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Aécio Neves: Governo Dilma tem gestão deficiente

Aécio Neves: para senador os últimos 2 anos foram marcados pela ausência de diálogo com a sociedade.

Aécio Neves: gestão deficiente do Governo Dilma

 Aécio Neves: Governo Dilma não cumpre compromissos

Aécio Neves também critica em artigo a censura do PT com a tentativa de controle da informação

Fonte: Folha de S.Paulo
Tempo de reflexão

Aécio Neves

Não importa a religião que se tenha, o Natal é sempre tempo de solidariedade e reflexão.

Nessa época, nos afastamos da rotina e é inevitável examinar as perdas e conquistas, as experiências e aprendizados.

Ao olhar para 2012, é forçoso reconhecer que o protagonismo não foi do governo federal nem do Congresso Nacional. Nem um nem outro conseguiram oferecer ao país o que, por direito, deles os brasileiros esperavam.

O primeiro encerra o ano colecionando promessas não cumpridas. O governo Dilma chega à metade sem que importantes compromissos com os brasileiros tenham sido honrados e vendo reforçado o traço da ausência de diálogo com Legislativo e sociedade.

O segundo apequenou-se sob o peso da subserviência de uma maioria pragmática e obediente. O melhor exemplo talvez seja constatar que dorme até hoje nas gavetas da Câmara o projeto que disciplina o uso de medidas provisórias.

Confirmando a tese de que em política não existe vácuo, a boa nova é que o protagonismo político do país está sendo cada vez mais assumido por aquele que é o grande interessado nas mudanças e nos avanços: o cidadão. A lei da ficha limpa, a obrigatoriedade de dar transparência, nas notas fiscais, aos impostos cobrados sobre produtos e serviços e a atuação de diversas entidades civis sinalizam um país de pé, ciente de seus direitos.

Ao lado do cidadão, o Judiciário agigantou-se. Ficará para sempre o marco emblemático do fim da impunidade. O elogio público que devemos ao STF não homenageia a condenação de pessoas, mas o exercício de autonomia e independência do Poder.

Foi uma conquista enorme, cujo mérito é coletivo e a responsabilidade é partilhada. Ninguém simboliza melhor este momento de altivez que o ministro e agora presidente do STF, Joaquim Barbosa, que soube imprimir uma condução processual exemplar, acima das pressões de praxe.

A sociedade também tem outra importante conquista a celebrar: a manutenção da liberdade de expressão. Sob crescentes ataques e insinuações, meios de comunicação e jornalistas independentes atravessaram este difícil 2012 com suas prerrogativas preservadas. Não é batalha ganha, mas revela uma sociedade que não tolera o controle da informação, independentemente do nome que o disfarce.

Estamos nos preparando para deixar 2012 e começamos a imaginar o que 2013 nos reserva. Mas hoje é noite de Natal. Que ela possa abrigar a saudade e o reconhecimento aos que não se encontram mais entre nós e nos ajude a acolher, com afeto e compreensão, aqueles com quem ainda temos a alegria de conviver.

E que ela nos ilumine, para que a solidariedade possa habitar de forma definitiva os nossos corações. Feliz Natal.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

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Gestão da Educaçao: Poupança Jovem concede bolsas a 1.438 estudantes de Governador Valadares

Processo de adesão para participar do programa está aberto até o próximo dia 29 de junho

Imprensa MG
Lays Kellem está entre os 1.438 estudantes de Valadares beneficiados pelo Poupança Jovem
Lays Kellem está entre os 1.438 estudantes de Valadares beneficiados pelo Poupança Jovem

Lays Kellem Rezende Souza Silva, 19 anos, está entre os 1.438 estudantes de Governador Valadares beneficiados pelo programa Poupança Jovem, do Governo de Minas. Ela aderiu à iniciativa em 2009 e comemora a bolsa e os resultados já alcançados, como o emprego que conquistou.

O Poupança Jovem é destinado a estudantes do ensino médio matriculados nas escolas estaduais de municípios com alto índice de evasão escolar e vulnerabilidade social. A proposta do Estado é estimular a capacidade de planejar o futuro e criar melhores condições para os jovens ingressarem no mercado de trabalho.

“Participando do Poupança Jovem tive aulas de inglês voltado para o mercado de trabalho e informática, o que ajudou no processo de seleção, pois trabalho com telemarketing, um serviço que depende do computador”, relata Lays, que estudou na Escola Estadual Prefeito Joaquim Pedro Nascimento.

Cada aluno que adere ao programa, ao final dos três anos do ensino médio recebe a quantia de R$ 3 mil, depositados nominalmente pelo Governo de Minas. Para ser contemplado, o jovem precisa cumprir todas as metas e obrigações estipuladas pelo Poupança Jovem.

Romário Soares Araújo é ex-aluno da Escola Estadual Marcos Geber Sírio e também vai receber a bolsa do programa. Assim como Lays, ele vai investir na formação profissional. “Vou fazer um curso profissionalizante de técnico em eletromecânica. Penso também em tentar uma faculdade, nessa área de exatas, e fazer inglês”, diz.

Atualmente, o programa está em andamento em outras 29 escolas de Governador Valadares, atendendo a mais 10.491 jovens. Até o dia 29 de junho também está aberto o processo de adesão para escolas e alunos que tenham interesse em participar do programa.

Pagamento de bolsas

O pagamento das bolsas do Poupança Jovem começou a ser feito no início deste mês, contemplando alunos de mais sete cidades além de Governador Valadares que concluíram o ensino médio: Esmeraldas, Ibirité, Juiz de Fora, Montes Claros, Ribeirão das Neves, Sabará e Teófilo Otoni. No total, os recursos do Governo do Estado somam R$ 28,7 milhões, distribuídos para 9.569 jovens.

O governador Antonio Anastasia entregou, na Cidade Administrativa em Belo Horizonte, certificados de conclusão das atividades do programa. Para um público de 450 jovens, que representaram todos os beneficiados, o governador ressaltou a importância do programa para o futuro dos jovens mineiros.

“O papel do Poupança Jovem, muito mais importante do que ter ao final o prêmio, é estimular a formação do patrimônio cidadão e moral de cada jovem e o sentimento do seu próprio valor. Isso não tem preço. O Poupança Jovem é um instrumento de transformação. Isso demonstra que acertamos em identificar uma necessidade, conceber um projeto, colocá-lo em funcionamento, receber o apoio dos municípios e o resultado é esse”, destacou. Ainda durante a solenidade, Anastasia assinou o novo Plano de Metas, um instrumento gerencial de monitoramento das ações do Poupança Jovem nos municípios atendidos.

Desde que foi criado, o programa já beneficiou 85.131 jovens de 185 escolas de nove municípios participantes, com investimentos de R$ 278 milhões. Em 2011, alunos das escolas estaduais de Pouso Alegre, no Sul de Minas, também passaram a integrar a iniciativa, que é coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese).

Nova metodologia

O Poupança Jovem adotou, em 2012, uma nova metodologia, na qual os estudantes são envolvidos em quatro eixos estruturadores de formação: escolar, profissional, cidadã e cultural. A nova metodologia propõe que os estudantes participem de atividades que envolvam três temas transversais: territorialidade, participação social e mundo do trabalho.

Nesse novo formato, o programa oferece aos alunos formação complementar, por meio da realização de atividades individuais e coletivas. As atividades coletivas contam com a orientação de um educador de referência do Poupança Jovem.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/poupanca-jovem-concede-bolsas-a-1438-estudantes-de-governador-valadares/

Gestão Anastasia: Educação Fiscal chega às escolas estaduais de 18 municípios da região Central de Minas

Parceria entre secretarias de Fazenda e Educação, com apoio da Controladoria, leva a temática da cidadania fiscal às salas de aula

Cerca de 250 educadores das redes estadual, municipal e particular de 18 municípios mineiros que fazem parte da Superintendência Regional de Ensino de Conselheiro Lafaiete, farão uma capacitação em Educação Fiscal, promovida pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), em parceria com a Secretaria de Educação, com a participação da Controladoria-Geral do Estado.

Nesse seminário temático, que acontece entre os dias 30 de maio e 1º de junho, os participantes conhecerão o Programa Estadual de Educação Fiscal (Proefe) e discutirão aspectos relacionados ao exercício da cidadania fiscal, como tributação, orçamento público, lei de responsabilidade fiscal, controles interno e social da administração pública, ética e motivação. Diversas oficinas também serão realizadas nos dias 13, 20 e 27 de junho, dando início à formatação do Caderno de Referência de Educação Fiscal da Regional.

O objetivo do seminário é contar com disseminadores em educação fiscal em todas as cidades da área da Superintendência Regional de Ensino de Conselheiro Lafaiete, desenvolvendo projetos pedagógicos para alcançar todas as escolas e bibliotecas com um kit do programa.

A iniciativa compõe a vertente de conscientização do Programa Minas Legal, que tem o objetivo de integrar Governo de Minas e a sociedade na tarefa de informar o cidadão sobre a função socioeconômica do tributo, combater a pirataria e a sonegação, conferir maior transparência à gestão dos recursos públicos, além de premiar boas práticas de cidadania fiscal.

Informação, conhecimento e mudança formam o tripé da educação fiscal no fortalecimento da cidadania fiscal. Outras informações sobre o Programa Minas Legal e sobre a Educação Fiscal estão disponíveis no site www.minaslegal.mg.gov.br.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/educacao-fiscal-chega-as-escolas-estaduais-de-18-municipios-da-regiao-central-de-minas/

Governo de Minas: cidades do Centro-Oeste de Minas são beneficiadas por programa de saúde bucal

Em Divinópolis, Lagoa da Prata e Onça de Pitangui, pesquisa da Secretaria de Estado de Saúde apontará condições de cada cidade

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Pedro Cisalpino
Ações voltadas para a saúde bucal irão beneficiar moradores do Centro-Oeste
Ações voltadas para a saúde bucal irão beneficiar moradores do Centro-Oeste

Os moradores de Divinópolis, de Lagoa da Prata e de Onça de Pitangui estão incluídos na pesquisa da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) que vai mapear as condições da saúde bucal da população mineira. O inquérito epidemiológico está sendo feito desde o final de abril e vai permitir a identificação dos problemas bucais mais frequentes, a fim de diagnosticar as necessidades e, assim formular ações de prevenção, tratamentos e reabilitação adequados à realidade das comunidades.

A pesquisa abrange outros 57 municípios mineiros. Em cada um deles serão feitos cerca de 100 exames, totalizando, aproximadamente, seis mil exames no Estado. De acordo com a diretora de Saúde Bucal da SES-MG, Daniele Lopes Leal, a pesquisa vai fortalecer a Política de Saúde Bucal, que vem sendo delineada no estado.

“O projeto Saúde Bucal Minas Gerais vai trazer como resultado o diagnóstico epidemiológico de Saúde Bucal da população mineira, a partir do qual serão formuladas ações que contemplem esta população com o desenvolvimento de programas de âmbito estadual”, explica.

Durante a pesquisa, além dos índices tradicionais de aferição das doenças bucais, será aplicado, também, um questionário aos indivíduos examinados.  Dessa forma, serão analisados problemas como cárie, doença periodontal, oclusopatias, fluorose (intoxicação pelo flúor e seus derivados), dentre outras, no sentido de se verificar, além da prevalência, a extensão da gravidade dos problemas.

Segundo a diretora, Daniele Leal, a Política Nacional de Saúde Bucal determina a realização de estudos epidemiológicos desse porte como parte componente da Vigilância em Saúde. “A nossa proposta é realizar pesquisas desse tipo a cada 10 anos, com o intuito de avaliar as alterações no quadro epidemiológico da população”, afirma.

O projeto terá financiamento da SES-MG, através da Diretoria de Saúde Bucal, no valor de R$168 mil, sendo que cada município participante vai receber R$ 2.800,00 para pagamento de pessoal e ressarcimento de despesas de deslocamento, além de receber todo o material para realização dos exames.

“Os municípios investem disponibilizando os profissionais para a pesquisa. E o Ministério da Saúde é parceiro no processo, uma vez que toda a metodologia do projeto é do Ministério”, acrescenta a diretora de Saúde Bucal, Daniele Leal.

Participação dos municípios

Para que houvesse representatividade em todo o território do estado de Minas Gerais, os municípios participantes do projeto Saúde Bucal Minas Gerais foram sorteados, seguindo um processo de amostragem probalística.

Nesse processo, foram considerados os grupos etários e o fator de alocação dos municípios, definidos a partir da associação dos índices de Necessidade em Saúde e de Porte econômico, que levam em conta variáveis epidemiológicas e socioeconômicas, além da capacidade do município financiar, com recursos próprios, os cuidados com a saúde dos cidadãos.

Para execução do projeto, os municípios participantes contam com um examinador, um anotador e um coordenador municipal, sendo que os exames epidemiológicos são realizados por Cirurgiões Dentistas e os anotadores são profissionais de nível médio, geralmente técnico em Saúde Bucal (TSB) ou auxiliar em Saúde Bucal (ASB), das Secretarias Municipais de Saúde dos próprios municípios.

“As equipes de campo foram treinadas, em oficina com duração de 24 horas, onde foi possível discutir a operacionalização das etapas do trabalho e as atribuições de cada participante, a fim de assegurar um grau aceitável de uniformidade nos procedimentos”, esclarece a diretora de Saúde Bucal da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Daniele Leal.

Metodologia de pesquisa

Durante a pesquisa, o cirurgião dentista vai percorrer a cidade e examinar, em domicílio, o morador que se interessar em participar voluntariamente do Projeto, sendo aptas a participar da pesquisa, pessoas com idades de 05 e 12 anos e das faixas etárias de 15 a19, 35 a 44 e 65 a74 anos.

O voluntário deverá, também, responder um questionário, composto por perguntas subjetivas que vão ajudar na compreensão do processo saúde/doença bucal. “O questionário vai contribuir para a avaliação das condições socioeconômica e de utilização dos serviços, sendo fundamental para a estruturação da Rede Assistencial em Saúde Bucal”, afirma Daniele Leal.

O projeto segue a metodologia do SB Brasil 2010, do Ministério da Saúde, e conta com a colaboração da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), que vai avaliar os resultados através do Conselho de Ética em Pesquisa. Outra instituição a avaliar o resultado da pesquisa será o Comitê de Ética em Pesquisa cadastrado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/cidades-do-centro-oeste-de-minas-sao-beneficiadas-por-programa-de-saude-bucal/

Gestão da Educação: aeronave criada por alunos da UFMG vai disputar competição nos EUA

Equipe de universitários vai disputar torneio entre os dias 27 e 29 de abril.

Um avião projetado por alunos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) vai disputar uma competição nos Estados Unidos, entre os dias 27 e 29 de abril. A equipe se classificou após vencer um concurso nacional no ano passado. As informações são do portal G1.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/aeronave-criada-por-alunos-da-ufmg-vai-disputar-competicao-nos-eua/

Aécio Neves: líder da oposição faz discurso duro contra Dilma

Aécio Neves: líder da oposição diz que governo Dilma é uma “usina de malfeitorias” e que presidente é “peça de uma publicidade enganosa”.

Aécio: vendida como ‘gestora impecável’, Dilma revelou-se presidente de um ‘cenário desolador’

Fonte: Blog do  – UOL

O senador Aécio Neves (MG), presidenciável do PSDB, escalou a tribuna do Senadonesta quarta (28). Apontado por seus próprios aliados como um oposicionista apático, pronunciou um discurso duro. O mais incisivo desde que chegou ao Senado, no ano passado.Aécio dividiu o discurso em três partes: Dilma, Dilma e Dilma. Apresentou Dilma como peça de uma publicidade enganosa. Na campanha, “gestora impecável”. No Planalto, uma presidente “incapaz de dar solução aos problemas” do país. “Para onde quer que se olhe, o cenário é desolador”.Tratou o governo Dilma como uma usina de malfeitorias. “Os escândalos se sobrepuseram em recorde de ministros caídos sob grave suspeição, enquanto avançou à luz do dia, sem constrangimentos, o aparelhamento partidário da máquina governamental.”

Lamentou os primeiros efeitos da administração Dilma. Na economia, “a desindustrialização é um fato. Voltamos à era pré-JK, aos longínquos anos 50.” O crescimento foi “o menor da América Latina.” Na política, “a falta de respeito ao Congresso se transformou em marca registrada das atuais relações entre Executivo e Legislativo.”

Tomada pelas manifestações públicas, disse Aécio, Dilma parece “refém do seu próprio governo.” Considera a pose paradoxal: “É como se não tivesse sido a autoridade central nos oito anos da administração anterior. É como se ela não houvesse, de próprio punho, colocado de pé o atual governo, com as suas incoerências e incongruências irremediáveis”.

Referiu-se com atraso às trocas ministeriais que marcaram 2011. “A mão pesada do poder da Presidência baixou sobre cada um dos suspeitos, como se não fosse a mesma mão que, antes, os nomeara e os conduzira para o governo. Aí descobrimos o inacreditável: havia ministros diversos de Lula e uns poucos de Dilma.”

Sem projetos, disse Aécio, Dilma “responde estritamente às emergências, institucionalizando o regime do improviso.” Enxergou um quê de teatro na reunião que a presidente promoveu com empresários na semana passada. “Ainda não se sabe ao certo a motivação”.

“Se todos conhecem o problema e não há nada de novo no front, só um motivo justificaria a reunião: a mesma pirotecnia de sempre com que se pretende ocupar o vazio e disfarçar a leniência do atual governo.”

Acha que, “se nada for feito para desatar os nós políticos e gerenciais que emperram a máquina pública, o Brasil vai perder a maior janela de oportunidades de sua história.” Avalia que a maioria congressual de Dilma, “montada ao custo que todos conhecemos”, não produziu senão interrogações.

“Onde estão as reformas constitucionais? Discutimos a recomposição do pacto federativo? Reformamos o rito das medidas provisórias? Revisamos os royalties do petróleo e do minério? Renegociamos as dívidas dos governos estaduais? Nada.”

Dilma apanhou indefesa. Exceto pelas interferências de Marta Suplicy (PT-SP), que presidia a sessão e monitorava o tempo de Aécio com relógio draconiano, não se ouviu no plenário do Senado um mísero contraponto governista.

Link do artigo: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2012/03/28/aecio-vendida-como-gestora-impecavel-dilma-revelou-se-presidente-de-um-cenario-desolador/

Aécio Neves: líder da oposição aumenta o tom contra Governo do PT

Aécio Neves: líder da oposição aumenta o tom contra Governo do PT e da Tribuna do Senado critica baixo desempenho da economia e a desindustrialização.

Aécio muda o tom e eleva críticas a governo Dilma

Fonte: Valor Econômico

senador Aécio Neves (PSDB-MG) anunciou ontem, da tribuna, uma nova postura da oposição em relação ao governo. Segundo ele, após 15 meses de gestão, é hora de cobrar promessas de campanha, “reduzidas a resultados medíocres”. Para Aécio, o governo “responde estritamente às emergências, institucionalizando o regime do improviso”.

Ele criticou o baixo desempenho da economia, o “gravíssimo” processo de desindustrialização em curso no país, a “falta de respeito ao Congresso”, a não proposta de reformas constitucionais, o abandono da saúde pública, o baixo investimento em obras de infraestrutura e a ausência de planejamento.

“O crônico imobilismo político transformou-se em inapetência executiva”, disse. “Para onde quer que se olhe, o cenário é desolador.”

Segundo Aécio, o governo do PT deixará, como “herança maldita”, o processo de desindustrialização. “Vejam o que está acontecendo com a indústria de transformação, que já chegou a responder por 26% do PIB. Caiu para 16% em 2010 e para 14,6% em 2011. (…) Não é mais hora de se discutir se há ou não desindustrialização no país. É fato. Voltamos à era pré-JK, aos longínquos anos 50.”

Como causas da perda de competitividade da indústria nacional, citou valorização de câmbio, juros altos, alto custo dos insumos, elevada carga tributária e “absoluta ausência de infraestrutura adequada”.

O senador tucano, nome mais cotado no PSDB para disputar a Presidência da República, disse que o Brasil puxou o desempenho de toda a América Latina “para baixo”. Criticou o baixo investimento no PAC – apenas 8% do total de recursos aplicados em 2011 saíram do Orçamento da União. O restante saiu de investimentos de empresas públicas e iniciativa privada.

No campo político, disse que os escândalos revelaram “o gravíssimo aparelhamento partidário da máquina governamental” e que a presidente Dilma Rousseff estaria “refém” do governo. “É como se ela não tivesse a autoridade central nos oito anos da administração anterior”, disse. “De crise em crise e de queda em queda de autoridades, uma parte importante do mandato presidencial esvaiu-se simplesmente.”

Segundo Aécio, a “falta de respeito ao Congresso” foi a marca registrada das relações entre Executivo e Legislativo, no governo Dilma.

Link da matéria: http://www.valor.com.br/politica/2593014/aecio-muda-o-tom-e-eleva-criticas-governo-dilma

Aécio Neves: líder da oposição sobe o tom contra o PT

Aécio Neves: líder da oposição diz que Governo Dilma do PT voltou a era pré-JK numa crítica ao processo de desindustrialização do país.

Um discurso acima do tom

Pela primeira vez, senador Aécio Neves ataca diretamente a presidente Dilma Rousseff e seu governo, em especial o que chama de paralisia de projetos, com perda de investimentos 

Fonte: Juliana Cipriani – Estado de Minas

senador Aécio Neves (PSDB) subiu ontem o tom das críticas ao governo federale, pela primeira vez, atacou diretamente a presidente Dilma Rousseff (PT), a quem responsabilizou por instituir no Brasil o “regime do improviso”. Falta de projetos, perda de investimentos, imobilismo político e paralisia de projetos de infraestrutura foram algumas das alegações em discurso feito na tribuna do Senado. Segundo o tucano, o país entrou em um processo de “desindustrialização” e retrocedeu aos anos 50: “Voltamos à era pré-JK“.

A entrevista concedida pela presidente neste fim de semana a uma revista semanal também serviu de munição para o senador oposicionista. De acordo com ele, na publicação ela “navega impassível e equidistante em meio às trovoadas e à verdadeira tempestade que se forma à sua volta e, aos poucos, engolfa seu governo”. Aécio citou a campanha, feita com grande participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em que foi vendida a imagem de uma “gestora impecável”. O resultado, segundo o tucano, é que o Brasil teria deixado de liderar o processo de crescimento da América do Sul: “Nossa posição é irreconhecível. Na América do Sul, acreditem, fomos o país que menos cresceu”.

As crises com as sucessivas denúncias contra ministros de seu governo, para Aécio, teriam feito Dilma perder parte importante do seu mandato. A demissão dos envolvidos, para ele, não isenta o atual governo. “A mão pesada do poder da Presidência baixou sobre cada um dos suspeitos, como se não fosse a mesma mão que antes os nomeara e os conduzira para o governo. Aí descobrimos o inacreditável: havia ministros diversos de Lula e uns poucos de Dilma”, disse.

O senador criticou também a postura da petista de colocar-se como refém do próprio governo e reforçou o papel da presidente como coautora das heranças do atual governo. “É como se ela não houvesse, de próprio punho e com a sua consciência, colocado de pé o atual governo, com as suas incoerências e incongruências irremediáveis”, pontuou. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), um dos principais pontos da campanha de Dilma ao Planalto, teve, segundo Aécio, “o mais baixo desempenho de sua história” em 2011. ”Apenas R$ 16 bilhões saíram efetivamente do tesouro nacional – 37% (ou R$ 6,9 bilhões) do total referiam-se a restos a pagar de anos anteriores, sobrando quase nada para obras novas”, disparou.

Royalties Aécio voltou a criticar o excessivo número de medidas provisórias editadas pelo governo Dilma.Segundo o tucano, a “falta de respeito ao Congresso” se transformou em marca registrada da atual administração. O senador cobrou as reformas constitucionais e a discussão de temas como a renegociação das dívidas dos estados e dos royalties do petróleo e minério.

O discurso gerou bate-boca no plenário. Concedendo 10 minutos para o tucano discursar, a senadora Marta Suplicy (PT-SP), que presidia a sessão, o interrompeu, pedindo para encerrar no tempo regimental. O colega tucano senador Mário Couto (PA) saiu em defesa de Aécio, dizendo que Marta só se atenta para o tempo quando os discursos são contrários ao governo do PT. ”A senhora faz o que quer”, acusou.

Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/03/29/interna_politica,286056/aecio-neves-sobe-o-tom-das-criticas-ao-governo-federal.shtml

Oposição: senador Aécio Neves avisa que PSDB vai apontar erros de gestão do Planalto

Sem gestão pública, ineficiência pública, Gestão do PT, 
Fonte: Baptista Chagas de Almeida – Estado de Minas

PSDB pretende ir às armas

Tucanos vão usar os palanques das disputas municipais para aumentar o tom dos ataques contra o governo Dilma

Horário eleitoral no rádio e na TV também será usado para as críticas

Os tucanos vão aproveitar as eleições municipais deste ano para começar a bater asas com ataques mais fortes ao governo da presidente Dilma Rousseff. O confronto será feito com base em pontos fracos que o PSDB identificou na atual gestão (veja quadro). Nas cidades em que houver horário gratuito de rádio e televisão, o comando da legenda vai aproveitar para apresentar propaganda de caráter nacional e mostrar as diferenças sobre o que pensam o PSDB e o  PT. “O rolo compressor do governo deu um tiro no pé nos estados e municípios com os vetos da presidente Dilma à regulamentação da Emenda 29. Isso precisa ser mostrado ao eleitorado”, reclama o senador Aécio Neves (PSDB-MG), dando um exemplo da estratégia a ser usada.

Aécio destaca que, há dez anos, a União era responsável por 58% dos investimentos em saúde. Hoje, aplica 45%. Os estados e municípios, que investiam 42%, atualmente são responsáveis por 55%. “No mesmo período, a receita da União foi a única que teve crescimento real, mas o dinheiro a mais não vai para a saúde, é usado para fazer obras sem licitação”, ataca o senador.

Diante de pesquisas indicando que a população já colou no PT a imagem da corrupção, os tucanos vão procurar também mostrar a ineficiência da gestão na infraestrutura do país. A Copa do Mundo de 2014 será um dos principais alvos. “As obras estão atrasadas por causa do modelo de gestão. Durante oito anos do governo Lula, o PT não fez as concessões dos aeroportos por uma questão ideológica. Agora é obrigado a correr contra o tempo, por causa do caos, dos atrasos e das filas em todas as capitais importantes”, destaca Aécio.

O presidenciável tucano não cita a candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad, ao governo de São Paulo, mas é severo sobre o setor: “Não dá para aceitar que o currículo de uma escola de Rio Branco, no Acre, seja o mesmo de uma escola em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. São realidades completamente diferentes. Sem respeitar as características de cada região, o resultado só pode ser os altos índices de repetência e de evasão escolar”.

Pelo país afora O PSDB pretende dar um caráter nacional às eleições de outubro, sem deixar de lado as peculiaridades de cada região ou município. A definição da estratégia estabelece três diretrizes. A prioridade é a candidatura própria. Se não for possível, aliança com os partidos de oposição e com eventuais aliados que não têm tanto compromisso assim com o governo federal. Em último caso, aliança com os candidatos que tenham o PT como principal adversário.

“A eleição presidencial não é este ano, mas o PSDB pode discutir agora alguns problemas nacionais”, pondera Aécio Neves. E avisa: “A partir de 2013 os tucanos vão às armas”.

>> Os alvos tucanos

Área    Principais críticas

Saúde    Omissão do governo e os vetos à Emenda 29
Inchaço    Aparelhamento do serviço público
Má gestão    Gastos muito elevados com a máquina pública e custeio e poucos investimentos
Corrupção    Pesquisas mostram que o problema colou no PT
Copa 2014    Caos na infraestrutura, dos aeroportos às estradas e no transporte público
Educação    Desde a universalização no governo Fernando Henrique Cardoso, nada mais foi feito

Você se lembra?

 (Paulo de Araujo/CB/D.A. Press - 27/9/11)

Nessa tentativa de desvio, preferem criar um clima no país como se a corrupção fosse do governo e não no governo – Do ex-deputado José Dirceu (PT-SP), em dezembro, em resposta a críticas de tucanos ao governo Dilma

Diante desta pérola, só nos resta a todos constatar que o governo não é do governo. E estamos conversados– Do senador Aécio Neves (PSDB-MG) (foto), sobre a frase postada no blog de José Dirceu em dezembro* 

Para Aécio Neves Zé Dirceu trabalha para esconder malfeitos da gestão do PT

Gestão do PT, Sem Gestão Pública, corrupção no Brasil

Fonte: Redação do Jogo do Poder

A corrupção “é no governo, e não do governo”, disse José Dirceu em artigo

Senador critica descaso do governo Dilma por fazer obras e realizar compras sem licitação, desde 2007 houve crescimento de quase 100%

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) criticou a falta de transparência na gestão do PT à frente do Governo Federal. Ele lamentou declaração do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu,  réu do mensalão, que disse que as práticas de corrupção “é no governo, e não do governo”. O senador repudiou a prática de realizar compras e obras públicas sem a realização de licitação. De acordo com levantamento de O Estado de S.Paulo, desde 2007 já foram gastos quase R$ 14 bilhões em compras e contratações de serviços com dispensa ou inexigibilidade de licitação.

–       Houve um aumento, de 2007 para cá, extremamente abusivo, impressionante, de quase 100% das obras feitas sem licitação. É o caminho inverso da administração moderna, o caminho inverso ao da transparência. Diminuem-se os projetos feitos por licitação, 17% em relação a 2010, não estamos falando de 2011, e aumenta-se de forma extremamente vigorosa as obras contratadas sem licitação. Portanto, um péssimo exemplo e uma sinalização absolutamente equivocada – lamentou o senador.

Sobre a declaração de José Dirceu, Aécio lamentou a fala do ex-ministro do Governo Lula, para o senador o gesto revela como o PT trata a questão da transparência na administração pública.

–       E tudo isso, acho que se encerra com uma declaração feita no final do ano passado, por um dos principais próceres do PT, o ex-ministro José Dirceu, quase que um escárnio, dizendo que a corrupção “é no governo, e não do governo.” Isto nos leva a ter uma única constatação, o governo não é do governo. Então, uma questão que deveria estar sendo tratada com absoluta seriedade, no momento em que lideranças do PT deviam estar fazendo uma mea culpa em relação a tudo aquilo que ocorreu no ano passado, que deixou indignada a sociedade brasileira, ele encerra o ano com essa absurda declaração e, iniciamos o ano a meu ver com uma agenda que não é positiva, é extremamente negativa.