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2º turno: Aécio dispara e abre 17 pontos de vantagem, mostra ISTOÉSensus

Pesquisa ISTOÉSensus mostra candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff (PT) com 41,2%.

Gravações da Petrobras derrubam Dilma

Fonte: Isto É

Aécio dispara e abre 17 pontos de vantagem sobre Dilma, mostra pesquisa Istoé/Sensus

Primeira pesquisa ISTOÉSensus realizada depois do primeiro turno da sucessão presidencial mostra o candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff com 41,2%. Uma diferença de 17,6 pontos percentuais.

O levantamento feito entre a quarta-feira 7 e o sábado 10 é o primeiro a captar parte dos efeitos provocados pelas revelações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o detalhamento do esquema de corrupção na estatal.

“Além do crescimento da candidatura de Aécio Neves, observa-se um forte aumento na rejeição da presidenta Dilma Rousseff”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Segundo a pesquisa, o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%. A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%.

“O tamanho da rejeição à candidatura de Dilma, torna praticamente impossível a reeleição da presidenta”, diz Guedes. A pesquisa também capta, segundo o diretor do Sensus, os apoios políticos que Aécio recebeu durante a semana, entre eles o do PSB, PV e PPS.

As 2000 entrevistas feitas em 24 Estados e 136 municípios mostra que houve uma migração do eleitorado à candidatura tucana mais rápida do que as manifestações oficiais dos líderes políticos.

No levantamento sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7% e os indecisos, brancos e nulos são 11%, tudo com margem de erro de 2,2% e índice de confiança de 95%. Nos votos espontâneos, quando nenhum nome é apresentado ao eleitor, Aécio soma 52,1%, Dilma fica 35,4% e os indecisos são 12,6%.

“A analise de todos esses dados permite afirmar que onda a favor de Aécio detectada nas duas semanas que antecederam o primeiro turno continua muito forte”, diz Guedes. O tucano, segundo a pesquisa ISTOÉSensus, vence em todas as regiões do País, menos no Nordeste.

No PSDB, a espectativa é a de que a diferença a favor de Dilma no Nordeste caia nas próximas pesquisas, principalmente em Pernambuco, na Bahia e no Ceará. Em Pernambuco devido o engajamento da família de Eduardo Campos na campanha, oficializado na manhã do sábado 10. Na Bahia em função da presença mais forte do prefeito de Salvador, ACM Neto, no palanque tucano. E, no Ceará, com a participação do senador eleito Tasso Jereissati.

Além da vantagem regional, Aécio, de acordo com o levantamento, supera Dilma em todas as categorias socioeconômicas, o que, segudo a análise de Guedes, indica que a estratégia petista de apostar na divisão do País entre pobres e ricos não tem dado resultado.

 

PESQUISA ISTOÉ|Sensus

Realização – Sensus

Registro na Justiça Eleitoral – BR-01076/2014

Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País

Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural

Campo – de 07 a 10 de Outubro de 2014

Margem de erro – +/- 2,2%

Confiança – 95%

Aécio Neves: Ibope e Datafolha confirmam virada na disputa pela Presidência

Os dois institutos mostraram que Aécio lidera com 46% dos votos totais contra 44% da adversária do PT.

Eleições 2014

Fonte: Aecio 45

Ibope e Datafolha confirmam liderança de Aécio na disputa pela Presidência

Pesquisas divulgadas pelos institutos Ibope e Datafolha nessa quinta-feira (09/10) reforçaram que o candidato da Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, largou na frente na disputa pela Presidência da República, indicando o cenário de fortalecimento da campanha nas últimas semanas.

Os dois institutos mostraram que Aécio lidera com 46% dos votos totais contra 44% da adversária do PT e candidata à reeleição, Dilma Rousseff.  Em votos válidos, o tucano tem 51% contra 49% da petista. A margem de erro do Ibope e do Datafolha é de 2 pontos percentuais.

O desempenho representa um crescimento de 4 pontos percentuais no levantamento do Datafolha, e 9 pontos no Ibope, levando-se em conta as últimas pesquisas realizadas pelos dois institutos antes do primeiro turno.

Virada

Datafolha informou que esta é a primeira vez desde a eleição de 1989 que um candidato que ficou em segundo lugar no primeiro turno aparece na liderança no levantamento sobre a nova rodada de votação. É a primeira vez que um candidato do PSDB aparece na frente de um petista na corrida presidencial.

Datafolha ouviu 2.879 mil eleitores em 178 municípios na quarta e quinta-feira.  Já o Ibope ouviu 3.010 eleitores em 205 municípios de 7 e 8 de outubro.

Mais vantagem

Nessa quinta, o instituto Veritá mostrou que Aécio é a opção de voto de 54,8% dos brasileiros, enquanto Dilma possui 45,2% das intenções. Aécio, assim, chega a uma vantagem de 9,6 pontos percentuais nos votos válidos, confirmando resultado do Instituto Paraná Pesquisas, que, nessa quarta-feira (08/10), mostrou frente de 8 pontos percentuais sobre a candidata do PT.

Aécio reitera compromisso com saúde pública

Aécio reafirmou o seu compromisso com a criação da carreira dos profissionais de saúde e a melhoria das condições de trabalho.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

“O Brasil precisa de mais saúde e investimentos”, afirma Aécio Neves

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, recebeu nesta segunda-feira (30) o apoio de centenas de médicos de Minas Gerais e reafirmou o seu compromisso com a criação da carreira dos profissionais de saúde e a melhoria das condições de trabalho e da assistência à saúde.

Aécio se reuniu com os profissionais na sede da Associação Médica de Minas Gerais e protestou contra a queda nos gastos do governo federal com a saúde durante as administrações do PT, onerando Estados e principalmente municípios.

“Vamos resgatar os investimentos federais que, no governo do PT, vêm diminuindo a cada ano. Em 2003, quando o PT assumiu o governo, 56% do conjunto de investimentos em saúde vinham da União. Hoje apenas cerca de 46% vêm da União”, ressaltou ele.

Compromissos

O candidato reiterou o compromisso de criar 500 clínicas de especialidades médicas e acrescentou que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) irá financiar os médicos para abertura de clínicas em regiões pré-determinadas pelo governo, onde haja carência de atendimento naquela especialidade.

“O Brasil precisa de mais saúde, de mais investimentos, de mais respeito com aqueles que trabalham na saúde pública”, disse o candidato, sendo aplaudido de pé.

O presidenciável lembrou que seu programa de governo foi discutido com a Associação Médica Brasileira, prevendo a retomada do Programa Médico da Família e um diálogo permanente com as entidades da área para a melhoria da saúde pública.

“O programa Saúde da Família será no nosso governo resgatado, já que foi abandonado pelo atual governo, um governo que fechou 13 mil leitos hospitalares nos últimos anos, que permite que as Santas Casas vivam uma extraordinária crise, talvez sem precedentes na sua história.”

Em relação ao Programa Mais MédicosAécio reiterou que é um projeto de solução temporária. “Vamos cuidar estruturalmente da saúde pública no Brasil.”

Apoios

Presente ao ato de apoio à candidatura de Aécio, o pediatra Fábio Guerra disse que o presidenciável apresentou “uma proposta clara de ações para a saúde que coincide com as nossas aspirações”. Ele citou como exemplos de ações o financiamento adequado para a saúde, apoio à criação da carreira de estado para o médico e reestruturação da rede de atendimento.

A médica aposentada Valquíria de Paula afirmou que Aécio Neves é “a única pessoa com qualidades e equipe de trabalho” para assegurar que o país avance. Ela disse que a assistência à saúde piorou muito nos governos do PT. “Nesses 12 anos nós estamos só de ré”, afirmou.

“Nesses meus 42 anos de medicina, a gente sempre pediu para os colegas que estão na direção da saúde condições de trabalho e salário digno. Essas duas coisas só estão piorando. Tenho casos impressionantes, como escorpião andando no meio de pacientes, ratazana comendo a coxa de paciente tetraplégica em cima de uma maca. Vi cenas que são realmente de filme de terror”, destacou.

Empate na reta final: Aécio e Marina embolados na última semana de campanha, mostra IstoÉ/Sensus

Marina tem 25% das intenções de voto e Aécio 20,7%. Como a margem de erro é de 2,2%, ambos estão empatados tecnicamente.

Eleições 2014

Fonte: IstoÉ

Exclusivo

Empate na reta final

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que a sucessão presidencial será decidida no segundo turno e que Aécio e Marina chegam embolados na última semana de campanha

Os candidatos Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) entram na semana que antecede o primeiro turno das eleições presidenciais em empate técnico. Essa é a principal constatação feita pela pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre o domingo 21 e a sexta-feira 26. Segundo o levantamento, Marina tem 25% das intenções de voto e Aécio 20,7%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2% para mais ou para menos, ambos estão empatados tecnicamente na briga por um lugar no segundo turno.

A presidenta Dilma Rousseff (PT) conta com 35% e só não estará na segunda etapa da disputa se houver uma hecatombe nuclear sobre a sua campanha. A pesquisa mostra que tanto Dilma como Aécio acertaram nas estratégias adotadas nas últimas semanas. A presidenta reforçou os ataques contra Marina, exagerou na defesa de seu governo e intensificou as agendas públicas. Com isso, cresceu 5,3% durante o mês de setembro.

O senador mineiro procurou demonstrar as semelhanças entre Dilma e Marina, questionou a veracidade do que ambas mostravam em seus discursos e colocou-se como a alternativa mais segura para mudar os rumos do País. A estratégia lhe valeu um crescimento de 5,5 pontos percentuais nos últimos 30 dias.

Já Marina apostou em se colocar como vítima de uma campanha que chama de “difamatória” e adotou um tom emocional tanto em entrevistas como nos palanques. Não conseguiu explicar as contradições de seus discursos e perdeu 4,5 pontos percentuais em menos de um mês. “Pela primeira vez se constata a situação de empate técnico entre Marina eAécio. O senador mineiro chega na reta final com tendência de crescimento e a ex-senadora com tendência de queda”, diz Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.

A pesquisa ouviu dois mil eleitores de 24 Estados e também constatou um significativo aumento no índice de rejeição da candidata Marina Silva. No início do mês, 22,3% dos eleitores diziam que não votariam em Marina de forma alguma. Na semana passada esse índice saltou para 33%, superando a rejeição ao senador tucano que variou de 31,5% para 31,9%.

A rejeição à presidenta continua na casa dos 40%, o que, segundo Guedes, é um empecilho à reeleição. “O aumento da rejeição a Marina, já superior ao de Aécio, é outro dado que permite afirmar que permanece aberta a possibilidade de um segundo turno entre PT e PSDB”, avalia Guedes. Segundo ele, a candidata do PSB entrou na disputa com um forte apelo emocional, mas com o passar do tempo o eleitor passou a enxergar sua candidatura de forma mais racional. O levantamento realizado em 136 municípios de cinco regiões mostra em um eventual segundo turno com Aécio, Dilma somaria 43,4% dos votos contra 38,2% se a disputa fosse realizada agora.

No cenário de segundo turno entre Dilma e Marina haveria empate, com 40,5% para Dilma e 40,4% para Marina.

As tendências mostradas pela última pesquisa ISTOÉ/Sensus confirmam os dados levantados diariamente pelas campanhas dos três principais candidatos. E é com base nesses números que são traçados os planos para os dias que antecedem o primeiro turno. No PT, a palavra de ordem é manter os ataques contra a candidatura de Marina e intensificar a mobilização dos militantes para atos de rua nas principais cidades do País. No QG de Dilma há a avaliação de que, como as principais lideranças no partido não têm obtido bons resultados em seus Estados, é necessário ocupar as praças para manter um crescimento na última semana. Os caciques petistas avaliam que é possível sair das urnas com cerca de 40% dos votos.

Nesses últimos dias de campanha antes do primeiro turno, os tucanos, comandados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, preparam uma ofensiva nos maiores colégios eleitorais do País. Aécio, que na última semana esteve sete vezes em Minas, irá ficar mais tempo nas ruas.

Em São Paulo, os eventos ao lado do governador Geraldo Alckmin serão quase diários. No Estado com o maior número de eleitores, os tucanos lideram a disputa e o governador deverá ser reeleito no primeiro turno. Aliados de Aécio também têm chances de sair vitoriosos já no domingo 5 no Paraná, no Pará, em Goiás e na Bahia. Segundo FHC, é possível que essas lideranças regionais consigam transferir uma grande quantidade de votos para Aécio na reta final da campanha.

No PSB, a proposta é sair da defensiva para procurar estancar a perda de votos verificada nas últimas semanas. Para tanto há um esforço para procurar não contaminar a campanha com a divisão interna que vem ocorrendo no partido.

Com fragilidade nos palanques regionais, Marina deverá usar os últimos programas no horário eleitoral e os debates nas tevês para fazer críticas ao governo de Dilma e à polarização PT/PSDB, que pauta as disputas presidenciais desde 1994. No lugar de vítima dos ataques dos adversários, Marina tentará se posicionar como uma real terceira via, repetindo o discurso que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos entoou no início da campanha.

Apesar de as tendências já estarem postas, de acordo com Ricardo Guedes, não será surpresa se durante esta semana as pesquisas mostrarem movimentos bastante acentuados por parte dos eleitores. Ele avalia que, ao contrário do que ocorreu em eleições anteriores, os eleitores só agora, na reta final, passaram a observar melhor os candidatos e as escolhas não têm seguido uma lógica partidária. “O brasileiro quer mudar, mas não quer embarcar em aventuras”, conclui.

IstoÉ/Sensus: Aécio empatado tecnicamente com Marina

Eleições: Aécio cresce nos maiores colégios, aponta Ibope

Pesquisas do Ibope mostram redução dos índices da candidata nos 8 Estados com mais eleitores, onde vivem 70% dos votantes.

Eleições 2014

Fonte: O Estado de S.Paulo

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Marina perde fôlego nos maiores colégios

As mais recentes pesquisas do Ibope sobre a corrida presidencial nos oito maiores Estados do Brasil, que concentram quase 70% do eleitorado nacional, trouxeram más notícias para a campanha de Marina Silva: a candidata do PSB caiu ou oscilou para baixo em todos eles.

São Paulo é o Estado em que a queda foi das mais expressivas: em duas semanas, a taxa de intenção de votos de Marina passou de 38% para 32%. Em números absolutos, é como se a candidata do PSB tivesse perdido 1,6 milhão de eleitores, ou 115 mil por dia – o cálculo leva em conta o tamanho do eleitorado paulista e a taxa de abstenção verificada há quatro anos.

Apesar do recuo, Marina ainda lidera no maior colégio eleitoral do País. A presidente Dilma Rousseff, provável adversária da candidata do PSB no segundo turno, ficou estagnada, com 25%, enquanto o terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB), subiu quatro pontos porcentuais.

Na Bahia, quarto maior eleitorado, Marina tinha 28% das preferências há duas semanas – agora, a taxa passou para 23%. Lá, Dilma oscilou de 50% para 52% e ampliou a vantagem sobre a adversária de 22 para 29 pontos.

No Ceará, a queda de Marina foi de seis pontos (de 25% para 19%), mas o intervalo entre as pesquisas da série é maior: três semanas. No Estado, oitavo no ranking do eleitorado, Dilma têm 61% – um de seus três melhores desempenhos no País.

Há um equilíbrio entre as duas adversárias em Pernambuco, Estado onde Marina herdou a maior parte do eleitorado do ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto em acidente aéreo em agosto, mas que também é um dos principais redutos do PT e terra do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma semana, Dilma manteve os 39%, enquantoMarina oscilou para baixo, de 40% para 38%.

A candidata do PSB também perdeu pontos no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e no Paraná. Na última pesquisa nacional do Ibope, divulgada na terça-feira, a candidata do PSB oscilou de 30% para 29% em uma semana.

Conjunto. A consolidação das pesquisas do Ibope em todas as 27 unidades da Federação resulta em uma amostra nacional de 30 mil entrevistas – que foram devidamente ponderadas de acordo com o tamanho do eleitorado de cada Estado e a respectiva taxa de abstenção na eleição de 2010. Essa amostra expandida aponta Dilma com 37%, Marina com 27% eAécio com 17%.

Por essa projeção, a candidata do PT terminaria o primeiro turno com 43 milhões de votos, contra 32 milhões da concorrente do PSB e 20 milhões do tucano. Mas, como a evolução das intenções de voto têm mostrado, esses números devem mudar até o dia da eleição.

A pesquisa mais antiga entre as 27 unidades foi feita em 1.º de setembro, em Sergipe, e as nove mais recentes, na segunda e terça-feira passadas. Foram os casos das sondagens feitas justamente em alguns dos maiores colégios eleitorais: São Paulo, Minas, Rio, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará – além de Santa Catarina e Distrito Federal.

Projeções. A planilha permite fazer projeções para o 2.º turno. Se a disputa se confirmar entre Dilma e Marina, quem terá mais chances de ser eleita? Isso vai depender, basicamente, de dois fatores: a vantagem que uma colocar sobre a outra no 1.º turno e o quanto cada uma vai converter de votos de Aécio.

No cenário atual, com Dilma abrindo 11 milhões de votos sobre Marina em 5 de outubro, a candidata do PSB precisaria converter mais de 70% dos apoiadores do tucano em eleitores seus no 2.º turno e torcer para que a petista não transforme mais do que 15% de quem votou em Aécio em neodilmistas no turno final. É mais do que Marina conseguiria hoje.

Segundo a pesquisa nacional do Ibope divulgada na terça-feira, Marina está convertendo 51% dos eleitores tucanos em seus eleitores na simulação de segundo turno contra Dilma. Pior para ela, essa taxa vem caindo nas últimas semanas: chegou a ser de 66% no começo de setembro. Dez dos 15 pontos que Marina perdeu migraram para o contingente de quem pretende anular ou votar em branco, e o resto tornou-se indeciso.

Já a taxa de conversão de Dilma tem se mantido constante. Desde o fim de agosto, a presidente tem conseguido converter de 15% a 18% de quem prefere Aécio no 1.º turno em eleitores que votariam nela no turno final contra Marina. Ou seja: quanto maior for a vantagem que a presidente abrir sobre a rival em 5 de outubro, mais difícil será para Marina virar 21 dias depois.

Aécio diz estar confiante em virada nas urnas

Aécio: “Dentro de menos de 20 dias a gente pode voltar a ter um presidente da República de Minas Gerais para cuidar dessa região.”

Eleições 2014

Aécio Neves: “Vamos arregaçar a manga, vamos virar essa eleição”

Em campanha nessa sexta-feira (19/09) em Belo Horizonte (MG), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convocou os mineiros à “grande virada” em direção às vitórias dele, de Pimenta da Veiga na disputa pelo governo de Minas Gerais e de Antonio Anastasia na disputa a uma vaga no Senado. “Vamos arregaçar as mangas e vamos virar essa eleição.”

“Temos nas nossas mãos uma possibilidade que não temos o direito de perder. Estou aqui hoje em Venda Nova, vou estar amanhã [20/09] no Vale do Aço, na semana que vêm volto outras vezes a Minas Gerais.  Se cada companheiro que estiver nos ouvindo conseguir nessa semana próxima mais quatro ou cinco votos, serei presidente da República para fazer o maior governo da história do Brasil e de Minas Gerais.”

Aécio fez caminhada na região de Venda Nova, cumprimentou eleitores, tirou fotos e, ao final, fez um brevíssimo discurso. “Dentro de menos de 20 dias a gente pode voltar a ter um presidente da República de Minas Gerais para cuidar dessa região porque conhece essa região. A virada está chegando”, afirmou.

Em entrevista coletiva, antes da caminhada, Aécio ressaltou que ele é o candidato que tem condições de derrotar o PT. “Quem tem condições de derrotar o PT, pela coerência do discurso, pela consistência das propostas e pelos quadros qualificados que têm, somos nós. A candidatura que derrota o PT é a candidatura Aécio Neves e, por isso, vamos ganhar as eleições.”

Mudança

Para Aécio, as pesquisas recentes de intenção de voto, que confirmam seu crescimento, indicam que o eleitorado quer mudança e que sua candidatura vai ganhar mais apoio nesta reta final da campanha. “Tenho absoluta convicção de que aqueles que querem mudança, na hora certa, vão votar na nossa candidatura”, ressaltou.

“Se a nossa candidatura avançar na próxima semana cinco ou seis pontos percentuais em Minas Gerais, o que acredito ser claramente possível, posso dizer a vocês que serei presidente da República para fazer o maior governo da nossa história, um governo que vai solucionar problemas históricos do nosso estado, na mobilidade, na saúde, na segurança e na educação”, afirmou Aécio.

Aécio destacou que a sua candidatura é a única “que certamente viabilizará uma mudança consistente de valores, restabelecendo a ética, a decência na vida pública e a eficiência”. Ele afirmou ainda que sua candidatura foi “construída ao longo de trinta anos de dedicação a esse Estado”, referindo-se a Minas Gerais, que governou por dois mandatos, obtendo 92% de aprovação da população.

Seis por meia dúzia

Aécio voltou a apontar semelhança entre as suas duas principais adversárias, a presidente e candidata do PTDilma Rousseff, e a candidata do PSBMarina Silva, ex-integrante do PT.

“Em todas as pesquisas, inclusive aquelas que são feitas em outros Estados, a única candidatura que cresce de forma consistente no plano nacional é a nossa, porque a população está chegando a uma conclusão muito simples, de que trocar a Dilma pela Marina é trocar seis por meia dúzia, é colocar o PT de novo no governo, o que nós não queremos.”

Aécio afirmou que respeita todas as candidaturas, mas ponderou que “Marina é na essência o PT”. Ele lembrou dificuldades criadas no passado por integrantes do PT, entre os quais Marina e Dilma, para implementar o Plano Real e aprovar a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Quando nós estávamos denunciando o mensalão e tentando botar na cadeia aqueles que desviaram dinheiro público, Marina e Dilma eram colegas de ministério do PT e lá estavam.”

Fracasso do PT

Para Aécio, os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) representam “um carimbo de fracasso na própria testa” de Dilma Rousseff. “(O governo Dilma) fracassou na economia, ao nos deixar como herança um quadro de recessão e de retorno da inflação, e fracassou nos indicadores sociais, as desigualdades do Brasil pararam de cair, o analfabetismo parou de cair.”

O candidato acrescentou que a população “não aguenta mais esse jeito PT” de governar. “Ninguém confia mais na presidente da República, nesse governo intervencionista, aparelhado, irresponsável do ponto de vista ético.”

Aécio Neves recebe apoio do ex-jogador Ronaldo Fenômeno

“Voto em Aécio Neves para presidente. Não apenas porque é um amigo que confio, mas por ser um competente economista e gestor, um cara muito inteligente e de pulso firme como o Brasil precisa.”

Eleições 2014

Fonte: Página Ronaldo Facebook

Ronaldo Nazário de Lima

Oi, galera!

Alguns de vocês me questionam, outros desaprovam e me condenam por eu falar publicamente sobre política.

Jogador de futebol eu fui por anos. Empresário sou há algum tempo. Mas desde que nasci, o que sou mesmo é brasileiro. As eleições estão aí, não me neguem o direito de participar ativamente desse momento tão importante. Não tenho medo de polêmica nem de cara feia. Sempre tive orgulho em dizer: quem não deve, não teme. Vou continuar a exercer a minha cidadania, sem me importar com calúnias e especulações maldosas.

Tudo o que conquistei na minha vida é fruto de suor e trabalho honesto. E vai ser sempre assim. Nunca esqueci as minhas origens, e não preciso dizer aqui tudo o que faço para ajudar os que precisam, no Brasil e no mundo. A política não me corrompe, e se dou minha cara à tapa, é para defender o que acredito. Luto, como posso, para vivermos em um país melhor, mais justo, mais estável, mais desenvolvido e menos desigual.

Voto em Aécio Neves para presidente. Não apenas porque é um amigo que confio, mas por ser um competente economista e gestor, um cara muito inteligente e de pulso firme como o Brasil precisa. Não tem ninguém melhor que ele para gerir a nossa crise econômica, e estou certo de que serão muitos os avanços sociais com suas propostas colocadas em prática. Procurem saber a respeito.

E para quem também acredita: www.vamosagir45.com.br Cadastre-se, crie seu perfil e participe com a gente da campanha. Essa é a hora da #virada45! Eu já to lá, espero você!

Aécio: ‘Marina mudou para se acomodar à realidade eleitoral’

Aécio: “Hoje defendemos aquilo que praticamos durante a nossa vida. Não adianta querermos criar um novo personagem às vésperas da eleição.”

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Não adianta criar um novo personagem’, diz Aécio sobre Marina

Candidato tucano fala em arrancada e critica ataques petistas

Tentando sair do terceiro lugar nas pesquisas, o candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou nesta terça-feira que mantém “absoluta confiança de que estará no segundo turno” e criticou a candidata Marina Silva (PSB), segunda colocada nas intenções de votos.

— Agora é hora em que o eleitor aprofunda sua avaliação. A nossa tranquilidade é que nós não precisamos adaptar as nossas propostas às conveniências do momento, com o objetivo de agradar esse ou aquele setor da vida brasileira. Hoje defendemos aquilo que praticamos durante a nossa vida. Não adianta querermos criar um novo personagem às vésperas da eleição — disse o tucano em entrevista coletiva.

Questionado sobre quem seria o candidato que criou um novo personagem, Aécio citou Marina:

— Quando assistimos no caso da candidata Marina uma mudança de posição em função de pressões de A ou de B, é obviamente uma mudança para se acomodar à realidade eleitoral. Não faço crítica pessoal e acho até que o que PT vem fazendo é inaceitável do ponto de vista dos ataques pessoais e de comparações indevidas. O que cobro de todos os candidatos é que digam com clareza aquilo que defendem, que representam.

Aécio afirmou que a política econômica defendida hoje pela candidata do PSB foi criticada por ela quando estava no PT.

— Ela (Marina) agora defende a nossa política econômica, o Plano Real, quando nós lutamos muito para implementar, para acabar com inflação, que hoje ela combate, nós infelizmente não tivemos a contribuição dela, que no PT ajudou o partido a combater o Plano Real e deu seu voto contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Quando defendemos oagronegócio como uma fronteira vital ao crescimento da economia brasileira, alguns anos atrás, ela defendia projeto que proibia o cultivo de transgênicos no pais — disse o tucano.

Sobre seu plano de governo, o tucano disse apenas que lançará antes da eleição.

— Nosso plano não será feito a lápis, será feito a caneta e reproduzirá o que nós pensamos.

Falando em arrancada, Aécio apresentou vídeos que serão utilizados em sua campanha. Um deles, reúne estrelas tucanas como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-senador Tasso Jereissatti e o governador, candidato à reeleição, de São Paulo, Geraldo Alckmin, que encerra o vídeo pedindo voto para Aécio. Na outra peça publicitária, artistas como Zezé di Camargo, a banda Inimigos do HP e o ex-jogador Zico, também declaram apoio ao tucano.

Mutirão de Oportunidades: Aécio vai promover inclusão da geração nem-nem

Aécio vai criar o Mutirão de Oportunidades, cuja proposta é recuperar jovens que não concluirem o ensino fundamental e o ensino médio.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

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Geração nem-nem deve empurrar desemprego

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Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Sobre denúncias envolvendo a Petrobras.

Quem diz que existe uma organização criminosa trabalhando na Petrobras não sou eu, é a polícia federal. Quem disse que havia comissão para pagamento de setores da base aliada não sou eu, é o diretor nomeado pelo PT. Então, a responsabilidade é sim do PT. Eu não acuso a presidente da República de ter se beneficiado pecuniariamente desses recursos, não acredito que isso tenha acontecido. Mas ela foi beneficiária política, porque esse esquema que já existia na Petrobras há quase dez anos, segundo as denúncias, é que sustentou sua base de apoio, inclusive durante o processo de eleição. Isso é extremamente grave, esperamos que novas informações possam vir. Uma questão importante, que acho muito relevante, é que antes da eleição, antes do eleitor ir à urna, dizer o que quer para o país, ele possa saber com clareza qual a intensidade, qual a participação de cada um daqueles, sejam citados ou ainda não citados nas denúncias.

Esse caso da Petrobras apenas confirma aquilo que já dizíamos lá atrás. O governo do PT aparelhou de forma ilimitada a máquina pública e a consequência é isso: ineficiência por um lado e desvios por outro. São questões absolutamente graves porque isso não é normal, não dá para aceitarmos passivamente, acharmos que isso é do jogo política, [que] é assim que funciona, não é. A gestão pública pode ser ética, pode ser eficiente, e tenho certeza que quanto mais a fundo formos nessas investigações melhor será para o cidadão, para o eleitor tomar sua decisão.

Sobre os quadros do PSDB e do PSB.

Temos um time altamente qualificado, de primeiríssima linha, em todas as áreas. Estão aí se manifestando, participando da nossa campanha. Não conheço aqueles com os quais a Marina vai governar. Ouço uma vez ou outra uma citação em jornal de quadros ligados ao PSDB ou mesmo ligados ao PT. Acho que seria importante que o brasileiro soubesse com quem que ela vai governar. Porque esse discurso também da negação absoluta de partidos e de tudo pode gerar amanhã uma insegurança muito grande. Como que se vai construir maiorias? Apenas com um sorriso ou pinçando um nome desse ou daquele partido?

Não acho que a demonização dos partidos seja o melhor caminho para segurarmos a estabilidade que o Brasil precisa para crescer. Ao contrário, o que temos é que sanear os partidos, limitar o seu número e fazê-los funcionarem em consonância com a sociedade, com o que pensa a sociedade brasileira. A nossa proposta se diferencia também da Marinanesse aspecto. É preciso sim que tenhamos quadros qualificados dentro dos partidos para governar o Brasil.

PSDB tem duas opções nessa eleição: ou vence e é governo ou perde e é oposição.

Sobre modelos de exploração de petróleo.

Temos que discutir o que é melhor pro Brasil, se em determinados casos não é melhor o modelo de concessão. É uma discussão que vamos fazer lá na frente, obviamente respeitando o que estaria nos contratos que estão em andamento.

Sobre o Mutirão de Oportunidades.

Queremos recuperar milhões de jovens que não concluíram o ensino fundamental e o ensino médio. São 20 milhões de jovens no Brasil. Onze milhões que não concluíram o ensino fundamental e nove milhões que não concluíram o ensino médio. Vamos dar uma bolsa de estudos para que o trabalho desses jovens seja estudar. Eles só vão conseguir uma qualificação adequada e um lugar no mercado de trabalho minimamente digno se tiverem um mínimo de qualificação. Da mesma forma que existe hoje uma bolsa de estudos para mestrado e doutorado, vamos dar uma bolsa de estudos para resgatar esses jovens. Isso nos ajudará, inclusive, a combater a criminalidade e a violência porque estamos dando a muitos jovens brasileiros a opção que não seja cooptação pelo tráfico e pelo crime.

Sobre segurança pública.

Tenho dito que a questão da segurança pública tem que ser tratada com maior responsabilidade do que vem fazendo o atual governo. Eu, presidente da República, liderarei um plano nacional de segurança pública, que proíbe o represamento dos recursos para a área, é um projeto de minha autoria que tramita no Senado. Permitirá que nossas fronteiras sejam fiscalizadas e sejam guardadas em parceria com as forças armadas, com a polícia federal fortalecida, e terei uma relação diferente da que existe hoje com os governantes dos países produtores da matéria-prima das drogas, ou mesmo de drogas. Caso do Paraguai e da Bolívia, por exemplo, que produzem drogas que são contrabandeadas para o Brasil e matam jovens aqui no Brasil. O que tenho proposto é que financiamentos ou parcerias bilaterais com esses países só venham a acontecer no momento em que eles internamente também assumirem responsabilidade com a inibição da produção de drogas ou da plantação de drogas no seu território.

Como seria a relação com esses países?

Uma relação séria e responsável. Não podemos permitir que no Brasil 56 mil pessoas morram a cada ano, grande parte delas em razão do tráfico de drogas. Não somos produtores de drogas. Vamos estabelecer nesse país uma relação de que eles deverão limitar, inibir, diminuir a produção das matérias-primas que levam à fabricação das drogas para terem parcerias comerciais com o Brasil, financiamento do BNDES, por exemplo. É uma medida radical, mas necessária, porque, se não, continuaremos a ver a droga produzida nos nossos vizinhos matar vidas no Brasil.

Aécio vai resgatar municípios para Brasil voltar a crescer

Em visita a Presidente Prudente, Aécio Neves reforçou ainda o seu compromisso com o agronegócio e o crescimento da economia.

Aécio propostas

Fonte: Jogo do Poder

Aécio vai resgatar e fortalecer municípios para Brasil voltar a crescer

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reafirmou o compromisso neste sábado (06/09) de fazer um governo que vai fortalecer e resgatar os municípios brasileiros. Em visita a Presidente Prudente, interior de São Paulo, Aécio reforçou ainda o seu compromisso com o agronegócio e o crescimento da economia.

“O nosso governo será o governo da descentralização, o governo do resgate dos municípios brasileiros, para que eles tenham melhores condições de enfrentar as suas demandas. Serei o parceiro do agronegócio, não por circunstância, não por conveniência eleitoral, mas por absoluta convicção de que o governo federal vem faltando a um setor que tem sido essencial ao crescimento da nossa economia, à geração de renda, à geração de emprego”, afirmou.

O candidato reiterou que seu governo será parceiro “daqueles que produzem no campo”, para que o Brasil possa crescer cada vez mais competitivo. “O que falta é a ação do Estado, a simplificação do nosso sistema tributário, as obras de infraestrutura que dependem do governo federal, que vão possibilitar a diminuição do custo Brasil. Tenho um compromisso histórico com o resgate do setor do etanol, liquidado por uma ação irresponsável do atual governo federal”, acrescentou.

Estratégia

Em entrevista a jornalistas no aeroporto da cidade, Aécio destacou que sua principal estratégia de campanha será dizer o que pensa, com clareza.  “As minhas propostas são aquelas nas quais acreditei ao longo da minha vida. Todos somos, em grande parte, aquilo que fizemos. Defendo uma gestão cada vez mais eficiente. Me orgulho muito de ter visto ontem os indicadores do Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] – e cumprimento o governador Geraldo Alckmin, porque no ensino fundamental os avanços de São Paulo foram expressivos – mas comemoro o fato de Minas Gerais, o meu Estado, ter hoje a melhor educação fundamental do Brasil, nas primeiras e nas últimas séries. Este é apenas um exemplo de que o Brasil precisa de uma gestão eficiente. A clareza das nossas propostas, oposição a tudo isso que está aí, é que vai nos levar à vitória”, salientou.

Novo projeto

O candidato da Coligação Muda Brasil disse ainda que a atual presidente da República, Dilma Rousseff, perderá as eleições pela incapacidade que demonstrou em cumprir seus compromissos, deixando como herança “uma inflação saindo de controle, o Brasil em recessão e, do ponto de vista social, nossos indicadores piorando todo o tempo”.

“O que vou fazer a cada dia, daqui até 5 de outubro é, de forma muito clara, defender um novo projeto para o Brasil. Porque a mudança, isso é importante que fique claro, não se dá no dia da eleição, apenas com o nosso voto. Ela se inicia a partir de 1º de janeiro do próximo ano. E quem tem condições de fazer a mudança segura, resgatando a capacidade do Brasil crescer, gerar empregos, investindo novamente em parcerias com os Estados na saúde, na segurança pública, somos nós. Somos a única mudança segura. A mudança que o Brasil merece viver”, completou.

Encontro

Aécio visitou Presidente Prudente acompanhado do governador do Estado e candidato a reeleição Geraldo Alckmin, de Aloysio Nunes Ferreira, vice na chapa presidencial, e do deputado federal e presidente do PSDB de São Paulo, Duarte Nogueira. Em um auditório com capacidade para 1500 pessoas, na Associação Prudentina de Esportes Atléticos (APEA),Aécio participou do Grande Encontro de Lideranças do Pontal do Paranapanema, que reuniu centenas de prefeitos da região oeste de São Paulo.