Arquivo da categoria: Aécio Neves

Aécio acusou o PT de promover um ataque à honra dos adversários

Aécio: “A campanha começa como nossos adversários gostam, com mentiras, e ataques à honra dos adversários, essa é uma praxe do PT.”

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Campanha eleitoral começa com mentiras, diz Aécio Neves

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, acusou o PT de promover um ataque à honra dos adversários, em razão da notícia de suposta irregularidade na construção de um aeroporto na cidade de Cláudio (MG) em terras desapropriadas de seu tio-avô. “A campanha começa como nossos adversários gostam, com mentiras, e ataques à honra dos adversários, essa é uma praxe do PT.”

Aécio disse que a informação divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo de que houve construção por parte do governo de Minas Gerais numa área privada de seu parente é “mentirosa”. Segundo ele, a desapropriação foi feita por R$ 1 milhão e seu tio-avô apresentou uma proposta de R$ 9 milhões.

“Se houve alguém favorecido foi o Estado (de MG) e não meu parente.” Aécio informou que buscou o parecer de dois ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Brito e Carlos Veloso para atestar a legalidade do ato promovido pelo governo de Minas Gerais. Segundo ele, os dois ex-presidentes “atestaram a legalidade da operação”.

Aécio disse também que o Ministério Público de Minas Gerais investigou essa mesma obra em abril deste ano e arquivou o processo porque não encontrou nenhuma irregularidade. “A obra foi feita dentro da lei.” O presidenciável, que participou na tarde de hoje de um encontro promovido pela deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), com pessoas com necessidades especiais, lamentou ainda que a campanha presidencial esteja começando “com essa deturpação da verdade”.

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Aécio: gestão eficiente garantiu crescimento do PIB em Minas

Aécio: gestão eficiente – Senador lembrou que o Choque de Gestão lançado em 2003 garantiu novos investimentos para Minas.

Aécio: Choque de Gestão em Minas

Fonte: Site do senador Aécio Neves

Aécio Neves vê boa gestão impulsionando bom resultado do PIB de Minas

“Estudo do IBGE divulgado hoje mostra que seguimos o caminho certo”, diz Aécio

 Aécio: gestão eficiente de Minas e o PIB

Aécio: gestão eficiente de Minas e o PIB

Minas Gerais foi o Estado da região Sudeste que mais cresceu sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) nacional entre 2002 e 2010, período do governo Aécio Neves. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (23/11), pelo IBGE.

Minas aumentou sua participação no PIB nacional em 0,7 pontos percentuais, enquanto São Paulo e Rio de Janeiro viram sua participação cair. O Espírito Santo aumentou em 0,4 pontos percentuais sua fatia do PIB, segundo dados das Contas Regionais apresentados hoje.

Em Brasília, o senador Aécio Neves, governador de Minas Gerais durante os anos avaliados pelo IBGE, disse que o estudo comprova o êxito das medidas executadas em seu governo e hoje praticadas com novos avanços pelo governador Antonio Anastasia. O chamado “Choque de Gestão”, adotado em 2003, teve como fundamentos o planejamento rigoroso das ações do Estado, fortes investimentos nas áreas sociais e na infraestrutura.

“O estudo do IBGE divulgado hoje mostra que seguimos o caminho certo. O rigor no planejamento e a ousadia nos investimentos em infraestrutura e nas parcerias com a iniciativa privada, somados a prioridade dada às áreas sociais, todos esses pilares do Choque de Gestão, têm sido determinantes para que a economia mineira se destaque no País, criando um ambiente seguro para mais investimentos e desenvolvimento”, afirmou Aécio.

O senador Aécio acrescentou ainda que confia em novos bons resultados para o Estado na gestão do governador Antonio Anastasia.

“Não tenho dúvida de que, com a condução firme do governador Anastasia, que vem aprofundando as boas práticas de gestão pública, Minas continuará avançando, como avançou entre 2002 e 2010, e agora é demonstrado pela pesquisa do IBGE que analisou todos os estados brasileiros,” afirmou Aécio.

De acordo com as Contas Regionais do IBGE, Minas Gerais é o terceiro Estado em participação do PIB Nacional, com 9,3 pontos percentuais. São Paulo é responsável pela maior participação percentual, com 33,1%, seguido do Rio de Janeiro (10,8%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,8%), Bahia (4,1%), Santa Catarina (4%) e Distrito Federal (4%).

Jaques Wagner: Aécio quer ser presidente, comentou governador da Bahia

Aécio quer ser presidente, diz governador da Bahia. Jaques Wagner critica julgamento do mensalão e minimiza vitória de Campos em Recife.

Aécio: presidente 2014

Fonte: Valor Econômico

Jaques Wagner condena ‘espetáculo’ do julgamento

 Aécio quer ser presidente, diz governador da Bahia

‘Aécio quer ser presidente’, diz governador da Bahia.

Wagner: “Me consta que Aécio quer ser presidente. Ele [Campos] vai se afastar do governo para ser vice do Aécio?”.

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), afirma que o julgamento do processo do mensalão do PT ganhou “conotação politizada demais” e tem influência nas eleições municipais, embora não seja determinante. No segundo turno, acredita que o peso será menor – assim como o das greves que desgastaram sua gestão -, já que o eleitor “despejou um pouco de sua raiva”. Wagner diz que o julgamento peloSupremo Tribunal Federal (STF) virou um “espetáculo”, que transforma ministros em heróis e constrange os que contrariam o senso comum.

“Uma coisa é a transparência, outra é o espetáculo. Não sei se faz bem à democracia. (…) Então o ministro Ricardo Lewandowski [revisor] está proibido de ter opinião jurídica diferente de Joaquim Barbosa [relator], porque um virou herói? Lewandowski é um dos 11 integrantes. Então tudo o que falar está contaminado, porque não está no senso comum do que todo mundo pensa? Então vamos fazer justiça com as próprias mãos”, diz.

Para Wagner, os envolvidos tiveram “julgamento público” e pagaram preço muito alto, com constrangimento pessoal e familiar. No caso do ex-ministro José Dirceu, compara a cassação na Câmara à pena de morte. No segundo turno, defende que o PTenfrente esse debate, lembrando os escândalos que abateram a oposição. “O povo sabe que tem demônios e santos em tudo que é partido. E que nenhum deles tem a tutela da moralidade absoluta”, diz.

Com um olho no segundo turno da eleição de Salvador, onde o candidato do PT, Nelson Pelegrino, vai disputar com Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM), e o outro no cenário nacional, no qual é um dos nomes do PT para a sucessão da presidente Dilma Rousseff, Wagner minimiza a vitória do governador Eduardo Campos (PSB) nesse primeiro turno, com a eleição de Geraldo Júlio em Recife. Para ele, lá “o PT é que acabou com o PT“, com um “rol de trapalhadas”.

O governador considera natural que Campos tenha pretensão de disputar a Presidência da República, mas diz que, apesar disso, não pode ser visto como opositor do PT, mesmo tendo vista os embates no Recife e em Belo Horizonte, onde Marcio Lacerda venceu no primeiro turno com apoio do tucano Aécio Neves, e Fortaleza, cidade na qual o segundo turno será disputado pelas duas legendas.

Evitando antecipar uma ruptura da base de Dilma, nega que haja uma “trama” entre o colega de Pernambuco, que é presidente do PSB, e Aécio, para uma aliança futura, contra o PT. Wagner prefere atribuir a uma “infeliz coincidência” o fato de PT e PSBterem se enfrentado nessas três cidades estratégicas. “Me consta que Aécio quer ser presidente. Ele [Campos] vai ter interesse em se afastar desse projeto para ser vice do Aécio?

O governador, cuja base aliada elegeu cerca de 340 prefeitos dos 417 da Bahia, já articula a participação de Dilma e de Lula em comício de Pelegrino. No primeiro turno, ambos gravaram para o programa eleitoral, mas apenas o ex-presidente foi a Salvador. Quer, também, o apoio do PMDB de Geddel Vieira Lima – aliado de Dilma, mas oponente de Wagner na Bahia – no palanque do petista. O PMDB lançou Mário Kertész, que ficou em terceiro, com mais de 9% dos votos.

“Como existe um alinhamento nacional do PT com o PMDB, entendo que tem uma naturalidade da política essa aproximação, não uma obrigatoriedade. (…) Estamos discutindo uma campanha eleitoral em que está o projeto da Dilma versus o projeto do [José] Serra ou do Aécio [Neves], do DEM e do PSDB”, afirma Wagner.

Mas não vai oferecer a Geddel vaga na chapa governista à eleição majoritária de 2014, em troca do apoio a Pelegrino. As três vagas (governador, vice e senador) já são poucas para acomodar os partidos que integram hoje sua base. Compromete-se apenas com a possibilidade de o PMDB, se for para a base, participar das negociações.

“Não fico devendo o que não posso entregar. Se o Geddel apoiar Pelegrino, não está na obrigação de apoiar meu candidato em 2014. A recíproca é a mesma. Se ele tiver no apoio ao governo, é um partido que entra na discussão. Mas não posso dizer que a vaga é dele e desconstituir um conjunto de partidos.” A permanência ou não de Geddel no governo federal – ele ocupa a vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal -, caso decida apoiar o DEM, é uma decisão de Dilma e do PMDB, diz Wagner.

No caso da eleição de Salvador, Wagner avalia que o julgamento do mensalão teve seu peso, assim como outras variáveis, como a greve de policiais e a de professores, que durou mais de cem dias, que desgastaram seu governo.

Embora rejeite a tese da transferência de dinheiro do PT para aliados em troca de apoio ao governo – o que foi batizado de “mensalão do PT” -, Wagner admite que o PT envolveu-se numa “grande trapalhada”, em 2004, quando ajudou financeiramente os partidos aliados. A estratégia era eleger mais de mil prefeitos da base, para chegar mais forte a 2006, na reeleição de Lula.

Ele responsabiliza o sistema eleitoral brasileiro, no qual os candidatos têm de buscar financiamento para as campanhas, e defende o financiamento público, como forma de dar oportunidade a quem quer disputar “sem ter que passar o chapéu”. Com o medo do empresariado de financiar campanhas e, futuramente, se ver envolvido em algum escândalo, o governador confirma que aumentou a chamada doação oculta, pela qual transferências são feitas aos partidos que, por sua vez, fazem a distribuição às candidaturas. “Tem um jogo de hipocrisia. Porque, se o cara ajudou, não ser um privilegiado [após a eleição], mas também não pode ser um pária. Por isso, acho que as pessoas exorbitam na crítica, porque ficam no céu ou no inferno. E a vida é muito mais purgatório.”

Em seu segundo ano de mandato, Wagner diz que sonha em disputar a Presidência, mas nega ter obsessão pelo projeto. Sua prioridade é reeleger Dilma em 2014. Ele não descarta a possibilidade de ficar no cargo até o fim do mandato e não disputar as próximas eleições. Para facilitar a composição dos aliados na chapa majoritária (governador, vice e senador), Wagner aceita disputar a Câmara dos Deputados.

Wagner diz que continuará, na campanha de Salvador, o discurso do alinhamento político entre prefeitura e governos estadual e federal, mas nega que seja uma ameaça de discriminação, se o eleito for de outro partido. Ele define o que prega como um “alinhamento de projeto, sinergia de pensamento”.

Após 12 anos de gestão petista na Presidência da República, o governador diz que há um desgaste do governo. Mas cita o crescimento de cerca de 15% do PT, nessas eleições, como um dado para mostrar que o partido ainda tem fôlego, embora alguns interpretem que o peso da influência de Lula diminuiu.

Aécio: presidente– Link da matéria: http://www.valor.com.br/eleicoes2012/2862098/jaques-wagner-condena-espetaculo-do-julgamento

Aécio: senador defende gestão pública de qualidade

Aécio: Em giro pelo interior de São Paulo, senador defende gestão pública de qualidade como instrumento de desenvolvimento social.

Aécio: gestão pública eficiente

Fonte: PSDB-MG

Aécio Neves defende maior rigor ético e mais qualidade na gestão pública

“O grande desafio da minha geração é introduzir na agenda do Brasil a gestão pública de qualidade para se contrapor a este absurdo aparelhamento do estado brasileiro, que é a principal marca do PT”, diz Aécio

 Aécio: senador defende mais eficiência na gestão pública

Aécio: Em giro pelo interior de São Paulo, senador defende gestão pública de qualidade como instrumento de desenvolvimento social.

O senador Aécio Neves participou, semana passada, de atos políticos de apoio aos candidatos a prefeito pelo PSDB em Jundiaí e em Ribeirão Preto, em São Paulo. Saudado pelos eleitores durante as caminhadas que realizou, o senador disse que o país vive um novo momento na vida política e que as eleições municipais deste ano deverão ser marcadas pelo maior rigor ético na conduta dos candidatos e pela cobrança de maior qualidade na administração pública.

“As eleições municipais têm um foco local e o natural é que sejam discutidas questões locais. As administrações exitosas sempre tendem a ser aprofundadas e ter continuidade. Aquelas que fracassaram, obviamente, tendem a perder as eleições. Mas a sociedade brasileira faz agora uma discussão um pouco mais profunda sobre o padrão ético, sobre o que é necessário para alguém fazer vida pública. E esta é uma discussão que PSDB pode fazer com muita tranquilidade e com muita serenidade”, afirmou Aécio Neves.

Em Jundiaí, Aécio Neves participou de ato de campanha do candidato tucano, deputado Luiz Fernando Machado, que reuniu centenas de mulheres na Praça da Matriz. Em Ribeirão Preto, o senador participou ao lado do candidato, deputado federal Duarte Nogueira, de uma caminhada pelo centro comercial, onde cumprimentou a população e tomou cafezinho em tradicional cafeteria da cidade.

Gestão de qualidade

Aécio Neves afirmou que até 7 de outubro percorrerá várias regiões do país e, por onde for, defenderá entre os futuros administradores a gestão pública de qualidade como instrumento de desenvolvimento social. Para o senador, este será o grande desafio dos futuros prefeitos em contraponto ao uso partidário de órgãos públicos, como ocorre na administração do PT no país

“A minha pregação por onde vou é em torno da gestão pública de qualidade como instrumento de desenvolvimento social. Acho que o grande desafio da minha geração, da geração do Nogueira, é introduzir na agenda do Brasil a gestão pública de qualidade para se contrapor a este absurdo aparelhamento do estado brasileiro que é a principal marca do PT. Essa é a pregação do PSDB, essa é a base da construção de um novo e alternativo projeto para o país”, afirmou o senador.

Julgamento do Mensalão

Aécio Neves acrescentou que a sociedade brasileira sobe de patamar a partir do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do esquema do mensalão ocorrido em 2005, durante o governo Lula. O senador destacou a isenção e seriedade dos ministros do STF.

“É o Brasil iniciando uma nova etapa. Não apenas a ação política, mas a sociedade brasileira sobe de patamar. Acho que a Justiça brasileira está com isenção, com absoluta seriedade, dando uma demonstração de que a impunidade não pode grassar no Brasil como grassou nos últimos anos. Infelizmente vem sendo uma marca na trajetória do PT uma dificuldade muito grande de diferenciar o que é público do que é privado. Em qualquer democracia são os partidos políticos que estão a serviço do Estado. O PT inverteu esta lógica. Colocou o país a serviço do seu projeto de poder”, disse, em entrevista.

Aécio: Eleições 2012 – Link da matéria: http://blog.psdb-mg.org.br/blog/2012/09/06/aecio-neves-defende-maior-rigor-etico-e-mais-qualidade-na-gestao-publica/

Aécio Neves: Senado aprova TRF de Minas

Aécio Neves: Senado aprovação em 1º turno, no Senado, da PEC que cria o TRF da 6ª Região, para atender exclusivamente Minas Gerais.

Aécio Neves: Líder da Oposição

Fonte: Jogo do Poder

 Aécio Neves: Senado aprova TRF de Minas

Aécio Neves: Senado aprovação em 1º turno, no Senado, da PEC que cria o TRF da 6ª Região, para atender exclusivamenteMinas Gerais.

Entrevista senador Aécio Neves

“Conseguimos, felizmente, hoje, no plenário do Senado Federal, depois de um embate duro com o líder do governo no Congresso, o senador do PT , José Pimentel, aprovar em primeiro turno a criação do Tribunal Regional Federal de Minas Gerais.

Na verdade, hoje, o tribunal que atende Minas Gerais, que é o da 1ª Região, atende outros 13 estados. Isso significa que aquele cidadão, sobretudo o mais desprotegido, que tem um recurso para ser analisado, está demorando não anos, mas décadas para que o recurso seja julgado, já que o acúmulo é enorme nesse tribunal regional do qual faz parte Minas Gerais.

Desses 13 estados, Minas responde por quase 50% das demandas. Portanto, nada mais natural que se crie o tribunal de Minas Gerais porque vai garantir um alívio processual, uma agilidade maior aos processos referentes aos mineiros e também, de algum forma, atende esses outros 13 estados, porque terão, obviamente, também a pauta aliviada.

Tivemos aqui um embate desde o início desse ano em torno dessa proposta e esperamos que o segundo turno definitivo no Senado, seja votado até o dia 12 do mês de setembro.

Portanto, um projeto que atende uma demanda não apenas da Justiça Federal, mas dos cidadãos mineiros que, ao apresentarem seus recursos, esperam que eles sejam decididos, a favor ou contra.

O que nós estamos fazendo é garantir agilidade, serviços judiciais céleres, rápidos, ágeis aos mineiros.

É uma proposta do senador Clésio, que eu tive o privilégio de relatar e, repito, apesar da objeção do líder do governo do Congresso, que defendeu a não aprovação da proposta, venceu o bom senso e venceu Minas Gerais.”

Aécio Neves: Líder da Oposição – Site do senador: http://www.aecioneves.net.br

Aécio e Campos podem romper hegemonia paulista

Aécio Neves e Eduardo Campos. Surgimento do novo poder está nas mãos de duas novas lideranças. Minas e Nordeste na busca de um novo Brasil.

Aécio Neves e Eduardo Campos: Eleições 2014

 Aécio e Campos podem romper hegemonia paulista

Aécio Neves e Eduardo Campos. Surgimento do novo poder está nas mãos de duas novas lideranças. Minas e Nordeste na busca de um novo Brasil.

Fonte: Artigo de Tilden José Santiago* – O Tempo

Minas e Nordeste versus São Paulo

Alguns fatos demonstram que a liderança do governador Eduardo Campos ganha expressão e autonomia, apesar da ligação umbilical com Lula, na medida em que surgem contradições entre PT e PSB, com o crescimento, surpreendente para os petistas, do último.

Sinal claro disso é o lançamento de candidaturas próprias por ambos os partidos em Recife, Belo Horizonte e Fortaleza. A maneira como o deputado pernambucano Maurício Rands se afastou do PT e se aproximou de Eduardo é outro sinal.

Esse pode ser o início da quebra da bipolarização dominadora do PT de Lula e do PSDB de FHC, do rodízio antidemocrático no poder, durante 18 anos.

Do lado tucano, há trincas entre um tipo de tucanato progressista liderado pelo senador Aécio Neves e o tronco central do PSDB conservador, liderado pelo paulistano Serra, representante do poderio econômico da avenida Paulista.

Nessa vertente, Aécio Neves cresceu vertiginosamente, emergindo como forte candidato à Presidência, mas engana-se quem pensa que Serra se contenta em ser prefeito de São Paulo. O ex-presidente da UNE, hábil conspirador, desde as lutas estudantis dos anos 60, nos bastidores das eleições, com os olhos em 2014, tentou quebrar a crista em ascensão de Aécio, por meio de sua amizade com Kassab. O presidente nacional do PSD fez tudo para que seu partido em Minas apoiasse Patrus do projeto Dilma e não Marcio Lacerda do projeto Aécio. Curioso! Quem diria Dilma, Kassab, Patrus, juntos!

Kassab cumpriu a determinação de Dilma sob olhares complacentes de Serra. Este sim, cabo eleitoral conspirador de Patrus, interessado na derrota de Lacerda, para que Aécio em 2014 dispute o governo de Minas e se cristalize como um político das Alterosas, que brilhe só em nossos vales e montanhas. Seria sepultar o político Aécio em Minas, como no Rio Sérgio Cabral está fadado a morrer carioca com sua auréola provinciana.

O PSD nacional de Kassab continua a lutar por Patrus e Dilma. O PSD mineiro de Alexandre Silveira continua a lutar por Lacerda e Aécio. Nem Serra, nem Kassab, Patrus ou Dilma conhecem o quanto o ex-presidente do Dnit, agora deputado federal e secretário de Estado, é bom de briga e se esquecem de que o senador Aécio Neves possui DNA republicano e da vocação de Minas para servir o Brasil, junto com o Nordeste e outras unidades da Federação, sem o complexo de hegemonismo e superioridade de São Paulo.

O importante é olhar para frente e perceber, desde já, os germes da decomposição dos dois blocos monopolizadores, antidemocráticos de dominação do poder pelo poder no Brasil das últimas décadas: PT e PSDB. Esta bipolarização dá sinais de um eclipse que já se anuncia.

O surgimento do novo poder está nas mãos de duas novas lideranças, Aécio e Eduardo, se conseguirem se entender, depois de romperem a ligação umbilical que ainda carregam com o PSDB da avenida Paulista e com Lula, respectivamente. É Minas e o Nordeste na busca de um novo Brasil, sem dominação da Pauliceia.

TILDEN JOSÉ SANTIAGO – jornalista; ex-embaixador

Aécio Neves e Eduardo Campos – Link do artigo: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=210590,OTE&IdCanal=2

Artigo Aécio Neves: Ideb 2011, Orgulho de Minas

Ideb: gestão da educação. “O choque de gestão do governo estadual devota ao setor parte importante de seus esforços”, disse Aécio.

Ideb 2011: Gestão Eficiente da Educação em Minas

 Ideb 2011: Orgulho de Minas, artigo de Aécio

Ideb 2011: Orgulho de Minas, artigo de Aécio

Fonte: Aécio Neves – Senador (PSDB-MG) – Estado de Minas

Orgulho de Minas

Ideb 2011 – Entre todas as políticas sociais que um governante deve implementar, as que dizem respeito à educação são as que melhor representam o compromisso com o futuro. De um lado, mais objetivo, pelo impacto positivo e duradouro no desenvolvimento do país. Por outro, mais subjetivo, pela grande esperança que os pais depositam na escola como caminho para o bem-estar e o sucesso de seus filhos – muitas vezes projetando neles seus próprios sonhos não realizados. Mas, fundamentalmente, por ser importante instrumento de realização pessoal.

Com esse cenário em vista, foi muito gratificante para todos que acompanham com interesse esse assunto, a notícia divulgada com os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) referentes a 2011, obtidos pelos alunos da rede pública estadual em Minas.

Nos anos iniciais do ensino fundamental, nossos meninos e meninas ficaram novamente em primeiro lugar. Nos anos finais do fundamental, Minas subiu do 3º para o 2º lugar nacional, atrás apenas de Santa Catarina. Quanto ao ensino médio, a rede estadual mineira galgou a 3ª posição, atrás apenas de São Paulo e Santa Catarina.

Apesar de sermos o Estado com o maior número de municípios e das nossas enormes diferenças regionais, as posições alcançadas pelos alunos de Minas no ranking nacional são uma demonstração inequívoca de que estamos no caminho certo.

A esses extraordinários resultados somam-se outros: nossos alunos das séries iniciais do ensino fundamental alcançaram nota seis, referência em países mais desenvolvidos, e ficamos em primeiro lugar na categoria “desempenho dos alunos” do Ideb nas series iniciais e finais do ensino fundamental.

Mudanças na educação não se fazem da noite para o dia. Desde 2003, o choque de gestão do governo estadual devota ao setor parte importante de seus esforços.

Entre as memórias que, com afeto e alegria, guardo do período em que tive a honra de governar o nosso estado, talvez nenhuma me seja tão grata quanto a lembrança do trabalho que envolveu todo o governo para que fôssemos capazes de trazer as crianças de 6 anos para a escola, garantindo a elas um ano a mais de aprendizado.Minas, à época, foi o primeiro estado brasileiro a implantar o ensino fundamental com a duração de nove anos.

Somaram-se outros esforços e programas, bem como investimentos, que contemplaram desde o transporte de estudantes nas áreas rurais até a inclusão digital.

Os números do Ideb confirmam outras boas tendências . Em todas as regiões do estado, por exemplo, observa-se um avanço no nível de leitura e interpretação dos alunos de 8 anos pelo Proalfa – Programa de Avaliação da Alfabetização. Na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, os mineiros vêm obtendo mais e mais medalhas, ano a ano, estando em primeiro lugar pelo quinto ano consecutivo.

São resultados que refletem um trabalho contínuo da equipe de governo, agora comandada pelo governador Antonio Anastasia com enorme responsabilidade e compromisso, e, de forma especial, de toda a comunidade escolar .

É uma conquista coletiva que merece ser celebrada por todos nós, na medida em que nos demonstra o valor do que chamo, por tantas vezes, de equação da solidariedade e da transformação: dividir responsabilidades e somar esforços para diminuir diferenças e multiplicar resultados.

Parabéns, Minas!

Ideb 2011: Gestão Eficiente da Educação em MinasLink do artigo: http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2012/08/27/interna_opiniao,48554/orgulho-de-minas.shtml

Privatização: artigo do senador Aécio Neves

Privatização – Artigo do senador Aécio Neves. Novo pacote de concessões chega com enorme atraso agora como solução para crônica ineficiência do governo do PT

Privatização do PT

Fonte: Folha de S. Paulo

Privatização – Artigo do senador Aécio Neves para a Folha de S. Paulo

 Privatização: artigo do senador Aécio Neves

Privatização – Artigo do senador Aécio Neves para a Folha de S. Paulo

Privatização – O Brasil assiste à espetacularização das medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff com o objetivo de fazer o país reagir ao pífio crescimento nacional.

O novo pacote de concessões anunciado para destravar obras já prometidas com pompa e circunstância em várias oportunidades chega com enorme atraso, ainda longe de se materializar em realidade e com uma surpreendente reembalagem, agora como solução para a crônica ineficiência do governo do PT.

Sempre tão criticada pelos ideólogos do petismo, a privatização de rodovias, ferrovias e portos é, em diversas situações, solução necessária para um país refém de gargalos de todo tipo na área da infraestrutura. E o governo poderia fazer muito mais do que tem feito para ampliar os investimentos públicos e estimular os privados, verdadeiras alavancas do crescimento sustentado e duradouro.

Na área do saneamento básico, bastaria desonerar as empresas estaduais que respondem pela quase totalidade dos investimentos no setor, uma das promessas de campanha esquecidas pela presidente. A medida resolveria a contradição das empresas terem que pagar ao governo federal quase o mesmo volume de recursos que têm para investir. Isso em um país em que somente 37% do esgoto é tratado, metade da população não conta com rede de coleta e, entre as cem maiores cidades, somente seis tratam mais de 80% de seus efluentes.

Poucas medidas, no entanto, teriam o poder de destravar tanto o crescimento nacional quanto solucionar a injusta equação da dívida de Estados com a União. Como se sabe, são dívidas contratadas em outra realidade econômica e que hoje poderiam ser renegociadas sob os mesmos critérios que o governo utiliza, via BNDES, para atender a uns poucos setores eleitos da iniciativa privada.

Por que, afinal, o governo não desonera quem pode investir e não transforma em mais investimento parte do pagamento da dívida dos Estados, ressuscitando o nosso federalismo, tão fragilizado?

Registre-se ainda que mais uma estatal acaba de ser criada: a Empresa de Planejamento e Logística, com a tarefa de planejar, definir critérios e negociar com os investidores privados, o que poderia ser feito pela ANTT ou pelo próprio ministério, pois esta deveria ser sua função essencial, e não a de executar obras.

O cronograma prevê para o grupo de nove trechos rodoviários e 12 ferroviários, a assinatura de contratos entre abril e setembro de 2013. Prazos muito pouco prováveis de serem cumpridos, especialmente os que se referem aos novos trechos. Por fim, as novas privatizações dependerão de eficiência, de agilidade e, fundamentalmente, de um artigo raro no governo do PT:capacidade de gestão.

Privatização: artigo Aécio Neves – Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/1139898-privatizacao.shtml

Choque de Gestão: modelo de Aécio para o Brasil

Choque de Gestão: modelo de Aécio para o Brasil

Choque de Gestão: modelo de Aécio para o Brasil. Minas Gerais continua na sua posição vanguardista. É líder nacional em número de PPPs.

Choque de gestão: parcerias público-privadas

Fonte: Jogo do Poder

Choque de gestão de Aécio Neves: PPPs ganham força no Brasil

Aécio Neves e o Choque de Gestão: modelo de parceria entre o público e o privado, adotado há oito anos por MG, é alternativa à falta de recursos para investimentos

 Choque de Gestão: modelo de Aécio para o Brasil

Choque de Gestão: modelo de Aécio para o Brasil. Minas Gerais continua na sua posição vanguardista. É líder nacional em número de PPPs.

Um dos principais acertos da aposta feita por Aécio Neves com o Choque de Gestão em Minas Gerais foi a organização imediata e irrestrita de todos os órgãos do governo estadual. Em 2003, enquanto a área fazendária se detinha sobre planilhas, estatísticas e números de custeio que deveriam ser cortados para gastar mais com a população e menos com a máquina administrativa, uma verdadeira revolução gerencial também estava em curso.

Em um ano, Minas Gerais anunciava o fim de um déficit orçamentário de R$ 2,3 bilhões e os “vivas” iam para a área fazendária e de planejamento. Mais silenciosa, a área de gestão colocava em prática uma reorganização interna dos órgãos estaduais, transformando a máquina pública na principal indutora do desenvolvimento e dos novos investimentos atraídos, condições evidentes para ampliação dos indicadores sociais.

E foi neste processo de revolução gerencial que o Governo de Minas, no Choque de Gestão de Aécio Neves, se tornava o primeiro estado brasileiro a apostar numa nova maneira de se investir em infraestrutura que surgia em 2004, por meio da lei 11.079: as parcerias público-privadas (PPPs).

As PPP faziam o que até então era impossível no que se referia a investimentos sociais: mesclava o controle público inerente às concessões de serviços de atendimento à população com a capacidade de execução da iniciativa privada.

Quando a primeira PPP rodoviária do Brasil – concessão da MG-050 pelo governo mineiro – completa cinco anos, o país finalmente começa a dar corpo a uma opção feita por Minas Gerais como vanguarda. Hoje já são 17 PPPs em execução e outros 10 contratos estão prontos para serem assinados por oito estados diferentes.

Por sua maturidade gerencial e administrativa, fator indiscutivelmente básico em qualquer primeira análise da iniciativa privada para decidir pela parceria ou não com o Poder Público, Minas Gerais continua na sua posição vanguardista. É líder nacional em número dePPPs e no volume de recursos envolvidos nestas parcerias: são quatro em execução, três já formuladas e outras 15 programadas para entrarem em operação até 2014, com aplicação estimada entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões.

Mais uma vez, Minas Gerais apresenta um bom caminho para que estados, municípios e até mesmo a União possam ousar na prestação de serviço à população.

A atual falta de recursos em caixa é evidente em todo o Brasil. A crise ainda não ganhou o noticiário, pois é abafada pelo processo eleitoral. Porém, os gestores – sejam eles, petistas, tucanos ou de qualquer outra coloração partidária – têm a perfeita noção do perigo que se avizinha.

Nesse cenário, as PPPs ganham ainda mais força e mereciam um esforço maior do Poder Público para viabilizá-las. O Choque de Gestão implantado por Aécio Neves é uma boa solução gerencial para a administração pública.

Choque de Gestão: Aécio Neves – Leia mais: http://www.aecioneves.net.br/biografia

Gestão Eficiente: Antonio Anastasia reafirma compromisso de Minas Gerais com a Fifa

Jogadores que participaram do jogo inaugural do Independência elogiam qualidade do estádio

O governador de Minas, Antonio Anastasia, afirmou, durante a solenidade de reinauguração da Arena Independência, na noite desta quarta-feira (25), que a entrega do estádio para o torcedor mineiro é o primeiro compromisso cumprido com a Fifa para a realização da Copa do Mundo do Brasil de 2014.

“Nosso governo está entregando o primeiro novo estádio brasileiro totalmente dentro dos padrões da Fifa. Cumprimos aquela determinação feita, há alguns anos, pelo então governador Aécio, no sentido de oferecermos a Belo Horizonte, a Minas Gerais e aos clubes mineiros uma casa moderna. Agora estamos preparando a inauguração do Mineirão, no final do ano, o que cumprirá integralmente os compromissos de Minas Gerais com a Copa do Mundo e a Copa das Confederações”, disse o governador.

A modernidade e a qualidade do estádio Independência foram atestadas e elogiadas pelos jogadores que participaram da partida inaugural, em que o América-MG venceu a equipe do Argentinos Juniors por 2 a 1.

O atacante Euller, que fez sua despedida oficial dos gramados, ressaltou o fato do Governo de Minas ter entregue o primeiro estádio do país já adequado aos padrões da Fifa. “Minas Gerais está de parabéns por ter saído na frente, agora é só aguardar para que a Fifa possa vir aqui e carimbar o estádio com o selo dela”, exaltou o jogador.

O lateral esquerdo Gilberto, que participou da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, e fazia sua estreia no América, se disse impressionado com a nova arena.“O gramado está em excelentes condições e o estádio está muito bem organizado, foi muito bem construído. Agora é esperar para que possamos receber os grandes jogos e também os grandes espetáculos”, comentou.

Para o técnico do Argentinos Juniors, Leonardo Astrada, o Independência não fica atrás de outros bons estádios pelo mundo. “Está muito bom, muito bonito, no nível dos estádios europeus. O campo está em perfeito estado e foi uma honra para nós ter participado dessa inauguração”.

Já o atacante Fábio Junior acredita que o novo estádio ajudará os times do Estado na busca por títulos. “Não tem o que falar. O estádio está excelente. Esperamos que traga sucesso, não só para o América, mas para todos os clubes de Minas”, disse ele.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/antonio-anastasia-reafirma-compromisso-de-minas-gerais-com-a-fifa/