Arquivo da categoria: Eleições 2014

Aécio acusou o PT de promover um ataque à honra dos adversários

Aécio: “A campanha começa como nossos adversários gostam, com mentiras, e ataques à honra dos adversários, essa é uma praxe do PT.”

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Campanha eleitoral começa com mentiras, diz Aécio Neves

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, acusou o PT de promover um ataque à honra dos adversários, em razão da notícia de suposta irregularidade na construção de um aeroporto na cidade de Cláudio (MG) em terras desapropriadas de seu tio-avô. “A campanha começa como nossos adversários gostam, com mentiras, e ataques à honra dos adversários, essa é uma praxe do PT.”

Aécio disse que a informação divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo de que houve construção por parte do governo de Minas Gerais numa área privada de seu parente é “mentirosa”. Segundo ele, a desapropriação foi feita por R$ 1 milhão e seu tio-avô apresentou uma proposta de R$ 9 milhões.

“Se houve alguém favorecido foi o Estado (de MG) e não meu parente.” Aécio informou que buscou o parecer de dois ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Brito e Carlos Veloso para atestar a legalidade do ato promovido pelo governo de Minas Gerais. Segundo ele, os dois ex-presidentes “atestaram a legalidade da operação”.

Aécio disse também que o Ministério Público de Minas Gerais investigou essa mesma obra em abril deste ano e arquivou o processo porque não encontrou nenhuma irregularidade. “A obra foi feita dentro da lei.” O presidenciável, que participou na tarde de hoje de um encontro promovido pela deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), com pessoas com necessidades especiais, lamentou ainda que a campanha presidencial esteja começando “com essa deturpação da verdade”.

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Aécio diz que Dilma não é mais presidente

No Nordeste, senador diz que Dilma faz marketing e comentou que o papel da oposição é “andar pelo país e apresentar propostas”.

Aécio Neves: Nordeste

Fonte: Folha de S.Paulo

Para senador tucano, decisões de petista são comandadas por marketing

Em viagem ao Nordeste, o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB e provável candidato do partido à Presidência da República em 2014, afirmou ontem que o Brasil “não tem mais uma presidente, mas uma candidata”.

Aécio abriu a turnê nordestina por Salvador, onde experimentou um acarajé no bairro de Itapuã e criticou a presidente Dilma Rousseff.

Segundo o senador tucano, a presidente atualmente “se movimenta única e exclusivamente em razão da eleição” e as decisões de governo são comandadas pelo “marketing”.

Aécio negou que esteja em campanha eleitoral, mas afirmou que o papel da oposição é “andar pelo país e apresentar propostas”.

O tucano mineiro, que hoje estará em Maceió (AL), voltou a elogiar o partido do governador de PernambucoEduardo Campos (PSB), de quem se aproximou nas últimas semanas.

“Não vejo distância ideológica do PSDB com o PSB. Estamos juntos em governos estaduais. Vejo mais afinidades”, disse.

Aécio também criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal que aceitou recursos que podem rever as penas de 12 dos 25 réus condenados no processo do mensalão.

“Como cidadão, a minha percepção é de que volta aquele sentimento de que tem duas Justiças no Brasil: a dos desprotegidos e a dos poderosos”, disse o senador.

Antes do evento em um hotel no centro da capital baiana, Aécio se encontrou com o prefeito da cidade, ACM Neto (DEM).

Conversa com brasileiros: Aécio ao vivo na internet

Conversa com brasileiros no site http://www.conversacombrasileiros.com.br, Aécio falará com convidados sobre temas de interesse da sociedade.

Conversa com brasileiros: veja como participar

Fonte: Jogo do Poder

Conversa com brasileiros no site www.conversacombrasileiros.com.br, Aécio falará com convidados sobre temas de interesse da sociedade.

Conversa com brasileiros

presidente do PSDBsenador Aécio Neves, participará na noite desta quinta-feira (19/09), logo após a exibição do programa partidário em rede nacional, de um bate-papo que será transmitido ao vivo pela internet.

No  site www.conversacombrasileiros.com.brAécio Neves falará com convidados sobre temas de interesse da sociedade e responderá a perguntas enviadas por internautas durante esta quinta-feira.

O objetivo da iniciativa é reforçar a proposta do PSDB de ampliar o diálogo com a população, discutindo os problemas do país e ajudando na construção de uma nova agenda para os brasileiros.

O bate-papo será transmitido ao vivo pelo site. O endereço para envio de perguntas é contato@conversacombrasileiros.com.br.

Os internautas poderão enviar também comentários. São convidados para o bate papo o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior; o sociólogo Cláudio Beato, o economista Samuel Pessôa e o músico mineiro Cris do Morro.

Conversa com Brasileiros

Em maio deste ano, o PSDB estreou na web o Conversa com Brasileiros, um amplo fórum de discussão com a sociedade sobre os problemas do país e as suas soluções.

O espaço estimula o diálogo entre os cidadãos e seus representantes. Por meio de depoimentos de texto ou vídeo, governadores, prefeitos, vereadores, deputados, senadores e líderes tucanos respondem a perguntas enviadas sobre saúdeeducaçãosegurança, o alto custo de vida e o papel do Estado no cotidiano do país, entre outras.

Bate-papo com o presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves

Data: 19-09-13

Horário: 20h45

Endereços: www.conversacombrasileiros.com.br (para assistir)

contato@conversacombrasileiros.com.br (envio de perguntas)

Vamos Conversar: Aécio bate-bapo com jovens na internet

Ideia da equipe de comunicação de Aécio é estender dez minutos de TV para ambiente on-line, reforçando o bordão “Vamos conversar”.

Aécio Neves: 2014

Vamos Conversar: Aécio bate-papo com jovens em programa do PSDB

Vamos Conversar: o foco da propaganda gratuita do PSDB neste segundo semestre é tornar Aécio conhecido do eleitorado.

Fonte: O Globo

Aécio fará bate-papo em vídeo amanhã após programa do partido ir ao ar

Coordenador do Afroreggae deve participar do debate, que trará ainda economista, músico e um sociólogo

senador Aécio Neves (PSDB-MG) fará um bate-papo em vídeo pela internet na quinta-feira, logo após o programa partidário de televisão do PSDB, do qual será o protagonista. A mesma ferramenta foi usada pelo presidente norte-americano Barack Obama em sua campanha à reeleição, em 2012. A chamada para a conversa será feita no fim da propaganda partidária obrigatória, e a conversa deve reunir o coordenador do AfroreggaeJosé Júnior, o economista Samuel Pessoa, o músico mineiro Cris do Morro e o sociólogoCláudio Beato.

A ideia da equipe de comunicação de Aécio é estender os dez minutos de TV para um ambiente on-line, reforçando o bordão “Vamos conversar” adotado desde o primeiro semestre pelo mineiro. O próprio programa de TV será marcado por diálogos gravados em diferentes regiões do país. Neles, o tucano irá abordar os problemas da mobilidade urbana, da logística, da inflação e das obras inacabadas.

Durante as gravações, Aécio se reuniu com um grupo de jovens em São Paulo, com produtores rurais de Sorriso (MT), com uma feirante de Campina Grande (PB) e com um idoso às margens das obras inacabadas de transposição do Rio São Francisco, em Mauriti (CE).

O foco da propaganda gratuita do PSDB neste segundo semestre é tornar Aécio conhecido do eleitorado. Hoje, o percentual dos eleitores que dizem conhecê-lo ainda é muito inferior aos de seus principais adversários na eleição do próximo ano: a presidente Dilma Rousseff e a senadora Marina Silva.

Além de convidar os espectadores para “conversar”, o mineiro reforçará no programa outro lema exibido nas pequenas inserções veiculadas na última semana: “Quem muda o Brasil é você“.

Eleições 2014: Aécio e Campos estratégias rumo à Presidência

Eleições 2014: “Nossa convergência se dá em cima de projetos e de uma identidade  grande na nossa visão de Brasil”, comentou o senador.

Eleições presidenciais: Alianças para 2014

Eleições 2014: Aécio e Campos traçam novas estratégias

Eleições 2014: Aécio e Campos jantaram na residência do governador pernambucano nesta quinta-feira.

Fonte: O Globo

Aécio se reúne com Campos e nega pacto para 2014 com PSB

Presidenciáveis se encontraram em jantar na noite desta quinta-feira, em Recife

Senador mineiro exaltou longa relação com Campos

senador Aécio Neves (PSDB) negou, na noite desta quinta-feira, que teria feito um pacto com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), em prol do fortalecimento de suas prováveis candidaturas à presidência em 2014. O senador mineiro jantou na residência de Campos, em Recife.

— Não existe esse pacto formal, existe um respeito mútuo que não é de hoje. A nossa convergência se dá em cima de projetos e de uma identidade grande que encontramos na nossa visão de Brasil. Não é um pacto formal de aliança, mas eu nunca escondi que gostaria muito de um dia construir uma nova agenda para o Brasil, iniciando um novo ciclo no país, ao lado do governador Eduardo Campos — comentou Aécio neves.

Apesar da negativa, o cardápio principal do encontro foram as costuras, visando os prováveis cenários para as eleições do próximo ano.

— Eu tenho com Eduardo uma relação muito antiga que transcende a questão política. O cardápio da minha visita aqui em Pernambuco é um só: um Brasil mais solidário, mais justo, Mesmo estando em campos políticos eventualmente e circunstancialmente diferentes. não perdemos a capacidade de dialogar.

presidente nacional do PSDB falou com muita naturalidade sobre as prováveis alianças que o seu partido deverá fazer com o PSB nas eleições estaduais.

— Eu não vejo dificuldades para estarmos no mesmo palanque em determinados estados. Em meu estado, por exemplo, essa convivência é antiga e vem desde o meu primeiro governo. Em São Paulo, essa parceria é muito sólida e ela se espalha por todo Brasil — elencou Aécio.

Mais cedo, o governador de Pernambuco também afirmou que o encontro entre os dois não teria caráter político.

Apagão

Em relação ao apagão que atingiu oito estados do Nordeste e mais 24 cidades do Maranhão na última quarta-feira, Aécio criticou a falta de planejamento do governo federal no setor elétrico. Na avaliação dele, a gestão do PT descapitalizou as empresas do setor elétrico, o que teria gerado menos investimento na área.

— O que há no setor, independente da causa pontual do apagão que eu não sei o que foi, é uma falta planejamento nessa área. Houve um excesso de intervencionismo do governo, que terminou assustando o investidor. Nós sempre defendemos dentro do PSDB a redução das tarifas de energia.

Aécio Neves: senador ataca inflação e mostra Choque de Gestão

Aécio na TV apresentou ações de fomento ao empreendedorismo criado em Minas como porta de saída para beneficiários dos programas sociais.

Aécio: choque de gestão em Minas

“É preciso trabalhar para a superação real da pobreza, criando condições para que as pessoas possam trabalhar e crescer na vida. Não acho que a herança que um pai de família pode deixar pro seu filho é o cartão do Bolsa Família.”

Aécio Neves critica a inflação em programa de TV

Aécio Neves critica a inflação em programa de TV

Fonte: O Estado de S.Paulo

Aécio usa inflação e gestão em Minas para criticar Dilma

PSDB usou seu programa de TV que foi ao ar ontem à noite para apresentar ao eleitor de fora de Minas Gerais as realizações do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à frente do governo do Estado e para tentar desgastar o governo de presidente Dilma Rousseff (PT) com a inflação.

Além disso, os tucanos apostaram no tema do fomento ao empreendedorismo como um contraponto aos programas de transferência de renda do governo petista, que tem neles seus “carros-chefe”, como o Bolsa Família e o Brasil Carinhoso.

Atacado por petistas por não ter usado palavras como “povo” e “pessoas” em seu discurso crítico aos dez anos do PT no poder, feito na tribuna do Senado em fevereiro, o presidente nacional do PSDB apareceu no programa visitando a população do interior de Minas e também em uma roda de conversa com um grupo de eleitores.

Veja o vídeo em: Aécio mostra a nova cara do PSDB para o Brasil

Aécio também aparece dentro de uma van em movimento, no qual percorre seu Estado. De saída, em São João del-Rei fala do avô, Tancredo Neves, e diz ter sido um “espectador privilegiado” da luta pela democracia por ter estado ao lado dele e de Ulysses Guimarães. Em traje informal, o mineiro usa jeans e camisa para fora da calça.

Em deferência ao PSDB paulista, em parte resistente à candidatura de Aécio, o programa mostrou trechos dos discursos do ex-governador José Serra, do atual governador, Geraldo Alckmin, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na convenção do partido, há duas semanas.

Tomate. Na conversa com eleitores, o assunto foi a inflação. Uma mulher pergunta se os salários diminuíram ou se o custo de vida aumentou. Uma segunda reclama que o salário “não chega até a metade do mês, não dá nem para pagar as contas”. Uma terceira sustenta, em referência ao fruto que encarnou a alta dos preços, que “a sensação é de abuso, porque o tomate chegou a R$ 10 o quilo”.

Dizendo-se estar “muito preocupado” e tratar-se de “uma questão muito grave”, porque penaliza mais os pobres, o senador afirma que “a inflação deve ser tratada com tolerância zero”. “É preciso que o governo dê o exemplo.”

“Um governo que gasta mais do que arrecada é o governo que vai estar ao final estimulando a inflação”, diz Aécio aos eleitores. O tucano ainda recupera o Plano Real – “o mais exitoso plano de controle da inflação” – para defender a tese de que “tudo o que veio depois, veio com a estabilidade”. “A gente não teria os investimentos que o Brasil teve se não tivesse estabilidade. Não ia ter os programas de transferência de renda.”

Ele ainda critica a duração desses programas. “É preciso trabalhar para a superação real da pobreza, criando condições para que as pessoas possam trabalhar e crescer na vida. Não acho que a herança que um pai de família pode deixar pro seu filho é o cartão do Bolsa Família.”

O programa mostra uma artesã e um produtor rural mineiros que sustentam ter se desenvolvido profissionalmente a partir de ações de Aécio como governador – a primeira, porque o governo estimulou um circuito de artes; o segundo, porque fez estradas para escoar a produção.

O mineiro também voltou a defender o setor privado, tema abandonado pelos tucanos desde a eleição presidencial de 2002. Segundo Aécio, esse setor “é essencial” e não pode “ser tratado como inimigo”.

Aécio mostra a nova cara do PSDB para o Brasil

Aécio em programa de rede nacional para o Brasil mostra jeito do PSDB de governar. Senador é pré-candidato à Presidência em 2014.

Aécio Neves: 2014

Fonte: Jogo do Poder com Portal Folha

Aécio mostra a nova cara do PSDB para o Brasil

Programa do PSDB mostra programas que deram certo em Minas e volta a atacar a inflação

O senador Aécio Neves apresentou o programa do PSDB no horário político em rede nacional de rádio e TV.  Pré-candidato do partido à Presidência em 2014, Aécio foi apresentado à grande massa do público brasileiro invocando o jeito simples dos mineiros. Mostrou aos brasileiros parte dos grandes feitos realizados à frente do Governo de Minas entre 2003 e 2010, período em que foi governador do Minas Gerais.

PSDB mostrou que na gestão eficiente de Aécio Neves em Minas o partido conseguiu mudar a vida de pessoas simples, transformando esperança em ações concretas que ajudaram homens e mulheres do campo. A bordo de uma van o senador em uma narrativa informal falou das realizações de Minas e conversou com os mineiros.

A volta da inflação foi abordada em uma conversa do senador com um grupo de eleitores.

Diante das queixas de alta dos preços – simbolizada pelo tomate, que chegou a custar “R$ 10 o quilo”, como diz, alarmada, uma participante do programa –, Aécio diz que os tucanos fizeram a estabilidade da economia, que estaria ”ameaçada” pela falta de empenho do governo.

Aécio Neves e o Pacto Federativo, artigo Folha

Aécio: concentração de poderes, recursos e de mando na esfera federal impõe a Estados e municípios graves dificuldades para executar políticas públicas.

Fonte: Folha de S.Paulo

Causa federativa

Aécio Neves

Federação é um conceito nem sempre bem compreendido. Temas aparentemente tão distantes como amudança da legislação do ICMS, a revisão do Fundo de Participação dos Estados, a renegociação das dívidas dos Estados com a União, a partilha dos royalties ou o novo marco sobre a exploração mineral podem impactar profundamente a vida dos brasileiros, embora nem todo mundo se dê conta.

Por trás de títulos complexos, siglas estranhas e leis quase ininteligíveis, há uma encruzilhada entre um país centralista, concentrador e vertical e um modelo mais solidário, participativo, movido à responsabilidade compartilhada entre as esferas de governança. Por isso seria tão importante, no momento em que o Congresso discute temas tão centrais, que o debate ultrapassasse o limite dos espaços oficiais e alcançasse os cidadãos, para que cada brasileiro pudesse ter uma melhor compreensão sobre como funciona o país e a origem dos problemas do dia a dia.

A concentração de poderes, recursos e de mando na esfera federal tem imposto a Estados e municípios graves dificuldades para executar políticas públicas nas áreas essenciais e prejuízos enormes à população. Para que se tenha uma dimensão da distorção, apesar de o governo central reter grande parte do que é arrecadado no país, a União responde por apenas 13% das despesas em segurança. Nos transportes, 63% são recursos estaduais e municipais. Em educação, os recursos federais representam 24%, contra 76% dos Estados e municípios.

Na saúde, a participação federal nos gastos públicos totais está em queda livre – Estados e municípios se responsabilizam por 64%, enquanto a União aloca 36%. Em 2000, respondia por 48%. O retrato dessa área talvez seja o que mais evidencia o modelo que vivemos hoje no país: aumenta o desafio, diminui o compromisso do governo federal. Ou será que a diminuição do compromisso federal é que faz aumentar o desafio?

Como explicar a derrubada, por parte da bancada governista no Congresso, do patamar mínimo de 10% de investimentos do governo federal na saúde, enquanto Estados e municípios, já tão sobrecarregados, assumem, respectivamente, o compromisso de investimento de 12% e 15%?

A esse cenário somam-se o crescimento das obrigações transferidas e as benemerências com o chapéu alheio – a redução, pela União, de impostos compartilhados, sem que haja correta compensação aos entes federados.

Federação não é mais um conceito abstrato. É um alicerce para a construção de um país menos desigual. Recuperar os valores que a sustentam e equalizar direitos e deveres entre as esferas de governo é mais que uma tarefa política. É uma inadiável causa nacional.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Eleições 2014: Aécio e FHC, Dilma e o Mensalão do PT

Eleições 2014: enquanto Aécio Neves segue coordenando projeto de governo dentro do PSDB, Dilma se agarra na cúpula do Mensalão do PT.

Eleições 2014: Aécio Neves

Eleições 2014: Aécio Neves vai de FHC e Dilma com o Mensalão do PT

 Eleições 2014: Aécio e FHC, Dilma e o mensalão do PT

Eleições 2014: Aécio e FHC, Dilma e o mensalão do PT

Dilma Rousseff e Aécio Neves já se articulam para as Eleições 2014. Do lado do tucano, a estratégia é recuperar a unidade do PSDB, construir um programa de governo bem estruturado nas antigas bandeiras do partido e apresentar ao país uma candidatura de contraponto à inoperância atual do governo federal. Já a presidente Dilma não consegue se libertar das antigas práticas do PT: a partidarização de cargos públicos como forma de segurar apoios e a subordinação aos lobos velhos e agora condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no escândalo do Mensalão do PT, como o ex-ministro José Dirceu.

A partir desta semana, tanto PSDB quanto PT começam uma série de eventos que, no fundo, visam dar o start nas Eleições 2014Aécio Neves será o protagonista do lado tucano, mas do lado petista, a presidente Dilma, mesmo ocupando o cargo máximo do país, não deixará de ser ofuscada pelo ex-presidente Lula, seu criador político, e por José Dirceu, o eterno articulador do submundo da legenda.

Nesta quarta-feira, o PT fará um evento para comemorar os 10 anos em que está no poder central. Dilma e Lula estarão por lá, merecidamente, já que são os dois presidentes da República eleitos pela legenda. Mas será mesmo José Dirceu quem representará melhor a trajetória do partido nesta década de história por ter sido o cabeça do maior escândalo da história da política nacional: o Mensalão do PT, que também está próximo de completar 10 anos.

Como bem lembrou o presidente nacional do PSDB,  deputado Sérgio Guerra (PE), ”será possível que a presidente da República pode ir para uma reunião com um cara que faz semanas foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal?…a Dilma tem ou não respeito tem pelas instituições? Ela é ou não é a favor do mensalão? Se ela for lá, ela é favor do mensalão. Não tem nada dessa história de austeridade. Tudo é falso”.

O evento desta quarta-feira, quando o PT irá comemorar 10 anos de poder, na verdade, será uma excelente oportunidade para que a população veja que, mesmo com o Mensalão do PT, nada mudou no status quo de José Dirceu. Ele continuará sendo o grande articulador de Dilma Rousseff nas Eleições 2014 contra Aécio Neves.

Eleições 2014: Aécio aponta os fracassos do PT

Eleições 2014: Aécio ao lado da alta cúpula tucana elaborou discurso que aponta 13 fracassos do PT.

Eleições 2014: gestão deficiente do PT

Fonte: Estado de Minas

PT e Aécio antecipam disputa por eleições de 2014

PT, Dilma e Lula celebrarão em São Paulo os 10 anos à frente do Planalto. Ao mesmo tempo, o senador Aécio Neves fará um discurso com 13 pontos negativos da gestão petista

 Eleições 2014: Aécio fala sobre os fracassos do PT

Aécio 2014: oposição vai apresentar os desmandos do PT nos últimos 10 anos.

Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013. Mas pode parecer que já estamos em 2014, pois é disso que o dia de hoje vai tratar. A 19 meses e meio das eleições presidenciais, a superquarta será marcada pela festa do PT em São Paulo para comemorar 10 anos de governo petista e os 33 anos de criação da legenda. E terá, ainda, um discurso especial do pré-candidadato do PSDB à presidênciasenador Aécio Neves (MG), na tribuna da Casa, antecipado em uma semana justamente para servir de contraponto e mostrar a Luiz Inácio Lula da Silva e à presidente Dilma Rousseff que os tucanos não vão ficar calados. “As correntes do pensamento conservador, que quase empurram o mundo para o abismo da crise financeira, insistem em não entender o Brasil e a originalidade do nosso modelo”, exaltou Dilma, no Palácio do Planalto. “Eles têm de se lembrar que o Brasil não foi descoberto em 2003”, rebateu Aécio, ao Estado de Minas, no Senado.

Aécio rascunhou o discurso com o presidente do Instituto Teotônio Vilela, Tasso Jereissatti, e com outros líderes tucanos, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Ele vai elencar 13 pontos para mostrar o fracasso do governo do PT, juntando dados para provar como os equívocos de Lula e Dilma prejudicaram o país. “As decisões erradas prejudicaram a Petrobras, a Eletrobras e diversas outras estatais brasileiras”, acusou o senador mineiro, destacando ainda o baixo crescimento do PIB nos dois primeiros anos da gestão Dilma.

Aécio vai mostrar também que a saúde retrocedeu nos últimos 10 anos e que a crise de violência nas principais cidades brasileiras retrata fielmente a falta de uma política nacional de segurança pública. Ele afirmou que, daqui para frente, a intenção do PSDB – dele ou de outros representantes do partido – é ocupar a tribuna do Senado semanalmente para mostrar os resultados da década dominada pelos petistas. “Creio que nossas críticas complementarão as reflexões do PT”, provocou.

Inicialmente, o senador mineiro pensava em fazer seu pronunciamento no dia 27. Mas a análise do balanço feito pelo PT sobre os 10 anos de governo e os 33 anos de existência fez com que ele mudasse de ideia. “Faltou generosidade e uma boa dose de autocrítica na cartilha que eles elaboraram”, afirmou. Para Aécio, os avanços conquistados seriam impossíveis sem os oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso, com o Plano Real e todo o processo de estabilidade econômica.

Sobre a ausência de autocrítica, Aécio diz ter sentido falta de uma revisão do passado petista. “Nenhuma menção à omissão na eleição de Tancredo Neves, à falta de apoio ao governo Itamar Franco para assegurar uma governabilidade para o país. Eles também esqueceram que, por questões eleitoreiras, foram contra o Plano Real. E que nos criticaram pelo Proer mas, em 2009, fizeram o mesmo e apresentaram a ideia como ‘a salvação do sistema financeiro nacional”, exemplificou.

Conquistas

Em São Paulo, só festa e loas. O discurso do presidente do PT, Rui Falcão, será centrado em um balanço das conquistas econômicas e políticas das administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff. “O ponto principal que eu acho que nos distingue dos antecessores é o fortalecimento da democracia brasileira e a colocação do povo como principal protagonista dessas mudanças”, disse Falcão, após solenidade no Palácio do Planalto.

Para o secretário de organização do PT, Paulo Frateschi, é hora de municiar as pessoas para a batalha política e o debate de ideias. “Vamos mostrar os avanços que tivemos em uma década de governo democrático popular ante oito anos de um modelo neoliberal de arrocho salarial e crescimento econômico pífio”, disse Frateschi ao Estado de Minas. “Nós precisamos construir a marca dos que foram esses 10 anos desde que chegamos ao Palácio do Planalto”, acrescentou.

Frateschi ironizou a decisão de Aécio de antecipar o seu discurso na tribuna do Senado. “Desde o fim do ano passado tínhamos programado este encontro de hoje. Não queremos briga, queremos mostrar os grandes projetos nacionais que temos, o aumento no número de moradias, os avanços na Saúde, na Educação, na inclusão social”, enumerou ele.

Durante o primeiro semestre, serão realizados 10 seminários em diversas capitais – o primeiro será em Fortaleza, em 28 de fevereiro – para construir esse discurso. Eventos elaborados em conjunto entre o PT, o Instituto Lula e Fundação Perseu Abramo. Para o dirigente petista, os governos Dilma e Lula mostraram que a presença do Estado é importante como indutora da economia. Que é possível conciliar as exportações com a criação de um mercado interno de massa. “São dois projetos completamente antagônicos”, pontuou ele.

Frateschi sente-se à vontade até mesmo com a presença de José Dirceu, José Genoino e João Paulo Cunha – todos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento no escândalo do mensalão – na festa de hoje à noite. “Como não têm como nos atacar no ponto de vista gerencial, querem forçar a mão com esse tema. Eles (os mensaleiros) estarão presentes, mas não será uma festa para eles”, ressaltou Frateschi.