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Gestão Eficiente: Anastasia vai a encontro de negócios no México

Gestão Eficiente: Anastasia vai ao México apresentar potencialidades econômicas de Minas

Gestão Eficiente: Anastasia: Durante visita oficial, governador terá encontros com lideranças empresariais e políticas, com o objetivo de atrair mais investimentos para o Estado

O governador Antonio Anastasia inicia, nesta terça-feira (09), visita oficial ao México, onde se reunirá com empresários e lideranças políticas. Hoje à noite, o governador será recebido pelo embaixador do Brasil no México, Marcos Raposo Lopes, na sede da embaixada na Cidade do México (DF).

Na quarta-feira (10), acompanhado da secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothéa Werneck, e do chefe do Gabinete Militar do Governador e coordenador estadual de Defesa Civil, coronel Luis Carlos Martins, Antonio Anastasia faz visita às fábricas do Grupo FEMSA (Fomento Econômico Mexicano S.A.), engarrafador líder das marcas Coca-Cola na América Latina.

Entre as unidades do grupo, o governador irá conhecer a linha de produção e de reciclagem da Indústria Mexicana de Reciclagem (IMER). O diretores-gerais da Coca-Cola FEMSA e da Coca-Cola FEMSA no Brasil, Carlos Salazar e Ricardo Botelho, respectivamente, acompanharão a comitiva do Governo de Minas durante as visitas.

Investimentos em Minas

A Coca-Cola FEMSA está presente em Minas Gerais com uma fábrica localizada em Belo Horizonte e está investindo, atualmente, R$ 250 milhões na construção de uma nova unidade, no município de Itabirito, região Central de Minas. A fábrica contará com o maior engarrafador do Sistema Coca-Cola no mundo, com capacidade anual para a produção de 2,1 bilhões de litros de refrigerante.

Todos os refrigerantes da marca Coca-Cola, em todas as embalagens existentes, serão produzidos nesta nova fábrica, que tem previsão de ser inaugurada no segundo semestre de 2013. A nova unidade em Itabirito ampliará em 47% a capacidade instalada da fábrica que opera em Minas.

A FEMSA também é parceira do Governo de Minas no âmbito das ações da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec), com a doação de equipamentos potabilizadores móveis (tratamento de água), a serem utilizados em momentos de desastres naturais e com ações de divulgação da campanha de combate à dengue, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).

A empresa é a maior franquia de Coca-Cola do mundo em volume de vendas. Dentre outros negócios, comercializa e distribui produtos das marcas do portfólio Coca-Cola Company e cervejas da Heineken. No Brasil, emprega 15 mil funcionários e atende a 40 milhões de consumidores.

Encontro empresarial

Na quinta-feira (11), o governador embarca para a cidade de Punta Mita, também no México, onde participa, no dia seguinte (12), do 17° Meeting Internacional, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (LIDE).

Anastasia apresentará aos empresários mexicanos as potencialidades econômicas de Minas Gerais, destacando os avanços socioeconômicos e de infraestrutura dos últimos dez anos, com o principal objetivo de atrair mais investimentos para o Estado.

O evento pretende reunir, no período de 10 a 13 de outubro, 110 empresários brasileiros, mexicanos e autoridades dos dois governos para discutir os desafios da economia latino-americana.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/anastasia-vai-ao-mexico-apresentar-potencialidades-economicas-de-minas/

Gestão Anastasia: Helibras expande fábrica em Itajubá

Gestão Anastasia: Complexo aeronáutico ganha impulso em Minas Gerais com expansão de fábrica da Helibras

Gestão Anastasia: desenvolvimento em Minas

Governo do Estado intensifica iniciativas para qualificação profissional e implantação de empreendimentos a fim de tornar-se referência no setor aeroespacial

Gil Leonardi/Imprensa
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A expansão da fábrica da Helibras, em Itajubá, é um dos pilares do complexo aeronáutico mineiro

Pedro Ricardo, da Agência Minas

Numa iniciativa que envolve a participação de universidades, agências de desenvolvimento, empresas privadas, Governo Federal e centros de pesquisa, oGoverno de Minas Gerais está intensificando as ações com vistas à implantação de um novo complexo aeronáutico no país. A expansão da fábrica de helicópteros da Helibras, em Itajubá, que acontece nesta terça-feira (02), é um dos importantes pilares desta estratégia.

O esforço abre perspectivas para a diversificação da economia mineira, a preparação de mão de obra qualificada e a geração de aproximadamente 20 mil empregos diretos e indiretos, dentro de um prazo estimado em 15 anos. Além disso, a estratégia de criar um pólo aeroespacial no Estado possibilitará tornar o Brasil referência internacional e única na América do Sul no desenvolvimento de tecnologias para fabricação de helicópteros e de aeronaves não tripuladas.

O complexo já possui iniciativas em cinco cidades mineiras – Itajubá, Lagoa Santa, Goianá, Tupaciguara e Confins – além de projetos de transferência de conhecimento, pesquisas e capacitação de mão-de-obra especializada. Em Itajubá, o Centro Tecnológico de Helicópteros, após as obras de expansão, será responsável por possibilitar ao Brasil, num prazo de dez anos, se tornar auto-suficiente na concepção e fabricação de helicópteros com 100% de tecnologia nacional.

Em Tupaciguara, no Triângulo Mineiro, está sendo instalado o Centro de Inovação Aeroespacial da Axis com participação do Instituto de Estudos Avançados do Comando da Aeronáutica e da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Já a cidade de Lagoa Santa deverá sediar um escritório de engenharia da Embraer, que atualmente está no parque tecnológico BH-Tec. Nessas cidades, duas escolas do Programa Brasil Profissionalizado, do Governo Federal, serão instaladas. Nas unidades serão ministrados cursos técnicos, profissionalizantes e de formação de tecnólogos.

Em Goianá, na Zona da Mata, onde está sediado o Aeroporto Itamar Franco, está sendo estudada a possibilidade de oferecer um espaço de logística para o processo de exploração do petróleo do pré-sal.

E em Confins, a conversão do Aeroporto Internacional Tancredo Neves na primeira “aerotrópolis” (cidade-aeroporto) do Cone Sul será mais um pilar para que Minas se transforme, num futuro próximo, no palco de uma grande indústria aeronáutica. O conceito de aerotrópolis visa o desenvolvimento do Vetor Norte, que compreende 13 municípios do entorno do aeroporto, com a atração de empresas de alto conteúdo tecnológico, como já ocorreu em alguns lugares, como Cingapura e Dubai.

A implantação do complexo aeronático em Minas tem a participação das secretarias deEstado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superio (Sectes), de Desenvolvimento Econômico (Sede) e de Educação (SEE).

Uma nova vocação

Como parte desta nova vocação de Minas, está sendo celebrada em Itajubá, no Sul de Minas, a expansão da fábrica da Helibras – Helicópteros do Brasil S/A, subsidiária do Grupo Eurocopter. Até 2017, o investimento de R$ 420 milhões possibilitará à empresa fabricar 50 helicópteros militares modelo EC 725, com capacidade para 30 passageiros, que serão entregues às Forças Armadas brasileiras. As aeronaves terão 50% de conteúdo brasileiro, incluindo o modelo AS350 Esquilo, até então o único helicóptero produzido no país e o mais vendido em todo o mundo.

O projeto de ampliação da Helibras é resultado do acordo feito em 2008 entre a empresa aérea, o Governo de Minas e o Ministério da Defesa. Na ocasião, foi assinado contrato com as Forças Armadas no valor de 1,9 bilhões de euros (R$ 5 bilhões). O acordo inclui a transferência de tecnologia francesa, o que, num prazo dez anos, possibilitará à Helibras se capacitar para projetar e construir um helicóptero genuinamente brasileiro.

Quatro helicópteros já foram entregues ao Governo Federal, sendo um para cada uma das unidades das Forças Armadas: Marinha, Exército e Aeronáutica. Outra aeronave foi entregue para o Grupo de Transportes Especiais da Presidência da República. Até o final do ano, a previsão é de que outros três helicópteros já estejam prontos. Com a expansão, a Helibras passou de 260 funcionários, em 2008, para mais de 700, em 2012. Apenas o quadro de pessoal do setor de engenharia passou de nove para 54 engenheiros.

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, ressalta que a implantação do complexo aeronáutico é resultado de um pacto entre a indústria, as universidades e o Governo de Minas para o desenvolvimento de uma nova realidade. “Esta realidade é pautada pelo desenvolvimento de novos produtos e, sobretudo, pela valorização do que já existe em Minas”, afirma.

Para consolidar o desenvolvimento de know-how local no setor, a Helibras e a Universidade Federal de Itajubá vão criar, até 2016, o Centro de Tecnologia de Helicópteros (CTH). A iniciativa também tem a participação dos governos federal e estadual e tem a finalidade de tornar Minas Gerais uma referência internacional no desenvolvimento de tecnologias voltadas para a concepção e fabricação de helicópteros e aeronaves não tripuladas.

“Trata-se de um empreendimento que está entre os 12 projetos do Plano Brasil Maior e que vai abrir oportunidades para o incremento da economia, por meio da ampliação da pauta de exportações de produtos e serviços de alto valor agregado”, destaca o professor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), coordenador operacional do projeto de implantação do CTH, Elzo Alves Aranha. O centro ocupará uma área de 12,6 mil m², a um quilometro do Campus da Unifei, em Itajubá. O empreendimento deverá gerar 120 empregos diretos, incluindo técnicos e cientistas que se dedicarão ao desenvolvimento de novas tecnologias para o setor.

Formação é essencial

O CTH será um reforço significativo na formação de mão de obra qualificada para o desenvolvimento do setor aeroespacial. Além disso, outras iniciativas já colocam Minas Gerais em uma posição privilegiada na capacitação especializada no ramo. São 14 universidades públicas estaduais e federais, além de seis institutos federais e uma rede privada de universidades. Entre as escolas que estão trabalhando com o setor aéreo estão as universidades federais de Itajubá (Unifei), de Minas Gerais (UFMG) e de Uberlândia (UFU).

O Estado deverá investir, ainda, R$ 38 milhões (recursos da Fapemig) para qualificar engenheiros e técnicos em engenharia aeronáutica e desenvolver novos produtos no Escritório de Engenharia da Embraer, no Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec). A previsão é a formação de 200 técnicos especializados na área até 2020.

Para Odenir de Almeida, professor do curso de Engenharia Aeronáutica da Universidade Federal de Uberlândia, a partir do momento em que há uma política de investimento contínuo na implantação de uma área de alta tecnologia como esta, o empreendimento tem uma importante função para todo o Brasil ao possibilitar a transferência do conhecimento gerado. “Para as universidades, o complexo aeronáutico em Minas se constituirá num grande laboratório, pois viabiliza o desenvolvimento de novas pesquisas em praticamente todas as áreas da engenharia aeroespacial”, afirma.

Segundo o especialista, a economia e a educação mineiras podem contar com novas possibilidades de expansão. “Hoje, Minas Gerais já tem boa infraestrutura, boas universidades, políticas de crescimento e, sobretudo, vontade de crescer. Quanto ao futuro, com a consolidação do pólo aeronáutico e a atração ou criação de novas empresas, vários resultados são tangíveis, como a expansão do setor, a criação de novas escolas técnicas, centros de manutenção e logística, por exemplo”, aposta Almeida.

Uma das iniciativas neste sentido é o Programa Jovens Mineiros Cidadãos do Mundo, desenvolvido pelo Governo de Minas por meio da Assessoria de Relações Internacionais e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). No primeiro semestre deste ano, a iniciativa enviou um grupo de 20 universitários para participar de um curso de capacitação em engenharia aeronáutica e aeroespacial no Instituti Aéronautique et Sapatial (IAS), em Tolouse, na França.

Almeida, que coordenou a viagem do grupo, salienta que a ação se constitui num passo importante para a formação de mão-de-obra qualificada. “Esta experiência impõe ao estudante novos desafios e uma visão geral da engenharia em sua essência, através do contato direto com diferentes produtos e inovações. Muitos deles já voltaram com uma visão futurista, mostrando interesse em aprofundar os estudos na área”, acrescenta.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/complexo-aeronautico-ganha-impulso-em-minas-gerais-com-expansao-de-fabrica-da-helibras/

Gestão Anastasia: governo de Minas atende reivindicações históricas e propõe ajuste em carreiras de servidores

Projeto enviado à Assembleia prevê inúmeras melhorias ao funcionalismo

O Governo de Minas enviou à Assembleia Legislativa o Projeto de Lei (PL) nº 3.099 de 2012, que promove ajustes em carreiras dos servidores do Estado pertencentes às universidades estaduais, ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), à Controladoria-Geral do Estado (CGE) e à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

Com esse projeto, o Governo atende a antigas reivindicações, como a publicação semestral de promoções na carreira de Professor de Educação Superior da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e Universidade de Montes Claros (Unimontes).

Além disso, atendendo a demanda dos representantes dos professores das universidades estaduais, o projeto prevê que gratificações específicas que compõem a remuneração da categoria (gratificação de desempenho, gratificação de dedicação exclusiva e gratificação de incentivo à docência) possam ser incorporadas aos proventos de aposentadoria, uma vez que atualmente já integram a base de cálculo da contribuição previdenciária.

O PL prevê ainda o reajuste dos valores da tabela de vencimento básico da carreira de Auditor Interno, escalonado em três etapas a serem implementadas de agosto de 2012 a agosto de 2014. Atualmente, o número de servidores da carreira é insuficiente para atender à demanda. A remuneração dos novos auditores deve ser compatível com a qualificação exigida e com o grau de responsabilidade do cargo.

Entre as carreiras contempladas no projeto está a de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, para a qual são previstas alterações no sistema de sistema de progressões e promoções, visando ao reconhecimento do esforço individual e profissional do servidor, bem como correção de distorções de remuneração do modelo vigente, de maneira escalonada e sustentável, com vistas à retenção desses profissionais na administração pública estadual.

IMA

Servidores de carreira do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) serão beneficiados pela incorporação da parcela fixa da Gratificação de Escolaridade, Desempenho e Produtividade Individual e Institucional (Gedima) ao vencimento básico. Serão promovidos acréscimos nas tabelas de vencimento básico proporcionais aos valores a serem deduzidos da gratificação. A incorporação será realizada em duas etapas – em agosto de 2012 e agosto de 2013.

A Gedima integra a remuneração dos servidores desde 2008 e é composta por uma parcela fixa e uma variável. A parcela variável, com valores proporcionais à escolaridade, ao tempo de serviço e aos resultados das avaliações de desempenho individual e institucional, será mantida.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-atende-reivindicacoes-historicas-e-propoe-ajuste-em-carreiras-de-servidores/

Governo de Minas: programas de proteção garantem direitos humanos de famílias mineiras

O Estado oferece gratuitamente atendimento jurídico, psicológico e social a esse público

Crianças e adolescentes ameaçados de morte, pessoas que correm risco por defenderem os direitos humanos, famílias que são vitimas de crimes violentos e testemunhas que correm o risco de morte por colaborarem com investigações em processos penais podem contar com o apoio do Governo de Minas. O Estado oferece por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), gratuitamente, atendimento jurídico, psicológico e social a esse público.

Desde 2000, o governo executa programas de proteção dos direitos humanos para atender a população de vários municípios do Estado. No total, somente em 2011, mais de 1.600 pessoas foram incluídas nesses programas. De janeiro a dezembro do ano passado, 197 pessoas que sofreram intimidações por colaborarem com processos penais foram acolhidas em locais protegidos e sigilosos pelo  Programa de Proteção a Vitimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita).

“O cidadão mineiro que se sentir ameaçado de alguma forma, pode contar com os programas de proteção da secretaria. Todas as ações aliadas são fundamentais para que possamos resgatar a cidadania das pessoas”, destacou a subsecretária de Direitos Humanos, Carmen Rocha.

Carmen Rocha explica que o Governo de Minas mantém um serviço especializado para garantir a segurança das vítimas e seus familiares, o Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM). “O programa é desenvolvido com objetivo de reinserir os protegidos ao convívio social em locais seguros. Em 2011, mais de 600 pessoas foram atendidas e novos 12 casos foram incluídos nos dois primeiros meses deste ano”, detalha a subsecretária.

Vítimas de crimes violentos

O Governo de Minas disponibiliza, também, o Núcleo de Atendimento a Vitimas de Crimes Violentos que trabalha para acolher pessoas e famílias que enfrentam as consequências de crimes violentos como estupro, por presenciarem homicídio, latrocínio, entre outros. O núcleo está presente em quatro municípios, Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Montes Claros e Governador Valadares. No acumulado de 2011, as unidades acompanharam mais de 790 casos. Novos 139 casos foram atendidos pelos núcleos em janeiro e fevereiro deste ano.

O Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH) é o mais recente em Minas. Criado em 2010, visa a garantir a segurança e a continuidade do trabalho daquelas pessoas, grupos sociais ou entidades que lutam pela democracia, justiça social e pelos direitos fundamentais dos cidadãos. Em 2011, foram 41 casos atendidos.  O PPDDH incluiu novos três casos até fevereiro deste ano.

Mulheres

No caso de mulheres vítimas da violência doméstica, o Centro Risoleta Neves de Atendimento (Cerna), também vinculado à Sedese, é referência para as mineiras que sofrem ou sofreram agressões físicas ou psicológicas.

Em 2011, quase 1600 mulheres tiveram apoio psicológico, jurídico e social no Cerna.  Quem tem interesse pode procurar diretamente a unidade (Rua Pernambuco, 1000, Savassi).

Acesso

Interessados nos atendimentos prestados pelo NAVCV podem procurar diretamente uma das unidades do núcleo (Belo Horizonte – Rua da Bahia, 1.148, 3° andar, Centro/ Ribeirão das Neves – Rua João de Deus Gomes, 30, Bairro Justinópolis/ Montes Claros – Rua Dona Eva, 40, Centro). A unidade de Governador Valadares encontra-se em processo de reestruturação e, momentaneamente, não está atendendo.

Os defensores dos direitos humanos em situação de ameaça podem entrar em contato por meio do telefone (31) 3916-7953 ou por email: institutodh.org@gmail.com. Nos casos do Provita e do PPCAM os encaminhamentos só são possíveis com pedidos do Ministério Público, do judiciário, de delegacias especializadas ou de conselhos tutelares.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/programas-de-protecao-garantem-direitos-humanos-de-familias-mineiras/

Governo de Minas: Secretaria de Desenvolvimento Social apresenta programas ao Governo do Acre

BELO HORIZONTE (13/01/12) – A metodologia dos principais programas e ações da área social desenvolvidos pelo Governo de Minas foi apresentada, nesta sexta-feira (13), para representantes do Governo do Acre que vieram conhecer as boas práticas adotadas em diversas áreas, bem como a estrutura física da Cidade Administrativa.

O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Wander Borges, ressaltou que mesmo com as diferenças entre os dois estados (Minas tem 853 municípios, enquanto o Acre, 22), muitos problemas e desafios são comuns. “A troca de experiência e essa interação são importantes. Cada um pode mostrar as boas práticas nos estados, que têm problemas e desafios semelhantes”, declarou.

Titular da pasta de Desenvolvimento Social no Acre, Antônio Torres destacou a importância da área social para o Governo de Minas, ressaltando que o Acre caminha no mesmo sentido. “Pelo que a gente percebe, a Sedese tem uma atenção especial do Governo de Minas. No nosso estado estamos conseguindo isso agora”, elogiou o secretário acreano.

Depois de conhecer a metodologia de programas da Sedese na parte da manhã, a equipe, composta por Antônio Torres, Davilson Cunha (diretor executivo) e Bernadette Luchesi (técnica responsável pelos programas de transferência de renda do governo acreano), foi conhecer de perto algumas ações da Sedese, como o Disque Direitos Humanos, o Centro Risoleta Neves de Atendimento (Cerna) e o Conselho Estadual de Assistência Social, todos com sede em Belo Horizonte.

Sobre o Acre

Localizado no Norte do Brasil (fronteira da Bolívia e Peru), o Acre tem uma população de 733.559 habitantes (Censo 2010). A capital do estado é Rio Branco, cidade com população estimada em 336.038 pessoas. São apenas 22 municípios no estado. A cidade mais populosa é a capital, Rio Branco, com 300 mil habitantes, sendo o município mais rico do estado.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas Gerais deverá ter em 2012 a maior produção de café e de grãos da história

BELO HORIZONTE (10/01/12) – As previsões de safra divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta terça-feira (10), indicam que Minas Gerais deverá ter uma produção recorde de café e de grãos em 2012. No caso do café, a produção mineira deverá ficar entre 25,5 milhões e 27,1 milhões de sacas (60 kg). Os números superam os recordes de 2002 e 2010, quando o Estado produziu 25,1 milhões de sacas.

Em relação a 2011, a produção de café em Minas Gerais deverá crescer entre 15,2% e 22,3%. “A expectativa de uma safra recorde é o resultado da melhoria dos tratos culturais nas lavouras e da bienalidade da cultura, que alterna um ano de safra alta e outro de safra baixa”, explica o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento.

Segundo o secretário, o bom momento vivido pelo setor cafeeiro, com preços elevados nos mercados interno e internacional, justifica o investimento na produção. O crescimento de Minas supera a média nacional, que numa previsão mais otimista terá um aumento da safra de 20,2%. A pesquisa também mostra que, neste ano, o Estado será responsável por 52% da safra brasileira. Os números da Conab se referem aos dados coletados entre 8 de novembro e 17 de dezembro.

Grãos

A Conab também estima que a safra mineira de grãos será recorde, com um crescimento de 2,4% em relação a 2011, até então o melhor ano de produção mineira. Para 2012, a expectativa é de uma colheita de 10,9 milhões de toneladas, segundo o levantamento realizado entre 15 e 21 de dezembro.

“Ainda é cedo para informar se as chuvas de janeiro irão interferir nesta estimativa de produção. Até agora, não houve perdas significativas nas principais regiões produtoras de grãos no Estado”, explica o superintendente de Política e Economia da Secretaria de Agricultura, João Ricardo Albanez.

A produção de milho é o carro-chefe da safra mineira. A colheita deve atingir 6,8 milhões de toneladas, 4,7% a mais que em 2011. Já a produção de soja deverá ser de 2,9 milhões de toneladas, praticamente a mesma quantidade que no ano passado. A produção de feijão deverá ter uma redução de 2,1%. Segundo a Conab, a produção desse grão em Minas Gerais dever ser de 589,5 mil toneladas.

Números de Minas Gerais – safra 2012

Café: 25,5 milhões a 27,1 milhões de sacas (alta de 15,2% a 22,3%)

Grãos: 10,9 milhões de toneladas (alta de 2,4%)

Gestão Anastasia: Programa Minas Leite já supera meta de mil propriedades rurais atendidas

BELO HORIZONTE (04/01/12) – O Programa Estadual da Cadeia Produtiva do Leite (Minas Leite), criado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), já atende a 1.036 propriedades de agricultores familiares do Estado. Em 2011,  houve um crescimento de 62% em relação ao volume de fazendas incluídas até o ano anterior, segundo informou o coordenador do programa pela secretaria, Rodrigo Puccini Venturin.

“A expansão atual é devida principalmente à expressiva adesão dos produtores do Sul de Minas, região tradicionalmente voltada para o cultivo de café”, explicou Venturin. Para participar do Minas Leite, os produtores devem fazer sua inscrição em uma das unidades da Emater-MG, vinculada à secretaria, comprovando a condição de agricultores familiares. Esses produtores têm acesso a um conjunto  de boas práticas que possibilitam o aumento de produção e a melhoria da qualidade de leite com sustentabilidade.

Segundo Venturin, os benefícios do programa se destinam aos produtores de todo o Estado, respeitando as particularidades regionais. “Além da Emater, que responde pela execução do Minas Leite, o programa conta com a participação da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), principalmente no desenvolvimento de pesquisas que possibilitam a indicação do gado leiteiro mais apropriado para cada uma das regiões envolvidas”, explicou o coordenador.

“É o caso do Sul de Minas, onde a  inclusão de novas propriedades leiteiras foi decisivo para a superar a meta de mil fazendas atendidas pelo programa em 2011.” Cada propriedade assistida pelo Minas Leite serve de referência para outras dez fazendas vizinhas, criando uma efeito multiplicador de boas práticas. Elas também são utilizadas como locais para realização de cursos e dias de campo.

Alta produção

Segundo o  coordenador técnico da Emater-MG em Alfenas, Marcelo Rodrigues Martins, “até 2010 havia menos de 30 propriedades integradas ao Minas Leite e, atualmente, são cerca de 100 unidades em 29 municípios da região”.  A média de produção atualmente é de 186 litros/dia por fazenda, um aumento da ordem de 20% em relação a 2010. Já a redução de custos na produção alcança 15%, como consequência principalmente da melhor utilização da ração concentrada e da utilização do pasto no período chuvoso, práticas que os extensionistas enfatizam no acompanhamento das atividades.

“Os produtores são escolhidos com rigor, porque suas propriedades passam a ser utilizadas como bancos de escola, ou referência para os demais, e atendem também aos técnicos interessados em avaliar as práticas adotadas para o aumento da produção sustentável de leite”, acrescenta Martins.

Ele ainda observa que os dias de campo do Minas Leite são muito importantes para a difusão das boas práticas de produção. “Os encontros possibilitam a troca de informações entre técnicos e produtores e a apresentação de resultados. O Minas Leite é um programa voltado principalmente para a gestão, sendo o primeiro passo o levantamento dos recursos da fazenda, depois o diagnóstico e a definição das metas”, resume. A orientação básica, na parte da alimentação, é a produção a pasto, com os animais em piequetes rotacionados para possibilitar a recuperação das áreas de pastagem.

Ao mesmo tempo, o programa recomenda princípios de economia, como a utilização dos recursos gerados na propriedade, a produção de silagem e alimentos com alto volume de fibras no próprio local para o gado consumir no período de seca. “Os produtores também recebem orientação para desenvolver o sistema integrado de lavoura, pastagem e floresta (ILPF), que possibilita o bem-estar animal, que leva ao aumento da produtividade e contribui para a diversificação da renda das fazendas.

De acordo com Martins, a Emater está buscando o apoio das cooperativas da região  para o desenvolvimento dos produtores de leite e os contatos são promissores. Ele acrescenta que  os trabalhos do Minas Leite na região Sul têm a parceria da Universidade Federal de Alfenas (Unifenas), principalmente na aplicação de conhecimentos sobre a adequação econômica e ambiental das propriedades. O trabalho tem o suporte da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais  (Fapemig).

Liderança mineira

Minas Gerais é o maior produtor de leite do país, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Estado produz 8,4 bilhões de litros,  representando 27,3% do total produzido no Brasil. Minas possui  7,4 milhões de fêmeas, sendo 5,4 milhões cabeças em lactação, o maior plantel do país.

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: Governador Antonio Anastasia participa da III Conferência Metropolitana da RMBH

BELO HORIZONTE (23/11/11) – O governador Antonio Anastasia participou, nesta quarta-feira (23), no Auditório JK, da abertura da III Conferência Metropolitana da RMBH, promovida pelo Governo de Minas e pela Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Este ano, a prioridade é a discussão do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da RMBH (PDDI), cujo objetivo é encontrar novas e melhores alternativas para o futuro da terceira maior região metropolitana do país nas áreas de governança, planejamento metropolitano, mobilidade e gestão de resíduos sólidos.

O governador destacou a necessidade do planejamento, da integração e da participação na elaboração de políticas públicas em prol do desenvolvimento da nossa região metropolitana.

“Tivemos a entrega recente do Plano Diretor do Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana, que nos oferece as vitrines para a região. Temos que ser criativos e empreendedores, porque cada vez mais a ausência de planejamento, a dificuldade da integração e mesmo a omissão na participação levam a problemas que temos que superar no dia a dia. Devemos colocar o dia a dia nos grandes centros urbanos dentro de um nível de qualidade de vida adequado para conseguirmos trabalhar e ter uma vida urbana saudável”, disse Anastasia em seu pronunciamento.

Com o tema “Planejamento, Integração e Participação – novos caminhos e soluções para o desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte”, a conferência, realizada a cada dois anos, é um fórum de debate e integração entre o poder público e a sociedade em torno das políticas públicas de interesse comum aos municípios da RMBH. Participam representantes do Governo de Minas, dos municípios envolvidos, acadêmicos e empresários dos setores imobiliário, de transporte, saneamento e meio ambiente.

“Podemos registrar e comemorar muitos avanços na governança, nos estudos, projetos e planos para a nossa região, mas certamente o desafio que temos pela frente é muito grande. Eu resumiria esse desafio colocando um indicador que está presente no Planejamento de 2030 de Belo Horizonte: reduzir de forma significativa a diferença entre o maior e o menor IDH de uma cidade da região metropolitana, ou seja, reduzir as desigualdades que compõem nossa região. E isso só será possível com o planejamento integrado. Tenho certeza que estamos em um bom caminho”, ressaltou o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda.

De acordo com o secretário extraordinário de Gestão Metropolitana, Alexandre Silveira, o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI) é um documento fundamental e norteador das políticas públicas da RMBH e, por meio dele, já foram definidas as prioridades de trabalho para o desenvolvimento da região metropolitana.

“Consolidamos o arranjo metropolitano de Belo Horizonte, entregamos o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado, fruto do debate com a sociedade civil organizada sobre questões de interesse comum: mobilidade, saneamento, transporte, segurança, saúde. Já extraímos desse plano três grandes prioridades: a questão da mobilidade, com início do estudo para utilização da malha ferroviária da RMBH; dos resíduos sólidos, que é a necessidade de enfrentar a situação dos lixões, que agride o meio ambiente e a sociedade; e do ordenamento territorial e do planejamento urbanístico, sendo um dos maiores problemas o super adensamento”, explicou o secretário.

A conferência se estenderá até quinta-feira (24), com a eleição e posse dos novos representantes da sociedade e dos municípios da RMBH para o Conselho Deliberativo de Desenvolvimento Metropolitano da RMBH para o biênio de 2011/2013.

Gestão das regiões metropolitanas

O desenvolvimento sustentável da RMBH e a implementação gestão na Região Metropolitana do Vale do Aço (RMVA) são prioridades do Governo de Minas na área de gestão urbana. Com o objetivo de consolidar esses objetivos, foi criada a Secretaria de Estado Extraordinária de Gestão Metropolitana, em 2010.

“A institucionalidade da questão metropolitana está consolidada entre nós. Há alguns anos tínhamos, ainda de maneira muito precária, a questão da estrutura formal da região metropolitana. Não tínhamos o regulamento das instituições. Isso é coisa do passado. A participação ativa dos municípios, das câmaras municipais e da sociedade civil organizada é muito importante. Significa que há um reconhecimento e que o modelo funciona”, disse Antonio Anastasia.

A secretaria atua nos 34 municípios da RMBH e nos 14 municípios que formam o colar metropolitano, assim como nos quatro municípios da RMVA (Região Metropolitana do Vale do Aço), formulando planos e programas e apoiando ações voltadas para o desenvolvimento socioeconômico dessas regiões.

Também participaram da abertura da Conferência os secretários de Estado Carlos Melles (Transportes e Obras Públicas), Wander Borges (Desenvolvimento Social), Ana Lúcia Gazolla (Educação), Maria Coeli Simões Pires (Casa Civil e Relações Institucionais) e Adriano Magalhães (Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável); os prefeitos de Lagoa Santa, Rogério Avelar (que preside a Grambel) e de Florestal, Derci Alves (presidente da Assembleia Metropolitana); além de diversos outros prefeitos da RMBH, representantes da sociedade civil e do meio acadêmico.

Governo Anastasia: lançado edital para contratação de obras da primeira barragem do Projeto Jequitaí

 

BELO HORIZONTE (23/11/11) – Já está disponível no site da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) o edital de licitação para execução das obras civis de construção da primeira barragem de aproveitamento múltiplo do Projeto Jequitaí 1, que será implantado no Norte de Minas. O edital, que também poderá ser acessado no portal de compras do governo federal (www.comprasnet.gov.br), foi publicado na edição do dia 16 de novembro, do Diário Oficial da União. As propostas das empresas interessadas em participar da concorrência deverão ser entregues até 15 horas do dia 20 de dezembro, na sede da Codevasf, em Brasília.

Com investimentos previstos da ordem de R$ 1,3 bilhão a serem aplicados num prazo de 12 anos, os governos federal e estadual estão trabalhando na implantação do projeto, que viabilizará a incorporação de cerca de 30 mil hectares de lavouras irrigadas na região do semiárido mineiro, contemplando 19 cidades sediadas no entorno do município de Jequitaí.  Quando concluído, a previsão é de que o projeto gere 105 mil empregos, sendo 35 mil diretos e 70 postos de trabalho indiretos.

Por meio da construção de duas barragens, o Vale do Jequitaí, localizado entre as serras do Espinhaço e do Onça, numa região onde predomina a agricultura de sequeiro, passará a acumular 800 milhões de metros cúbicos de água. A iniciativa atenderá a uma reivindicação histórica, de mais de 50 anos. O projeto é considerado fundamental para alavancar a economia da região, que possui um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado.

Além da produção de alimentos, as duas barragens previstas no projeto garantirão o abastecimento da população residente em 19 municípios atendidos pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa); contribuirá na contenção de cheias nos períodos chuvosos e na perenização do Rio Verde Grande, um dos principais afluentes do Rio São Francisco em Minas Gerais.

O primeiro passo para a concretização da obra foi dado a partir da assinatura, em maio deste ano, de um memorando de entendimento que formalizou a intenção dos governos estadual e federal na viabilização do empreendimento. Compõem a parceria o Ministério da Integração Nacional, por meio da Codevasf, o Governo de Minas, por intermédio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa); Secretaria de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas (Sedvan); Fundação Rural Mineira (Ruralminas) e a Internacional Finance Corporation (IFC), subsidiária do Banco Mundial.

Benefícios

O Projeto Jequitaí prevê a construção de dois barramentos visando à regularização da vazão do Rio Jequitaí (de 3 para 30 metros cúbicos por segundo), permitindo o controle de cheias e evitando-se a inundação de áreas propícias à agricultura, localizadas a jusante do empreendimento.

Outro objetivo do projeto é a formação de um reservatório de água para garantir segurança de abastecimento à população residente em 19 municípios; a geração de 20 megawats de energia e o incremento da produção agrícola, compreendendo aproximadamente 30 mil hectares.

A área de influência direta do Projeto Jequitaí envolve 12 municípios mineiros, totalizando uma população superior a 587,2 mil pessoas. São eles: Claro dos Poções, Engenheiro Navarro, Francisco Dumont, Jequitaí, Lagoa dos Patos, Várzea da Palma, Pirapora, Buritizeiro, Coração de Jesus, Joaquim Felício, Bocaiúva e Montes Claros.