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Gestão Eficiente: Governador Antonio Anastasia inaugura ETE e visita fábrica de água mineral em Araxá

Cidade recebeu investimentos de R$ 82 milhões em sistema de coleta e tratamento de esgoto

Omar Freire/Imprensa MG
Araxá recebeu do Governo de Minas investimentos de R$ 82 milhões em sistema de tratamento de esgoto
Araxá recebeu do Governo de Minas investimentos de R$ 82 milhões em sistema de tratamento de esgoto

O governador Antonio Anastasia inaugurou, nesta segunda feira (25), em Araxá, no Alto Paranaíba, a Estação de Tratamento de Esgoto Central (ETE) e entregou a reforma da fábrica envasadora da Água Mineral Araxá. O Governo de Minas, por meio da Copasa, investiu R$ 30 milhões na construção da ETE, a maior e mais importante entre as quatro que fazem parte do investimento que dotou a cidade de um completo sistema de coleta e tratamento de esgoto.

A unidade faz parte de um programa que assegurou mais de R$ 82 milhões em obras que garantem mais qualidade de vida e saúde para a população de Araxá e proteção do meio ambiente.

“A ETE é fundamental. Araxá passa a ser uma cidade com 100% de seu esgoto tratado, o que significa mais saúde, mais qualidade de vida e saneamento pleno a uma cidade que é ambiental e ecológica”, disse o governador.

Antonio Anastasia ressaltou que a estação de tratamento de esgoto é um compromisso com o meio ambiente. “Com os efeitos da grande conferência da Rio+20, nós estamos aqui, em nosso Estado, cumprindo os compromissos de saneamento para devolver a qualidade dos rios e dos cursos d’água de Minas Gerais”, afirmou o governador.

Na cidade de Araxá foram implantados mais de 37 quilômetros de redes coletoras, interceptoras e emissários de esgoto, e construídas quatro estações de tratamento, que juntas têm capacidade para tratar todo o esgoto coletado.

A ETE Central tem capacidade para tratar mais de 21 milhões de litros de esgoto por dia e vai receber 90% do esgoto coletado na cidade. Além de conforto e saúde, os investimentos realizados pela Copasa em Araxá possibilitarão, em pouco tempo, a revitalização das águas dos córregos do Sal e Retiro, deixando o município em melhores condições para atrair novos investimentos, gerar mais emprego e desenvolvimento.

O presidente da Copasa, Ricardo Simões, destacou o trabalho realizado para o tratamento dos esgotos em Minas Gerais. “Até o início de 2003, tínhamos 25% dos esgotos coletados tratados. Hoje, temos 70%. Isso significa que o volume de esgoto tratado hoje em Minas Gerais é 300% maior do que o volume tratado até o início de 2003”, afirmou o presidente da Copasa.

Fábrica envasadora

Anova unidade de engarrafamento da água mineral Araxá pertence à Subsidiária Copasa Águas Minerais de Minas, criada pelo Governo de Minas para promover o desenvolvimento das estâncias hidrominerais do Estado, que atraem muitos turistas devido às propriedades terapêuticas de suas águas.

Com investimento de R$ 4 milhões, a unidade de engarrafamento foi reformada, com a instalação de equipamentos sofisticados e modernos, o que permite o relançamento da água mineral no mercado, atendendo a todas as determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“A água é sinônimo de vida, de qualidade de vida, ainda mais uma água de alta qualidade mineral como é a Água Araxá. Nós ficamos muito felizes de devolver a comercialização da Água Mineral Araxá, que levará o nome dessa cidade, dessa belíssima estância mineira, a todo o Brasil, trazendo mais turistas e levando também boa saúde daqui para os brasileiros. A marca é um cartão de visita para dar mais robustez ao turismo da cidade”, disse o governador Antonio Anastasia.

Com uma vazão média de seis mil litros por hora, a fonte Dona Beja, sem gás, em Araxá, apresenta a melhor água naturalmente fluoretada do Brasil. A água mineral tem características únicas, naturalmente leve e sofisticada, sendo perfeita para o consumo no dia a dia. Um produto que possui, em seus sais minerais, propriedades químicas naturais que possibilitam uma hidratação eficiente, além da desintoxicação do organismo.

A envasadora das Águas Minerais Araxá está reiniciando a operação com 12 empregados, devendo chegar a 21. Inicialmente, serão produzidas garrafas PET 510 mililitros e 1.500 ml. A produção será expandida para uma linha completa de garrafão à medida que as vendas forem alavancadas.

Faturamento

A envasadora foi fechada em junho de 2005, devido ao término do contrato de arrendamento com a Comig, antecessora da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig). Em junho de 2006, a Codemig assinou contrato de arrendamento dos direitos minerários, equipamentos e instalações de envasamento das águas minerais de Caxambu, Cambuquira, Lambari e Araxá com a Copasa.

A Copasa Águas Minerais de Minas vem realizando grandes investimentos nas estâncias hidrominerais com o objetivo de revitalizar as marcas das tradicionais águas minerais do Estado de forma sustentável. Até 2011, foram investidos R$ 29,2 milhões em reformas de instalações prediais, equipamentos e instalações industriais. Para este ano, mais R$ 4 milhões, totalizando R$ 33,2 milhões.

Além da Araxá, a subsidiária é responsável pela produção, distribuição e comercialização das águas minerais das fontes das cidades de Caxambu e Cambuquira, que já estão no mercado. Em breve, será relançada a água mineral Lambari, uma água energética por natureza, adequada para a prática de esportes radicais e para quem quer viver com mais saúde. Desde o início do processo de reativação, foram gerados 850 empregos diretos e indiretos.

As quatro fábricas têm capacidade para uma vazão 86,7 milhões de litros e um faturamento da ordem de R$ 144,7 milhões.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governador-antonio-anastasia-inaugura-ete-e-visita-fabrica-de-agua-mineral-em-araxa/

Gestão Anastasia: qualidade na assistência é tema de curso nos municípios do Sul de Minas

Superintendência Regional de Saúde realiza capacitações de profissionais para melhorar serviços prestados pelos hospitais

Divulgação / SES
Profissionais da área de saúde puderam saber mais sobre qualidade na assistência em hospitais
Profissionais da área de saúde puderam saber mais sobre qualidade na assistência em hospitais

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Superintendência Regional de Saúde de Varginha, no Sul de Minas, promove neste mês, nos municípios sob sua jurisdição, o curso de Qualidade na Assistência. De 08 a 10 de maio, o curso será ministrado aos municípios das microrregiões de Lavras e Três Pontas. Entre 15 e 17 de maio, será a vez dos municípios das microrregiões de Três Corações e Varginha.

Numa primeira etapa, que se encerrou no último dia 26 de abril, os enfermeiros e técnicos das Vigilâncias Sanitárias dos municípios da microrregião de São Lourenço tiveram a oportunidade de participar do curso, que abordou temas como Qualidade no Hospital, Objetivo dos Centros de Material e Esterilização, Indicadores (físicos, químicos e biológicos), dentre outros. Também foram discutidas as Portarias 63/2012 e 15/2012 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

A farmacêutica, Neylan Abdo, esclareceu questões acerca do processo de limpeza de artigos médicos, focando no que é essencial. Segundo ela, “o conceito de essencial que deve ser seguido baseia-se na tríade: conhecimento, habilidade e atitude”, explica.

Para a Autoridade Sanitária da VISA/SRS Varginha, Tereza Cristina, é necessário “termos a consciência de que, somente mudando a forma de pensar e enxergar a importância da qualidade dentro dos hospitais, é que realmente teremos êxito, tanto na segurança, quanto na administração dos mesmos”.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/qualidade-na-assistencia-e-tema-de-curso-nos-municipios-do-sul-de-minas/

Governo de Minas: Hospital das Clínicas inaugura setor de Ressonância Magnética e nova etapa da reestruturação do Pronto Socorro

Com os novos equipamentos, o HC se torna o primeiro hospital público integrado à rede SUS a realizar exames de ressonância magnética em BH

Henrique Chendes
Secretário Antonio Jorge durante pronunciamento na inauguração
Secretário Antonio Jorge durante pronunciamento na inauguração

O secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, participou, nesta segunda-feira (5), da inauguração do Setor de Ressonância Magnética do Hospital das Clínicas (HC) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Equipado com Raios X telecomandado, aparelhos de mamografia, tomografia, digitalizador de imagem e aparelho de ressonância magnética, o novo serviço tem como objetivo contribuir para a redução do tempo de espera na realização de exames e internações, e para a diminuição dos custos nos diagnósticos e tratamento das doenças.

Financiado em grande parte com recursos do Ministério da Saúde – quase R$10 milhões na infraestrutura e na compra dos novos equipamentos – o local vai beneficiar os pacientes internados, bem como aqueles encaminhados pelas secretarias municipais de saúde.

Para o secretário nacional de Atenção à Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Júnior, o maior impacto desse investimento tem relação com a ampliação dos serviços oferecidos pelo SUS. “Atualmente, existem mais de duas mil pessoas esperando por tratamento. A criação desse setor no Hospital das Clínicas, além de permitir maior agilidade e melhor capacidade resolutiva nas decisões diagnósticas, vai zerar essa fila de espera”, garante.

Além dos investimentos federais, o Hospital das Clínicas também contou com recursos do Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais do SUS-MG (Pro-Hosp), da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Com a liberação da verba, foi possível a aquisição de um sistema de digitalização de imagens, que, em conjunto com o equipamento de Raios X telecomandados, vai modernizar e ampliar os serviços de radiologia do hospital.

“Mais uma vez estamos renovando o espírito de colocar o interesse público à frente de nossas ações. Nós temos uma visão de parceria estratégica com a UFMG, e, em especial, com o Hospital das Clínicas, que sempre, principalmente nos casos de urgência e emergência, atuou com respeito aos usuários do SUS, prestando um atendimento à altura das exigências dos cidadãos”, disse o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques.

De acordo com o diretor do Hospital das Clínicas, professor Antonio Luiz Pinho Ribeiro, os hospitais universitários federais têm importante papel na assistência especializada, na pesquisa em saúde e na formação de alunos e de residentes no Brasil. “A implantação da ressonância magnética, especificamente, vem suprir uma necessidade da rede pública de saúde, que não dispõe de equipamentos próprios, além de ter importante papel para a pesquisa e para o ensino, especialmente da imagiologia. Os outros equipamentos de imagem, com destaque para os tomógrafos e equipamentos de hemodinâmica, se inserem dentro da necessidade de modernização tecnológica do hospital, permitindo ao HC atuar nas linhas prioritárias do Ministério da Saúde”, completa o professor.

Reestruturação do Pronto Socorro

A segunda etapa das obras de reestruturação do Pronto Socorro (PS) do Hospital das Clínicas (HC), também foi inaugurada e vai oferecer mais conforto e segurança aos pacientes e profissionais, além de contribuir para a adequação do hospital às exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Vigilância Sanitária Estadual (Visa-MG).

Com a ampliação, que teve investimentos de R$ 1,45 mi, a ala Sul do HC ganhou mais 460 m² e conta com salas de apoio, postos de enfermagem, salas de prescrição, sala de conversa com a família e sala para descanso médico. A sala de emergência foi ampliada de nove para 12 leitos e a observação pediátrica, que passou a fazer parte da ala, teve a sua capacidade de atendimento aumentada para 15 leitos.

As novas instalações contam com sistema de ar condicionado, a fim de que os pacientes, acompanhantes e funcionários tenham mais conforto. O ambiente conta, também, com cinco pontos para instalação de monitores de televisão, permitindo que todos os pacientes tenham acesso a alguma forma de entretenimento.

A primeira etapa da reforma do Pronto Socorro, inaugurada em dezembro de 2008, aconteceu na ala Sul, quando foram trocados pisos, instalações hidro-sanitárias, redes elétrica e telefônica, além do condicionamento de ar dos consultórios.

Fonte: Agência Minas

 

Gestão Anastasia: uso de caixas plásticas higienizáveis será obrigatório na CeasaMinas em Contagem

Medida se destina à produção de banana e tomate comercializada no entreposto

Divulgação/Seapa
O sistema de caixas plásticas higienizáveis do entreposto de Contagem é o quarto a ser criado
O sistema de caixas plásticas higienizáveis do entreposto de Contagem é o quarto a ser criado

O uso de caixas plásticas higienizáveis para a comercialização de banana e tomate será obrigatório no entreposto de Contagem da CeasaMinas a partir do dia 12 de fevereiro. Os dois produtos respondem pela metade do volume mensal de três milhões de caixas de madeira circulantes no entreposto.

As caixas de madeira e papelão estarão autorizadas a circular apenas para o primeiro uso, quando novas, sendo proibida a reutilização destas embalagens, que devem ser substituídas pelas caixas plásticas. Segundo o superintendente de Gestão dos MLPs da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Lucas Scarascia, as embalagens plásticas foram introduzidas no entreposto de Contagem no segundo semestre do ano passado, no esquema de adesão voluntária do produtor.

“A partir do dia 12, a reutilização das caixas de madeira e papelão estará proibida para banana e tomate, e o uso de caixas plásticas será obrigatório para os dois produtos, permanecendo a adesão voluntária para as outras frutas e hortigranjeiros comercializados no entreposto”, explica. A fiscalização será feita pelos técnicos da CeasaMinas e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

O uso de embalagens para frutas e hortaliças in natura é regulamentado desde 2002 por Instrução Normativa Conjunta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Vantagens

“A substituição das caixas de madeiras é uma mudança cultural muito grande no sistema de comercialização praticado há décadas, e estamos desenvolvendo um trabalho de conscientização junto aos produtores desde o ano passado”, afirma o superintendente da Seapa.

Além de evitar a contaminação das lavouras pelo retorno de caixas de madeiras infestadas de agentes prejudiciais à saúde e garantir a qualidade dos produtos oferecidos à população, os produtores têm um ganho na relação custo/benefício, quando optam pelo recipiente de plástico higienizável.

De acordo com o superintendente da Seapa, uma caixa de madeira nova custa aproximadamente R$ 2,40 e a de madeira usada R$ 1,30 com a durabilidade de apenas uma venda. Já a caixa plástica higienizável custa cerca de R$ 13 com durabilidade garantida pelos fabricantes homologados na CeasaMinas de, no mínimo, dois anos. “Isso dá um custo aproximado de R$ 0,50 por mês. E se levarmos em conta que a mesma caixa pode ser usada até três vezes ao mês, o custo cai para R$ 0,16 por operação. É um investimento que traz retorno para o produtor a médio e longo prazos”, afirma.

Outros benefícios da substituição são a diminuição das perdas no transporte da produção, facilidade de logística e a eliminação de um processo danoso ao meio-ambiente, uma vez que o descarte das caixas tradicionais é feito por meio da queima da madeira.

A higienização das caixas é feita pelo Banco de Caixas UAI, concessionária da CeasaMinas, que funciona dentro do entreposto de Contagem. O serviço é feito com a autorização do IMA, ao custo de R$ 0,38 por caixa. O laudo de higienização fornecido tem validade de 15 dias.

O sistema de caixas plásticas higienizáveis do entreposto de Contagem é o quarto a ser criado na estrutura de Centrais de Abastecimento do Estado, depois de ser implantado nas unidades de Uberlândia, Governador Valadares e Caratinga. O desafio em Contagem é maior por causa do volume de comercialização, que supera todos os outros entrepostos juntos. No ano passado, o movimento da unidade de Contagem foi de 2,36 milhões de toneladas de hortigranjeiros e a receita da ordem de R$ 3,86 milhões.

Fonte: Agência Minas