Arquivo da categoria: senador Aécio Neves

Gestão Eficiente: Minas Gerais abraça campanha a favor dos royalties da mineração

Governo de Minas, OAB-MG, representação da ABI e AMM iniciam movimento para mudar a legislação relativa à Contribuição Financeira pela Exploração de Recursos Minerais

Omar Freire/Imprensa MG
População mineira adere à campanha, juntamente com o poder público e entidades de classe
População mineira adere à campanha, juntamente com o poder público e entidades de classe

O governador Antonio Anastasia participou nesta segunda-feira (18), no Palácio da Liberdade, do lançamento oficial de campanha em prol de mudanças na legislação sobre a exploração dos recursos minerais. Intitulado “Movimento justiça ainda que tardia”, a iniciativa, que pretende envolver toda a sociedade civil organizada, tem a participação da seccional mineira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do escritório de representação de Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Mineira de Municípios (AMM).

Atualmente, as mineradoras pagam de 0,2% a 3% do faturamento líquido pela exploração dos recursos minerais, incluindo ouro, ferro, pedras preciosas, carvão e metais nobres, por meio da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem). No caso do minério de ferro, principal produto da pauta brasileira, a proposta é que o percentual da Cfem seja em média de 4% sobre o faturamento bruto.

Adesivos nos carros

A campanha de conscientização para a necessidade da mudança tributária tem como slogan “Minério com mais justiça – Como está não dá para ficar. Mudança nos royalties do minério, já!”.  Ela chegará às ruas por meio de uma campanha publicitária, com a participação de diversas personalidades e artistas que têm vínculos com Minas Gerais. Acompanhado do senador Aécio Neves e de representantes do “Movimento justiça ainda que tardia”, o governador Anastasia adesivou veículos que circulavam pelo entorno do Palácio da Liberdade, marcando o início da campanha.

“Sabemos que é uma demanda antiga de Minas Gerais e de outros estados mineradores a revisão dos royalties. Por isso o nome ‘Minério com mais Justiça’, que é a pretensão de que haja a revisão, pelo Congresso Nacional, destes valores dos royalties, que em comparação com os do petróleo, por exemplo, são muito pequenos, como também em comparação com royalties minerais de outros países que têm também a mineração como foco”, disse Anastasia.

O governador de Minas ressaltou a importância da atividade minerária para a economia e o desenvolvimento do Estado, pelo grande potencial de geração de renda e de empregos. Como a mudança das alíquotas da Cfem depende de aprovação do Congresso Nacional e do aval da Presidência da República, o envolvimento da sociedade é fundamental para sensibilizar parlamentares e governo federal para que haja a mudança.

“Sabemos que é um tema de competência do Congresso. Por isso, é fundamental que haja essa percepção pela sociedade do que significa os royalties. Vamos, através de campanha na TV, mídias sociais e nas ruas, chamar a sociedade de Minas Gerais e do Brasil para participar conosco, de tal modo que as pessoas percebam a relevância que é a revisão desses royalties”, completou Anastasia. A população poderá aderir ao projeto pela internet: www.mineriocommaisjustica.com.br.

Popularização

O senador Aécio Neves, falando em nome de outras lideranças, ressaltou que a campanha é cívica, “suprapartidária” e tem o envolvimento de entidades importantes como a OAB e a ABI. Para Aécio Neves, o tema deve ser popularizado, para que não fique restrito às discussões em Brasília.

“Queremos fazer com que essa discussão não envolva apenas a classe política. É tão desproporcional hoje o que recebemos, estados e municípios mineradores, em relação aquilo que recebem, por exemplo, os produtores de petróleo, que queremos uma grande mobilização a partir de Minas, obviamente alcançando outros estados mineradores como o Pará. Vamos alertar o Congresso e o governo federal para a necessidade de transformarmos aquilo que hoje é a variável em cima do resultado líquido das empresas, descontados todos os custos para que a Cefem seja aferida, nos royalties a partir do resultado bruto, como acontece com o petróleo”, disse.

O senador afirmou que, até o fim de junho, a nova proposta deve ser apreciada na Comissão de Infraestrutura do Senado. Pelo projeto de lei defendido por Aécio Neves, a arrecadação da Cfem deve ser de cerca de 4% sobre o faturamento bruto das mineradoras.

“Eu pretendo colocar em votação, se for possível ainda neste mês, esse projeto na Comissão de Infraestrutura do Senado para que possamos depois levá-lo ao Plenário. Temos que corrigir uma distorção de décadas com relação à tributação da atividade extrativa mineral no País. Estamos vendo as regiões mineradoras absolutamente degradadas, sem condições de estimular uma outra atividade econômica que possa substituir a atividade mineradora quando ela se exaurir”, completou.

Disparidade

Aécio reiterou que existe, atualmente, uma grande disparidade entre os royalties do petróleo e do minério, o que prejudica estados como Minas Gerais e Pará, onde a atividade mineradora é mais intensa.  Enquanto em 2011, no Brasil, os royalties e participações especiais referentes ao petróleo alcançaram a soma de R$ 25,8 bilhões, os valores arrecadados com a Cfem foram de apenas R$ 1,54 bilhão. Desse total, 12% foram para a União, 23% para os Estados e 65% distribuídos entre os municípios mineradores.

No ano passado, Minas Gerais ficou com R$ 181,4 milhões arrecadados pela Cfem. Enquanto isso, o Estado do Rio de Janeiro arrecadou cerca de R$ 7 bilhões relativos a royalties e participação especial na exploração petrolífera, ou seja, 38 vezes mais do que Minas com sua principal atividade.

Com relação aos municípios, a situação não é diferente. Enquanto todos os municípios mineiros produtores de minério receberam R$ 512 milhões, no ano passado, os municípios fluminenses produtores de petróleo receberam R$ 3,77 bilhões (sete vezes mais).

Clique aqui e veja material publicitário relativo à campanha (arquivo PDF).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-abraca-campanha-a-favor-dos-royalties-da-mineracao/

Anúncios

Gestão Eficiente: Antonio Anastasia reafirma compromisso de Minas Gerais com a Fifa

Jogadores que participaram do jogo inaugural do Independência elogiam qualidade do estádio

O governador de Minas, Antonio Anastasia, afirmou, durante a solenidade de reinauguração da Arena Independência, na noite desta quarta-feira (25), que a entrega do estádio para o torcedor mineiro é o primeiro compromisso cumprido com a Fifa para a realização da Copa do Mundo do Brasil de 2014.

“Nosso governo está entregando o primeiro novo estádio brasileiro totalmente dentro dos padrões da Fifa. Cumprimos aquela determinação feita, há alguns anos, pelo então governador Aécio, no sentido de oferecermos a Belo Horizonte, a Minas Gerais e aos clubes mineiros uma casa moderna. Agora estamos preparando a inauguração do Mineirão, no final do ano, o que cumprirá integralmente os compromissos de Minas Gerais com a Copa do Mundo e a Copa das Confederações”, disse o governador.

A modernidade e a qualidade do estádio Independência foram atestadas e elogiadas pelos jogadores que participaram da partida inaugural, em que o América-MG venceu a equipe do Argentinos Juniors por 2 a 1.

O atacante Euller, que fez sua despedida oficial dos gramados, ressaltou o fato do Governo de Minas ter entregue o primeiro estádio do país já adequado aos padrões da Fifa. “Minas Gerais está de parabéns por ter saído na frente, agora é só aguardar para que a Fifa possa vir aqui e carimbar o estádio com o selo dela”, exaltou o jogador.

O lateral esquerdo Gilberto, que participou da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, e fazia sua estreia no América, se disse impressionado com a nova arena.“O gramado está em excelentes condições e o estádio está muito bem organizado, foi muito bem construído. Agora é esperar para que possamos receber os grandes jogos e também os grandes espetáculos”, comentou.

Para o técnico do Argentinos Juniors, Leonardo Astrada, o Independência não fica atrás de outros bons estádios pelo mundo. “Está muito bom, muito bonito, no nível dos estádios europeus. O campo está em perfeito estado e foi uma honra para nós ter participado dessa inauguração”.

Já o atacante Fábio Junior acredita que o novo estádio ajudará os times do Estado na busca por títulos. “Não tem o que falar. O estádio está excelente. Esperamos que traga sucesso, não só para o América, mas para todos os clubes de Minas”, disse ele.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/antonio-anastasia-reafirma-compromisso-de-minas-gerais-com-a-fifa/

Aécio Neves: líder da oposição renegocia dívidas dos estados

Líder da oposição, o senador Aécio Neves defende problema, até então, sem solução: a renegociação das dívidas dos estados com o Governo Federal.

Fonte: JPSDB-MG

O senador Aécio Neves, líder da oposição, vem chamando a atenção do país para um grande problema que parece não ter solução: a dívida dos estados com a União.

Aécio Neves defende que o governo federal altere o índice atual de correção das dívidas, o IGP-DI, para o IPCA, índice oficial de inflação. Ao longo dos últimos 14 anos, o IGP-DI cresceu muito, elevando a dívida dos estados, contraídas até 1997, sem que suas receitas registrassem aumento sequer.

Aécio Neves, principal líder da oposição no Brasil, considera um absurdo os estados já terem realizado pagamentos substantivos e o valor nominal das dívidas ainda ser, hoje, maior do que era no início do financiamento.

O senador faz duras críticas ao governo federal do PT pelo fato de fazer vistas grossas ao problema dos estados e não rever a correção das dívidas. Ao contrário disso, oferece taxas subsidiadas pelo BNDES para financiar a iniciativa privada.

Realmente, não há justificativa aos estados, responsáveis por investimentos em saúde, educação e segurança, serem penalizados pelo governo com encargos financeiros nas alturas. Alguém está ganhando com isso, e esse alguém só pode ser o governo federal que tem comemorado sucessivos recordes de arrecadação.

Para Aécio Neves, o líder da oposição, a renegociação seria um importante passo para “tirar os estados do sufoco” e evitar um verdadeiro “dominó de falências” e a “morte anunciada” do federalismo nacional

Aécio Neves: líder da oposição questiona Governo Dilma do PT

Aécio Neves: líder da oposição também criticou a desindustrialização e diz que Governo do PT vai deixar “herança maldita” para o Brasil.

Em Brasília, senador Aécio Neves critica governo federal por cancelamento de instalação das UPPs em Minas 

Fonte: Site do senador Aécio Neves

Aécio Neves: líder da oposição

Sobre as críticas feitas ao governo federal e à presidente Dilma Rousseff em discurso na tribuna do Senado Federal:

Aécio Neves

“Todo governo tem uma carência. Achamos que essa carência terminou. Nós, da oposição, não apenas do PSDB, mas do Democratas, do PPS e alguns outros senadores e parlamentares que fazem oposição, vamos inaugurar uma nova fase: a da cobrança. A fase onde vamos colocar, de um lado, as promessas e os compromissos do governo, e de outro, a realidade. O governo, e a grande verdade é essa, está absolutamente paralisado. Paralisado do ponto de vista das iniciativas políticas, 15 meses se passaram e nenhuma reforma estrutural chegou a esta Casa. E do ponto de vista administrativo, as grandes obras e os grandes projetos estão todos com seus prazos já vencidos e muitos deles sem qualquer planejamento em relação a quando vai terminar.

“A situação econômica de hoje não é a do passado, o governo parece repetir a mesma receita do governo do presidente Lula, se omitindo em questões essenciais, como, por exemplo, a questão da segurança pública. É vergonhoso o anúncio feito hoje pelo Ministério da Justiça de cancelamento do programa das UPPs. Muitos estados, e Minas Gerais, de forma especial, contavam com isso, esperavam esses recursos. Seriam cerca de 3,3 mil UPPs em todo o Brasil. De hora para a noite – inclusive, apresentei requerimento de informações hoje ao ministro da Justiça – o governo diz que esse projeto não é mais prioritário. Exatamente no momento em que recrudesce a violência em várias partes do País.

“Da mesma forma que o governo virou as costas para a saúde pública, não aprovando a participação de 10% das receitas da União no momento da votação da emenda 29, ao mesmo tempo em que estados e municípios têm seus percentuais obrigatórios, nessa hora o governo também para a segurança pública definitivamente vira as costas. Não dá mais para aceitarmos a propaganda oficial de que estamos vivendo em um país das maravilhas. O Brasil foi o país que menos cresceu em toda a América do Sul. Na América Latina, crescemos mais do que dois países de muito menor porte. Alguma coisa precisa ser feita.

“O processo de desindustrialização é grave. Isso durará anos e essa sim é a herança maldita que o governo do PT vai deixar para o Brasil, o retorno aos idos da década de 1950, quando éramos simplesmente exportadores de commodities, de matérias-primas. Nós, que já tivemos na composição do nosso PIB, 26% de contribuição da indústria, de manufaturados, hoje não chega a 15% essa participação. Portanto, estamos agora começando a fazer alertas claros. Vamos visitar as obras inacabadas.

“Vamos no roteiro que a assessoria, os conselheiros da Presidência, impediram que ela (presidente Dilma Rousseff) fosse. Porque lá estão os canteiros e o desperdício de dinheiro público. Porque não existe, e falo aqui como ex-governador de Minas Gerais, maior desperdício de dinheiro público, maior acinte para com a população, do que uma obra inacabada. Uma obra iniciada sem planejamento, sem financiamento, porque os benefícios dessa obra jamais existirão. Mas os recursos ali alocados estarão perdidos. Portanto, vamos sim, a partir de agora, mensalmente, apresentar os resultados do PAC, o andamento das principais obras e os resultados das políticas sociais, em relação aos quais voltarei à tribuna em algumas semanas para dissecar e mostrar que o Brasil está parado. O que hoje avança no Brasil, e avança de forma muito vigorosa, é a propaganda oficial.”

O senhor está mandando o ofício ao ministro da Justiça?

Estou oficiando ao ministro da Justiça porque não é possível que uma matéria dessa relevância tenha uma solução tão prática. Simplesmente anuncia-se o cancelamento do programa. E o que vai se colocar no lugar? E os estados que esperavam essa parceria com o governo federal? Na segurança pública, o que o governo vem cometendo é uma irresponsabilidade com o País. O Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário (Funpen) têm sido, há vários anos, em todo o período do governo do PT, contingenciados ao final de cada ano. Com isso, os estados não planejam a sua segurança com participação de investimentos federais. E, no final do ano, esses recursos são distribuídos de forma muito pouco republicana. Portanto, esse ofício vai cobrar, inclusive, a liberação desses recursos dos fundos, como é feito com a educação, tenho inclusive uma proposta tramitando na Casa, sem o apoio do governo, é preciso que se diga, nessa direção, que esses recursos sejam transferidos por duodécimos para os estados brasileiros para que eles possam planejar seus investimentos em segurança.

A presidente fala, em uma reunião recente com grandes empresários nacionais, que quer caminhar para baixar os impostos no Brasil. Apenas recordo a ela uma proposta feita em sua campanha eleitoral, uma promessa feita, de zerar os impostos, PIS /Cofins, das empresas de saneamento. A proposta está aqui, de minha autoria, tramitando na Casa, sem apoio do governo. As empresas de saneamento estão gastando, e gastaram em 2011, veja bem, mais em impostos do que em obras de saneamento no Brasil. Um país onde 48% da população não têm esgoto dentro de Casa. Portanto, vamos mostrar o País real. Essa é a responsabilidade da oposição e quem sabe, com isso, acordarmos o governo. Tirarmos o governo do imobilismo e do improviso, que tem sido, a meu ver, as duas principais marcas dos 10 anos de governo do PT.

E a campainha da presidente Marta Suplicy, atrapalhou?  (durante o pronunciamento do senador foi interrompido quatro vezes em razão do tempo)

A presidente é muito ciosa em relação ao regimento quanto estão na tribuna membros da oposição. Não tem essa mesma rigidez quando estão, enfim, figuras próximas ao governo ou que ela acha que deveriam ter um pouco mais de tempo. Mas isso é irrelevante. O que queria dizer foi dito. Vamos voltar agora mais cotidianamente à tribuna, para tratar de questões específicas, dos programas sociais, especificamente do que está acontecendo com a saúde pública no Brasil em razão da omissão do governo federal. Os municípios entram com 15% das suas receitas. A União com 12%. Propusemos, aliás, um senador do PT propôs, o senador Tião Viana, que o governo entrasse com 10%, que é quem concentra receitas hoje. É o governo federal. Propusemos que isso pudesse ser feito de forma gradual, paulatina, ao longo dos anos. Nem isso. Há hoje um descompromisso do governo com as promessas de campanha e com aquelas que são as emergências maiores, as demandas maiores, da população brasileira. Em especial segurança pública, saneamento, saúde e educação.

Aécio Neves: senador diz que Governo Dilma envelheceu

Aécio Neves: senador faz oposição e diz que é falsa imagem de Dilma como gestora implacável e impositiva. “O país está paralisado”, lamentou

Aécio “inaugura” era de ataques a Dilma

Tucano faz discurso duro e se posiciona como alternativa para a Presidência

Fonte: O Tempo

BRASÍLIA. “O período de carência acabou” e, de agora em diante, o PSDB vai partir para uma cobrança mais agressiva de resultados do governo Dilma Rousseff. O anúncio foi feito, ontem, pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) em discurso na tribuna do Senado. Citando os indicadores econômicos e sociais, o pré-candidato do PSDB à sucessão do Planalto fez um balanço dos 15 meses da gestão Dilma Rousseff e concluiu que há uma paralisia em todas as áreas.

Segundo ele, é falsa a imagem da gestora implacável e impositiva, “que, por si só, seria capaz de tomar heroicamente as rédeas do país e transformar em realidade os tantos sonhos prometidos em vão”.

“Estamos inaugurando uma nova fase de cobrança das promessas em realidade. O país está paralisado, nenhuma reforma estruturante foi enviada ao Congresso. Não dá para viver mais no mundo da propaganda oficial. Não vivemos no país das maravilhas”, criticou Aécio.

Sobre os escândalos que levaram à demissão de vários ministros até agora, o ex-governador disse que a mão de Dilma baixou sobre cada um dos suspeitos, como se não fosse a sua própria mão que os nomeara.

“De crise em crise e de queda em queda de autoridades, uma parte importante do mandato presidencial esvaiu-se, simplesmente”, disse Aécio, completando: “A verdade é que o governo envelheceu. E envelheceu rápido demais”.

Sobre o cenário econômico, o tucano qualificou como “desolador” e disse que o Brasil está na contramão dos vizinhos, puxando o desempenho do continente para baixo, quando sempre liderou o processo de crescimento da América Latina.

Impacto. Aliados aplaudiram o discurso, que durou apenas 15 minutos, sem apartes. “Foi um discurso duro, redondo e afirmativo”, elogiou o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).

Foi uma bela tijolada. Sinal de que uma nova postura mais agressiva, mais contundente, que corresponde ao tempo político do fim do período de graça, que está começando”, completou o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Já os parlamentares da base desdenharam. “Não ouvi não! Tinha muita coisa pra fazer”, respondeu o ex-líder do PT, senador Humberto Costa (PE). O líder do PT, Walter Pinheiro (BA), também preferiu não comentar.

Presidindo

Defensora. Na presidência da Casa, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) tocou insistentemente a campainha, por cincovezes, para lembrar a Aécio que o tempo estava esgotado.

Link da matéria: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=199533,OTE&IdCanal=1

Aécio Neves: líder da oposição faz discurso duro contra Dilma

Aécio Neves: líder da oposição diz que governo Dilma é uma “usina de malfeitorias” e que presidente é “peça de uma publicidade enganosa”.

Aécio: vendida como ‘gestora impecável’, Dilma revelou-se presidente de um ‘cenário desolador’

Fonte: Blog do  – UOL

O senador Aécio Neves (MG), presidenciável do PSDB, escalou a tribuna do Senadonesta quarta (28). Apontado por seus próprios aliados como um oposicionista apático, pronunciou um discurso duro. O mais incisivo desde que chegou ao Senado, no ano passado.Aécio dividiu o discurso em três partes: Dilma, Dilma e Dilma. Apresentou Dilma como peça de uma publicidade enganosa. Na campanha, “gestora impecável”. No Planalto, uma presidente “incapaz de dar solução aos problemas” do país. “Para onde quer que se olhe, o cenário é desolador”.Tratou o governo Dilma como uma usina de malfeitorias. “Os escândalos se sobrepuseram em recorde de ministros caídos sob grave suspeição, enquanto avançou à luz do dia, sem constrangimentos, o aparelhamento partidário da máquina governamental.”

Lamentou os primeiros efeitos da administração Dilma. Na economia, “a desindustrialização é um fato. Voltamos à era pré-JK, aos longínquos anos 50.” O crescimento foi “o menor da América Latina.” Na política, “a falta de respeito ao Congresso se transformou em marca registrada das atuais relações entre Executivo e Legislativo.”

Tomada pelas manifestações públicas, disse Aécio, Dilma parece “refém do seu próprio governo.” Considera a pose paradoxal: “É como se não tivesse sido a autoridade central nos oito anos da administração anterior. É como se ela não houvesse, de próprio punho, colocado de pé o atual governo, com as suas incoerências e incongruências irremediáveis”.

Referiu-se com atraso às trocas ministeriais que marcaram 2011. “A mão pesada do poder da Presidência baixou sobre cada um dos suspeitos, como se não fosse a mesma mão que, antes, os nomeara e os conduzira para o governo. Aí descobrimos o inacreditável: havia ministros diversos de Lula e uns poucos de Dilma.”

Sem projetos, disse Aécio, Dilma “responde estritamente às emergências, institucionalizando o regime do improviso.” Enxergou um quê de teatro na reunião que a presidente promoveu com empresários na semana passada. “Ainda não se sabe ao certo a motivação”.

“Se todos conhecem o problema e não há nada de novo no front, só um motivo justificaria a reunião: a mesma pirotecnia de sempre com que se pretende ocupar o vazio e disfarçar a leniência do atual governo.”

Acha que, “se nada for feito para desatar os nós políticos e gerenciais que emperram a máquina pública, o Brasil vai perder a maior janela de oportunidades de sua história.” Avalia que a maioria congressual de Dilma, “montada ao custo que todos conhecemos”, não produziu senão interrogações.

“Onde estão as reformas constitucionais? Discutimos a recomposição do pacto federativo? Reformamos o rito das medidas provisórias? Revisamos os royalties do petróleo e do minério? Renegociamos as dívidas dos governos estaduais? Nada.”

Dilma apanhou indefesa. Exceto pelas interferências de Marta Suplicy (PT-SP), que presidia a sessão e monitorava o tempo de Aécio com relógio draconiano, não se ouviu no plenário do Senado um mísero contraponto governista.

Link do artigo: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2012/03/28/aecio-vendida-como-gestora-impecavel-dilma-revelou-se-presidente-de-um-cenario-desolador/

Aécio Neves: líder da oposição diz que “País está parado”

Aécio Neves: líder da oposição diz que cenário econômico é ‘desolador’ e protestou sobre ‘recorde de ministros caídos sob grave suspeição’.

No Senado, Aécio critica Dilma e afirma que ‘País está parado’

Quinze meses após posse da presidente, tucano, pré-candidato à Presidência em 2014, eleva o tom contra atual governo

Fonte: Christiane SamarcoEstado de S.Paulo

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), subiu ontem à tribuna do Senado e fez, 15 meses após a posse da presidente Dilma Rousseff, o seu mais duro discursocontra o atual governo e as primeiras cobranças diretas à chefe do Executivo. Aécio disse que o governo está parado, que nenhuma reforma chegou ao Congresso e que a verdadeira herança maldita é o retorno à década de 1950, quando o Brasil era exportador de commodities.

Ao comentar o escândalo do “recorde de ministros caídos sob grave suspeição“, Aécio falou da “mão pesada do poder da Presidência, que baixou sobre cada um dos suspeitos, como se não fosse a mesma mão que antes os conduzira para o governo”.

O tucano qualificou o cenário econômico atual do Brasil como “desolador“. “Até o ano 2000, 60% de nossas exportações eram de manufaturados e hoje 60% do que exportamos são commodities. Isso é o resultado de um governo de improviso, de paliativos e de falta de compromisso com as promessas de campanha”, disse o pré-candidato à presidência, para quem o País está parado e a única coisa que avança é a propaganda oficial.

Tribuna. O tucano falou por 15 minutos. Na presidência do Senado, Marta Suplicy (PT-SP) tocou insistentemente a campainha para lembrar Aécio que seu tempo havia esgotado. Encerrado o discurso, ela teve de ouvir os protestos do senador Mário Couto (PSDB-PA), que lhe cobrou o tratamento diferenciado concedido ao presidente da Casa, José Sarney, que há 20 dias fez um discurso de 45 minutos. “A senhora manda e desmanda, faz o que quer?”, indagou Couto, ao que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) completou: “É o PT que faz o que quer. Querem fazer o Senado de idiota”.

Link da matéria: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,no-senado-aecio-critica-dilma-e-afirma-que-pais-esta-parado-,854877,0.htm

Aécio Neves: líder da oposição aumenta o tom contra Governo do PT

Aécio Neves: líder da oposição aumenta o tom contra Governo do PT e da Tribuna do Senado critica baixo desempenho da economia e a desindustrialização.

Aécio muda o tom e eleva críticas a governo Dilma

Fonte: Valor Econômico

senador Aécio Neves (PSDB-MG) anunciou ontem, da tribuna, uma nova postura da oposição em relação ao governo. Segundo ele, após 15 meses de gestão, é hora de cobrar promessas de campanha, “reduzidas a resultados medíocres”. Para Aécio, o governo “responde estritamente às emergências, institucionalizando o regime do improviso”.

Ele criticou o baixo desempenho da economia, o “gravíssimo” processo de desindustrialização em curso no país, a “falta de respeito ao Congresso”, a não proposta de reformas constitucionais, o abandono da saúde pública, o baixo investimento em obras de infraestrutura e a ausência de planejamento.

“O crônico imobilismo político transformou-se em inapetência executiva”, disse. “Para onde quer que se olhe, o cenário é desolador.”

Segundo Aécio, o governo do PT deixará, como “herança maldita”, o processo de desindustrialização. “Vejam o que está acontecendo com a indústria de transformação, que já chegou a responder por 26% do PIB. Caiu para 16% em 2010 e para 14,6% em 2011. (…) Não é mais hora de se discutir se há ou não desindustrialização no país. É fato. Voltamos à era pré-JK, aos longínquos anos 50.”

Como causas da perda de competitividade da indústria nacional, citou valorização de câmbio, juros altos, alto custo dos insumos, elevada carga tributária e “absoluta ausência de infraestrutura adequada”.

O senador tucano, nome mais cotado no PSDB para disputar a Presidência da República, disse que o Brasil puxou o desempenho de toda a América Latina “para baixo”. Criticou o baixo investimento no PAC – apenas 8% do total de recursos aplicados em 2011 saíram do Orçamento da União. O restante saiu de investimentos de empresas públicas e iniciativa privada.

No campo político, disse que os escândalos revelaram “o gravíssimo aparelhamento partidário da máquina governamental” e que a presidente Dilma Rousseff estaria “refém” do governo. “É como se ela não tivesse a autoridade central nos oito anos da administração anterior”, disse. “De crise em crise e de queda em queda de autoridades, uma parte importante do mandato presidencial esvaiu-se simplesmente.”

Segundo Aécio, a “falta de respeito ao Congresso” foi a marca registrada das relações entre Executivo e Legislativo, no governo Dilma.

Link da matéria: http://www.valor.com.br/politica/2593014/aecio-muda-o-tom-e-eleva-criticas-governo-dilma

Aécio Neves: senador inaugura nova fase de cobranças

Aécio Neves: senador reclamou da suspensão de recursos de 218 UPPs para Minas Gerais. O “governo envelheceu rápido demais”, criticou.

Aécio assume postura de pré-candidato e critica o governo

Na tribuna, senador tucano faz balanço de 15 meses do governo Dilma

Fonte: Maria Lima – O Globo

 

<br /> O senador do PSDB mineiro, Aécio Neves<br /> Foto: O Globo / Aílton de Freitas

 

O senador do PSDB mineiro, Aécio Neves -O GLOBO / AÍLTON DE FREITAS

BRASÍLIA – O período de carência acabou e daqui pra frente o PSDB vai partir para uma cobrança mais agressiva de resultados do governo. O anúncio foi feito em discurso do senador Aécio Neves (PSDB-MG) da tribuna do Senado na tarde de quarta-feira. Citando os indicadores econômicos e sociais, o pré-candidato do PSDB à sucessão do Planalto fez um balanço dos 15 meses da gestão Dilma Rousseffe concluiu que há uma paralisia em todas as áreas e que é falsa a imagem da gestora implacável e impositiva, “que por si só seria capaz de tomar heroicamente as rédeas do país e transformar em realidade os tantos sonhos prometidos em vão”.

Aécio reclamou especialmente da suspensão de recursos para construção de 218 UPPs previstas em Minas Gerais. Ele disse que vai oficiar ao ministro da Justiça , José Eduardo Cardoso, pedindo informações sobre a suspensão dos recursos sem nenhuma explicação.

– O período de carência acabou. Estamos inaugurando uma nova fase de cobrança das promessas em realidade. O país está paralisado, nenhuma reforma estruturante foi enviada ao Congresso. Não dá para viver mais no mundo da propaganda oficial. Não vivemos no país das maravilhas – criticou Aécio.

Sobre os escândalos que levaram à demissão de vários ministros até agora, Aécio disse que a mão de Dilma baixou sobre cada um dos suspeitos, como se não fosse a sua própria mão que os nomeara.

– De crise em crise e de queda em queda de autoridades, uma parte importante do mandato presidencial esvaiu-se, simplesmente – disse Aécio, completando:

– A verdade é que o governo envelheceu. E envelheceu rápido demais.

Aliados aplaudiram o discurso que durou apenas 15 minutos, sem apartes.

– Foi um discurso duro, redondo e afirmativo – elogiou o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).

– Foi uma bela tijolada. Sinal de que uma nova postura mais agressiva, mais contundente, que corresponde ao tempo político do fim do período de graça para o governo que está começando. Quem quer ser candidato respeita esse período de graças, mas ele acabou. Agora é preciso começar a trabalhar para buscar essa alternância de poder – completou o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Já os parlamentares da base desdenharam:

– Não ouvi não! Tinha muita coisa pra fazer – respondeu o ex-líder do PT, senador Humberto Costa (PE).

O líder do PT , Walter Pinheiro (BA), também preferiu não comentar.

Link da matéria:  http://oglobo.globo.com/pais/aecio-assume-postura-de-pre-candidato-critica-governo-4438269#ixzz1qWsqoclC

Aécio Neves: líder da oposição ganha destaque no Youtube

Aécio Neves: senador faz discurso histórico contra o governo do PT. Vídeo mostra que senador vai subir o tom da oposição.

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves líder da oposição, subiu ontem o tom das críticas ao governo federal e, pela primeira vez, atacou diretamente a presidente Dilma Rousseff (PT), a quem responsabilizou por instituir no Brasil o “regime do improviso”.

Aécio reclamou especialmente da suspensão de recursos para construção de 218 UPPs previstas em Minas Gerais.

Falta de projetos, perda de investimentos, imobilismo político e paralisia de projetos de infraestrutura foram algumas das alegações em discurso feito na tribuna do Senado.

“O país está paralisado, nenhuma reforma estruturante foi enviada ao Congresso”, protestou o senador.

Para o senador Aécio Neves o país entrou em um processo de “desindustrialização e retrocedeu aos anos 50: “Voltamos à era pré-JK”, lamentou o senador.

Aécio classificou ainda o cenário econômico atual do Brasil como “desolador“.

Fonte do Vídeo: Tales Faria – Poder Online

O discurso que inaugura a nova fase de Aécio Neves, com ataques diretos contra Dilma Rousseff