Arquivos do Blog

Eleições 2014: Aécio reafirma compromissos com Nordeste na Paraíba

Aécio disse que na construção de um novo Brasil não irá se distanciar dos olhares dos correligionários e apoiadores do Nordeste.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Entrevista do presidente do PSDB, senador Aécio Neves Campina Grande (PB)

Assuntos: viagem à Paraíba, definição do vice, gastos com a Copa, Nordeste, programa de governo, Cássio Cunha Lima

Sobre visita a Paraíba

Em primeiro lugar, quero dizer da minha alegria de chegar novamente a Campina Grande, no momento em que esse São João, que é um orgulho, não apenas da Paraíba, não apenas do Nordeste, mas de todos os brasileiros, se realiza. Estou muito feliz de estar aqui ao lado do meu companheiro irmão Cássio Cunha Lima, futuro governador do estado, ao lado do Romero e de inúmeras lideranças que nos acompanham numa caminhada que já se inicia buscando encontrar um caminho novo para o Brasil. De eficiência, de decência na vida pública. E tenho dito sempre que, na nossa plataforma, ou nas propostas que vamos estar discutindo e apresentando aos brasileiros, todas elas se iniciarão com um capítulo para o Nordeste brasileiro. Mas, dessa vez, unindo duas questões em falta hoje no plano central, no governo federal: decência e eficiência.

Portanto, terei sempre, na construção desse programa para o Brasil, o olhar do meu companheiro Cássio e de inúmeras lideranças da região, como o senador Cícero também, meu colega. Estou muito feliz de estar aqui. Já vim a Campina inúmeras vezes, mas é a primeira vez que venho a Campina no São João. Estou doido para comer uma carne de sol, quero ver se você vai me apresentar uma aí mais tarde.

Sobre definição do nome do candidato a vice

Vamos resolver na segunda-feira. Estou esperando que a construção de São Paulo, por envolver figuras centrais do partido, se dê com naturalidade. E a grande vantagem do PSDB é que temos nomes fora e dentro do partido altamente qualificados para nos ajudar nessa caminhada.

Mas o que eu percebo, e venho agora de Teresina, é que há um sentimento crescente, mesmo, de cansaço, de enfado, em relação a tudo isso que está aí, às promessas sempre reeditadas e jamais cumpridas, um desapreço para com os municípios brasileiros, a ausência de políticas efetivas para melhorar a qualidade da saúde pública, a omissão criminosa do governo federal na questão da segurança.

Enfim, há um conjunto hoje de obras inacabadas, abandonadas. Eu digo sempre que o Brasil é um cemitério de obras abandonadas por toda parte. E obras que seriam essenciais para minorar as dificuldades, os dramas por que passa, por exemplo, a população da Paraíba, mas não é só da Paraíba, como a transposição do São Francisco, que era para ter sido entregue em 2010, hoje já gastou-se o dobro do que se previa inicialmente, e a obra está na metade ainda.

Acho que essa incapacidade do governo de planejar e de realizar custa muito caro ao cidadão brasileiro. Infelizmente, teremos um governo que será entregue ao futuro governo pior do que a presidente recebeu – a verdade é essa – com crescimento pífio da economia, que impacta nos empregos, com inflação voltando a atormentar a vida das famílias brasileiras, do trabalhador, da dona de casa, da trabalhadora, e é para enfrentar tudo isso que estamos iniciando essa caminhada com muita alegria – e é bom que ela seja feita dessa forma – e não há lugar melhor para que essa alegria convirja do que estar aqui em Campina Grande, na festa de São João.

Sobre gastos excessivos com estádios da Copa

Houve falta de planejamento. Porque a grande questão, o grande legado que várias partes do mundo, países que realizaram a Copa do Mundo e grandes eventos internacionais buscam usufruir, são os legados de mobilidade, investimentos da rede hospitalar, e nada disso aconteceu no Brasil. Os estádios ficaram prontos, em alguns estados será difícil encontrar alguma utilidade para esses estádios. Mas eu torço para que a Copa se realize de forma adequada, que os resultados venham, e eu torço para que o Brasil tenha duas grandes vitórias. Uma em campo, sendo novamente campeão do mundo, e outra dia 5 de outubro, iniciando um novo ciclo de desenvolvimento no Brasil. Porque o Brasil merece essas duas vitórias.

O vice pode ser do Nordeste?

Existe alternativa sim. O mais importante do que de onde seja o vice é o que a nossa campanha, a nossa proposta significa para o Nordeste. Como disse, pretendemos fazer, na primeira semana de agosto, o lançamento de um amplo programa na região Nordeste brasileira, trazendo para cá um choque de infraestrutura. O que eu quero dizer? Vamos ver as obras que estão no meio do caminho, inconcluídas, prioritariamente. Quais são aquelas outras que, essencialmente, contribuem para a melhoria da competitividade, enfim, dos vários produtos que aqui na região são produzidos. Vamos ver aquelas medidas que, do ponto de vista social, têm o maior alcance. O que vamos ter é um governo que planeje, não um governo que viva do improviso como existe hoje no Brasil.

Portanto, vamos ter a oportunidade de iniciar as discussões do nosso programa de governo pelo Nordeste. E cito o exemplo do que fiz no meu Estado. Governei Minas por oito anos, Minas tem um Nordeste, para muito orgulho nosso e para o Estado, no nosso território, onde vivem cerca de 4,5 milhões de mineiros nos Vales do Jequitinhonha, do Mucuri, do Norte de Minas. E quando terminei o meu oitavo ano de governo tínhamos investido nessa região três vezes mais por cidadão do que tínhamos investido nas regiões mais ricas do Estado.

Então, tratar de forma diferente as regiões que são diferentes é uma forma de diminuir as diferenças. E é o que vamos fazer, podem ter certeza que o Nordeste, a Paraíba em especial, pelos compromissos que tenho com as principais lideranças, pelo conhecimento permanente que tenho dos dramas por que passa a Paraíba em especial através do meu companheiro Cassio Cunha Lima, podem ter certeza que faremos um governo que vai honrar e orgulhar a cada um daqueles que caminham conosco.

Qual será a participação do senador Cássio na sua campanha?

Total. O Cássio, repito, é um dos amigos mais próximos que tenho. Tenho uma admiração pessoal pelo Cássio que vai além da política e Cássio terá um papel decisivo não apenas na nossa campanha na Paraíba, no Nordeste, mas também no nosso governo. Tenho com ele, compromissos de investimentos importantíssimos no Estado que, durante a campanha, vamos detalhar. Repito, Cássio é vice-presidente do partido, quem me substitui na presidência do partido. E isso por si só já é uma demonstração clara da confiança por Cássio que, na minha avaliação, é um dos mais completos e preparados homens públicos da nossa geração.

Aécio presidente: De 2014, vamos cuidar somente em 2014

Aécio presidente: De 2014, nós vamos cuidar só em 2014. PSDB vai construir uma proposta alternativa mais ousada nos campos das grandes reformas.

Aécio: presidente 2014

Fonte: O Tempo

Entrevista com Aécio Neves

 Aécio presidente: De 2014, vamos cuidar somente em 2014

Aécio presidente: ‘De 2014, nós vamos cuidar somente em 2014′

Aécio diz que PSDB terá lado nas cidades com 2º turno

Qual é o balanço do desempenho do PSDB das eleições em Minas? O partido elencou algumas prioridades e entre essas cidades sofreu derrotas …

Aécio Neves – Primeiramente, quando você fala em uma análise eleitoral, você não pode restringi-la a um partido. Nós temos uma base muito ampla em Minas Gerais desde o meu governo. Nós apoiamos inúmeros candidatos dessa base no interior do Estado. Ontem, inclusive, fizemos uma reunião no Palácio das Mangabeiras com o governador e algumas lideranças políticas do Estado. A vitória da base de sustentação do governo chega perto de 85% do total das prefeituras do Estado. O PSDBcontinua sendo um partido majoritário em Minas Gerais. O resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, depois que venci em 2002, e que se mantém vivo e sólido até hoje.

O senhor pode adiantar a posição do PSDB nessas quatro cidades que terão segundo turno?

Aécio Neves – Para não precipitar o processo, nós estamos ouvindo primeiro as lideranças locais do partido e dos candidatos que disputaram as eleições, mas a nossa ideia é termos posição nos quatro municípios.

OUÇA – Aécio Neves fala sobre os erros da campanha do PT na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte:

E em relação a Belo Horizonte …

Aécio NevesO resultado foi excepcional. O que ocorreu foi o segundo turno no primeiro. O momento em que o Palácio do Planalto intervém diretamente no processo eleitoral e retira uma candidatura colocada naquele instante, isso levou um movimento na mesma direção no nosso campo político. A polarização da eleição no primeiro turno foi, talvez, o primeiro equívoco daqueles que quiseram nacionalizar a campanha. Não podemos desprezar a força da presença da presidente da República, que tem uma avaliação muito alta. Foi um resultado extraordinário. Eu acho que o equívoco que o PT cometeu nesse processo e que o levou a mais essa derrota foi colocar em segundo plano o interesse de Belo Horizonte. Desconheceu que havia uma administração em Belo Horizonte em curso séria, bem-avaliada, com investimentos extremamente importantes. Então, nós colocamos o interesse de Belo Horizonte à frente. Eu não fiquei preocupado em contabilizar no meu mapa eleitoral mais um “x”, uma vitória do PSDB, mas, sim, uma vitória importante para Belo Horizonte.

OUÇA – Senador mineiro explica o seu apoio a Marcio Lacerda na prefeitura da capital mineira:

O PT saiu da aliança ou o PSDB o empurrou para fora dela?

Aécio NevesFoi o PT que saiu da aliança, mais uma vez por priorizar o interesse do PT. O PT saiu da aliança por um motivo fútil, porque queria eleger mais “x” vereadores. Ele queria que o PSB fizesse o papel que o PMDB se dispôs a fazer para ele nessa eleição, que foi abdicar de ter uma bancada. O PMDB praticamente desapareceu, elegeu apenas um vereador. Está comprovado, agora, que o PSB tinha razão. O PSB tem que constituir sua bancada para dar sustentação ao prefeito. O prefeito não pode ser chantageado o tempo inteiro por não ter uma bancada do seu partido minimamente sólida.

O senhor acredita que a administração de Belo Horizonte vai ter o perfil do PSDB?

Aécio NevesEu acho que ela será mais ágil e mais eficiente. O Marcio sempre reclamou muito das pressões internas que recebia, esse modo do PT de indicação de cargos a todo instante. Imagina o gabinete do vice-prefeito com 30 cargos comissionados. Nem lugar para sentar essas pessoas tinham. Me falam em mais de 900 cargos comissionados. Eu acho que o prefeito vai ter uma administração mais leve. Sempre fui defensor da tese de que se deve gastar menos com a estrutura, seja do Estado ou da prefeitura, para investir mais nas políticas públicas. Eu acho que o Marcio terá mais liberdade para fazer um governo mais meritório. Eu acho que ele pode fazer uma administração extraordinária porque ele não terá as amarras que teve até aqui.

O Marcio Lacerda se credencia para as eleições em 2014?

Aécio NevesIsso é precipitado dizer. O Marcio tem reafirmado seu interesse em ficar na administração municipal. Ele acaba de ser reeleito, então, é até um desrespeito com a população de Belo Horizonte antecipar essa questão. Agora, é preocupar em renovar a administração, estabelecer as novas metas, cuidar de Belo Horizonte. De 2014, nós vamos cuidar somente em 2014.

A eleição em Recife e aqui coloca o PSB em destaque dentro do quadro nacional. Como o senhor imagina que vai ser a relação do PSB com o PSDB em 2014?

Aécio NevesO PSDB tem uma aliança com o PSB em vários Estados e, talvez aqui, uma das mais sólidas, que é uma aliança natural, que não foi construída para ganhar uma aliança seja nacional, seja estadual. Desde minha primeira eleição, o PSB participa formalmente da nossa aliança, participa dos governos, participou da minha reeleição, participa com Anastasia. Nós apoiamos aqui, em Belo Horizonte, um candidato do PSB e temos várias outras alianças com o PSB no Estado. Mas, o PSB em nível nacional participa da aliança do governo. Seria indelicado da minha parte dizer que o PSB estaria no nosso campo amanhã. O PSDB vai construir uma proposta alternativa mais ousada nos campos das grandes reforma, das parcerias com o setor privado, alavancar os investimentos em infraestrutura. Quais serão os nossos aliados? O tempo é que vai dizer. Eu não posso dizer que alguém que está hoje na base vai vir para se juntar a nós. Quanto mais consistente for o nosso projeto, mais apoio eu acho que vai conquistar, inclusive da sociedade, não apenas dos partidos políticos. Eu tenho muita confiança de que o PSDB estará muito competitivo adiante.

Mas e sua relação com o governador Eduardo Campos?

Aécio NevesEu tenho do ponto de vista pessoal uma relação muito próxima com o Eduardo (Campos, presidente nacional do PSB). Nem sempre estamos no mesmo palanque, mas não é impossível que isso possa ocorrer lá na frente. O PSB vai saber, no tempo certo, a sua posição.

Em relação às eleições nacionais, o PSDB teve um desempenho bom?

Aécio NevesSim, e tem um fato que eu ressalto: o PSDB se restabeleceu no Nordeste e no Norte do Brasil. Se fizermos uma análise superficial, no Sul e no Centro-Oeste, nós sempre tivemos nas eleições nacionais um ótimo desempenho. Vencemos em todos esses Estados porque ali há um perfil de atividade econômica – produtores rurais em boa parte – que se aproxima mais da visão do PSDB. Mantivemos no Sudeste uma posição sólida nos dois maiores colégios eleitorais, em São Paulo e em Minas. Ganhamos em Belo Horizonte e estamos disputando agora em São Paulo, com reais chances. Mas tivemos um fracasso muito grande no Nordeste e no Norte nas últimas eleições. Nessa eleição municipal, nós já vencemos no primeiro turno em Maceió, com o PSDB, em Aracaju, com o Democratas. Estamos disputando Salvador, João Pessoa, Campina Grande, Teresina, São Luís e em outras capitais. No Norte, estamos disputando em Belém e em Manaus, e o PT não está nessas disputas. Houve aí o início do processo de reinserção da oposição no Nordeste, que eu reputo como o fato que mais me chamou a atenção. As oposições saem muito vivas dessas eleições e devem se preocupar, em 2013, de buscar uma nova interlocução com a sociedade, identificar os grandes gargalos que o Brasil tem e que levam ao crescimento pífio da economia.

Quais os equívocos do governo Dilma que podem ser diretriz do seu projeto de 2014?

Aécio Neves – O PT, desde lá de trás, acomodou-se. Abriu mão de ter uma projeto ousado para o país para se contentar com o projeto de poder. As grandes reformas não foram feitas. Nenhuma dessas questões foram enfrentadas. O governo do PT é pouco generoso com os Estados e os municípios e é ineficiente. Em relação a Minas, O PT tem uma dívida muito grande.

Aécio: presidente 2014 – Link da matéria: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=213499,OTE&IdCanal=1

Aécio presidente: 2014 começa agora

Aécio presidente: jogo de 2014 começa agora. Senador diz agora estar disposto em ajustar agenda para compromissos em 17 cidades no 2º turno.

Aécio: presidente 2014

Fonte: Valor Econômico

Aécio vai a 17 cidades e busca aproximação com o PSB

Aécio Neves em campanha: para presidente do PSDB mineiro, Marcus Pestana, o jogo de 2014 começa agora.

 Aécio presidente: o jogo de 2014 começa agora

Aécio: presidente 2014

Depois de eleger seu candidato em Belo Horizonte no primeiro turno e rodar o país nas campanhas de seu partido, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) diz agora estar disposto em ajustar sua agenda para compromissos em 17 cidades. São locais onde o PSDB disputa o segundo turno e onde, em alguns casos, tem até agora pouco peso político.

O mapa tucano inclui três capitais no Norte (Rio Branco, Manaus e Belém); três no Nordeste (Teresina, São Luís e João Pessoa, além de Campina Grande), duas no Sudeste (Vitória e São Paulo, além de cidades do interior paulista) e no Sul, Pelotas (RS) e Blumenau (SC). “O senador vai montar uma agenda para, na medida do possível, viajar para essas cidades”, diz o secretário-geral do PSDB nacional, o deputado federal, Rodrigo de Castro (PSDB-MG).

Aécio já disse que está disposto a tomar parte das campanhas dos candidatos que acharem que ele agrega votos. Em São Paulo, José Serra e ele tiveram algumas conversas durante o primeiro turno, mas na segunda fase da campanha não estava até ontem definido se o senador participará da campanha. Os dois estiveram dividiram o partido nas eleições presidenciais de 2010, quando Serra saiu como candidato.

Mais provável nome do PSDB para disputar contra Dilma Rousseff a Presidência em 2014, Aécio teve em Belo Horizonte sua vitória mais importante no primeiro turno das eleições. O prefeito Marcio Lacerda (PSB), lançado pelo senador em 2008 e reeleito agora, poderá ser uma peça importante para sua estratégia.

Os tucanos ligados ao senador veem como uma vantagem Lacerda estar no PSB, partido presidido pelo governador do Pernambuco, Eduardo Campos. O governador também é visto como possível candidato a presidente. A vantagem, no cálculo do PSDB mineiro, é que BH poderá abrir caminho para um eventual apoio de Campos à candidatura de Aécio em 2014 em troca de o PSDB apoiar Lacerda nas eleições para governo de Minas no mesmo ano.

Não é de hoje que Aécio e Campos mantêm um diálogo fácil e a vitória de Lacerda – atribuída muito mais ao tucano do que a Campos – tende a azeitar ainda mais as conversações, segundo os tucanos de Minas.

O PSB é partido da base do governo Dilma. Mas é claramente um dos que estão na mira do PSDB para conversas sobre eleições presidenciais. “O nosso poder de atração vai aumentando à medida que as eleições forem se aproximando”, diz Castro. PP, PTB, PSB e também o PMDB – do atual vice-presidente, Michel Temer — são legendas citadas pelo deputado como exemplos das que os tucanos pretende maior aproximação.

“O jogo para 2014 começa agora”, diz o presidente do PSDB de Minas, o deputado federal Marcus Pestana. Na avaliação de Pestana, novembro e dezembro ainda serão um período de balanço e planejamento para começar 2013 com ações prontas para as eleições presidenciais.

Castro e Pestana falam que entre as prioridades e desafios do senador agora estão relacionados ao desempenho da oposição no Congresso, tendo o tucano como protagonista; a estruturação de um projeto nacional que empolgue eleitores nacionalmente; a inclusão de novas bandeiras, como a do meio ambiente, como uma das marcas do partido; na materialização dessas ideias no nome de Aécio e na atração de outros partidos.

“O desafio dele não está mais em Minas, está no restante do país e para isso ele terá uma estratégia nacional para conquistar corações e mentes”, diz Pestana.

Aécio: presidente 2014 – Link da matéria – http://www.valor.com.br/eleicoes2012/2860376/aecio-vai-17-cidades-e-busca-aproximacao-com-o-psb

Gestão Eficiente: Anastasia assina protocolo para criar centro de consultoria de gestão e tecnologia em Minas

Projeto de expansão da empresa Accenture inclui programa de qualificação para servidores públicos do Estado e estudantes da Escola de Governo

Gil Leonardi/Imprensa MG
Antonio Anastasia e o presidente da Accenture, Roger Ingold, durante solenidade no Palácio Tiradentes
Antonio Anastasia e o presidente da Accenture, Roger Ingold, durante solenidade no Palácio Tiradentes

O governador Antonio Anastasia e o presidente da Accenture, Roger Ingold, assinaram, nesta terça-feira (12), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa, protocolo de intenções para expansão das atividades da empresa em Minas Gerais. A previsão é de geração de cerca de mil empregos diretos, voltados a atividades de gestão e tecnologia.

Como parte de seu plano de crescimento no Estado, a Accenture irá implantar um centro de excelência em consultoria de gestão e tecnologia, cujo objetivo é o desenvolvimento de conteúdo técnico-científico e de soluções inovadoras para seus clientes, em toda a América Latina.

“É com grande felicidade que recebemos esse centro de capacitação e gestão que vai permitir um salto de inovação. Temos o objetivo de sempre trazer para Minas Gerais empreendimentos voltados para a economia do conhecimento. Tenho certeza que é exatamente a prestação de serviço, de altíssimo valor agregado, que vai permitir um perfil novo da economia de Minas Gerais”, disse o governador Antonio Anastasia.

O protocolo prevê que a Accenture crie um programa de formação e de treinamento de estudantes e de profissionais vinculados ao Governo de Minas, em um modelo inovador de cooperação técnica com foco em desenvolvimento de pessoas. Participarão do programa, anualmente, 140 servidores públicos e 20 estudantes da Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho, que receberão formação acadêmica e prática em temas relacionados à gestão, como logística e recursos humanos, e também à tecnologia da informação.

Anastasia destacou que a vinda para Minas de um centro de excelência em consultoria de gestão e tecnologia é importante, não só pelos empregos que gera diretamente, mas pelo reconhecimento, pela confiança e pelos negócios em potencial.

“Estamos apostando no capital humano e no conhecimento de nosso Estado, das nossas universidades, da Fapemig, de toda estrutura que estamos construindo em Minas Gerais para termos um desenvolvimento sustentável”, ressaltou o governador.

O presidente da Accenture, Roger Ingold, explicou a escolha de Minas Gerais para a implantação do centro de excelência. “No processo de expansão e análise de localidades, com critérios extremamente técnicos, ficamos super satisfeitos de dizer que Minas Gerais era o nosso ponto focal. Essa seleção teve várias razões, uma delas era a qualidade de mão-de-obra, a outra é a perspectiva e a gestão exemplar que existe hoje no Estado”, disse Roger Ingold.

A Accenture é uma empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing, com mais de 246 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países. No Brasil, conta com mais de oito mil empregados e possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Vitória, Campina Grande, Porto Alegre e São José dos Campos, além de fábricas de software em Alphaville (SP) e Recife (PE) e um Centro de Serviços Compartilhados, em Curitiba (PR).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/anastasia-assina-protocolo-para-criar-centro-de-consultoria-de-gestao-e-tecnologia-em-minas/