundo a vice-diretora da instituição, Rosana Ozava Dutra, a mobilização na escola contagiou alunos e funcionários.

“A maioria contribui. No pátio, onde os alunos lancham, há lixeiras para o orgânico e, na cantina, a gente orienta os alunos a deixarem o resto da comida no prato, para ser corretamente descartado”, relata. O lixo seco é recolhido na escola uma vez por semana. Já o lixo orgânico vira adubo para a horta cultivada no local.

A usina de Cristiano Otoni recebe resíduos domiciliar e comercial. O lixo resultante de serviços em saúde é incinerado, graças a um acordo feito entre as prefeituras da região.

Mais de 50% da população do Estado já é atendida

A partir de iniciativas como a do grupo de cidades do Campo das Vertentes e por meio do Programa Minas sem Lixões, hoje, 55% da população do Estado já é atendida por sistemas adequados de disposição final de resíduos sólidos urbanos. Em 2003, esse percentual era de 19%.

O resultado coloca Minas Gerais entre os líderes de disposição adequada no Brasil. Ao todo, 107 lixões já foram erradicados em Minas.

Consórcios Intermunicipais

A formação de consórcios públicos para a Gestão Integrada de Resíduos Sólidos é uma opção que vem sendo incentivada pelo Governo de Minas como alternativa para acabar com os lixões e aterros controlados do Estado. Por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru), entre 2007 e novembro de 2011, 50 consórcios receberam auxílio do governo mineiro para se estruturarem, beneficiando 469 cidades.Atualmente, 11 consórcios já estão formatados, com CNPJ e sede própria, e três estão em funcionamento, como é o caso doConsórcio Intermunicipal de Reciclagem e Compostagem de Cristiano Otoni.

De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Bilac Pinto, os prefeitos mineiros estão se conscientizando que a solução mais viável para resolver o problema dos resíduos são os consórcios. “A cada ano que passa vem aumentando o interesse dos prefeitos em se unirem para solucionar a falta de locais adequados para depositar o lixo”, afirma o secretário. “Eles estão criando a consciência de que com os consórcios as despesas com a construção e a manutenção de um aterro sanitário, por exemplo, serão bem menores, além de aumentarem a possibilidade de conseguir recursos do governo estadual e federal”.

Incentivos pelo ICMS Ecológico

Os municípios que decidem participar de um consórcio de gestão de resíduos sólidos recebem um aumento de 10% da cota do ICMS ecológico que é repassado pelo Estado. Já o município que recebe o empreendimento licenciado (Aterro Sanitário ou Usina de Compostagem e Triagem) tem um acréscimo de 30% dessa cota.

Outra vantagem é a descentralização dos gastos na implantação e manutenção do empreendimento. Levantamento feito pela Sedru revela que a implantação de um Aterro Sanitário varia entre R$ 700 mil e R$ 3 milhões, de acordo com a população atendida, sem contar os gastos com a manutenção, que podem chegar a R$ 90 mil por mês. Com o consórcio intermunicipal, este valor é dividido proporcionalmente entre os municípios.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Campo das Vertentes teve 11 cachaças de alambique certificadas no ano passado

A expectativa para 2012 é que o número de cachaças certificadas em Minas aumente em pelo menos 10%

Onze cachaças de alambique da região das Vertentes, de nove marcas diferentes, foram certificadas em 2011. O procedimento, realizado pelo Governo de Minas por meio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), atesta a qualidade do produto.

Produzidas nas cidades de Barroso, Belo Vale, Congonhas, Coronel Xavier Chaves, Itaverava, Jeceaba e Prados, as cachaças são de fabricação artesanal, com fermento natural e destiladas em alambique de cobre. Para obter a certificação, é necessário, primeiramente, aderir ao projeto junto ao IMA e optar pelo sistema produtivo da cana (orgânico, sem agrotóxico ou convencional). As cachaçarias só são certificadas se o processo de produção utilizado atender aos procedimentos de boas práticas, adequação social e responsabilidade ambiental.

Segundo o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, o programa de certificação da cachaça traz vantagens para produtores, exportadores e consumidores. “A certificação é uma maneira de atestar a qualidade e agregar valor ao produto, tão popular em Minas, mas que ganha novos mercados através do programa de certificação. O que gera, também, maior competitividade dos produtores, garante a qualidade da bebida e propicia melhores opções aos consumidores finais”, destaca.

Para Odaque da Silva, produtor da cachaça Liberdade, de Congonhas, a certificação padroniza o nível de qualidade das cachaças mineiras. “Todo mundo ganha com isso. Para o consumidor, principalmente, é um atestado de segurança, de que aquele produto é desenvolvido dentro de padrões de higiene, por exemplo”, comenta.

Ele ressalta, ainda, que, juntamente com os dois sócios da marca, resolveram investir também no envelhecimento da cachaça. “Optamos por deixar a cachaça envelhecer mais para, juntamente com o selo do IMA, agregar um valor maior. Mas após a certificação já somos vistos com outros olhos”, afirma. Em 2012, eles pretendem trabalhar para adquirir mais um selo, desta vez do Inmetro.

Desde o início do programa de certificação do Estado, em 2008, receberam o certificado 176 estabelecimentos, sendo 221 em 2011. A expectativa para 2012 é que o número de cachaças certificadas em Minas Gerais aumente em pelo menos 10%.

Cachaças de alambique certificadas em 2011 na região das Vertentes:

– Capote Ouro – Jeceaba

– Liberdade – Congonhas

– Barrosinha – Barroso

– Pura Bossa Nova – Barroso

– Século XVIII – Coronel Xavier Chaves

– Engenho da Boa Vista – Barroso

– Cachaça Taverna de Minas Clássica – Itaverava

– Cachaça Taverna de Minas Ouro – Itaverava

– Serra Morena – Belo Vale

– Serra Morena Prata – Belo Vale

– Tabaroa – Prados

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Consea-MG discute segurança alimentar na Zona Mata e Campo das Vertentes

Presidente do conselho, Dom Mauro Morelli, visitará Ouro Branco, Barbacena, Santos Dumont e Juiz de Fora

O presidente do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais (Consea-MG), Dom Mauro Morelli, visita entre esta quinta-feira (9) e sábado (11) os municípios de Ouro Branco e Barbacena, no Campo das Vertentes, além de Santos Dumont e Juiz de Fora, na Zona da Mata. O secretário executivo, Marcos Jota, e a assessora técnica do Consea-MG, Michele Pereira, também participam da caravana.

A visita tem o objetivo de promover a aproximação do Consea-MG com as comissões regionais e os conselhos municipais de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de cada região mineira. Desta forma, o conselho estadual busca descentralizar suas ações e fortalecer as articulações das entidades que promovem a segurança alimentar e nutricional sustentável em Minas.

Segundo a assessora técnica do conselho, Michele Pereira, o trabalho será baseado na sensibilização dos municípios “para uma participação mais efetiva na segurança alimentar e nutricional”. “Vamos nos reunir com representantes da agricultura familiar, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, prefeituras, conselhos municipais e regionais, secretarias de assistência social, agricultura, saúde e educação”, explicou Michele Pereira.

No último dia 1º de fevereiro, Dom Mauro Morelli visitou a Comissão Regional de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Centro-Oeste. Sediada em Divinópolis, a comissão é formada 53 municípios. No mesmo dia, Dom Mauro também esteve no município de Cláudio, onde foram apresentados projetos realizados pela Associação dos Municípios do Vale do Itapecerica na área de segurança alimentar. Com ações baseadas no Programa de Segurança Alimentar e Nutricional (Prosan), as comissões regionais de Minas foram criadas entre 2001 e 2003 e têm como objetivo o desenvolvimento de trabalhos voltados às políticas públicas e de mobilização social.

Programação

Ouro Branco

Local: Prefeitura de Ouro Branco, Praça Sagrados Corações, 200 – Centro

Data: 09/02/12

Horário: 10 horas

Barbacena

Local: Sítio do Sapateiro, na parada de ônibus, 1 km após o trevo de Barbacena

Data: 09/02/12

Horário: 16 horas

Santos Dumont

Local: Câmara Municipal, Av. Presidente Getúlio Vargas,231 – Centro

Data: 10/02/12

Horário: 10 horas

Juiz de Fora

Local: Sindicato dos Comerciários, Av. Barão do Rio Branco, 2067 – Centro

Data: 10/02/12

Horário: 19 horas

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: São João del-Rei e Tiradentes mobilizam população contra a dengue

Dengômetro e o dengue móvel estarão nas cidades para levar informações e experiências no combate ao mosquito

Nos dias 9 e 10 de fevereiro, São João del-Rei  e Tiradentes, no Campo das Vertentes, vão reforçar suas ações de combate à dengue, por meio de ações promovidas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

O Dengômetro, espaço para troca de informações e experiências no combate à dengue, e o dengue móvel, veículo que percorre os bairros trocando objetos que poderiam se tornar foco do mosquito por material escolar, estarão nas cidades.

Com uma população aproximada de 85 mil pessoas, São João del-Rei foi uma das cidades históricas castigadas pelas últimas chuvas. Essa situação aumenta a necessidade de informar as pessoas sobre como evitar a proliferação do Aedes aegypti.

Fonte: Agência Minas

Gestão Antonio Anastasia: ação inédita do Governo de Minas vai beneficiar Apaes da região das Vertentes

Centros Tecnológicos de Capacitação serão implantados em 148 municípios

O censo de 2010 mostrou que o Brasil possui 45 milhões de pessoas com deficiência, o que representa 24% da população. Diante desse cenário, o Governo de Minas tem atuado diretamente em políticas que possibilitem a inclusão social. Para isso, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) iniciou em 2011, a implantação dos Centros Tecnológicos de Capacitação nas Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de Minas Gerais.

O Centro vai facilitar o acesso de cada  Apae à internet e às redes sociais, criando uma rede tecnológica de integração das unidades. Será formado por centros de inclusão social e oficinas de capacitação profissional que irão funcionar em 148 municípios mineiros, sendo oito da região do Campo das Vertentes: Conceição da Barra de Minas, Entre Rios de Minas, Lagoa Dourada, Madre de Deus de Minas, Nazareno, Prados, Resende Costa e Ritápolis. Cada centro de inclusão social terá cinco computadores adaptados com aparelhos que possibilitam atender diferentes tipos de deficiência. Já as oficinas de capacitação profissional serão inseridas em 103 municípios, sendo 54 relacionadas à culinária e 49 à produção de picolé.  O objetivo é melhorar a qualificação da mão de obra de pessoas com deficiência, possibilitando melhores oportunidades no mercado de trabalho.

Para o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, a ação evidencia como a ciência e tecnologia podem se converter em espaço para construção da cidadania e ser um instrumento para valorizar o ser humano. De acordo com ele, a previsão é de que no ano de 2012, todos os centros tecnológicos sejam instalados. O projeto é resultado da parceria entre o Governo de Minas, a Federação Nacional das Apaes (Fenapaes) e a Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais, com recursos que somam R$ 5,4 milhões divididos igualmente entre o Governo de Minas e o Governo Federal, por meio de emenda do deputado federal Eduardo Barbosa, que preside a Fenapaes.

Fonte: Agência Minas

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