Gestão da Educação: Estado aumenta em 112% o número de maternidades que realizam teste rápido de HIV e Sífilis

Em 2007, 89 maternidades participavam do Projeto Nascer em Minas; atualmente, 189 instituições compõem a iniciativa

André Brant / SES
Sucesso do Projeto Nascer depende da responsabilidade compartilhada entre os diversos participantes
Sucesso do Projeto Nascer depende da responsabilidade compartilhada entre os diversos participantes

Desde 2007, quando o Projeto Nascer, do Ministério da Saúde, foi implementado no Estado, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) ampliou em 112% o número de maternidades cadastradas e capacitadas no programa, lançado em 2002, e que tem como objetivo evitar ao máximo a transmissão da Aids e da sífilis da mãe para o filho durante a gestação. No primeiro ano, 89 maternidades participavam do projeto, agora em 2012 são 189.

De acordo com a referência técnica em DST/AIDS da SES-MG, Mayra Sucupira Oliveira, as maternidades integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS), que estão cadastradas no projeto, realizam testes rápidos para detecção da infecção pelo HIV, exame para sífilis (microhemaglutinação), adotam medidas de profilaxia da transmissão vertical do HIV em gestantes com diagnóstico positivo e administram o inibidor de lactação quando indicado.

“O teste para o HIV é realizado naquelas parturientes que, não tendo feito esse exame durante o pré-natal, autorizem sua realização após indicado pela equipe de saúde, sendo que o aconselhamento pré e pós-teste é realizado por profissionais da área de saúde que receberam uma capacitação específica para essa atividade”, explicou Mayra.

A transmissão vertical do HIV é aquela passada de mãe para filho durante a gestação ou parto. Pesquisas demonstram que grande parte dos casos da AIDS em menores de 13 anos tem como fonte de infecção a transmissão vertical, sendo ela responsável por 25,5% dos casos na ausência de profilaxia. “Adotando medidas adicionais às já desenvolvidas para a qualificação da assistência à gestante no pré-natal e puerpério podemos reduzir a probabilidade da transmissão vertical por HIV e sífilis na maioria das mulheres”, declarou Mayra.

Para o cadastro das maternidades do SUS primeiramente foram priorizados hospitais que realizavam 500 partos por ano. Além das 189 maternidades, 51 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), em Minas Gerais, e nove centros de saúde de Belo Horizonte foram capacitados a realizar os testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites Virais B e C.

Projeto

Desenvolvido em 2002 pelo Ministério da Saúde (MS), por meio da Secretaria de Políticas de Saúde, o projeto é articulado em conjunto com as Secretarias de Saúde dos Estados, Distrito Federal, Municípios e maternidades integrantes do SUS.

Segundo a técnica Mayra, o sucesso do projeto depende da responsabilidade compartilhada entre os diversos participantes. “É preciso destacar a importância da adesão das maternidades e principalmente das equipes de saúde nas ações para melhorarmos a saúde pública por meio das mudanças sociais”, finalizou.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/estado-aumenta-em-112-o-numero-de-maternidades-que-realizam-teste-rapido-de-hiv-e-sifilis/

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Publicado em 19/06/2012, em Anastasia, Antonio Anastasia, Choque de Gestão, Gestao Pública, Gestão, Gestão Eficiente, Gestão em Minas e marcado como , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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