Eleições 2014: Marina voou 10 vezes em na aeronave Cessna PR-AFA

Velha política: as viagens da candidata podem atrapalhar estratégia do PSB, que busca desvinculá-la formalmente da aeronave.

Eleições 2014

Fonte: O Globo 

Partido tenta desvincular candidata da aeronave, cuja compra é investigada pela PF

candidata à Presidência Marina Silva (PSB) voou dez vezes na aeronave Cessna PR-AFA, cuja doação à campanha é investigada pela Polícia Federal. O GLOBO teve acesso a registros de pousos e decolagens do jato no período em que esteve à disposição da candidatura de Eduardo Campos e Marina. As viagens da candidata podem atrapalhar a estratégia do PSB, que, desde o início das investigações, busca desvinculá-la formalmente da aeronave.

Especialistas em Direito Eleitoral argumentam que eventuais irregularidades podem atingi-la, apesar da morte de Campos. A coordenação jurídica da campanha discorda. A lista de viagens de Marina foi obtida a partir do cruzamento dos compromissos oficiais da candidata com voos realizados e dados fornecidos pela própria campanha do PSB.

PF investiga a compra do jato e também o pagamento de despesas operacionais, quando ela já estava sendo utilizada. Esses gastos foram pagos por uma empresa de fachada.

Em vez de declarar a doação nas prestações de contas parciais, como determina a legislação, o PSB deixou para declarar apenas em novembro, o que também contraria a lei.

Marina usou o jato pela primeira vez no fim de maio, para participar, em Goiânia (GO), de seminário do partido. Em junho, voou quatro vezes, passando por Goiânia, Brasília, Maringá e Londrina. No fim de julho, participou de ato em Vitória (ES). Em agosto, voou outras quatro vezes, ao Rio, a Brasília e a São Paulo. O jato caiu em 13 de agosto, matandoCampos e seis assessores.

Segundo o PSB, o avião havia sido emprestado pelos empresários João Carlos Lyra e Apolo Santana Vieira. As despesas operacionais também seriam pagas por eles. Para a doação ser legal, o valor não poderá ultrapassar 10% do rendimento declarado dos dois em 2013.

PARA ESPECIALISTA, CHAPA É ‘ÚNICA E INDIVISÍVEL’

Especialista em Direito Eleitoral, o advogado Arthur Rollo lembra que o registro de candidaturas ocorre em “chapa única e indivisível”.

— A Marina era vice quando o avião caiu. Qualquer problema com a cabeça da chapa também afeta o vice. Se houver processo, não será contra a chapa atual, mas a anterior.

O coordenador jurídico da campanha de Marina, Ricardo Penteado, discorda. Para ele, mesmo usando o jato, Marina não pode ser responsabilizada.

— O avião estava emprestado para o Eduardo, não para a Marina. Se eu pegar um táxi no aeroporto e te der uma carona até a cidade, o que você terá a ver com minha relação com o taxista? — questiona.

Presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB, Norberto Campelo diz que o desconhecimento de Marina sobre a doação poderá “eximi-la de responsabilidade”. Mas, para ele, no contexto da análise da prestação de contas de Campos, candidatos são corresponsáveis.

— Se constatada irregularidade, ela e o partido respondem.

Aécio diz estar confiante em virada nas urnas

Aécio: “Dentro de menos de 20 dias a gente pode voltar a ter um presidente da República de Minas Gerais para cuidar dessa região.”

Eleições 2014

Aécio Neves: “Vamos arregaçar a manga, vamos virar essa eleição”

Em campanha nessa sexta-feira (19/09) em Belo Horizonte (MG), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convocou os mineiros à “grande virada” em direção às vitórias dele, de Pimenta da Veiga na disputa pelo governo de Minas Gerais e de Antonio Anastasia na disputa a uma vaga no Senado. “Vamos arregaçar as mangas e vamos virar essa eleição.”

“Temos nas nossas mãos uma possibilidade que não temos o direito de perder. Estou aqui hoje em Venda Nova, vou estar amanhã [20/09] no Vale do Aço, na semana que vêm volto outras vezes a Minas Gerais.  Se cada companheiro que estiver nos ouvindo conseguir nessa semana próxima mais quatro ou cinco votos, serei presidente da República para fazer o maior governo da história do Brasil e de Minas Gerais.”

Aécio fez caminhada na região de Venda Nova, cumprimentou eleitores, tirou fotos e, ao final, fez um brevíssimo discurso. “Dentro de menos de 20 dias a gente pode voltar a ter um presidente da República de Minas Gerais para cuidar dessa região porque conhece essa região. A virada está chegando”, afirmou.

Em entrevista coletiva, antes da caminhada, Aécio ressaltou que ele é o candidato que tem condições de derrotar o PT. “Quem tem condições de derrotar o PT, pela coerência do discurso, pela consistência das propostas e pelos quadros qualificados que têm, somos nós. A candidatura que derrota o PT é a candidatura Aécio Neves e, por isso, vamos ganhar as eleições.”

Mudança

Para Aécio, as pesquisas recentes de intenção de voto, que confirmam seu crescimento, indicam que o eleitorado quer mudança e que sua candidatura vai ganhar mais apoio nesta reta final da campanha. “Tenho absoluta convicção de que aqueles que querem mudança, na hora certa, vão votar na nossa candidatura”, ressaltou.

“Se a nossa candidatura avançar na próxima semana cinco ou seis pontos percentuais em Minas Gerais, o que acredito ser claramente possível, posso dizer a vocês que serei presidente da República para fazer o maior governo da nossa história, um governo que vai solucionar problemas históricos do nosso estado, na mobilidade, na saúde, na segurança e na educação”, afirmou Aécio.

Aécio destacou que a sua candidatura é a única “que certamente viabilizará uma mudança consistente de valores, restabelecendo a ética, a decência na vida pública e a eficiência”. Ele afirmou ainda que sua candidatura foi “construída ao longo de trinta anos de dedicação a esse Estado”, referindo-se a Minas Gerais, que governou por dois mandatos, obtendo 92% de aprovação da população.

Seis por meia dúzia

Aécio voltou a apontar semelhança entre as suas duas principais adversárias, a presidente e candidata do PTDilma Rousseff, e a candidata do PSBMarina Silva, ex-integrante do PT.

“Em todas as pesquisas, inclusive aquelas que são feitas em outros Estados, a única candidatura que cresce de forma consistente no plano nacional é a nossa, porque a população está chegando a uma conclusão muito simples, de que trocar a Dilma pela Marina é trocar seis por meia dúzia, é colocar o PT de novo no governo, o que nós não queremos.”

Aécio afirmou que respeita todas as candidaturas, mas ponderou que “Marina é na essência o PT”. Ele lembrou dificuldades criadas no passado por integrantes do PT, entre os quais Marina e Dilma, para implementar o Plano Real e aprovar a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Quando nós estávamos denunciando o mensalão e tentando botar na cadeia aqueles que desviaram dinheiro público, Marina e Dilma eram colegas de ministério do PT e lá estavam.”

Fracasso do PT

Para Aécio, os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) representam “um carimbo de fracasso na própria testa” de Dilma Rousseff. “(O governo Dilma) fracassou na economia, ao nos deixar como herança um quadro de recessão e de retorno da inflação, e fracassou nos indicadores sociais, as desigualdades do Brasil pararam de cair, o analfabetismo parou de cair.”

O candidato acrescentou que a população “não aguenta mais esse jeito PT” de governar. “Ninguém confia mais na presidente da República, nesse governo intervencionista, aparelhado, irresponsável do ponto de vista ético.”

Aécio Neves recebe apoio do ex-jogador Ronaldo Fenômeno

“Voto em Aécio Neves para presidente. Não apenas porque é um amigo que confio, mas por ser um competente economista e gestor, um cara muito inteligente e de pulso firme como o Brasil precisa.”

Eleições 2014

Fonte: Página Ronaldo Facebook

Ronaldo Nazário de Lima

Oi, galera!

Alguns de vocês me questionam, outros desaprovam e me condenam por eu falar publicamente sobre política.

Jogador de futebol eu fui por anos. Empresário sou há algum tempo. Mas desde que nasci, o que sou mesmo é brasileiro. As eleições estão aí, não me neguem o direito de participar ativamente desse momento tão importante. Não tenho medo de polêmica nem de cara feia. Sempre tive orgulho em dizer: quem não deve, não teme. Vou continuar a exercer a minha cidadania, sem me importar com calúnias e especulações maldosas.

Tudo o que conquistei na minha vida é fruto de suor e trabalho honesto. E vai ser sempre assim. Nunca esqueci as minhas origens, e não preciso dizer aqui tudo o que faço para ajudar os que precisam, no Brasil e no mundo. A política não me corrompe, e se dou minha cara à tapa, é para defender o que acredito. Luto, como posso, para vivermos em um país melhor, mais justo, mais estável, mais desenvolvido e menos desigual.

Voto em Aécio Neves para presidente. Não apenas porque é um amigo que confio, mas por ser um competente economista e gestor, um cara muito inteligente e de pulso firme como o Brasil precisa. Não tem ninguém melhor que ele para gerir a nossa crise econômica, e estou certo de que serão muitos os avanços sociais com suas propostas colocadas em prática. Procurem saber a respeito.

E para quem também acredita: www.vamosagir45.com.br Cadastre-se, crie seu perfil e participe com a gente da campanha. Essa é a hora da #virada45! Eu já to lá, espero você!

Intenções de voto: Aécio sobe 4 pontos, Dilma e Marina começam a cair, mostra Ibope

Segundo Aécio, eleitores começaram a prestar mais atenção às propostas dos candidatos e ver quem tem melhores ideias para o Brasil.

Eleições 2014

Ibope: Dilma cai três pontos, mas continua na liderança no primeiro turno

Aécio Neves sobe quatro pontos, e está com 19%. Marina oscilou na margem de erro, e está com 30%

A quarta pesquisa Ibope/Rede Globo sobre a corrida presidencial, divulgada nesta terça-feira, mostrou que a presidente Dilma Rousseff (PT) caiu três pontos percentuais nas intenções de voto dos eleitores, enquanto Aécio Neves (PSDB) subiu quatro pontos e Marina Silva (PSB) oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro. Dilma continua à frente de seus adversários, com 36% das intenções de voto. No levantamento anterior, realizado entre os dias 5 e 8 deste mês, a presidente tinha 39%. Marina flutuou para baixo, de 31% para 30%, e Aécio Neves subiu de 15% para 19%.

A pesquisa mostra que deve haver segundo turno e traça três cenários possíveis. No mais provável deles, de acordo com os números atuais, Marina e Dilma estão tecnicamente empatadas, dentro da margem de erro, mas com Marina numericamente à frente da candidata petista. Marina manteve 43% das intenções de voto, mesmo patamar do último levantamento. Dilma marcou 40%, dois a menos que os 42% registrados na pesquisa anterior.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, em uma semana diminuiu pela metade a diferença entre os dois candidatos, de 15 para sete pontos percentuais. A petista registrou 44% das intenções de voto, uma queda de quatro pontos em relação à pesquisa anterior, quando Dilma teve 48%. Já o tucano subiu 4 pontos em relação ao último levantamento, avançando de 33% para 37%. Em uma simulação de Marina contra Aécio — a hipótese menos provável –, a candidata do PSB marcou 48% das intenções de voto, contra 30% do tucano. Na pesquisa anterior, Marina tinha 51% e Aécio, 27%.

APROVAÇÃO DO GOVERNO ESTÁ ESTÁVEL

O levantamento divulgado ontem ouviu com 3.010 eleitores, e mostrou também que a aprovação da maneira como Dilma está governando se manteve estável, em 48%. A desaprovação também não variou, ficando congelada no patamar de 46%. A avaliação do governo teve leve piora, dentro da margem de erro. Os que avaliam o governo como ótimo ou bom oscilaram de 38% para 37%. Os que consideram regular se mantiveram estáveis, em 33%. As avaliações de ruim e péssimo também ficaram iguais, em 28%.

O quarto colocado nas pesquisas, Pastor Everaldo, marcou 1% das intenções de voto. Os demais candidatos à Presidência — Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL), Zé Maria (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) — somaram 1%. O percentual de votos em branco e nulos diminuiu de 8%, na pesquisa anterior, para 7%.

O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), minimizou a queda de Dilma no levantamento. Para o petista, o cenário permanece estável e o PT tem agora que torcer para que Dilma não caia mais até o dia da eleição. Vicentinho descartou um segundo turno de Dilma contra Aécio Neves, mesmo com o crescimento do tucano na pesquisa. E, segundo o deputado, a estratégia do PT de confrontar Marina deverá ser mantida, mas com cuidado para não partir para ataques pessoais que poderiam se transformar em avaliação negativa para Dilma Rousseff.

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— Acho que o Aécio jamais alcançará elas, então o cenário vai se estabilizar nisso, vamos olhar o pêndulo entre Marina e Dilma. E, claro, vamos torcer para que Dilma se mantenha à frente da Marina — afirmou.

O deputado, no entanto, minimizou o risco de os ataques a Marina estarem afetando a popularidade da presidente:

— Marina está reclamando e chorando mais do que apanhando e isso transmite insegurança para muita gente. Estamos de olho é no programa dela, tem coisas ali de arrepiar. — concluiu o deputado.

AÉCIO FALA EM ‘ONDA DA RAZÃO’

Ao chegar no debate organizado pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida do Norte, ontem à noite, o senador Aécio Neves (PSDB) disse que o resultado do Ibope já era esperado e viu a divulgação como um crescimento do apoio a sua campanha:

— Sempre acreditei muito que no momento da escolha há uma análise mais profunda, não apenas do que cada candidato diz, mas o que cada candidato é.

Em nota, afirmou ainda que “é uma demonstração clara da onda da razão. Os eleitores começaram a prestar mais atenção às propostas dos candidatos e ver quem tem melhores ideias para o Brasil, sem improviso ou um modelo que fracassou. Tenho convicção de que estarei no segundo turno e vencerei a eleição. Vamos usar a emoção para a Onda da Razão

Marina Silva (PSB) não deu entrevista na chegada à Aparecida, pois alegou problemas na voz. O candidato a vice-presidente na sua chapa, o deputado federal Beto Albuquerque comemorou o resultado da pesquisa.

— O cenário está bom. Temos os pés no chão porque é uma pesquisa apenas. Estamos contentes porque com esses ataques absurdos que estamos sofrendo nos últimos dias estamos mostrando que temos fortaleza na sociedade quando marcamos mais uma vez 30 pontos percentuais. É um patrimônio político importante.

O líder do PSB no Senado e candidato ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, destacou que a estratégia do PT de “desconstruir” a imagem de Marina está tendo efeito contrário ao desejado, pois estaria se revertendo em aumento da rejeição de Dilma.

— O cenário continua estabilizado, sinalizando para a realização de um segundo turno. Na minha avaliação, a Marina está com uma clara vantagem, porque está apresentando esses índices sem ter tempo de televisão, com pouca exposição, apenas durante os 2 minutos que o PSB tem no programa eleitoral. No segundo turno, no momento em que tiver o mesmo tempo de televisão do adversário, tem enorme potencial de crescimento. E Dilma está sofrendo o ônus de quem bate, sua rejeição está aumentando porque a população está muito mais interessada em ouvir propostas — diz o senador.

Aécio: ‘Marina mudou para se acomodar à realidade eleitoral’

Aécio: “Hoje defendemos aquilo que praticamos durante a nossa vida. Não adianta querermos criar um novo personagem às vésperas da eleição.”

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Não adianta criar um novo personagem’, diz Aécio sobre Marina

Candidato tucano fala em arrancada e critica ataques petistas

Tentando sair do terceiro lugar nas pesquisas, o candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou nesta terça-feira que mantém “absoluta confiança de que estará no segundo turno” e criticou a candidata Marina Silva (PSB), segunda colocada nas intenções de votos.

— Agora é hora em que o eleitor aprofunda sua avaliação. A nossa tranquilidade é que nós não precisamos adaptar as nossas propostas às conveniências do momento, com o objetivo de agradar esse ou aquele setor da vida brasileira. Hoje defendemos aquilo que praticamos durante a nossa vida. Não adianta querermos criar um novo personagem às vésperas da eleição — disse o tucano em entrevista coletiva.

Questionado sobre quem seria o candidato que criou um novo personagem, Aécio citou Marina:

— Quando assistimos no caso da candidata Marina uma mudança de posição em função de pressões de A ou de B, é obviamente uma mudança para se acomodar à realidade eleitoral. Não faço crítica pessoal e acho até que o que PT vem fazendo é inaceitável do ponto de vista dos ataques pessoais e de comparações indevidas. O que cobro de todos os candidatos é que digam com clareza aquilo que defendem, que representam.

Aécio afirmou que a política econômica defendida hoje pela candidata do PSB foi criticada por ela quando estava no PT.

— Ela (Marina) agora defende a nossa política econômica, o Plano Real, quando nós lutamos muito para implementar, para acabar com inflação, que hoje ela combate, nós infelizmente não tivemos a contribuição dela, que no PT ajudou o partido a combater o Plano Real e deu seu voto contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Quando defendemos oagronegócio como uma fronteira vital ao crescimento da economia brasileira, alguns anos atrás, ela defendia projeto que proibia o cultivo de transgênicos no pais — disse o tucano.

Sobre seu plano de governo, o tucano disse apenas que lançará antes da eleição.

— Nosso plano não será feito a lápis, será feito a caneta e reproduzirá o que nós pensamos.

Falando em arrancada, Aécio apresentou vídeos que serão utilizados em sua campanha. Um deles, reúne estrelas tucanas como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-senador Tasso Jereissatti e o governador, candidato à reeleição, de São Paulo, Geraldo Alckmin, que encerra o vídeo pedindo voto para Aécio. Na outra peça publicitária, artistas como Zezé di Camargo, a banda Inimigos do HP e o ex-jogador Zico, também declaram apoio ao tucano.

Mutirão de Oportunidades: Aécio vai promover inclusão da geração nem-nem

Aécio vai criar o Mutirão de Oportunidades, cuja proposta é recuperar jovens que não concluirem o ensino fundamental e o ensino médio.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

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Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Sobre denúncias envolvendo a Petrobras.

Quem diz que existe uma organização criminosa trabalhando na Petrobras não sou eu, é a polícia federal. Quem disse que havia comissão para pagamento de setores da base aliada não sou eu, é o diretor nomeado pelo PT. Então, a responsabilidade é sim do PT. Eu não acuso a presidente da República de ter se beneficiado pecuniariamente desses recursos, não acredito que isso tenha acontecido. Mas ela foi beneficiária política, porque esse esquema que já existia na Petrobras há quase dez anos, segundo as denúncias, é que sustentou sua base de apoio, inclusive durante o processo de eleição. Isso é extremamente grave, esperamos que novas informações possam vir. Uma questão importante, que acho muito relevante, é que antes da eleição, antes do eleitor ir à urna, dizer o que quer para o país, ele possa saber com clareza qual a intensidade, qual a participação de cada um daqueles, sejam citados ou ainda não citados nas denúncias.

Esse caso da Petrobras apenas confirma aquilo que já dizíamos lá atrás. O governo do PT aparelhou de forma ilimitada a máquina pública e a consequência é isso: ineficiência por um lado e desvios por outro. São questões absolutamente graves porque isso não é normal, não dá para aceitarmos passivamente, acharmos que isso é do jogo política, [que] é assim que funciona, não é. A gestão pública pode ser ética, pode ser eficiente, e tenho certeza que quanto mais a fundo formos nessas investigações melhor será para o cidadão, para o eleitor tomar sua decisão.

Sobre os quadros do PSDB e do PSB.

Temos um time altamente qualificado, de primeiríssima linha, em todas as áreas. Estão aí se manifestando, participando da nossa campanha. Não conheço aqueles com os quais a Marina vai governar. Ouço uma vez ou outra uma citação em jornal de quadros ligados ao PSDB ou mesmo ligados ao PT. Acho que seria importante que o brasileiro soubesse com quem que ela vai governar. Porque esse discurso também da negação absoluta de partidos e de tudo pode gerar amanhã uma insegurança muito grande. Como que se vai construir maiorias? Apenas com um sorriso ou pinçando um nome desse ou daquele partido?

Não acho que a demonização dos partidos seja o melhor caminho para segurarmos a estabilidade que o Brasil precisa para crescer. Ao contrário, o que temos é que sanear os partidos, limitar o seu número e fazê-los funcionarem em consonância com a sociedade, com o que pensa a sociedade brasileira. A nossa proposta se diferencia também da Marinanesse aspecto. É preciso sim que tenhamos quadros qualificados dentro dos partidos para governar o Brasil.

PSDB tem duas opções nessa eleição: ou vence e é governo ou perde e é oposição.

Sobre modelos de exploração de petróleo.

Temos que discutir o que é melhor pro Brasil, se em determinados casos não é melhor o modelo de concessão. É uma discussão que vamos fazer lá na frente, obviamente respeitando o que estaria nos contratos que estão em andamento.

Sobre o Mutirão de Oportunidades.

Queremos recuperar milhões de jovens que não concluíram o ensino fundamental e o ensino médio. São 20 milhões de jovens no Brasil. Onze milhões que não concluíram o ensino fundamental e nove milhões que não concluíram o ensino médio. Vamos dar uma bolsa de estudos para que o trabalho desses jovens seja estudar. Eles só vão conseguir uma qualificação adequada e um lugar no mercado de trabalho minimamente digno se tiverem um mínimo de qualificação. Da mesma forma que existe hoje uma bolsa de estudos para mestrado e doutorado, vamos dar uma bolsa de estudos para resgatar esses jovens. Isso nos ajudará, inclusive, a combater a criminalidade e a violência porque estamos dando a muitos jovens brasileiros a opção que não seja cooptação pelo tráfico e pelo crime.

Sobre segurança pública.

Tenho dito que a questão da segurança pública tem que ser tratada com maior responsabilidade do que vem fazendo o atual governo. Eu, presidente da República, liderarei um plano nacional de segurança pública, que proíbe o represamento dos recursos para a área, é um projeto de minha autoria que tramita no Senado. Permitirá que nossas fronteiras sejam fiscalizadas e sejam guardadas em parceria com as forças armadas, com a polícia federal fortalecida, e terei uma relação diferente da que existe hoje com os governantes dos países produtores da matéria-prima das drogas, ou mesmo de drogas. Caso do Paraguai e da Bolívia, por exemplo, que produzem drogas que são contrabandeadas para o Brasil e matam jovens aqui no Brasil. O que tenho proposto é que financiamentos ou parcerias bilaterais com esses países só venham a acontecer no momento em que eles internamente também assumirem responsabilidade com a inibição da produção de drogas ou da plantação de drogas no seu território.

Como seria a relação com esses países?

Uma relação séria e responsável. Não podemos permitir que no Brasil 56 mil pessoas morram a cada ano, grande parte delas em razão do tráfico de drogas. Não somos produtores de drogas. Vamos estabelecer nesse país uma relação de que eles deverão limitar, inibir, diminuir a produção das matérias-primas que levam à fabricação das drogas para terem parcerias comerciais com o Brasil, financiamento do BNDES, por exemplo. É uma medida radical, mas necessária, porque, se não, continuaremos a ver a droga produzida nos nossos vizinhos matar vidas no Brasil.

Propostas: Aécio vai diminuir desigualdades na região Norte

Aécio falou das propostas para o desenvolvimento na Região Norte e cobrou explicações do Governo Dilma sobre o escândalo da Petrobras.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Sobre propostas do candidato para o desenvolvimento econômico e social do Pará e Amazônia.

Quero reafirmar aqui hoje no Pará, mais uma vez, o compromisso com uma política nacional de segurança. No meu governo, o presidente da República vai ter a responsabilidade de conduzir uma política de segurança, que passa pela reforma do nosso código penal, para que acabe essa sensação de impunidade que hoje existe no país, proíba o represamento dos recursos aprovados no Congresso Nacional. Esse ano, apenas 20 % dos Fundos de Segurança Pública foram efetivamente executados. Garanta uma política de policiamento de nossas fronteiras, com a Polícia Federal e as Forças Armadas atuando em conjunto e, principalmente, uma parceria com os Estados, onde cada um saiba, efetivamente, com o que vai contar mensalmente, ou para ampliar o efetivo, ou para investir em inteligência, ou para investir em equipamentos.

Temos condições de em 60 dias colocar mais 60 mil homens, policiais formados, nas ruas. Basta que o governo federal subsidie os funcionários administrativos. Portanto, os policiais que fazem hoje serviços administrativos poderiam ser liberados imediatamente para ir às ruas. Uma política nacional de segurança será responsabilidade, no meu governo, do presidente da República.

E estabeleceremos uma nova relação com os países vizinhos produtores de drogas. O Brasil não é produtor de cocaína, o Brasil não é produtor de maconha. E os países que são os principais produtores, vemos seus governos fazendo vista grossa para aquilo que lá acontece. Vem para o Brasil e, aqui, vimos no ano passado 56 mil assassinatos. Mais de 30 mil em função do tráfico de drogas. Vamos estabelecer uma nova relação, onde as parcerias com esses países serão condicionadas a ações efetivas desses governos para coibir o cultivo das drogas no seu território.

Sobre políticas para a região Norte.

Eu tenho dito sempre que você para diminuir a desigualdade tem que tratar os desiguais de forma desigual. Foi o que fiz como governador de Minas Gerais e pretendo fazer como presidente República. Em primeiro lugar, resgatar a capacidade dos municípios e dos Estados enfrentarem as suas dificuldades. O Brasil vive um Estado unitário hoje, apenas o governo federal tudo tem e tudo pode. Um novo Pacto Federativo, com a agenda da Federação, que está em discussão no Congresso Nacional e não foi votada até hoje, porque a base do PT não permitiu, sendo votada com absoluta prioridade.

Vamos dar um choque de infraestrutura nessa região, pois é ela que nos ajudará a garantir maior competitividade àquilo que aqui se produz. Vamos fazer um processo rápido de simplificação do nosso sistema tributário, para atacar, também, da mesma forma, o custo Brasil. Essa região tem um potencial extraordinário de crescimento, mas é uma região que vem sendo governada com desprezo pelo governo federal.

Aliás, o governo federal governa de costas para a região Norte e também, em grande parte, para a região Nordeste do Brasil. Vamos ser o governo que vai diminuir as desigualdades com ações pontuais na saúde, na segurança pública, como disse, na melhoria na qualidade da educação e infraestrutura.

Sobre esforços para melhoria da educação.

Esse é um esforço de todos. Quero trazer a minha experiência de Minas Gerais para o Brasil. Vimos a falha de uma política, por exemplo, em relação ao ensino médio, onde existe um só currículo em todo o Brasil. Isso é uma visão do século passado para o século XXI. Temos que regionalizar os currículos, adaptá-los à realidade de cada região, para que eles sejam atrativos. Temos que refundar a escola brasileira. Tenho dois programas na área de educação que quero implementar no Brasil, que, a meu ver, permitem um resgate de uma parcela importante dos jovens brasileiros que não completaram o ensino.

Temos 20 milhões de brasileiros entre 18 e 29 anos de idade, de jovens brasileiros, que ou não completaram o ensino fundamental ou não completaram o ensino médio. Vamos fazer aquilo que se faz hoje com estudantes que ganham a bolsa de estudo para um curso de pós-graduação. Vamos dar uma bolsa de um salário mínimo para todos os jovens que não completaram seja o ensino fundamental, o ensino médio, para que possam fazê-lo. O trabalho desse jovem será estudar. Porque só assim eles vão conseguir se qualificar um pouco mais.

Sobre as denúncias envolvendo a Petrobras e o governo federal.

Esse governo acabou. Esse governo acabou antes da hora. A presidente da República já demite por antecipação o seu ministro da Fazenda, e, no caso do PT, denúncias. É só uma questão de tempo. Estamos aí frente ao Mensalão 2. A principal empresa pública brasileira submetida a interesse de grupos. Para quê? Para manter o PT no poder. Quando denunciei, lá atrás, no Congresso Nacional e liderei a constituição de uma CPMI para investigar a Petrobras, o governo dizia que estávamos atacando a imagem da principal empresa brasileira.

A verdade é que o governo do PT enlameou a nossa principal empresa. E não adianta o governo dizer que não sabia. É preciso que as respostas sejam diretas, objetivas e que essas investigações possam ser aprofundadas. E quem tem responsabilidades tem que ser punido exemplarmente.

A nossa proposta busca encerrar esse ciclo perverso de governo do PT, que tão mal vem fazendo ao país, para iniciarmos um novo ciclo de seriedade e respeitabilidade na gestão do recurso público. Um ciclo onde possamos colocar, ao mesmo tempo, a ética junto com a eficiência, com a competência. É importante que fique claro que a mudança que o Brasil quer e que vai acontecer, porque o PT será derrotado, ela não se dá no dia da eleição. Ela se dará a partir do primeiro dia do próximo mandato. E quem tem as melhores condições de iniciar um novo ciclo, virtuoso, ético, eficiente, e que permita todas as regiões do Brasil avançar, somos nós. Não existe uma outra alternativa que signifique a mudança segura que o Brasil espera. Por isso estou extremamente confiante com a nossa possibilidade de vitória.

Sobre posição das candidatas do PT e do PSB sobre as denúncias.

Se não afeta o governo, afeta quem [as denúncias]? Estamos falando de uma área que foi conduzida, liderada, pela atual presidente da República nos últimos 12 anos. Não acredito que a presidente da República tenha recebido recursos desse esquema. Mas, do ponto de vista político, ela foi beneficiária sim. E tinha a obrigação de saber aquilo que acontece no seu entorno. Administrar é tomar decisão. Administrar é coibir malfeitos. Administrar é apresentar resultados positivos, tudo o que esse governo não vem fazendo.

Em relação à candidata Marina, vejo uma tentativa permanente de vitimização. Eu não faço nenhuma acusação desse gênero à candidata Marina e vou até além. Em relação às acusações sobre o ex-governador Eduardo Campos, conheci Eduardo durante 30 anos. Isso não combina com ele. Eduardo era um homem de bem. Eu faço toda essa ressalva. Agora, esse discurso da candidata Marina que é vítima dos ataques do PT e do PSDB é um discurso muito defensivo.

Nós, do PSDB, queremos saber, até porque não temos semelhança alguma com o PT. Se alguém tem uma semelhança ou uma identidade com o PT é ela, pelos seus mais de 20 anos de militância no partido, não somos nós. A nossa cobrança em relação a ela é uma cobrança política.  Eu quero saber sim qual é o compromisso da Marina com o agronegócio, se vale o de hoje ou vale o de 1999, quando ela apresentou um projeto proibindo o cultivo de transgênicos no país? Qual é o compromisso dela com a estabilidade econômica do país? É o de agora ou aquele quando ela no PT votou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e dentro do PT tentaram inviabilizar o Plano Real? O Brasil tem o direito de saber em qual candidata eventualmente vai votar. Esse é o jogo político e ela tem que estar preparada para dar essas explicações.

Ninguém está imune a qualquer tipo de crítica. A nossa crítica é política, é frontal. Porque acho que temos as melhores condições de fazer as mudanças que o Brasil precisa. Não basta apenas um conjunto de boas intenções. Boas intenções todos temos, mas é preciso que essas boas intenções de transformem em uma nova realidade, de retomada do crescimento, de valorização dos empregos de boa qualidade, de descentralização dos investimentos em saúde e em segurança pública, para avançarmos nessas áreas, de melhoria na qualidade da educação.

Não estou prometendo nada que não tenha feito quando fui governador de Minas Gerais. Por isso é importante que esse debate se dê as claras. A candidata Marina, quando coloca no mesmo saco as críticas ao PT e ao PSDB, ela comete um equívoco e, a meu ver, foge do debate. Quero saber, em relação ao governo federal, quem são os responsáveis pelas irresponsabilidades e falcatruas que ocorreram agora na Petrobras, e isso é responsabilidade do governo do PT comandado pela presidente Dilma.

Em relação à candidata Marina, quero saber com quem ela vai governar e de que forma pretende governar o país. Com que convicções? Porque quem muda de opinião a todo instante, em razão das circunstâncias ou de determinadas pressões, a meu ver, mostra uma fragilidade muito grande pra enfrentar um país com as complexidades, com as dificuldades que vamos enfrentar a partir do ano que vem.

Aécio vai resgatar municípios para Brasil voltar a crescer

Em visita a Presidente Prudente, Aécio Neves reforçou ainda o seu compromisso com o agronegócio e o crescimento da economia.

Aécio propostas

Fonte: Jogo do Poder

Aécio vai resgatar e fortalecer municípios para Brasil voltar a crescer

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reafirmou o compromisso neste sábado (06/09) de fazer um governo que vai fortalecer e resgatar os municípios brasileiros. Em visita a Presidente Prudente, interior de São Paulo, Aécio reforçou ainda o seu compromisso com o agronegócio e o crescimento da economia.

“O nosso governo será o governo da descentralização, o governo do resgate dos municípios brasileiros, para que eles tenham melhores condições de enfrentar as suas demandas. Serei o parceiro do agronegócio, não por circunstância, não por conveniência eleitoral, mas por absoluta convicção de que o governo federal vem faltando a um setor que tem sido essencial ao crescimento da nossa economia, à geração de renda, à geração de emprego”, afirmou.

O candidato reiterou que seu governo será parceiro “daqueles que produzem no campo”, para que o Brasil possa crescer cada vez mais competitivo. “O que falta é a ação do Estado, a simplificação do nosso sistema tributário, as obras de infraestrutura que dependem do governo federal, que vão possibilitar a diminuição do custo Brasil. Tenho um compromisso histórico com o resgate do setor do etanol, liquidado por uma ação irresponsável do atual governo federal”, acrescentou.

Estratégia

Em entrevista a jornalistas no aeroporto da cidade, Aécio destacou que sua principal estratégia de campanha será dizer o que pensa, com clareza.  “As minhas propostas são aquelas nas quais acreditei ao longo da minha vida. Todos somos, em grande parte, aquilo que fizemos. Defendo uma gestão cada vez mais eficiente. Me orgulho muito de ter visto ontem os indicadores do Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] – e cumprimento o governador Geraldo Alckmin, porque no ensino fundamental os avanços de São Paulo foram expressivos – mas comemoro o fato de Minas Gerais, o meu Estado, ter hoje a melhor educação fundamental do Brasil, nas primeiras e nas últimas séries. Este é apenas um exemplo de que o Brasil precisa de uma gestão eficiente. A clareza das nossas propostas, oposição a tudo isso que está aí, é que vai nos levar à vitória”, salientou.

Novo projeto

O candidato da Coligação Muda Brasil disse ainda que a atual presidente da República, Dilma Rousseff, perderá as eleições pela incapacidade que demonstrou em cumprir seus compromissos, deixando como herança “uma inflação saindo de controle, o Brasil em recessão e, do ponto de vista social, nossos indicadores piorando todo o tempo”.

“O que vou fazer a cada dia, daqui até 5 de outubro é, de forma muito clara, defender um novo projeto para o Brasil. Porque a mudança, isso é importante que fique claro, não se dá no dia da eleição, apenas com o nosso voto. Ela se inicia a partir de 1º de janeiro do próximo ano. E quem tem condições de fazer a mudança segura, resgatando a capacidade do Brasil crescer, gerar empregos, investindo novamente em parcerias com os Estados na saúde, na segurança pública, somos nós. Somos a única mudança segura. A mudança que o Brasil merece viver”, completou.

Encontro

Aécio visitou Presidente Prudente acompanhado do governador do Estado e candidato a reeleição Geraldo Alckmin, de Aloysio Nunes Ferreira, vice na chapa presidencial, e do deputado federal e presidente do PSDB de São Paulo, Duarte Nogueira. Em um auditório com capacidade para 1500 pessoas, na Associação Prudentina de Esportes Atléticos (APEA),Aécio participou do Grande Encontro de Lideranças do Pontal do Paranapanema, que reuniu centenas de prefeitos da região oeste de São Paulo.

Conversa com Brasileiros trata da educação nesta terça

Conversa com Brasileiros: nesta terça-feira (9/09), será realizado o segundo hangout da campanha eleitoral da Coligação Muda Brasil.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Manter um diálogo franco e permanente com a sociedade é a principal motivação do site Conversa com Brasileiros. Nesta terça-feira (9/09), será realizado o segundo hangout da campanha eleitoral da Coligação Muda Brasil. Depois de abordar a saúde na estreia, no último dia 2, agora é a vez de discutir os rumos da educação no Brasil. O tema é uma das prioridades da campanha do candidato Aécio Neves à Presidência da República. O programa poderá ser acompanhado pela página www.conversacombrasileiros.com.br ou pelo YouTube.

A segunda conversa da campanha terá a participação de quatro convidados, Maria Helena Guimarães de Castro, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) entre 1995 e 2002, no governo FHC, e uma das responsáveis pela implantação do Enem; Claudio de Moura Castro, presidente do Conselho Consultivo da Faculdade Pitágoras; Ana Lucia Gazzola, ex-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e secretária de Educação de Minas Gerais, e Guiomar Namo de Mello, diretora-executiva da Fundação Victor Civita e ex-assessora do governador Mario Covas.

O hangout será realizado às 21 horas, logo após o horário eleitoral. A conversa sobre educação faz parte da rotina semanal de live streamings na plataforma do Google, na qual uma série de temas pré-estabelecidos serão debatidos para que os brasileiros possam conhecer melhor as propostas de Aécio Neves.

Aécio associa Marina ao PT: candidata vem do mesmo ‘núcleo que governa o Brasil’

Aécio Neves: “Eu estava lá denunciando o mensalão -, afirmando que apoiou o plano Real e a lei de Responsabilidade Fiscal”.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio associa Marina ao PT e diz que candidata vem do mesmo ‘núcleo que governa o Brasil’

Em Minas, tucano tenta desgastar ex-senadora e Dilma com mensalão

Em queda nas pesquisas de intenção de voto, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, adotou a estratégia de associar a candidata Marina Silva (PSB) ao PT, partido do governo. Em discurso a políticos de Minas, ele acusou Marina e Dilma de fazer um “silêncio obsequioso” diante das denúncias do mensalão. Aécio, que já chegou a dizer que Marinacopiava seu programa de governo, afirma agora que tanto a candidata como a presidente Dilma Rousseff, que concorre à reeleição, estão no mesmo campo e que a candidatura tucana representa a “travessia segura”.

– Eu estava lá denunciando o mensalão – disse Aécio, afirmando que apoiou o plano Real e a lei de Responsabilidade Fiscal: – As nossas adversárias não estavam desse lado. Estavam contra o Plano Real, contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e nos brindaram com um obsequioso silêncio no momento em que as mais graves denúncias surgiram sobre malfeitos do governo federal.

O candidato falou sobre o escândalo para uma plateia de tucanos em Belo Horizonte, onde ainda corre nos tribunais o julgamento do mensalão atribuído a integrantes de seu partido e ao publicitário Marcos Valério.

– A verdade é que começam a aparecer algumas semelhanças entre a candidatura oficial e a candidatura oriunda do PT que se apresenta agora no campo oposicionista. O Brasil não está preparado para novas aventuras. Não dá para jogarmos com o time da segunda ou terceira divisão – disse o tucano.

A declaração de Aécio ocorreu minutos depois de Marina, sofrendo ataques de PT e PSDB, se comparar ao ex-presidente Lula em seu programa de rádio. A propaganda também criticou a postura dos rivais. “No rádio e na TV, os adversários de Marina partiram para o ataque. Mas Marina está vacinada contra ataques”, disse uma voz no programa, para depois passar a palavra para a própria candidata.

— Eu vi muita gente desqualificando o Lula. O intelectual tinha que dar o aval para o operário se colocar como presidente da República — disse a ex-senadora — Esqueceram muito rápido do que nós tivemos que passar, mas eu não esqueci, o povo brasileiro não esqueceu.

Questionado se partiria para o ataque direto a Marina, que segundo as pesquisas de intenção de voto está em empate técnico com Dilma, Aécio sinalizou que a campanha pode endurecer o discurso:

– O Brasil não merece um novo quadro de insegurança. E é esse alerta que eu vou fazer Brasil afora – disse Aécio, para quem Marina traz “boas intenções”, mas “vem do mesmo núcleo que vem governando o Brasil, o PT, e que lá atrás se posicionou contra tudo isso que defende (hoje).

Além de lembrar a origem política de Marina, o tucano disse que o programa de governo do PSB é “inexequível”. O tucano minimizou o impacto das pesquisas de intenção de votos, que colocam Marina e Dilma em empate técnico, apontando para a vitória do PSB em um eventual segundo turno.

– Existe uma nova campanha. Até 30 dias atrás, nós tínhamos uma outra eleição, inclusive com outro candidato, que infelizmente foi vítima de um grave acidente e faleceu. Agora é uma nova campanha e o que nós temos de fazer é dizer que aquilo que nós defendemos a vida inteira é coerente com aquilo que nós praticamos lá atrás. Nossa vitória é essencial para que o Brasil não viva um novo risco, uma nova aventura – disse o candidato.

Para Aécio, o país vive danos do improviso do governo Dilma, e a candidata Marina seria nova aventura. Ainda segundo o tucano, a população estaria “assustada com a possibilidade de um novo improviso”.

Aécio retornou nessa quinta-feira à Minas Gerais, estado que governou, para o que chamou de “arrancada” de sua campanha. No estado, o candidato tucano Pimenta da Veiga subiu oito pontos segundo a pesquisa Datafolha divulgada hoje, mas continua atrás do candidato do PT, o ex-ministro Fernando Pimentel (32 a 24), para quem perderia em um eventual segundo turno, segundo a mesma pesquisa, por 41 a 28 pontos.

Para reanimar a campanha tucana, que esta semana anunciou a demissão de centenas de colaboradores, o PSDB reuniu em Belo Horizonte prefeitos de todo o estado. Depois do encontro com os dirigentes dos municípios, Aécio participou de almoço com parlamentares e seguiu em campanha para o interior do estado.

No encontro com os prefeitos, que reuniu centenas de pessoas, parlamentares e dirigentes do PSDB cobraram empenho dos aliados nos municípios. O prefeito de Barbacena, Antonio Andrada, citou o avô de AécioTancredo Neves, para dizer “não podemos nos dispersar”.