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Gestão Eficiente: Minas Gerais cresce mais que a média nacional em índice de competitividade do turismo

Secretário de Turismo, Agostinho Patrus Filho, atribui o bom resultado ao trabalho integrado realizado no Estado

Valter Campanato/ABr
Cidades históricas de Minas impulsionam Índice de Competitividade do Turismo Nacional
Cidades históricas de Minas impulsionam Índice de Competitividade do Turismo Nacional

Os destinos turísticos mineiros cresceram mais do que a média nacional, de acordo Índice de Competitividade do Turismo Nacional, divulgado pelo Ministério do Turismo e pelo Sebrae. Em 2011, o índice médio dos municípios mineiros pesquisados foi 10,3% maior do que a média nacional (57,5), atingindo o valor de 63,4.

De acordo como o estudo, a capital mineira, Belo Horizonte, obteve uma média de 75,5. Este número é 15,3% maior do que a média das outras capitais nacionais pesquisadas que obtiveram uma média de 65,5. Os demais municípios mineiros pesquisados, além da capital mineira, Diamantina, Ouro Preto e Tiradentes, obtiveram um índice médio de 59,4, ou seja, 14,7% acima dos municípios nacionais considerados como não capitais que atingiram o valor médio de 51,8. A cidade histórica de Tiradentes também foi considerada destaque em 2011 como não capital que mais evoluiu no indicador referente à capacidade empresarial com um aumento de 63,2% em relação ao valor alcançado em 2010.

O secretário de Estado de Turismo, Agostinho Patrus Filho, comentou o crescimento do turismo mineiro atribuindo o bom resultado ao trabalho integrado realizado no Estado. “O Índice de Competitividade nos fornece informações que subsidiam o planejamento estratégico do Governo de Minas na atividade turística. Por meio dele, podemos monitorar a evolução da atividade nos destinos e no país para melhor atender o turista e planejarmos as nossas Políticas Públicas”, afirmou.

Índice de Competitividade

O Índice de Competitividade é uma ferramenta de gestão que tem como finalidade identificar pontos fortes e a serem desenvolvidos nos destinos turísticos. O Índice é apurado anualmente, desde 2008, em pesquisas de campo realizadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, priorizados pelo Ministério do Turismo. Em Minas Gerais, os municípios pesquisados foram Belo Horizonte, Diamantina, Ouro Preto e Tiradentes. O estudo avalia 13 dimensões, como infraestrutura turística, serviços e equipamentos, atrativos, aspectos sociais e ambientais, dentre outros.

Em uma iniciativa inédita no Brasil, o Governo de Minas, através da Secretaria de Estado de Turismo ampliou este estudo para outras 17 cidades mineiras que também, periodicamente, recebem pesquisa da Fundação Getúlio Vargas para analisar a sua evolução e competitividade. Integram esta política os seguintes municípios: Sete Lagoas, Santana do Riacho (Serra do Cipó), Poços de Caldas, São Lourenço, Juiz de Fora, Camanducaia (Monte Verde), Caxambu, Maria da Fé, Caeté, Araxá, Capitólio, Brumadinho, Montes Claros, Ipatinga, Uberlândia, Governador Valadares e Itabira.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-cresce-mais-que-a-media-nacional-em-indice-de-competitividade-do-turismo/

Governo de Minas assegura investimentos de R$ 87 milhões em diversos setores da economia

Serão criados 2.170 postos de trabalho nas cidades de Ribeirão das Neves, Camanducaia, Visconde do Rio Branco, Patos de Minas e Dona Euzébia
Laura Maia/Sede
Frederico Álvares assina o protocolo de intenções junto com o diretor-superintendente da Companhia Melhoramentos de São Paulo, Sérgio Sesiki
Frederico Álvares assina o protocolo de intenções junto com o diretor-superintendente da Companhia Melhoramentos de São Paulo, Sérgio Sesiki

Minas Gerais receberá novos investimentos no valor de R$ 87,428 milhões, com a criação de 2.170 novos empregos diretos e indiretos nos municípios de Ribeirão das Neves, Camanducaia, Visconde do Rio Branco, Patos de Minas e Dona Euzébia. O anúncio foi feito por empresários dos mais diferentes setores durante a assinatura de cinco protocolos de intenções com o Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede).

O primeiro protocolo foi assinado pelos diretores do Instituto de Hypodermia e Farmácia (Hypofarma), Irineu Marcellini e Giana Marcellini. O Hypofarma irá investir R$ 3 milhões na expansão da sua planta industrial, localizada em Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Fundada em 1948, a indústria farmacêutica quer aumentar sua competitividade e incrementar em 50% a produção de medicamentos injetáveis e soluções parenterais de grandes volumes.

Com financiamento do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), a Hypofarma passará a produzir 120 milhões de unidades de medicamentos similares, genéricos, de referência e específicos, além de cosméticos. Com a construção de novas salas de envase e de embalagem final dos produtos, além da modernização da estrutura e dos equipamentos existentes e da expansão e modernização das áreas de desenvolvimento farmacotécnico, o Hypofarma deverá contratar mais 370 empregados até o final da obra, em 2015.

Melhoramentos Florestal

Já a Companhia Melhoramentos de São Paulo pretende investir R$ 41,3 milhões na ampliação de sua unidade, a Melhoramentos Florestal Ltda, em Camanducaia, Sul de Minas. O projeto de ampliação é resultado de estudos e pesquisas realizadas pelo Conglomerado Melhoramentos, que indicaram a oportunidade de crescimento de sua participação no mercado interno e externo de fibras de alto rendimento (TGW) para a fabricação de papel cartão e papel tissue.

Com a expansão, que terá início ainda no primeiro semestre deste ano e conclusão em 2013, serão gerados 90 novos empregos, e a capacidade de produção deverá passar de 60 mil toneladas ano para 90 mil toneladas ano, fortalecendo a posição da empresa como a maior produtora não integrada de fibra TGW no país.

A Melhoramentos possui três unidades de manejo florestal: duas em São Paulo, a Fazenda Florestal, em Caieiras, e a Fazenda Santa Marina, em Bragança Paulista; e a Fazenda Levantina, em Camanducaia. As fazendas de São Paulo são manejadas com eucaliptos que pertencem a Empresa Companhia Melhoramentos de São Paulo, enquanto a de Minas é manejada com eucalipto e pinus exclusivamente para suprimento de madeira, matéria-prima na cadeia produtiva de fibras de alto rendimento.

A empresa é a única fábrica em Minas que produz o TGW. A Melhoramentos Florestal representa 16% do PIB da cidade de Camanducaia e com a expansão a participação irá para cerca de 20%.

Globalfruit

Em 2009, o Grupo Globalbev adquiriu a Agrofuit, empresa localizada na Zona da Mata, que passou a se chamar Globalfruit Indústria e Comércio Ltda. Responsável pela produção de polpas e sucos de frutas, além da prestação de serviços de envase, a empresa irá investir R$ 30 milhões para aumentar a produção para 10 a 12 milhões de litros de suco e para 6 mil toneladas de polpa.

O novo investimento prevê ainda que a unidade industrial de Visconde do Rio Branco contará com a produção e comercialização de polpas de frutas para todas as indústrias de sucos. Promoverá a exportação de seus produtos, além da produção de polpinhas de 200 gramas para consumo doméstico. Contará também com a prestação de serviços de envase (garrafas, latas, cartonados, pet.) para diversas indústrias do ramo que atualmente contratam serviço de São Paulo. Além da captação de frutas já em produção na região e em outras regiões de Minas Gerais, a Globalfruit promoverá o fomento agrícola da fruticultura junto ao produtor da regional.

Com a geração de 1.180 novos empregos diretos e indiretos, a Globalfruit pretende produzir também energéticos e isotônicos. Com as obras em andamento, a empresa pretende concluir o cronograma ainda este ano.

Duro Plásticos

Com investimento de R$ 10 milhões até 2015 e geração de 480 empregos diretos e indiretos, a Duro PVC Minas Ltda. assinou protocolo com o Governo de Minas para implantar uma unidade industrial e um centro de distribuição no município de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Eles serão destinados, respectivamente, à produção e comercialização de forro, perfil, tubos, conexões e conjunto de irrigação de PVC.

O grupo iniciou suas atividades em 1962, com a empresa Agromoto, atualmente instalada em Palmas (TO), comercializando máquinas agrícolas e, posteriormente, diversificando a sua linha com produtos para irrigação e produtos em PVC.

A Duro Plásticos, empresa do grupo, iniciou suas operações em fevereiro de 1998, com uma produção de 60 toneladas/mês. Hoje, transforma cerca de 1.100 toneladas/mês de PVC em tubos, conexões, forros e revestimento em PVC. A matriz está localizada no município de Aparecida de Goiânia (GO) e possui filiais nas cidades de Goiânia, Linhares (ES) e Maceió (AL).

A indústria conta com mais de 350 empregos diretos e 1.200 indiretos, e tem um faturamento aproximado de R$ 50 milhões. Outra empresa do grupo é a Ledwave, especializada em painéis de LED, com matriz em Curitiba (PR) e filiais em Goiânia e Las Vegas, nos Estados Unidos.

Multi-Plast

No município de Dona Euzébia, na Zona da Mata, a Multi-Plast Ltda. está investindo R$ 3,128 milhões para implantar uma fábrica de garrafas PET, tendo como foco principal o fornecimento de produtos para envasadoras de água mineral.

A empresa deverá concluir o projeto ainda no primeiro semestre de 2013, quando deverá gerar 40 empregos diretos e 10 indiretos. A previsão é de uma produção inicial de 2 milhões de garrafas PET/mês até atingir 5,5 milhões ao mês.

Fonte: Agência Minas